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Visita familiar

"Um encontro é um acaso, mas um reencontro é destino."


Fazia três dias que eu estava acordada, todos os dias acordo no mesmo horário para fazer os exames com a minha doutora, que recentemente descobri que se chama Hana, ela tira minha temperatura, troca meu soro e todas as coisas de um check-up diário.

Depois dos exames a enfermeira, que se chama Sakura, traz meu café da manhã e alguns remédios que Hana pediu pra eu tomar e junto com eles ela traz um buquê de flores, todos os dias eu recebo um buquê de flores diferentes e Sakura os coloca no vaso que tenho ao lado da minha cama.

Sakura fala que ganho as flores de alguém que se importa muito comigo e que toda manhã passa no hospital com um buquê diferente do dia anterior.

E sinceramente se eu não estivesse no outro lado do mundo eu diria que poderia ser um dos meus amigos querendo me alegrar mas... Eu nem sabia onde eles estavam e o porquê de eu estar ali...

Mas Sakura sempre diz que devo manter o sorriso no rosto pois tinha pessoas que se importavam comigo esperando minha alta, eu sempre quis saber quem seria aquelas pessoas afinal a chance de ser minha família eram mínimas... Bom até aquela tarde.

Eu estava observando a janela do meu quarto, as cerejeiras sempre foram lindas pra mim e estar no Japão me proporciona cenas lindas como ver as flores delas caindo lentamente pela janela do quarto, fui tirada dos meus pensamentos quando Sakura entra no meu quarto com um sorriso no rosto.

-Querida, eu tenho uma ótima notícia para te contar- ela fala se aproximando da cama.

-E qual seria, Sakura-sama?- falo com cuidado pra não errar o sufixo com ela, alguns dias atrás Sakura tinha me ensinado os honoríficos para eu não errar quando ganhasse alta.

-Você vai ter sua primeira visita familiar!!- gritou animada enquanto me observava.

- Visita f-familiar??-perguntei nervosa, seria a minha família?? Meu pai e minha mãe estavam no Japão?

-Sim, ele já está subindo para seu quarto- ela fala e sorri.

-Ele?-pergunto olhando para a maior.
Quando eu falo isso se ouve batidas na porta e uma voz grossa ecoa no quarto.

-Posso entrar?-a voz fala.

-É claro, Sr. Olympus-Sakura fala animada enquanto olha a porta.

Espera... Olympus?? Esse não é o meu sobrenome!! Oque está acontecendo?!?!?



Fico em choque enquanto o homem entra no quarto, ele era alto,

estava usando um terno preto com uma camisa branca e gravata vermelha, seus cabelos eram de um castanho escuro e estavam puxados para trás,

tinha olhos de cor dourada e em seu rosto estava estampado um sorriso...
Aquele sorriso que passa tranquilidade, calma, confiança e.... Passava um amor incondicional que acalmava até mesmo a alma.

O homem se aproximou de mim ainda com o sorriso no rosto e eu posso perceber que ele estava segurando uma mochila lilás com preto.

-Como se sente, Starlight? A Dra. Hana disse que você não se lembra de tudo perfeitamente querida-a voz dele era calma e gentil.

-Eu... Eu estou bem- sorrio observando o homem.

-Você não se lembra de mim não é mesmo?-ele pergunta soltando uma risada que era maravilhosa de se ouvir.

-Não... Me desculpe-eu comento em um tom baixo e abaixando a cabeça.

-Não se preocupe, Starlight eu e seus irmãos vamos ajudar você a se lembrar de tudo sem problemas-ele comenta sorrindo.

-Irmãos?-pergunto confusa observando o homem.

-Tem muita coisa pra eu te falar mas não se preocupe, é o meu papel de pai te ajudar nisso-ele sorri novamente.

Pai... Era meu pai? Não, meu pai não era assim, não tinha como esse homem ser meu pai...

-Eu imagino que você deve estar confusa sobre isso mas não se preocupe que eu irei explicar tudo-ele esclareceu me olhando.


Passamos a tarde toda conversando sobre a “minha vida” e todas as pessoas que fazem parte dela, meu “pai” mencionou cada um dos meus irmãos, mencionou os meus amigos aqui, explicou sobre tudo oque aconteceu desde o acidente e garantiu que eu não tivesse mais dúvidas.

Mas com o tempo o horário de visita acabou e Sakura veio ao meu quarto avisar.

-Hm... Como eu queria poder ficar mais tempo mas infelizmente não posso usar minha individualidade fora do trabalho, até amanhã Starlight-ele comenta rindo e deixa um beijo na minha cabeça, ele me entrega a mochila que havia trazido e saí do quarto.

Sakura fecha a janela do quarto e se aproxima da cama.

-Como se sente, querida?-ela perguntou colocando a mão na minha testa.

-Estou bem... Mas teve algo que meu pai falou antes de sair que eu não entendi-eu comento observando a mulher.

-Oque seria, querida?-ela pergunta me olhando.

-Oque é uma individualidade?-eu falo olhando ela.

-Oh... Você também não se lembra disso? Bom, individualidades são habilidades especiais que algumas pessoas da sociedade desenvolvem, elas apenas começaram a surgir no mundo como se fosse uma evolução do ser humano, hoje em dia 80% da população mundial tem individualidade, algumas pessoas usam elas para cometer crimes e por isso existem os heróis- ela termina de explicar e me olha.

-Agora eu entendo mas e os outros 20%?-pergunto olhando ela.

-Eles não tem individualidades e vivem uma vida normal, como eu, mesmo não tendo poderes eu decidi cuidar das pessoas-ela sorri enquanto me observa.

-Entendo, obrigada por me explicar Sakura-sama-respondo sorrindo.

-Vou trazer seu jantar querida-ela fala e saí do quarto me deixando sozinha.
Individualidades... Isso é coisa de anime... Bom especificamente de um anime.

Além de me preocupar com as “memórias” que não tenho nesse lugar tenho que me preocupar com poderes? Se isso não fosse o bastante descobri que não é meu pai que manda os buquês de flores pra mim e ele disse que é uma pessoa especial que se preocupa muito comigo.

Poderes, uma vida praticamente nova, um desconhecido me mandando buquês de flores... E eu achando que não tinha como piorar minha situação.

Então, tudo bem gente?

Gostaram do capítulo? Alguma teoria? Comentários a respeito?

Honoríficos:Os honoríficos japoneses são uma forma de se dirigir-se alguém com respeito, a forma de se usar um honorífico depende da intimidade e posição social da pessoa que você irá chamar.

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