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❥ 𝒕𝒓𝒆̂𝒔

Ajeito a mochila vermelha nas costas manchando pelo corredor a dentro, se eu fingisse que nada aconteceu como Abigail disse que eu deveria fazer, talvez os outros fizessem o mesmo. Entregava os convites para o baile, os convites gerais e não aqueles com iminência de serem rejeitados. Lindos envelopes azul marinho com um carimbo dourado do comitê de organização.

Os alunos estavam animados pelo motivos mais que conhecidos: um motivo para sair de casa sem os pais reclamarem, música boa, companhia para uns possíveis pegas na pista de dança e bebida batizada. Entrego a metade que faltava a ser entregue para Flora, minha colega de comitê, eu estava atrasada para o ensaio do Dose Dupla para variar.

Passei pelos jogadores no caminho para o ginásio. Eles sempre eram uma mistura de testosterona juvenil, suor, muito barulho e jaquetas azuis típicas. Exceto por Hoseok não usava a sua naquele dia. Um belo contraste ao lado de Namjoon com seu cabelo descolorido exageradamente animado naquela manhã. Sim, ele estava bonito, muito bonito mesmo. Ainda que o que tenha chamado minha atenção fora a troca de olhares que tive com a ovelha jeans do grupo. Ele deu um sorrisinho para mim. Sem mostrar os dentes, simplesmente arqueou o canto do lábio e acenou com a cabeça passando reto com a sua alcateia.

──── Você está atrasada. ──── Sana e Chloe me encararam logo na entrada do ginásio.

──── Vocês que estão adiantadas, além do mais eu fui humilhada semana passada, deveriam me dar um desconto por isso. ── elas já davam descontos demais e eu sabia disso.

Dose Dupla era o grupo de dança da escola, como líderes de torcida gourmetizadas. Nos apresentávamos não somente nos jogos de futebol, mas em qualquer oportunidade que nos fossem dada. As vezes até competições da cidade, éramos boas. Quer dizer, elas. Estava no grupo a pouco mais de seis meses por que fazia parte dos meus planos estar presentes em todos os jogos, chamar a atenção do capitão e gritar por ele sem que ninguém me achasse uma maluca.

No entanto, apesar de adorar dançar e ser boa nisso os treinos eram muito pesados, uma rotina de atleta que consequentemente me fazia sumir por um ou dois ensaios. Meu corpinho movido a batata frita e milk-shake nem sempre aguentava.

Só que naquele dia não tinha como correr. Mais uma vez senti falta da minha amiga, Lovelie era a melhor em fingir ligações de emergência e me salvar quando não estava a fim de fazer algo.

Precisei de um banho quando o ensaio acabou, senti derramar pelos meus poros toda a comida não saudável que consumi com meu pai durante o final de semana. Prendi meu afro em um puff deixando duas mechas de cachos na minha testa. Deixei o prédio da escola passando creme nos cotovelos e reclamando comigo mesma sobre o sol quente do final de tarde.

Tinha esquecido completamente do compromisso marcado até ver o garoto encostado no seu Porsche olhando em direção a rua principal onde os carros andavam ignorando o limite de velocidade. Usava a jaqueta jeans de mais cedo, um par de shorts dourados que me lembrava um uniforme de UFC e tênis enormes, do tipo que Justin Bieber seria flagrado por um paparazzi usando, só que no caso de Jung caía muito bem.

O seu cabelo ficava ainda mais castanho sob a luz do sol, ele parecia mais bronzeado também. E bonito.

Droga. Não!

──── Esperando por mim camisa 13? ── entonei com medo de transparecer meus pensamentos confusos.

──── Sim garota Dose Dupla. ── dei um sorrisinho guardando o pote de creme na mochila. ──── Não sabia que dançava tão bem, sempre troca os pés nas apresentações.

──── É mais fácil acompanhar elas quando não tem uma centena de pessoas nos olhando. ── caminhei para o seu carro e abri a porta logo entrando, estava me acostumando a fazer aquilo. ──── Assistiu meu ensaio? ── indaguei o vendo entrar no carro e ficar naquela posição de motorista do velozes e furiosos naturalmente.

──── Sim, não te vi na saída e me disseram que estava lá. ── me dei conta de que não tinha o avisado. Vasculhei a bolsa atrás do celular.

──── Desculpa por não ter avisado. Me passa o seu número. ── entreguei o aparelho e ele digitou me deixando ver que ja havia mandado uma mensagem para o próprio número. ────Foi mal ter te deixado esperando

──── Já me acostumei a te esperar. ── divagou. Não me atentwi ao que ele queria dizer, mas a forma como tinha salvo seu contato.

Hobi / emoji amarelo com olhos de coração.

──── Hobi? ── saímos do estacionamento.

──── Todo mundo me chama assim, só você e os professores me chamam pelo nome completo. ── explicou fazendo aquela coisa de dirigir com uma só mão de novo.

──── Okay então, Hobi. ── senti seu apelido brincar na ponta da minha língua. ──── Onde vamos?

O caminho que estávamos fazendo não era o da sua casa e menos ainda da minha. Seguíamos pela avenida principal.

──── Comprar material para o lançamento do foguete, os tubos que faltam e os compostos.

──── Okay. ── me mexi no banco e notei que não fazia barulho, foi quando vi uma capa da mesma cor do estofado de couro sobre o meu assento. Legal.

Fomos a um 7/11 do Plaza, a uns quinze minutos da escola. Avisei minhas mães no caminho, ou elas tratariam de mandar a polícia a minha procura. Deixei a mochila no carro pegando apenas o necessário. Não que eu achasse que exista roupas adequadas para ir ao shopping, mas eu estava literalmente usando roupas de ginástica, o que tinha limpo no meu armário.

Hos-Hobi parecia menos preocupado ainda com os dois botões da sua jaqueta abertos revelando que não usava nada por baixo. A linha da sua clavícula era evidente, cortante, e sexy.

Andamos pela loja a procura de tudo que restava na sua lista mental, cerca de dez itens que ele tinha memorizado, era bom nisso pelo jeito. Enquanto andávamos pelos corredores notei que ele sempre encontrava um jeito de me colocar longe de transeuntes, todo mundo sabe que é impossível andar dentro de uma 7/11 sem acabar esbarrando em alguém.

Senti sua mão na curva das minhas costas enquanto estávamos no caixa. Devo ter virado uma estátua feita pela própria Medusa, seus dedos eram longos e sua palma quente feito um inferno. Um inferno macio que encontrou logo o espaço entre o cós e barra do cropped para me acalentar.

Merda, é apenas Jung Hoseok, por que diabos eu estava nervosa? Ele não era o meu date perfeito, menos ainda o pai de Kai. Talvez Kai não se importasse em ter um padrasto.

──── Caralho em Mabel! ── resmunguei para mim mesma. Já estávamos na saída da loja.

──── No que esta pensando? ── perguntou me cedendo uma sacola, eram várias e eu não me importava em carregar.

──── Em você. ── e de novo respondi com a minha voz externa. Pude ver, ao vivo e a cores Hobi ficar em choque, ou melhor, como um robô dando defeito. ──── Em você ter me trago até aqui depois do treino e eu estar faminta. ── levei a mão livre a barriga. ──── Hm, que vontade de comer uma esfirra.

Disse com a voz alterando os tons e caminhei para longe dali tentando me lembrar aonde ficava a praça de alimentação daquele lugar. Não ia muito ao Plaza, por ficar longe da minha casa.

Andamos em círculos até encontrar um lugar que vendia esfirras, apenas por que eu tinha aberto minha enorme boca. Discutimos no caixa enquanto a atendente nos encarava com uma expressão julgadora. Eu queria pagar e Hoseok também, uma fila se formou atrás de nós até ele dar o braço a torcer e decidir comprar bebidas em outro lugar. No final de tudo acabamos nas mesas de concreto que ficavam do lado de fora do Plaza, o sol começava a se por sem demora.

──── Tem certeza que temos tudo agora? Só faltam três dias para entregar seu projeto.

──── Absoluta. ── disse entornando uma latinha de soda limão. ──── Agora é só montar e torcer para ele voar ao menos mais de dois metros.

──── Se as anotações que fizemos estão certas vai dar tudo certo.

──── Se não der será que consegue um lugar para mim no Dose Dupla? Por que o futebol vai me chutar.

──── Eles ainda usam notas para manter os alunos? ── ele acenou. ──── Acho que estão precisando de alguém para levantar as meninas, você tem coxas torneadas, tem boa chances.

──── Minhas coxas torneadas agradecem. ── me lançou um daqueles sorrisos de coração e sentou na mesa de concreto ao meu lado. ──── Ao menos terei mais um motivo para continuar te encontrando.

──── Nos vemos todos os dias na escola, temos espanhol juntos. ── eu dormia na maioria das aulas de espanhol, mas isso era apenas um pequeno detalhe.

──── Nós temos tipo outras três aulas juntos. ── franzi o cenho tentando puxar na memória quais eram as outras. ──── São as mesmas que tem com Namjoon. ── soou como se fosse a cereja do bolo da minha memória, e foi. ──── Nunca notou, né?

Seu sorriso fez um desenho que ainda não tinha visto. O coração virou um 'u' de cabeça para baixo. Ele virou o rosto e pigarreou arremessando a latinha de refrigerante na lata de lixo mais próxima.

──── Eu nunca achei que você quisesse ser meu amigo. ── ponderei limpando a ponta dos dedos cheia de farelo. Mordisquei a ponta do lábio olhando para fora. ──── Você é um dos caras legais da escola, tipo, quem iria imaginar que queria ser amigo da garota que toma banho de leite estragado no refeitório e passa vergonha no corredor.

──── Nunca disse que queria ser seu amigo Mabel. ─── seu olhar encontrou o meu e eu perdi o eixo.

Me desequilibrei perdendo o espaço entre o meu pé e o chão indo com tudo para frente. Por sorte não acertei meu rosto no banco de concreto. Por sorte não, por um garoto chamado Jung Hoseok que me agarrou antes que uma tragédia no meu belo rosto acontecesse.

Agarrei o tecido da sua jaqueta quando virou minha cintura e puxou-me para si. Bati com tudo contra seu peitoral e enfrentei seus olhos. Algo deu um salto duplo carpado em 360 graus dentro do meu estômago.

Seus olhos faiscavam, como fogos de artificio no feriado da independência. Apertei seus braços e seus músculos pareciam rígidos. Seu hálito tinha cheiro de limão, mas não era nada parecido com o perfume que exalava do seu pescoço. O cheiro da sua casa, do carro, só que mais concentrado. Era excêntrico, e ao mesmo tempo familiar e doce, uma onda gostosa que invadia minhas narinas.

──── Vai ser legal ter você no Dose Dupla. ── articulei ignorando o fato de que seria constrangedor uma vez que deixasse seu abraço.

Sim, eu estava abraçada á ele no meio da praça a frente do Plaza e permaneci ali por alguns bons minutos, pois eu não sabia como colocar em palavras o que estava sentindo por um garoto que a poucos dias era um completo estranho. 


✘✘✘✘✘


Contei tudo a Lovelie no dia seguinte, durante o almoço simplesmente aluguei seu ouvido após ouvir como tinha sido na casa dos seus tios em Sydney. Seus tios eram legais, mas eu precisava tirar do peito aquele turbilhão de sensações que a companhia de Hobi tinha me causado. Ela ouviu, fez boas observações e acabamos chegando a conclusão de que talvez, só talvez ele realmente não quisesse ser apenas meu amigo e eu não odiava completamente aquela ideia.

O refeitório estava cheio como de costume, o cheiro de peixe com fritas e torta de maçã inundava o ambiente. Três mesas enormes de distância da nossa estava mesa onde os jogadores costumavam se reunir. Normalmente eu estaria dissecando aquele espaço, mas estava tão animada com a volta de Lovie que quase esqueci, quase. Kim Namjoon estava olhando diretamente para a minha mesa. Ele olhava tão intensamente que qualquer um que atravessasse seu caminho poderia ser transformado em cinzas.

Mas ele não estava olhando tão compenetrado para mim.

Virei o rosto para a figura da minha amiga, ela estava comendo um pedaço da sua torta e gritando besteiras para Flora que passava atrás da gente. Flora foi embora e o olhar dele continuou.

Era Lovelie.

Abriu a boca espantada com aquela revelação, no entanto, minha melhor amiga não pareceu notar nada. Foi o que achei. Os olhos de Lovelie atravessaram o refeitório rapidamente, como um lampejo encontraram os de Namjoon, ela sorriu sem perceber e voltou a falar comigo como se aquele segundo nunca tivesse acontecido. Mas Kim Namjoon percebeu o flagra se encolhendo na própria mesa.

──── Desde quando? ── ela não pareceu entender minhas palavras.

──── Desde quando o que? ──── inclinou a cabeça para o lado.

──── Desde quando você é apaixonada pelo Kim? ── o garfo com torta caiu no prato, esbugalhou os olhos em surpresa me fitando.

──── Não é o que você esta pensando. ── moveu as mãos meio abobalhada.

──── Eu te conheço, não mente assim na minha cara. ── peguei a mochila jogada nos meus pés e levantei.

Ouvi ela chamar meu nome e segui para fora do refeitório. Queria ir para o banheiro e chorar, sentia um nó se formar na minha garganta. Pior, me sentia de alguma forma traída. Conhecia Lovelie, apesar de ser casca dura para algumas coisas ela simplesmente não conseguia esconder, só não entendia por que ela nunca tinha me contado nada e como se não bastasse aquela troca de olhares. O que mais eu tinha deixado passar? Pelo jeito não vejo um palmo a minha frente.

Pulei a aula seguinte e fui para a sala do comitê do baile ocupar minha cabeça com balões, tapetes e fotógrafos que aparentemente ainda não estavam contratados. Ótimo, faltando três dias para o baile e nem mesmo os fotógrafos estavam arranjados. Chorei um pouco sobre a pilha de ornamentos, ao menos dessa vez não estava usando maquiagem. Assoei o nariz com um guardanapo azul bonito, o evento seria maravilhoso, mas o pouco de animação que me restara foi por água abaixo.

Joguei a alça da mochila por cima do ombro e segui para fora. Jerry me viu do outro lado do corredor, pensei em voltar, mas no inicio do corredor estavam os coites de jaqueta azul e o seu líder aparentemente interessado na minha amiga.

Decidi enfrentar Jerry, peguei o papel anotado com toda a má vontade que existia em mim e amassei entre os dedos alegando que sentia cólica e morreria se não fosse embora. Senti o toque dos dedos longos e quentes nas minhas costas junto a um "eu levo ela."

──── Não tem treino hoje? ── funguei parando a frente do seu Porsche. Hoje ele usava sua jaqueta azul, uma franjinha fofa caía sobre seus olhos, tinha cortado o cabelo.

──── Estou repensando o futebol. ── respondeu recolhendo as mãos dentro do jeans. ──── Tá tudo bem? Lovelie estava atrás de você. ── estava com o celular desligado desde que deixei a cantina, ela provavelmente tinha tentado me ligar.

──── Não, minha vida é uma grande piada. Eu sou uma grande piada. ── resmunguei escondendo o rosto nas mãos. Senti sua sombra sob mim.

──── O que houve? ── não respondi, não queria falar sobre aquilo e muito menos com ele. ──── Okay, então vamos terminar meu projeto.

──── Não podemos fazer isso amanhã? ── negou me empurrando para o lado e abrindo a porta do carro para mim.

──── Vou buscar meus pais no aeroporto amanhã depois da aula, não vamos nos ver.

Sem muita opção acabei aceitando, tinha dado a minha palavra, não poderia dar para trás agora só porque queria muito me esconder embaixo das cobertas. Ironicamente essa vontade não durou muito tempo.

Usamos o seu quintal para fazer o primeiro teste do seu foguete. Foi um completo desastre, o objeto muito bem identificado parou na janela do vizinho e Jiwoo precisou interferir. Jung tentou se defender, mas aparentemente o vizinho já não era um grande fã seu, o chamava de barulhento.

Tentamos outra vez, e a base não estava presa direito no chão fazendo nosso foguetinho rolar pelo gramado sem sucesso.

──── Você cortou o cano direito e tampou a ponta do foguete Hobi? ── me abaixei olhando o formato da nossa base, algo estava errado.

──── Claro que cortei. ── se abaixou quase virando a cabeça para baixo. ──── Acho que o arame esta frouxo. ── concluiu forçando o arame na base.

Nos afastamos para outra tentativa que finalmente deu certo, ou quase isso. O foguete voou uns dez metros e o composto de vinagre com bicarbonato de sódio explodiu nos dando um banho, eu sabia que ele não tinha tampado o foguete direito.

──── Nem pensei nisso Jung! ── ditei o vendo correr todo molhado em minha direção.

──── Só um abraço de agradecimento Johnson, não vai me negar isso.

──── Eu vou sim, você tá' fedendo a vinagre.

O que saiu da minha boca não chegou nem mesmo a ser um argumento plausível. Pernas para que te quero. Corri pelo jardim fugindo do seu abraço, subi as escadas da varanda, usei Jiwoo e o bebê como escudo e por fim foi agarrada em meio as plantas do jardim. Uma gargalhada alta rompeu do fundo da minha garganta enquanto ele esfregava o cabelo molhado em meu ombro.

Meus pés não tocavam no chão e esse não era apenas uma sensação física.

Tornou-se óbvio a certeza de que esquecia de todo o resto quando estava com Hoseok, de Kim Namjoon, do baile, até mesmo dos meus dramas diários. Ele drenava toda a minha atenção para si e parte de mim gostava de poder observa-lo de perto.

Será que tenho sentimentos por Jung Hoseok?


✘✘✘✘✘


──── Sim!

Respondi vagamente a pergunta que mamãe fez sobre o horário que o buffett deveria chegar a escola, não tinha prestado muita atenção na nossa conversa desde que saímos de casa. Robyn gesticulava reclamando do trânsito enquanto Abigail anotava algo em seu caderninho. Ouvi algo sobre canapés e torta de mirtilo.

Sonhei com ele e não estava sabendo como lidar com isso. Nada demais aconteceu no sonho, quer dizer, estávamos no seu carro com aquele cheiro que aprendi a gostar, a mesma música que tocava na primeira vez que me deu carona soava no ambiente e ele me beijou.

E foi o melhor beijo de mentirinha que já dei em toda a minha vida, não que eu tenha uma extensa lista, mas Hobi não fez pouco caso dos meus lábios, ou das suas mãos me apertando exatamente onde gosto.

Passei o dia pensando nisso, pensando nele. E evitando Lovelie. Precisava raciocinar, não queria ser aquela amiga que transforma tudo sobre ela mesma, estava frustrada, chateada e com uma sensação de saudade que me ocorreu quando passei pela mesa do jogadores e Jung não estava ali.

Pane no meu sistema.

Ajudei a carregar algumas caixas de decoração em direção ao ginásio após o ensaio com o Dose Dupla, elas haviam bolado uma apresentação incrível para a abertura do baile. Errei parte da coreografia e Chloe só não me mandou embora pois sabia que algo estava errado, nós éramos amigas, não como Lovie, mas ela sabia sempre o que estava rolando.

──── Parece que isso tudo pode se resolver se você decidir colocar o que esta acontecendo na mesa. ── ela me disse antes de ir embora. ────Para de viver na fantasia da sua mente Mabel, o mundo ta acontecendo minha filha, quer ou não o seu baile perfeito?

Tinha razão.

Naquela noite resolvi responder as mensagens de Lovelie, nós conversamos um pouco e eu disse a ela que estava tudo bem entre nós, para falar a verdade eu nem estava tão magoada com o fato do Deus coreano ter se metido entre nós, mas com o fato dela não ter me contado nada, eu posso ser exagerada e um pouco dramática, mas não ia fazer uma tempestade em nossa amizade por causa do um garoto. Mesmo que fosse Kim Namjoon e seu 1,81 de altura capazes de arrancar suspiros e arrepios na espinha.

Aproveitei o pico de maturidade que tinha sobressaído meus hormônios e mandei uma mensagem de boa noite para Hobi, três minutos depois ele me respondeu com uma selfie deitado na sua cama, sua clavícula dourada a mostra, me dando mais imagens para outra noite de sonhos com a sua figura.

Estou ferrada.



Nota da Autora:

A capinha deste capítulo é amarela pois estou morrendo para saber o que achando, e ai? Não vai esquecer da estrelinha hein. XOXO

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