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two and a beat!


JEON JUNGKOOK



A festa pareceu passar mais rápido depois de vários copos de cerveja e quando dei por mim estávamos dançando na pista de dança improvisada que tinha ali. Eu não tinha certeza se era a música que era tão animada ou se eu estava tão bêbado que qualquer coisa me faria pular. Ouvi alguns gritos se misturarem com a melodia frenética e uma pequena aglomeração no outro lado da sala me chamou a atenção. Era Danbi ali no meio, plantando uma bananeira com a ajuda de Yugyoem, que segurava suas pernas, enquanto tomava a bebida do barril direto da mangueira. Eu sorri divertido, observando enquanto ela descia, cambaleando um pouco para trás e soltando um gritinho enquanto levantava os braços pra cima em comemoração.

Os olhos dela caíram sobre os meus e eu até tentei desviar o olhar, mas só consegui abrir ainda mais o sorriso em meu rosto. Minhas pernas me levaram até Danbi por puro impulso e ela apontou para o barril, perguntando se eu queria tentar também, mas eu neguei, apenas a puxando para sentar no sofá junto comigo.

— Pelo visto você não dança só nos palcos — ela comentou, arrancando um sorriso meu.

— Acho que eu bebi muito, por isso tô meio soltinho.

— Eu sei como é, eu acabei de tomar álcool de cabeça pra baixo numa festa onde conheço só duas pessoas e por algum motivo não me envergonho disso.

Eu ri baixo, fechando os olhos por alguns segundos, abanando meu rosto com a mão.

— Tá com calor? — Danbi perguntou e eu assenti, sentindo-a soprar fraquinho em meu rosto logo em seguida.

— Fiquei querendo continuar a nossa conversa da cozinha, mas aquele cara não saia de perto de você.

— E você devia ter pensado na sua namorada antes de perguntar se eu era solteira — Danbi disse baixo e com a voz calma, mas me fez abrir os olhos e encará-la.

— Não tenho namorada, nem posso ter. Seoyeon é uma... conhecida.

— É, vocês pareciam bem conhecidos mesmo — sorriu, brincando com as pontas dos próprios dedos. — Por que você não pode ter namorada?

Suspirei.

— É uma coisa de contrato. Acaba daqui um ano eu acho.

— E você fica triste com isso? — perguntou, me fazendo pensar por alguns segundos no assunto. — Desculpa, eu não devia ter me intrometido assim, não precisa responder.

— Tá tudo bem, relaxa... Eu nunca gostei de alguém, então nunca pensei se isso me deixa triste ou não — Danbi assentiu, não dizendo mais nada. — E você? Já teve algum namoro?

— Eu já tive um namoradinho, mas eu devia ter uns doze anos, então era de brincadeirinha. Meu pai acabou descobrindo e brigou muito comigo, dizendo que eu não tinha idade pra essas coisas.

— Seu pai parece ser bem ciumento.

— Acho que hoje em dia ele levaria numa boa... Se ele gostar do meu namorado, com certeza seria muito mais fácil... Acho que ele iria gostar de você.

— É? Por que você acha isso?

— Você é bonito, educado e talentoso. Meu pai não gosta muito de pop, mas ele respeita muitos idols por aí, principalmente o seu grupo — sorri com a novidade. — Eu tenho uma priminha que adora vocês, ela fica contando tudo sobre pro meu pai quando a gente se reúne em Busan.

— O que ela conta? Ela já disse se eu sou o favorito dela?

— Não sei direito porque eu nunca realmente presto atenção, sem ofensas. Mas eu acho que você não é o favorito dela não — Danbi riu.

— Hmm, talvez se eu mandar alguns produtos autografados pra ela, eu passo a ser o favorito.

— Nem pensar! Se você fizer isso ela não vai me deixar em paz, pode esquecer essa ideia absurda.

— Eu só quero ser gentil com uma fã, não posso?

— Confie em mim, Jungkook. Você não vai querer me enfiar nessa enrascada — soltei um risinho e me levantei, ganhando um olhar curioso de Danbi. — O que foi?

— Vou ao banheiro, acho que tomei muita cerveja.

— Então eu vou ir também, tô muito apertada.

Danbi me seguiu enquanto eu desviava vez ou outra de algumas pessoas. Olhei para trás, vendo que ela tinha um sorriso estampado no rosto e automaticamente sorri também. Quando chegamos no corredor, vi ela encostar as costas na parede antes de eu fechar a porta do banheiro para fazer minhas necessidades. Assim que terminei, lavei as mãos e ajeitei meu cabelo no espelho, observando como eu ficava com cara de bobão quando estava bêbado. 

Abri a porta e meus olhos foram de encontro ao par de coturnos pretos, cuja dona havia me prendido a atenção a festa inteira. Cruzei os braços, me escorando no batente e observei o rosto Danbi, que logo abriu um sorriso para mim.

— Eu acho que preciso ir embora — ela comentou um pouco baixo.

— Ainda não é muito tarde, por que vai agora?

— Acho que já tá na minha hora.

Dei espaço para que ela pudesse entrar no banheiro e fechar a porta, mas suspirei, coçando os olhos enquanto esperava ela sair dali. O tempo pareceu ser uma eternidade pra mim enquanto ouvia a música abafada e comecei a pensar que talvez tivesse ouvido algum gemido vindo do banheiro. Quando decidi bater na porta para checar se estava tudo bem, Danbi a abriu, parecendo se assustar um pouco com a proximidade repentina.

— Você ia bater na porta?

— Achei que estivesse passando mal.

Danbi me encarou, parecendo conter o sorrisinho que insistia em se formar em seus lábios. Ela subiu e desceu os olhos por mim, demorando alguns segundos na pequena parte exposta do meu peitoral. Acho que o álcool no sangue me proporcionava uma dose extra de coragem, pois dei um passo à frente. Ela não se moveu, mas subiu o olhar, fitando a minha boca e eu pedi aos deuses que ela estivesse tão convidativa quanto a dela.

— Quer me ajudar a aproveitar a festa por uma última vez? — Danbi murmurou a pergunta, recebendo um unhum meu como resposta. — Que bom.

Os lábios da mulher deslizaram pelos meus, como um pedido para continuar, então tomei a liberdade e passei um braço por sua cintura, pressionando seu corpo contra o meu. Ela colou nossos lábios num ato de desespero e eu senti a língua quente dela adentrar minha boca. Meu coração disparou e o sangue quente correndo mais rápido em minhas veias tornou minha respiração irregular. A mão de Danbi passeou pelos meus cabelos castanhos, prendendo-me ainda mais a ela.

Seus pés se moveram num gesto desastroso para trás, quase derrubando nós dois enquanto tentava fechar a porta do banheiro com a mão livre. Eu a girei, colocando suas costas contra a madeira e apertando ainda mais, sentindo um furacão dentro do meu estômago, como se bilhões de borboletas ali dentro estivessem batendo asas. Danbi tinha um gosto amargo de cerveja e cigarro na boca, mas gostoso o suficiente para me fazer delirar com o beijo.

Pude jurar que quase ouvi a garota gemer baixinho quando mordi seu lábio inferior, mas tive a certeza de que ela estava gostando ao sentir seu corpo amolecer quando chupei sua língua dentro da boca. Danbi se afastou, depositando dois selinhos nos meus lábios inchados e eu não consegui conter um sorriso enquanto encostava minha testa na dela. Danbi deslizou os dedos pela minha nuca, me fazendo arrepiar ali e depois desceu para as minhas costas por debaixo da minha camisa, fazendo-me fechar os olhos.

— Acho que vou acabar pedindo o seu telefone — eu murmurei e Danbi riu fraco, me beijando novamente.

Eu quis explodir pela sensação gostosa que tomava conta do meu corpo. Não era nada como meus outros beijos, não era quente nem cheio de desejo como esse. Eu tinha acabado de conhecê-la há algumas horas e ela parecia conhecer todos os pontos fracos que me deixavam todo molinho. 

Eu senti seus lábios em meu pescoço, os dentes dela mordendo fraquinho a minha pele a pedido meu, para não deixar nenhuma marca. Me atrevi a colocar as mãos em seu bumbum, apertando ali, subindo para as costas, para a cintura, os peitos... Danbi gemeu entredentes e eu senti a ponta da minha barriga formigar de tesão pelo toque quente que ela me proporcionava.

Era bom, era muito bom, mas o choque de realidade me veio na mente e eu de repente senti que as coisas estavam acontecendo rápido demais e, apesar de estar gostando, eu não queria ultrapassar nenhum barreira. Danbi sorriu entre meus lábios e finalizou o beijo, mordiscando meu labro. Passei os braços ao redor do seu pescoço, fazendo-a levantar a cabeça para poder me encarar.

— Nunca sei o que falar depois de beijar alguém pela primeira vez.

— Nem eu — murmurei e ri pelo nariz. — Quer ir beber mais alguma coisa?

— Não, eu realmente preciso ir embora agora — se desvencilhou de mim, ajeitando o vestido no corpo.

— Sério?

— Eu moro um pouco longe daqui.

— Posso te levar em casa, se quiser.

— Não precisa, você tá bêbado e também alguém pode te reconhecer e não quero problemas pro meu lado.

Ouch. Aquilo foi quase como sentir uma leve pontadinha no meu peito ao me lembrar de quem eu era. Não quero problemas pro meu lado. Aquilo definitivamente era um fora; eu estava levando um fora por ser famoso. Eu não disse mais nada, apenas me despedi de Danbi com um abraço e observei enquanto ela atravessava o corredor até sumir do meu campo de visão. Sem número de telefone, sem um último beijo. Eu tinha a sensação de que Danbi viraria apenas uma história para eu recordar daqui uns anos e por algum motivo me senti melancólico por isso.

Decidi que era melhor eu ir embora também e acabei pedindo um táxi já que Mingyu estava derrubado para fazer qualquer outra coisa além de capotar na cama de Yugyeom. Fui direto para o quarto quando cheguei em meu apartamento, sentindo uma mistura de coisas dentro de mim. Estava chateado pelo fora de Danbi, mas ainda me sentia nas nuvens quando pensava no beijo e em todas as sensações que vieram com ele. Levei algum tempo até pegar no sono, mas até lá, no seu subconsciente, a garota parecia estar presente.


_____


olá amigs, e aí?

eu gostei tanto de escrever essa cena do banheiro, queria muito ser a danbi nesse momento, garota sortuda da porra.

na mídia do capítulo é a danbi (heejin do loona), mas vocês estão livres pra imaginar ela como quiser, claro.

volto semana que vem com outro capítulo, até mais!

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