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Relacionamento Referente

OI, TCHUTCHUCOS! VOLTEI! Tudo bem? Espero que sim! 💕
Esse é o último capítulo da história (já que é uma two-shot), então espero que aproveitem bastante. Boa leitura, vidocas! Fiquem bem e até mais! 💗😼

Soobin se sentia triste. Ele não entendia. Não conseguia e nem queria. Ver seu hyung, a pessoa pela qual nutria tanto carinho, confiança e... amor, com alguém que não era si, lhe doía. Ardia como um inferno. E ele não podia falar nada, nem mesmo tendo capacidade de se aproximar do mais velho para perguntar sobre tudo o que estava acontecendo. O mais novo sabia que Yeonjun era livre, dono de suas próprias decisões e quereres. Contudo, se tinha acontecido algo, por que não só falar com ele ao invés de se afastar e evitá-lo o máximo possível?

Ele estaria trocando-o por... Jongho? Oras, eles já tinham namorado, então não seria algo tão surpreendente, já que o mais velho ainda podia ter sentimentos pela antiga paixão colegial.

Então por que doía?

Soobin tinha medo da resposta. Muito medo. Não queria aceitar aquilo. Desde sempre se conheciam e eram melhores amigos. Claro que o mais novo ouvia diversos rumores a respeito da amizade dos dois, por ser ele um alfa, e o mais velho, um ômega. Sempre comentavam sobre o quanto eles eram carinhosos um com o outro, os abraços, os risos, sorrisos, trocas de olhares, entre outras coisas que, na mente das pessoas, insinuavam sobre uma possível relação entre os dois. Mas não. Não existia esse tipo de relacionamento entre eles. E nossa, que merda. Sim, uma grande merda.

Porque Soobin amava tudo isso.

O de fios azuis sempre se repreendia, quando percebia estar sorrindo igual a um bobão apaixonado ao lembrar ou notar as pessoas falando sobre eles. Era inevitável não ter essa reação, já que, por mais difícil que fosse, sim, Soobin gostava de Yeonjun. Aquele tipo de gostar que só se tem uma vez na vida e... Ah, quem ele realmente queria enganar? Estava se controlando ao máximo para não chorar na frente de todos, enquanto olhava a interação de seu amado hyung e o ex-namorado desse.

"Ou, quem sabe, atual namorado...", pensou, querendo fugir dali o mais rápido possível. Ao ser arrastado por Kai para fora do refeitório, sendo levado novamente ao pátio, se deparou com os dois pombinhos — em sua mente — conversando alegremente, como se não tivessem passado praticamente um ano sem nenhuma comunicação por parte de ambos.

— Hyung? — Escutou a voz do mais novo, por apenas alguns meses, chamá-lo, se desconcentrando daquela cena que amargava seu coração, e olhou para esse, vendo-o com um olhar preocupado para si.

— Oi, Kai... — respondeu, direto, em um fio de voz, sem muita vontade de falar naquele instante.

— 'Tá tudo bem? Você ficou distraído e com uma expressão triste do nada, desde que chegamos aqui — o menor explicou, tentando soar o mais leve possível para não irritar ou parecer um intrometido.

Soobin suspirou, por fim, soltando todo o ar em seu pulmão e levando a mão até a bochecha do seu amigo, fazendo um carinho rápido ali antes de puxá-lo para si e o abraçar com toda sua força. Não se sentia bem, nem mesmo conseguia colocar em palavras, porque sabia que desabaria em lanto. Mas não faria aquilo ali.

O maior encaixou sua cabeça na curvatura do pescoço alheio e respirou fundo, criando coragem para fazer o que faria.

— Eu quero ir 'pra casa. Não 'tô me sentindo muito bem, Hyuka... — mentiu. Por mais que realmente estivesse mal, não era lá aquelas coisas. Entretanto, precisava chorar. E só faria isso no conforto de seu quarto, enrolado nos endredons da cama, enquanto sentia seu coração quebrando a cada vez que recordava do quanto Yeonjun estava estranho, de vê-lo com Jongho, das dúvidas martelando sua mente...

— Não chore, hyung. Por favor, não. Vamos 'pra casa, ok? Vem.

Soobin não percebeu quando transbordou um pouco do que sentia, molhando a blusa do uniforme do mais novo. Mas também não contestou quando esse lhe levou até a diretoria — informando sobre sua condição —, quando pegaram suas mochilas, quando avisaram aos outros dois, Beomgyu e Taehyun, sobre sua saída da escola e nem quando foram até sua casa e Kai se prontificou a cuidar de si, deitando consigo e permitindo que o maior chorasse tudo o que havia guardado naqueles dias.

Kai não era bobo. Ele sabia o porquê daquilo. Mas não poderia se meter onde não foi chamado. Aquilo envolvia apenas os seus hyungs, não tendo nada a ver consigo, além do fato de ter dado a ideia para o maior de todos, Yeonjun. Contudo, não era exatamente da forma que tudo estava desenrolando que imaginou que ocorreria... Mas naquele momento, não pensou muito sobre isso, focando em acolher o alfa em seus braços.

E assim ficaram durante uma hora e meia. Depois de um tempinho, dormiram, apenas acordando quando o sol já estava se pondo. Ambos tinham seus rostos inchados, Huening pelo sono e Choi pelo choro.

Contudo, Soobin se sentia melhor. Já não tinha aquela dor aguda em sua cabeça, a vontade avassaladora de sumir da face da Terra e nem pensamentos pessimistas. Estava agradecido ao seu dongsaeng por ter permanecido consigo e acolhido-o tão amorosamente. Para o maior, ainda que Kai fosse mais novo, sempre seria alguém extremamente empático e acolhedor, parecendo até mais velho do que era em certos momentos.

Obrigado — o alfa sussurrou baixinho para o outro, que apenas riu de leve, apertando os abraços em volta do tronco alheio. Os dois amigos permaneceram em silêncio por mais alguns segundos, até Kai quebrar esse:

Não tem de quê, Soobin-hyung. Eu sempre estou aqui para você — o beta falou de volta, ainda em meio a sussurros cúmplices. Quem visse a situação de fora, até pensaria que eram um casal muito carinhoso e fofo, mas a verdade era que possuíam um amor fraterno inabalável um pelo outro. Sabiam que sempre que precisassem, teriam com quem contar.

E foi a vez de Soobin rir de leve, afrouxando aos poucos os braços em volta da cintura do Huening. Então, quando viram, já se encontravam sentados, um ao lado do outro, com o alfa repousando sua cabeça no ombro coberto pelo uniforme do amigo.

— Quer me contar o que aconteceu? — Kai indagou, iniciando um afago nos fios azuis do maior.

— E-eu... Eu só... — Respirou e inspirou, procurando deixar que suas palavras soassem menos grosseiras possíveis. — Yeonjun. Ele tem agido estranho ultimamente. Tem me evitado, não sai mais comigo, não vem aqui em casa. Sempre foge ou some no horário do intervalo. As únicas vezes que posso o ver de perto são na hora da aula, porque nem mesmo quando você e os outros estão com ele, ele se aproxima de mim. Isso vem me enlouquecendo, Kai. Eu não sei mais o que fazer e...

O alfa cortou sua fala pela metade, duvidando em falar ou não sobre aquilo. De qualquer forma, o menor já tinha suas dúvidas em relação aos sentimentos dele, e o Choi sabia disso, pois Kai confirmou isso no dia que Soobin quase caiu com a cara de encontro ao chão por ver o melhor amigo de cabelo rosa. O Huening provocou-o pelo resto do dia.

— Jongho. Eu vi ele e o Jongho juntos, Hyuka. — Bufou, frustrado, voltando a ter imagens mentais do seu amado Yeonjun com o alfa de fios castanhos e voz bonita. Kai quis rir do bico chateado que o mais velho fez, mas se controlou, sabendo que não era hora para aquilo. Ainda não.

— Hyung... você é realmente um cabeça dura. Tsc. — O beta negou com a cabeça, em um gesto divertido e honesto. — Você ainda não entendeu?

— Entendi o quê? — o de fios azuis retrucou, confuso. Mas que diabos?

— Soobin-hyung, me escuta... — começou calmamente. — Yeonjun-hyung tem um segredo. Ele me contou, mas obviamente, por respeito a sua privacidade, eu não contarei a você, hyung.

Soobin arregalou os olhos, realmente surpreso com aquilo, já que não esperaria que seu melhor amigo tivesse um segredo que não havia contado para si. De alguma maneira, ficou magoado pelo rosado não falar consigo sobre, pois compartilhavam tudo, e por outro... curioso. Queria descobrir o que se passava ali.

— Então...? O que isso tem a ver, Hyuka? — "Como é lerdinho, meu Deus", pensou o mais novo, soltando um suspiro no processo. Deu um leve peteleco na testa alheia, o que fez o alfa soltar um resmungo em reprovação. Mas rapidamente mudando de expressão ao ouvir a fala seguinte do Huening.

Ele gosta de você, seu idiota!

Como? Quando?

O quê?

Mas...

— Impossível, Kai. — O alfa se levantou, andando de um lado para outro em passos rápidos, extremamente agitado e com os olhos tão arregalados que podiam se sobressair de seu rosto a qualquer momento. Por mais que Soobin fosse um alguém calmo na maioria do tempo, o comportamento de Yeonjun tinha o deixado estressado pela última semana e sua ansiedade beirava a angústia.

— Hyung... — O menor tentou se acalmar, porque já estava se sobressaltando, e o que menos queria era deixar o azulado triste ou mais confuso. — Por favor, me escuta: Yeonjun-hyung gosta de você. Isso não é novidade para ninguém. Todos sabem, hyung, menos você.

— Como isso pode ser possível, Hyuka? Yeonjun é incrível, lindo, tem um cheiro maravilhoso de abóbora e lírios, além de um sorriso divino. Ele nunca, em hipótese alguma, poderia olhar para alguém como eu!

Soobin-hyung! — repreendeu, franzindo o cenho. — Você também é tudo isso e muito mais! — Huening levantou em um salto da cama, se aproximando do mais velho e parando-o, pondo suas mãos em seus ombros e olhando diretamente em seus olhos, percebendo toda a angústia, medo e pavor que corriam ali dentro.

— Hyung... você é incrível, entende? Pode não ver isso agora. Mas sim, é a verdade. Você é lindo, inteligente, tem um cheiro maravilhoso e também possui um sorriso arrebatador. Você é maravilhoso e não vê, hyung. Só você. — Abraçou o mais alto, controlando suas lágrimas. Não gostava de ver o maior daquela forma, amava-o demais para isso. — Por favor, não pense assim. O Yeonjun-hyung reconheceu todas essas características suas, por isso se encantou, hyung.

— Me desculpe, Hyuka... Eu v-vou tentar, certo? Muito obrigado, meu pequeno nem tão pequeno. — Soobin mostrou um grande sorriso, liberando suas lindas covinhas. E assim, os amigos permaneceram abraçados, permitindo pensamentos voarem soltos enquanto encontravam conforto no abraço um do outro.

[...]

Mais um dia se iniciava. Dessa vez, nem chuvoso nem ensolarado, apenas nublado. Soobin acordou no horário de sempre, se levantando, tomando uma ducha e, após escovar os dentes e se vestir, seguindo até a cozinha. Sua mãe, provavelmente, já havia ido trabalhar, então somente Seobin e Miyeon estariam presentes, já que sua cunhada tinha dormido ali na noite passada. Soobin a adorava. Era realmente uma grande pessoa, sendo carinhosa, bondosa e gentil com todos à sua volta.

— Bom dia — desejou o alfa menor do local, vendo seu irmão preparando um café, enquanto Miyeon estava sentada, comendo uma torrada e lendo algo no celular. Mas logo a morena subiu o olhar, sorrindo aberto para Soobin.

— Bom dia, Soo! Dormiu bem? Vi que seu amigo foi embora um pouco tarde ontem. — "Adoravelmente gentil como sempre", pensou o alfa de fios azuis, também abrindo um sorriso, mas pequeno, para a outra.

— Sim, noona. E vocês? Seobin-hyung não ficou lhe importunando, não é? — Soobin provocou, rindo cúmplice com a cunhada.

Eu ainda 'tô aqui, ok? E não, eu não fiz nada demais. Você que é um intrometido — exclamou o mais velho do local, com um pequeno bico nos lábios, também finos, iguais aos do irmão mais novo.

— Noona, certeza que você que é a ômega da relação? — Soobin brincou, e a morena riu alto, entendendo onde o outro queria chegar, já que Seobin e Miyeon eram um casal de alfas.

— Você é muito bom, Bin — comentou Mi, com uma sombra de sorriso em seus lábios cobertos por um gloss transparente.

— Você está louca, amor — resmungou Seobin de volta, pondo sua xícara de café na mesa, ao que Soobin soltava uma gargalhada e a alfa acompanhava o cunhado nos risos estridentes.

— Ela está mais que certa, Seo.

[...]

Escola.

Que sufocante. Aquele lugar era realmente péssimo em dias de estresse e cansaço mental, pois você se sentia praticamente em uma prisão, sem poder de fala ou opinião controversa. Mas ali estava Choi Yeonjun. O ômega belo de fios rosas mordia o lábio inferior com força, nervoso sobre o que estava prestes a fazer. Na noite anterior, havia recebido uma ligação por parte de Kai, que o deixou de cabelos em pé e se sentindo totalmente culpado.

Ele realmente não esperava que Soobin fosse ficar tão mal por vê-lo com Jongho. O seu ex nada mais queria que ajuda para conversar com um de seus amigos, Wooyoung, pois o amigo de Jongho, San, estava afim desse. Então, o ômega passou o contato do amigo para o Choi, claro, perguntando para esse antes, pois priorizava a privacidade de seus amigos.

Contudo, um certo alfa havia entendido tudo errado. E sim, Yeonjun sabia que boa parcela de culpa era sua pelo comportamento idiota que havia tido na semana passada.

Mas iria mudar aquilo naquele dia ou, não merecia mais ser chamado de Choi Yeonjun.

[...]

O horário de aulas acabou tão rápido quanto se iniciou. Soobin, que ficou o tempo todo avoado a tudo e todos, obviamente evitando o contato visual com o mais velho, assim não percebendo os olhares desse sobre si, estava arrumando seu material, quando sentiu uma mão tímida tocar seu ombro com delicadeza. Se virou lentamente, após terminar de organizar tudo e colocar a bolsa sobre o ombro contrário.

— Yeonjun-hyung? — indagou Soobin, surpreso e engolindo em seco. O outro respirou fundo, lhe olhando profundamente nos olhos, determinado a confessar tudo para o mais alto.

— Oi, Binnie... — Se aproximou lentamente, segurando a mão do Choi mais novo com rapidez, evitando que ele tentasse fugir ou despistar-se de si. — Precisamos conversar.

— Tudo bem... — o de fios azuis concordou, sentindo-se nervoso, lembrando do que Kai lhe disse.

"Ele gosta de você, seu idiota!"

E se fosse verdade? Mas por que então ele havia feito aquilo consigo?

Soobin estava um poço de confusão e dúvidas que precisavam ser cessadas. E bem, dessa vez, Yeonjun estava pronto para cessá-las com maturidade.

— Então... podemos ir para um parque aqui próximo? — o mais baixo perguntou, lambendo os lábios pela ansiedade. Soobin observou-o atentamente, sendo um pouco desequilibrado por aquele ato. Mas logo voltou a si, confirmando com um balançar de cabeça para o rosado, que sorriu com a correspondência.

Em seguida, saíram da sala. Beomgyu, Taehyun e Hueningkai já tinham ido para suas determinadas casas, sabendo o que iria acontecer com os mais velhos. Ainda que tão novos, eram muito conscientes e maturos, sempre prezando pelo bem estar de todos, principalmente de seus hyungs. Era uma relação harmoniosa e saudável. Ambos os amigos permanecendo juntos e confiantes uns nos outros. Yeonjun e Beomgyu sendo os únicos ômegas, Taehyun e Kai, betas, e Soobin, alfa. Um alfa estranho e dócil demais para ser alfa, mas um alfa.

E aquilo encantava os quatro. Soobin era admirado pelos demais, pela sua forma de ser e por ter muita responsabilidade e respeito com todos. Jungkook e Jimin conheceram-o a partir disso, observando a forma como o Choi era único e adorável. Não demoraram a reconhecer isso no restante dos garotos também.

Enfim, os dois amigos chegaram ao local indicado pelo mais velho, que estava quieto, sem nenhuma criança por aquele horário do dia. Sentaram-se nos balanços dali e ficaram em silêncio, perdidos em seus próprios pensamentos, cada um buscando palavras e coragem. Não era um silêncio desconfortável, tampouco chato. Era o silêncio deles. Os dois sabiam que precisavam daquele instante para pensarem com mais clareza. Contudo, após mais ou menos cinco minutos, Soobin engoliu em seco e olhou para o ômega ao seu lado, observando sua expressão pensativa, achando-o o ser humano mais gracioso do planeta Terra.

Yeonjun-hyung, você gosta de mim?

Foi um tiro no vento. Yeonjun, alheio, não esperava por aquilo e, muito menos, estava preparado para a forma que seu coração pulsou em seu peito. Arregalou os olhos, retribuindo o olhar ansioso do mais jovem e, com uma pitada de emoção surgindo em si, levantou, ficando em pé, de frente para Soobin.

Sim, Soobinie. Eu gosto de você.

Não esperou muito para abraçar o mais novo, sabendo que, mesmo que fosse rejeitado, não teria capacidade de se afastar do maior. Ele era seu mundo.

Eu também, hyung. Eu gosto de você... Sempre gostei — o alfa confessou, tremendo, enquanto abraçava o de fios rosas de volta. — Eu 'tô muito feliz agora, hyung. Eu nem sei como me expressar, mas saiba que eu quero te encher de b-beijos.

A confissão desmontou Yeonjun, que, sem mais demoras, agarrou ambos lados do rosto do de fios azuis e selou seus lábios com os desse, fazendo um contraste incrível. O beijo foi apenas um beijo, romântico e desajeitado, pois, além de tudo, continuavam sendo adolescentes apaixonados que amadureciam a cada dia.

Quando se separaram, não sabiam onde enfiar a cara. Mas mesmo mortinhos de vergonha, seguiram abraçados, de coração leve e sorrisos discretos.

— Então... você quer namorar comigo? — Soobin perguntou, nervoso. Achava que estava sendo rápido demais, mas ao mesmo tempo, ansiava por isso em demasia.

— Claro que sim, Binnie. Tudo que eu mais quero é isso. — Yeonjun alargou o sorriso, emocionado, provando mais uma vez dos lábios do namorado.

Sorrisos compartilhados, mãos juntas, olhares carinhosos, tão bobinhos... totalmente enamorados.

— Hyung... por que você se afastou? — o mais novo perguntou, após um tempo, que apenas ficaram trocando leves selinhos aqui e ali. Yeonjun já havia voltado para seu balanço, apenas mantendo a mão agarrada a do alfa, seu alfa.

— Bem, Binnie... — Sentiu as bochechas esquentarem, lembrando da atitude vergonhosa que teve pelo desespero. Yeonjun já tinha se dado conta dos sentimentos que tinha pelo mais novo e, algo dentro de si, dizia que o outro sentia o mesmo, então arquitetou um plano idiota. — Eu fui imaturo e bobo. Já sabia o que sentia por ti e pensava que você tinha os mesmos sentimentos. Naquele dia que dormi na sua casa, pensei bastante e, junto de Kai, montamos um plano de eu te ignorar até descobrirmos qual seria sua reação. Mas então, aconteceu aquilo com o Jongho. Na verdade, ele só havia ido pedir o número do Wooyoung para um amigo dele... Eu sinto tanto, Binnie. — Abaixou a cabeça como um filhote arrependido. Soobin rapidamente apertou suas mãos, sorrindo tranquilizante para o ômega.

Bebê, 'tá tudo bem. Sério — falou o alfa, entrelaçando os dedos menores de seu hyung com os seus maiores, enquanto sorria gentil, tentando confortá-lo. Ele não iria julgar o seu ômega em nenhuma hipótese. Sabia que a atitude do mais velho foi impulsiva, assim como ele. Mas também sabia que ele estava arrependido, porque aqueles olhinhos brilhantes e chorosos não enganavam ninguém. E aquilo bastava para si. Em contra partida, Yeonjun sorriu pelo apelido carinhoso utilizado, sentindo-se afetado e bobo.

— Eu te adoro, Binnie. — Sorriram.

— Digo o mesmo, Junnie.

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