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Se Hoseok pudesse nomear oque estava sentindo, lhe faltaria palavras.

A forma como as mãos tremiam, como as pernas quase estavam derretidas ou até mesmo a forma como seu coração batia acelerado e descompassado, nada disso poderia ser descrito por míseras palavras. Jung Hoseok que era professor de Literatura achou a sensação indescritível, impossível de ser contada.

Tentando não focar apenas na guerra que seu nervosismo travava contra si, o homem olhou em volta do ambiente que por si mesmo foi enfeitado. Logicamente que ele havia ajudado-o, mas era como uma corrente, se pensasse nele pensaria no nervoso que sentia.

As rosas brancas remetiam paz ao local. Cada cadeira ali possuía uma nomeação, eles de fato cuidaram de tudo. A armação de madeira em cima da parte principal do ambiente era, inteiramente, coberta por panos de tule. Os músicos contratados eram os melhores da cidade, no momento, tratavam de polir novamente seus instrumentos.

Os minutos que antes pareciam não passar, passaram rápido até demais. Hoseok via convidados entrando e sentando-se confortavelmente, para junto dele esperar.

Os padrinhos por eles escolhidos chegaram em pouco tempo. Os padrinhos de Hoseok estavam esbeltos e bonitos nos ternos de sua escolha. Jimin e Jungkook formavam um belo casal, isso ninguém negaria. Yoongi e Jihyo eram o outro par, não eram um casal, mas ficavam bem mesmo assim.

Os padrinhos do lado opostos do homem eram realmente lindos por natureza, Seokjin e Namjoon, mesmo já casados ainda pareciam um casal de namorados. Chayeong e Sana formavam o último casal, duas moças lindas, cheias de si e com corações imensos, Hoseok esperava que ao menos fossem casadas algum dia.

Sem que Hoseok percebesse uma música começou a tocar baixo, ficou com medo, achou que havia chego a hora, mas foi apenas impressão. Quem havia chego eram os pais de ambos. De mãos dadas e mesmo com idade avançada, o amor era quase palpável.

O medo de que algo desse errado se dissipou aos poucos, infelizmente o nervosismo permaneceu. Jimin juntamente com seu noivo lhe chamou para sentar-se, mas preferiu ficar ali, de prontidão.

Do lugar onde estava podia ver todo o céu, apesar do tule sob as pessoas ali presentes, Hoseok ainda tinha visam ampla. O céu estava lindo, diferentemente de alguns dias atrás. Haviam até pássaros cantando em volta do lugar. Hoseok que era um amante árduo dos filmes diria que estava presente em uma cena de romance.

Hoseok pensou que talvez tudo pudesse se tornar guerra se seu irmão mais velho estivesse ali. Ou melhor, se ainda estivesse vivo. O falecido Jung Jaemin odiava o amor, odiava as pessoas, odiava os pais, odiava o mundo, odiava até a vida que levava, mas não odiava Hoseok. Apenas cinco minutos mais velho que Hoseok, Jaemin se sentia na razão em opinar na vida do irmão, sempre tornando tudo mais difícil.

Tecnicamente eram gêmeos, a aparência era ridiculamente igual até. Mas no peito, cada um carregava sua marca. Ainda com seis meses de vida os pequenos Jung Hoseok e Jung Jaemin foram submetidos a uma operação de risco, e a partir dai pareciam sem conexão nenhuma. A mãe dizia que antes da cirurgia ambos dormiam juntos, tinham os olhos piscando juntos as vezes, e até choravam ao mesmo tempo, seria ingênuo se não dissesse que sofriam com as mesmas dores.

Depois da operação tudo mudou, Hoseok e Jaemin não pareciam mais se conectar, apesar de ainda serem gêmeos, na teoria. Cresceram juntos, jamais haviam ficado longe um do outro. Tiveram mesma educação, mesmas condições e opções, chegavam até a trocar de lugar na infância. Mas depois do exercito foi como se Jaemin tivesse matado Hoseok. Tudo havia mudado por conta de suas cicatrizes.

E nunca ninguém se atreveu a perguntar quais eram.

Mesmo com o pensamento sobre o irmão rondando sua cabeça, o homem tentou se focar novamente no dia, tentando esquecer a dor que sentia no peito, mais especificamente na cicatriz delicada da cirurgia, quando pensava em Jaemin.

Sem querer, Hoseok checou o horário no relógio de pulso, faltavam apenas trinta minutos. Decidiu checar o ambiente, estava certo de que tudo estava no local, mas nunca era demais uma última olhada. Olhando para si mesmo Hoseok notou que continuava impecável. O terno escolhido realçou mais ainda sua beleza, que modéstia a parte não era pouca, diria ele.

Ele se perguntava a todo momento se ele iria gostar do novo visual de Hoseok, dessa vez com cabelos vermelhos como sangue, diferente de seu cabelo na noite anterior, que parecia não ter graça, de tão platinado.

De repente as luzes que iluminavam o local começaram a baixar sua intensidade, enquanto algumas mudaram sutilmente para um tom rosa. A música atingiu os ouvidos de Hoseok, era calma, e acalmava o homem. Todos os convidados e padrinhos se levantaram delicadamente, ansiosos para vê-lo entrar.

E então, as portas se abriram, o garotinho recém adotado por Jimin e Jungkook entrou com o par de alianças. Apesar de ser novo dentre os meninos, o pequeno garotinho já havia ganho o coração de todos, com seus cinco aninhos majestosos.

Hoseok ouviu Jimin fungar ao seu lado enquanto o menino entrava segurando as alianças, o par era bonito, banhado a ouro branco, sonho deles.

Em um intervalo de tempo a música parou, as luzes fizeram um jogo majestoso, se iluminaram com mais força. Hoseok que estava nervoso parece que morreria.

E lá estava ele.

Kim Taehyung estava impecável.

Era como se o terno houvesse sido feito sob medida, realmente tinha, mas era impossível alguém ficar tão lindo em um terno. A cor branca hornava com seu cabelo agora em cores claros. Seus olhos possuíam pouca maquiagem, resultavam no fim da combinação perfeita. O cabelo grande cobria certa parte da nuca, dando a ele um charme especial.

O coração de Taehyung quase saia pela boca, sabia que tudo daria certo. Mas, e se caísse? E se Hoseok dissesse NÃO? E se ele escutasse críticas? Se o terno estourar?

Droga, Taehyung odiava ser modelo nessas horas, tinha certeza de que tudo e todos julgavam-o em silêncio.

Mesmo assim nada o parou quando Hoseok sorriu em sua direção, chamando-o com aquele sorriso perfeito nos lábios, como seria bom se ele soubesse o tanto que Taehyung amava-o.

Hoseok viu seu homem na porta, segurava apenas uma única rosa branca na mão direita, enquanto a outra estava escondida nas costas. Até que a música começou, e Taehyung andou em sua direção.

Hoseok lembrou-se de tudo, como um filme passando na cabeça. Lembrou de quando Jimin apresentou-lhe Taehyung. Lembrou de quando chamou o homem para o primeiro encontro, lembrou também de quando o pediu em namoro e da sua primeira vez. Até mesmo do primeiro beijo, que só aconteceu depois do namoro. Lembrou-se de todas as primeiras vezes que viveram, e por último lembrou-se do pedido de casamento.

Queria congelar o momento, queria correr até Taehyung e beija-lo nos lábios, pois sabia que assim como ele Taehyung estava morrendo de nervosismo.

Quando Hoseok se deu conta Taehyung estava quase a sua frente. Quando chegou, o momento de fato parecia ter congelado.

Ambos tocaram suas mãos, os corações pareceram se conectar, para eles, pareciam estar sozinhos ali, sem nenhum daqueles convidados. Antes de subir no altar o loiro ao seu lado sorriu para os padrinhos contornando com os lábios um "obrigado" a cada um ali.

Durante todo o tempo Taehyung e Hoseok permaneceram de mãos dadas, enquanto ouviam o celebrante dizer as palavras bonitas e clichês qua costumavam ter. A música não cessou, continuou tocando baixo harmonizando o ambiente.

Quando chegou na hora dos votos dos noivos Hoseok foi o primeiro a ser convidado a discursar, e, de alguma forma, não estava tão nervoso. Olhando para seu noivo ele começou calmo.

"Kim Taehyung, por tempos esperei esse dia e achei realmente que todas as vezes em que escrevi algo sobre nosso amor eu pudesse usar hoje. Poderia até, mas prefiro deixar de lado o papel de meu bolso e lhe entregar minha carta na manga, o meu coração. De todos os momentos que já vivemos até hoje, este será para sempre eternizado, até porque provavelmente na lua de mel você decida tatuar algo, como fez da última vez em que viajamos"

Os convidados riam juntamente de Taehyung, que misturou em meio as lágrimas seu imenso sorriso. Mas Hoseok, seguiu.

"Digamos de passagem que no nosso primeiro encontro eu jamais imaginava que estaria aqui, diante do homem da minha vida, e a frente das pessoas que amo, dizendo que tudo oque procurei por anos eu encontrei no seu sorriso. Há momentos em que gostaria de ser psicólogo, apenas para entender como pode, alguém comum como eu me apaixonar por alguém tão complexo. Meu amor, sabe que amo metáforas, e adoraria usa-las agora, mas sei que provavelmente todos estão internamente desaprovando essa idéia."

Mais um leve coro de risos foi ouvido. Hoseok tomou um ar em seus pulmões para continuar. Taehyung agora tinha os olhos fechados, apenas sentia o calor das mãos de seu amado.

"Kim Taehyung, hoje traçamos o maior sinal do nosso amor, e quero que saiba que mesmo sem cerimônia e sem toda essa organização, você e eu, já havíamos traçado algo muito maior. Quando pequeno acreditava que encontraria minha alma gêmea algum dia, sonho bobo de criança. Hoje, eu tenho a minha alma gêmea ao meu lado, e a apenas alguns minutos de estar casado comigo. Espero que em toda a minha vida, estejamos aqui, um pelo outro, como sempre estivemos mesmo sem saber. Eu te amo Kim Taehyung"

Taehyung chorava sem deixar ruídos escaparem de seus lábios. Hoseok usou os dedos longos para secar as lágrimas de seu, ainda, noivo. Todos os convidados ali presentes choravam assim como qualquer pessoa que observasse a cena. Mas Taehyung não demorou ao começar seus votos.

"Jung Hoseok, primeiramente gostaria de dizer que me arrependo em certo ponto por ter me apaixonado e me entregue completamente a um professor de literatura e poeta clássico. Esse que me fez chorar com suas belíssimas palavras enquanto eu ensaiei dias para este momento. Mas, como sou um homem justo, irei esquecer o papel em meu bolso, apenas por agora meu amor."

Hoseok respirou fundo, sabia que Taehyung era muito modesto quando falava de si mesmo, com certeza iria surpreender a todos.

"Quando Jimin me disse que queria me apresentar a alguém, eu jamais, em momento algum imaginei que um dia chamaria essa pessoa de esposo. Mas, vejamos, hoje me sinto o homem mais feliz do mundo, diante da pessoa que me faz ver o mundo de inúmeras formas diferentes em apenas um dia. Diante da pessoa que me deu certeza de seu amor, e que me ensinou a me amar. Sinto que jamais serei capaz de retribuir tudo oque apenas a sua presença faz comigo meu bem."

Hoseok observou Taehyung tomar uma respiração longa, e prosseguir com um sorriso no rosto.

"Quero que saiba hoje que em qualquer lugar do mundo, em qualquer circunstancia, qualquer que seja o fuso horário ou qualquer que sejam as nossas situações, eu sempre lhe amarei com tudo oque há em mim. Obrigado Jung Hoseok, pela oportunidade de me fazer sonhar com nós, de me fazer sonhar com a vida que quero viver, agora mais do que nunca, ao seu lado. Eu lhe amo Jung Hoseok"

Não demorou muito até que estivessem abraçados, Hoseok rodeou a cintura de Taehyung com os braços fortes, quis apertar, mas esperou até que tivessem mais privacidade. Todos os convidados choravam de forma emotiva demais, afinal, haviam acabado de ouvir dois emocionantes discursos, de muito amor.

A troca de alianças não demorou a acontecer. Trocaram o anel de noivado pelas alianças de ouro branco, antiga tradição. Hoseok fez questão de beijar a mão de Taehyung quando terminou de colocar sob seu dedo o anel, Taehyung repetiu o gesto.

Quando o celebrante anunciou que podiam de beijar, todos os convidados se juntaram em silêncio esperando um beijo cinematográfico. Mas Jung Hoseok e Kim Taehyung apenas beijaram a testa um do outro, deixando alguns convidados desapontados, não verdadeiramente.

De mãos dadas, ambos saíram do altar passando pelo corredor no qual foram atingidos por uma tempestade de pétalas de rosas brancas. A música de fundo havia mudado e era agora pouco mais animada, mas ainda assim romântica.

E então era oficial.

Jung Hoseok e Kim Taehyung estavam casados.

Sinceramente eles amavam a sensação. Não a sensação de sair da cerimônia casados. Mas sim a sensação de terem agora o sobrenome um do outro, e amavam ainda mais o fato de serem um só. No final, amavam um ao outro mais do que a si próprios.

𝘿𝙚𝙨𝙞𝙜𝙣 𝙙𝙚: 4lgodaoDoc3

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