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7. Torre

É impressionante como o tempo passa rápido sobre nós e nossos olhos desatentos e, quando menos esperamos muito já se foi.

Meu final de semana era um lembrete atenuante de que mesmo poucas semanas fazem a diferença na vida de alguém, o gosto muda, todas as certezas parecem precisar ser confirmadas constantemente.

Não que conhecer novamente me fosse um problema, mas cada instante lembrava que o tempo não esperaria por nós, ele passaria mais rápido em cada dia sendo nada menos que pontual em seu começo e fim.

Com isso vinha responsabilidades e cumprimento de promessas feitas à mim mesma, aquelas que seriam somente providas por expectativas minhas e sendo franca preferia dessa forma. Nunca lidava bem com expectativas alheias porque nunca conseguia seguir o esperado dos outros, rendeu mágoas para pessoas e sentimentos melancólicos a mim, porém essa sou eu.

Um belo final de semana, o melhor dentro da minha vasta coleção de melhores passou mais rápido do que planejará, eu queria tempo e aparentemente tempo é tudo que não haveria de ter.

Era incrível que nessa altura do campeonato estivesse entrando em um diálogo bastante exaltado dentro daquela empresa.

Segunda-feira as onze e quinze da manhã e já estávamos assim.

Em guerra.

— Você é muito competitiva, sempre tentando ser melhor. — Jeon esbraveja enquanto olho para o outro não querendo tomar parte no assunto.

Mesmo que ele tenha uma parte colaborativa enorme para o começo dessa briga.

— Competitiva? Me desculpe mas quem não queria trabalhar em equipe era você, porque segundo suas conclusões é bom demais para isso. — Comento tentando regularizar o tom da voz com certa falha. — É tão bom que Dae ficou em dúvida e precisou de mais duas opções.

— Essa doeu. — Taehyung diz no canto da sala.

O olhar potencialmente mortal que ele recebe faz seu sorriso tornar-se tenso quase num piscar de olhos com a velocidade impressionante da influência que tinha sobre si.

— Dyana quem não quer aceitar é você, quer tanto trabalhar em equipe que não aceita nada dos outros.

— Você acha que eu sou idiota? — Pergunto retoricamente. — É trabalho em equipe essa merda ter apenas o seu nome? Não é, temos que fazer juntos.

— Eu queria poupar tempo. — Dá de ombros.

— Jeon eu vou ser clara, não me lembro de ter pedido tempo não finja que está fazendo algo por nós. Pare de agir como um garoto ferido, resolve esse problema de ego pessoal trabalhando junto conosco lado a lado ou acredite eu passo por cima de você. — Cruzo os braços tomando atenção e silêncio. — Então vai resolver o seu problema ou quer que resolva do meu jeito?

Sabe um momento de olhares impassíveis numa competição silenciosa sobre quem está certo ou errado e qualquer assunto que os deixa claramente em confronto? É basicamente o momento de agora.

Eu poderia ser uma boa colaborada mas se me julgassem tola poderia com a mesma eficiência passar por cima.

Não apreciava tanto o termo, gostava de trabalhar junto com a participação de todos sem ninguém tentando se matar para provar superioridade quando julgava apenas diferenças de abordagem, nesse mundo você aprende rápido ou você caça ou é caçado.

A filosofia é uma merda, mas se quisesse mudar seria necessário jogar com eles.

— Infernos, você é muito teimosa e infelizmente isso te deixa irresistível. — É o que responde desviando.

— Significa que não vou precisar passar por você?

— Eu bem que aproveitaria você em cima de mim. — O sorriso malicioso volta aos lábios.

— É, bem do tipo, saltos agulha perfurando você porque meu bem esse é o meu salto. — Continuo com a expressão fechada pronta para assassinar alguém. — Você pode agora agir como o homem que conheço?

— É um ótimo plano de curso que fiz, não deveria descartar tão facilmente.

— Esse é o problema Jungkook, é o plano que você fez não nós. — Dessa vez a palavra volta ao acastanhado que antes era apenas um expectador. — Concordo com Dyana sobre tudo ser feito em conjunto, mesmo que em alguns momentos estejamos prestes a nos matar.

— Nós não, você se esconde como sempre.

— Se vocês realmente se matarem o Dae vai precisar de uma opção, cá estou eu. — Comenta arrancando um riso desacreditado de nós dois.

Talvez essa seja a função dele, quebrar todo resquício de clima ruim sobre nossas cabeças cheias. Não tinha culpa de ser assim, mas a forma do homem de olhos intensos me tirava a concentração quando usava de tudo para me provocar.

Enquanto o relógio passava tentávamos manter a calma e, juntamente ignorava os toques pretensiosos que por desconcentração acabavam acontecendo.

Eu bem sabia que não era verdade.

— Almoça comigo? — Pediu soprando calmamente em sussurros aproveitando nosso momento sozinhos.

— Resolveu ser menos idiota agora? — Deixo as mãos dele no ar tomando distância. — Não, não quero almoçar com você.

— Não foi minha intenção te subestimar ou subestimar o Taehyung, eu normalmente trabalho sozinho me desculpe se meu costume te incomodou.

— Sabe o que me incomoda? O seu jeito de tentar controlar tudo, é horrível quando se tem outras pessoas no mesmo trabalho. — Comento percebendo uma aproximação furtiva. — Não precisa ser egocêntrico.

— Eu sou competitivo não egocêntrico. — As mãos se posicionam em minha cintura com apertos leves. — O seu sexo não me incomoda, não vou te julgar por isso mas pela sua capacidade coisa que sei ter de sobra. Eu tenho costumes, decisões são minhas o que não anda acontecendo, desculpe.

— Afaste as mãos.

— Você não quer isso. — Deixou um aperto mais forte empurrando-nos para a parede. — Agora, almoce comigo.

— É uma ordem?

— Um pedido.

— A resposta continua sendo um não. — Digo sorrindo. — Agora tire a mão daqui, por favor.

As batidas na porta acordam os pensamentos dele que com calma tira as mãos de mim e caminha em direção a porta abrindo-a para nossa aparente visita. Erro, visita dele.

Não parece ser um assunto que precisa de minha atenção, dessa maneira continuo a avaliação sobre nossos planos para a propaganda da multinacional.

Nesse momento tenho mais paz do que no normal é proporcionado nessa empresa, nesses momentos gostaria que o tempo pudesse realmente continuar passando rápido, eu queria a minha casa e minha família ao invés de estar nas empresas Jeon.

O ambiente não é ruim, também nunca fui tratada diferente por ser concorrente ou mulher, o que me dizia bastante sobre a política que ele administrava aqui dentro, não era liberal ao todo como a minha costumava ser mas tinham uma boa dinâmica.

— Você vai almoçar? — Pergunta outra vez com olhos fixos em mim.

— Não.

— Taehyung está saindo agora, não quer realmente ir conosco? É uma distração dos momentos de guerra aqui dentro dessa sala.

— Pode ir. — Digo.

Sem mais palavras ele sai, estou definitivamente sozinha.

Fico imersa em todos os papéis ou coisas para se avaliar aqui dentro, a propaganda era muito mais do que nos disseram a princípio. O que aumentava a importância de cada detalhe nas propostas de contratos que apresentaremos.

Pular o almoço não fazia parte dos meus planos no entanto odiava levar trabalho para casa, uma certa pessoa não parecia gostar muito e Jackson sabia como ser chato em sua estadia, entretanto não seria necessário.

— Voltei.

— Eu devo começar meu lamento então. — Viro-me para ver diversas sacolas em suas mãos. — O que exatamente é tudo isso?

— Nosso almoço. — Dá de ombros depositando tudo no espaço presente na mesa. — Vem comer, comprei de um tudo não sei exatamente o que gosta de comer.

— Alguma coisa parece muito, muito errada entre nós e o que quer que seja isso.

— Você é desconfiada demais.

— Por isso estou aqui hoje. — Sucinto. — O plano é me embebedar?

— O plano é fazer você comer. — Disse com um sorriso malicioso. — Aí podemos dizer que você é minha sobremesa.

— Sua sobremesa costuma queimar.

Deixo-me levar pelo aroma delicioso observando que ele trouxe quase todas as opções presentes em um cardápio, que exagero.

A atitude é bonita devo confessar, continuava desconfiada sobre mas podia aproveitar os quitutes que trouxera, afinal não é todo dia que um homem resolve ser cavalheiro, principalmente em quem eles vêem como ameaça.

— Não se preocupe. — Diz após meu silêncio. — Nós temos uma equipe médica.

Havia esquecido como era comer com uma companhia agradável fora do círculo de amigos, como era estar em um ambiente que pudesse conversar sem ter atitudes julgadas. Ultimamente andava complicado ter diálogos com os homens, talvez fosse eu a ser difícil.

Mas eu sabia bem o que queria, não aceitava menos.

Jeon ganhava um toque mais íntimo comentando assuntos com mais liberdade e menos jeito de predominante sobre tudo, era como se desde que nos conhecemos estivéssemos lutando um contra o outro em jogos compilados de sedução. E agora éramos pessoas aleatórias, sem querer se estrangular e se beijar.

Digamos que fosse trégua provisória.

Quando as embalagens estavam vazias — o que me impressiona já que tínhamos muita comida — restava o som das vozes baixas e risadas sonoras no espaço.

— É verdade, não tenho porque falar disso mentindo. — Comenta com um sorriso sincero.

— Quer dizer que você nunca ficou insatisfeito com seu desempenho?

— Poderia especificar em qual área? Tendo a ter uma auto-estima inabalável. — Respira olhando-me. — Vamos falar de você agora, seus fetiches, amores, gostos.

— Banheiro e estranhamente janelas enormes de prédios ou sacadas, só tenho um amor que nunca vai mudar, eu gosto de doces embora nunca consiga comer tudo de uma vez. — Digo deixando tudo no ar.

— Os fetiches ficam para depois já que o amor me chamou atenção, um amor que não pode mudar? — Confirmo. — Mãe não vale, Dyana.

— Quer dizer que o único amor que não muda é de mãe?

— Quase isso.

— Eu não concordo mas podemos sobreviver a isso.

São tantos amores no mundo que não poderia mensurar quantos existiam, todos fortes em diferentes intensidades, mas há amores que no pessoal serão sempre o maior amor.

Eu tinha o meu, que não envolvia a mim mesma embora fosse parte importante em muitas coisas.

— Quem é, ou o que? — Inclina-se para frente apoiando os cotovelos nas coxas fartas.

— Quem no caso, é uma pessoa maravilhosa tanto que ficar longe dela parece impossível as vezes.

— Então tem alguém no seu coração? — Aceno apenas. — Vai me dizer o nome?

— O sobrenome é Wang, não que isso seja do seu interesse.

— Concorrente.

— Acredite dessa pessoa você não pode ganhar, ela é muito importante para mim sempre vai ser. — Recosto-me na cadeira acolchoada.

Ele se levanta e caminha para mim, dando a volta na mesa tão lentamente como uma tortura preparada, às vezes tinha vontade de rir dessa sedução planejada mas é que esse homem exalava uma sensualidade incomum.

Não tinha como sorrir nesse momento, apenas se fosse para corresponder.

— Essa pessoa pode me impedir de ti beijar ou de transar com você? — Senta na mesa chegando de modo que se eu levantar fico em distância mínima do seu rosto. — Sabe, um dia as coisas entre nós vão acontecer, detalhes entende? Você por cima eu por baixo, acontece.

— É? Pretende fazer o que?

— Inicialmente fazer você ceder, depois te fazer gozar mas vamos com calma nessa etapa.

— Quem te garante que não sou eu a te fazer gozar ou ceder? — Levanto sentindo sua respiração perto. — E sinceramente não é ceder que se fala é quando você não conseguir se controlar, tem uma diferença.

— Qual é?

Eu deixo meus lábios rasparem do maxilar até sua orelha vagorosa provocando-o que responde depositando as mãos possessivas na minha cintura.

É complicado começar algo que não pode ser terminado na atual conjuntura e, quando acabasse seria a conclusão de uma tensão sexual prolongada por bastante tempo. Mas por enquanto eu podia brincar mesmo que fosse me sentir tão frustrada quando ele no fim.

— Precisa descobrir, começa aqui.— Deixo o indicador nos seus lábios e gradativamente vou descendo, raspando de leve as unhas em seu pescoço e continuando até os limites dos passadores da calça social que veste. — E termina aqui, o que tem depois você pode imaginar.

— Acho que preciso de mais demonstrações. — Tentou.

— Ninguém comenta o fato de você ser, uh dominante. No entanto muita dominância deve faltar em algo, não? — Olho para baixo começando a sorrir após me afastar.

— Eu acho que não entendi.

— Ou o seu ego que não deixou aparente suas incapacidades, mas podemos sobreviver a isso.

— Você não toma muito cuidado com o que diz, não é? — Levanta ajeitando nossa pequena bagunça na mesa.

— Eu acredito em provas, você não deu nenhuma. Pode viver com elas mas eu não Jungkook.

São aqueles pequenos e intensos momentos de distrações que fariam nosso tempo passar rápido, mesmo desejando um desenvolvimento lento e tudo aumentaria consideravelmente.

O que podia acontecer de ruim, não é mesmo?

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Atualização!!!

Gente eu tô quase paranóica nessa história sinceramente, eu escrevi esse capítulo mas tô meio incerta, acho.

Enfim gostaram? O que estão achando?

Eu gosta bastante da personalidade da Dyana, essa conversa deles é importante assim como as narrativas dela que sempre deixam algo para o que vem na frente.

Obrigada por lerem, votarem, comentar tudo. Lembrando que serão três atualizações por mês essa é a segunda deste mês Ok?

Beijinhos ✨

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