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Capitulo 51 - Deixe ir.

Estávamos indo para a casa do Josh quando senti sua mão sobre a minha acariciando a, eu o olhei, e ele sorriu, o modo como ele estava me tratando parecia que ele queria me confortar. Olhei então para o motorista que de vez em quando trocava olhares comigo eu respirei fundo, e foquei meu olhar no rapaz de olhos roxos intensos. 

- Josh, quem é ele? 

- Oh, o cara que está dirigindo?

- Sim. 

- Esse é Aaron, vocês são amigos. 

- Ah, desculpe-me por não me lembrar de você, Aaron. 

- Tudo bem, eu lhe entendo, não se preocupe com isso, senhorita.  

- Ele é sempre tão... Cortez assim?

- Aaron é um pouco peculiar, ele nasceu em 1880, então ele é muito sistemático, pela forma com o que foi criado, ele praticamente me criou, meus pais o trouxeram para cá como um escravo vampiro, mas então, quando aqueles idiotas morreram, eu transformei Aaron de criado, para meu melhor amigo, e é claro meu mais fiel escudeiro. Por assim dizer. 

- Entendo, ele parece ser muito divertido, mas conte-me, como eu salvei o mundo? 

- Bom, você se livrou de todos os seres maus. 

- Eu os matei. - conclui. 

- Exato, mas o que você fez foi uma coisa boa, não se martirize por isso, Okay? 

- Okay.

- Então, sei que não gosta muito, mas pensei, em pelo menos lhe oferecer um jantar, e um pequeno bolo. Mesmo assim acho que seria, cortez da minha parte. 

- Bem... Eu não quero... Não é um dia bom. 

- Eu sei, eu também não gosto do meu aniversário, mas não vamos festejar, vamos apenas jantar, e soprar as velas para continuar com a tradição. 

- Tudo bem, você me convenceu. Mas só porque quero que esse dia acabe logo. 

- Excelente, chegamos, bem vinda novamente a Mansão Fury Mayde. 

- Bem, eu já devo ter dito isso antes, mas como eu não me lembro, ela é fantástica. 

- Bem, sim ela é. - O rapaz loiro no volante, estacionou na porta da frente e saiu do carro, veio a minha porta e abriu, me ajudando a sair, quando olhei Josh já estava do lado de fora em frente à porta da casa dele me esperando, sorri para Aaron, e fui até Josh. Entramos, quando eu olhei a mansão, por um minuto tive um flash, mas sumiu, então o belo rapaz de olhos verdes me levou até uma sala de jantar onde já havia pratos servidos, e diversas coisas sobre a mesa, ele me posicionou uma cadeira ao lado da dele, e puxou a mesma e eu me sentei, então ele se sentou na dele, o jantar ocorreu muito bem, teve a entrada, o prato principal e a sobremesa, quando eu achei que já tinha acabado, um bolo pequeno com uma vela com um dezessete entrou no meu campo de visão, era muito fofo, mas eu ainda me sentia mal, senti a mão do Josh sobre a minha. 

- Se você nunca deixar ir esse sentimento, isso virará seu fantasma. Parabéns Riley, agora assopre. - eu sorri e assoprei as velas, Aaron apareceu com uma caixa de presente, eu sorri pela gentileza e a peguei, tinha um embrulho vermelho, e um belo laço, abri o mesmo e lá se revelou um porta retrato. 

- Uma foto, podemos? nós três? - Aaron perguntou. 

- Claro. - eu me levantei e Josh também, fomos para a sala de estar, e lá tinha uma senhora com uma polaroide, então nós posicionamos pra foto, eu no meio, e os dois um de cada lado meu, então ela tirou a mesma foto três vezes, dei uma a Josh, uma a Aaron e coloquei a minha no porta retrato e guardei de volta na caixa, então uma bela música começou a tocar, o rapaz de olhos roxos e cabelo loiro escuro me tirou para dançar, e eu aceitei, dançamos, e flash's eram disparados, então a música acabou, e então foi a vez de Aaron, dançamos é mais foram foram tiradas, depois o loiro se foi e Josh me levou para dar uma caminha da noturna no seu jardim.
- Viu nem foi tão ruim. 

- Bom, não foi muito ruim, mas não foi bom. Mas obrigada, foi muito gentil da sua parte, você devia ter visto a festa que fizera.. Para eles era meu aniversário para mim, eles estavam comemorando o aniversário de morte da minha mãe. 

- Não fique assim. Você tem que esquecer isso, eu sei que dói, mas se você deixa de se importar tanto talvez doa menos. - Eu o olhei, e ele me olhou então sorrimos. 

- Obrigada. - Continuei o olhando. 

- Me perdoe. 

- Pelo o que? 

- Por isso. - então ele puxou minha cintura colando nossos corpos e me beijou, o beijo era muito bom, não tinha como não aceita-lo. Minhas mãos foram pra sua nuca e as dele apertavam minha cintura me puxando pra cima, bom, é, ele beijava super bem.

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