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28. Outro dia

Naquela manhã o sol nasceu sobre a face imaculada de Jeon Jungkook dormindo, a coberta até a base de suas costas deixando a visão de seu torso desnudo e, quase me permitindo ver seu belo traseiro. Eu poderia simplesmente desce-la com minha mão atrevida para contemplar sua visão totalmente exposta, céus isso seria uma dádiva.

É como acordar no paraíso querendo pecar repetidamente.

Suas costas obtinham marcas avermelhadas destacando-se em sua pele alva, traço calmamente os arranhões, um pequeno carinho antes de se movimentar despertando aos poucos com a sonolência impregnada no corpo, murmurando reclamações contínuas. Mas tudo tem seu quê de doçura, é incrível ver seu lado manso, quando acordado o homem parece o significado da palavra intrigante.

— Tão bonito. — Divago em sussurro para que não ouça, ele é convencido o suficiente sem meus elogios.

Em silêncio levanto cautelosamente para não acorda-lo, há indícios de dor em meu quadril mesmo que fraca sinto-a. Não o bastante para me impedir de caminhar na ponta dos pés em direção ao banheiro.

O banheiro é impressionantemente grande mas sem surpresas. Eu mentalizava exatamente assim não com tons claros, o tamanho sim. Uma bancada toma grande espaço na parede oposta ao box transparente e sua banheira ao lado esquerdo do mesmo; o tom branco é predominantemente com apenas detalhes simples na cerâmica em preto, não fazem tanta diferença.

Olho meu reflexo no espelho enxergando as marcas trilhando um caminho curioso por meu corpo, estou revigorada. Foi complicado dormir noite passada, a parcela que permanecemos acordados foram vagas poucas palavras e muitas ações, se entendem. Jeon Jungkook é um homem que sabe como tornar uma noite com vários adjetivos interessantes.

O que é uma dádiva se pensarmos no homem em si.

É deprimente encontrar homens que se garantem com seu próprio prazer e digo isso porque eles parecem não saber que o clitóris tem funções específicas sobre o corpo de uma mulher. Triste não?

Decidida a não demorar pego uma blusa social branca pendurada no trinco e visto-a, ela cobre parcialmente minha nudez batendo ao meio das coxas. Quando dirijo-me ao quarto vejo que está acordado provavelmente confuso sobre meu paradeiro.

Eu não sou o tipo que foge no dia seguinte, sou bem resolvida o suficiente para lidar com um dia pós sexo.

— Bom dia. — Anúncio minha presença encostando no batente da divisão cruzando os braços em frente ao busto. — Dormiu bem?

— Quer dizer quando conseguimos dormir certo? — Solta um sorriso que não tem malícia mas brincadeiras internas entre nós.

— Sim.

— Dormi e você?

— Quando dormimos sim. — Analiso-o apoiando os dois braços para trás dando elevação aos músculos dos braços. Eu vasculho seu corpo com um olhar admirado, ele poderia ser filho de um deus pela obra de arte que é. — Bela tatuagem.

— Só a notou agora? — A ironia perpassa por seus lábios afiado.

— Não, tinha notado quando estávamos no chalé, porém é incrivelmente difícil focar em uma tatuagem quando se está sendo tentada por você. — Eu gosto dessa cumplicidade sobre não precisar ser cautelosa com as palavras, é desejo carnal e sexo não deve ser tratado como um boneca de porcelana, é cru e instintivo. — Depois pareceu irrelevante comentar, havia... Coisas mais interessantes.

— Sim tínhamos muitas coisas interessantes para fazer. — Concorda. — Quer saber o que significa?

— Quer me dizer? — Arqueio as sombrancelhas. — Não faça perguntas tolas, tudo que despe sua alma me interessa.

— Bem você já tirou as minhas roupas, quer ainda mais de mim? — Nega com a cabeça trajando um sorriso indecente. — Que mulher insaciável.

— É fácil tirar a roupa de um homem, eles normalmente pensam com a cabeça de baixo. Qualquer investida e pronto una ereção querendo ser libertada.

— Sua visão sobre os homens é deveras negativa.

— Eu não generalizo as coisas.

— É bom, eu sou um homem sabe? — Pergunta retoricamente movendo os braços para sentar-se ereto. — É uma fênix negra não muito grande mas suficiente.

— É agora você me diz o significado? — Troco os pés sentindo o corpo pesar por estar à um tempo parada encarando-o, felizmente a visão é divina.

Ele move sua cabeça me observando tanto quanto eu o observo, seus olhos transpassam por meu corpo como se fosse uma das obras mais raras do mundo, o tipo de olhar que te faz agir impulsivamente ignorando noções básicas e entregando-se completa e incondicional.

Aquele olhar que quebraria muros.

Intercalando entre malícia e admiração, parâmetros que em suas orbes ganhavam um controle único.

— Vem cá. — Chama a voz melodiosa fora do tom imponente que sempre adota, era como um pedido murmurado intimamente.

Movo meus pés deixando que os braços caiam na lateral do corpo enquanto meus passos seguem para ele, quando estamos perto suficiente subo na cama repousando em seu colo.

— Muitos significados ruins, mas tudo tem uma parte escura. — Diz vagamente após um silêncio. — Ressurreição, vida, imortalidade, longevidade, invencibilidade são algumas coisas que representa especificamente a fênix em geral. — Acaricia a cintura com as mãos frias. — A fênix negra é dominada por seu lado ruim por isso ganha essa coloração mas não é por ser dominado por um lado ruim que não exista um bom.

— Então a fênix negra seria a simbologia de tudo ruim dentro de você mas que apesar de estar submerso existe um lado bom, o lado que você quer manter, certo? — Indago pensando que numa maneira prática aplica-se perfeitamente na imagem que transmite para muitos. Uma penumbra negra que consegue brilhar.

— Sim. — Se aproxima beijando a junção de meu pescoço levemente. — Gosto do seu pensamento rápido Dyana. — Diz perto ao meu ouvido sedutor. — Seu piercing, por que?

— Juventude é uma fase interessante para se viver. — Respondo me entregando ao carinho que faz em minhas curvas juntamente com os selares. — Pensei como ficaria bonito e quis furar, e cá estamos nós.

— Colocou um piercing por achar que ficaria bonito, sério? — Incredulidade ganha vez em sua voz.

— Sim e concorde comigo ficou muito bonito, tanto que deixou meus mamilos sensíveis.

— Minha boca sabe bem disso. — Sobe as mãos lentamente por baixo da camisa que visto alcançando meus seios e acariciando-os devagarinho com seu olhar preso as reações que tenho. — Amo os sons que faz, eu passaria horas ouvindo sem cansar.

— É mesmo? — Mexo os quadril sobre seu membro lentamente vendo o morder de seus lábios atraente.

— Não faz isso. — Pede.

— Fazer o que? — Aumento a intensidade fingindo desentendimento, a verdade é que eu amo provocar esse homem o mínimo que fosse era uma satisfação sem igual. — Eu não estou fazendo nada demais.

— Nada demais? O que seria demais para você?

— Isso. — Pego seu membro empinando e sei que observa quando sinto a blusa deslizar dando uma visão privilegiada da posição que me encontro.

Meus lábios selam calmamente sua glande com carícias inocentes e tudo deixa de ser manso quando a língua desliza despudorada sobre as veias saltadas, somente para mim.

Eu o masturbo em movimentos de vai e vem sem tirar meus olhos dos seus, gravando reações e o movimento excitante de seu peitoral ao hiperventilar. Entre os lábios tenho o sabor do pré-gozo que começa a expelir, então minha boca o abriga completamente.

— Oh porra! Ah! — Ressoa surpreso apertando o punho com força para se controlar mas eu não quero seu controle, inferno. — Dyana... Que boca maravilhosa.

Aumento a velocidade voltando a glande para traspassar a língua tão lentamente que chega a ser uma tortura para mim mesma, e é quando impulsiona seu quadril em direção a minha boca. Ele me encara pedindo permissão, apenas confirmo deixando que guie os movimentos como desejar.

Aperto suas coxas mantendo-me no lugar quando seu ritmo parece aumentar cada vez mais gradativamente junto com os indícios do orgasmo.

— E-eu vou... Eu vou gozar! — Ouvindo-o chupo sua glande com pouca força pressionando a língua logo depois, quando seu ar se projeta quente e o orgasmo chega ao seu corpo febril. — Awn...

Ele tenta respirar enquanto passo a língua nos lábios sorrindo satisfeita. Acredite essa é uma visão que não pode ser paga nem esquecida. O corpo totalmente à minha mercê, o tórax movimentando-se ritmado ao passo que a respiração se estabiliza os cabelos caem sobre a testa suada ficando grudados deixando uma brecha apenas; seus olhos ficam nublados com a intensidade de uma fera.

Esse homem é um pecado humano e como eu gostaria de pecar.

De novo.

— Nossa! Uau. — Solta me fazendo rir de sua expressão exausta mas assustadoramente bonita. Qual é ele não fica feio de jeito nenhum. — Está rindo de mim? — Arqueia as sombrancelhas e rio com mais vontade que antes, quando atinjo-o com o travesseiro. — Ah é assim? Uh?

Eu continuo a rir quase caindo para trás com seu semblante incrédulo, todavia bastante divertido. Esse homem não existe, o equilíbrio que possuí entre duas características fortes é absolutamente incrível.

— Tudo bem. — Diz. — Eu vou te dar um motivo para rir! — Ele cai sobre mim fazendo cócegas em minha cintura, em resposta as gargalhadas ficam altas enquanto mexo-me freneticamente.

Hoje, nessa manhã penso em diversos substantivos que poderia usar e nenhum deles chega perto de arrependimento. Porque cada segundo valeu à pena.

Após uma sessão de brincadeiras que terminou comigo quase em lágrimas por tanto rir e, em Jungkook caindo da cama fomos tomar banho. Em teoria porque na prática foi impossível tomar um banho com ele, nas circunstâncias acabamos em sexo. Embora tenha comentado vagamente sobre meu fetiche envolvendo ter relações no banheiro não esperava que de fato ele fosse colocar em ação, e de todos as vezes aquela foi de longe a mais prazerosa.

Ele tem uma mania de beijar-me quando terminamos e nossos olhares se conectam. E se fosse qualquer outra pessoa me beijando não seria com aquele jeito, eu nem posso definir mas não é algo rotineiramente comum; foi diferente.

— Humm! Que cheiro bom! — Anúncio minha presença entrando na cozinha. Ele fica bastante sexy cozinhando, veste apenas uma calça moletom, a tatuagem na costela caminhando para as costas à vista. — O que está fazendo?

— Panquecas. — Sorri concentrado em seu trabalho.

— Não devia se dar o trabalho eu preciso ir embora de qualquer forma. — Digo hesitante, isso poderia estar realmente acontecendo? Ele está me fazendo café da manhã. — Não quero incomodar.

— Não é incômodo algum, eu quis fazer isso.

— Se me lembro bem você disse que suas transas de uma noite são mandadas embora bem cedo, sem muitas declarações. — Lembro-o.

— É eu disse.

— Então o que mudou? — Pergunto tentando ao máximo manter distância.

— Dyana... — Ele suspira. — Vamos comer sim? Acordamos tarde e se contar com as atividades que praticamos precisa de energia. — Coloca meu cabelo pra trás da orelha se aproximando enquanto a outra mão agarra a cintura. — Coma comigo.

— É uma ordem?

— Um pedido, convite. Apenas fique para comer, tudo bem? — Confirmo acenando.

Essa é a parte onde tudo desanda, quando o sexo casual parece tornar-se algo além do estipulado. Quem eu quero enganar, nós estávamos nessa a meses, um parâmetro foi quebrado ontem à noite quando sua boca necessitada juntou-se a minha sedenta.

O café da manhã impressionantemente saboroso correu de maneira agradável, tinha conformidade em estar conversando consigo sobre coisas banais rindo e comendo como se fosse realmente algo, mas não era. Não era, eu tinha de acreditar nisso.

Mas já reparou em como sua face se enche ao sorrir?

— Então... Obrigada foi uma ótima noite. — Digo quando paramos na porta de sua casa, depois do café da manhã, tinha que ir embora.

— Sim, foi uma bela noite e uma manhã melhor ainda. — Aqueles olhos, por que tinham que ser tão profundos?

Ele tomou meu rosto em suas mãos calmamente, o polegar movendo-se devagar em círculos nas bochechas cheias quando soltei um sorriso pelo carinho. Seu rosto aproximando e seus olhos não desviavam, nem mesmo para observar como minha boca se entre abria para expulsar o ar, fechando seus olhos ele me beija.

Sem pressa alguma, quase poderia soar como uma adoração silenciosa em sua língua. Domando a minha explorando lugares perdidos e esquecidos dentro de mim. Sabe aquele tipo de beijo que pode trazer diversas sensações não explicáveis? Quando você não entende como mas existe? Esse é o nosso beijo.

Prolongando porque eu queria, eu poderia beija-lo por um tempo indeterminado. Os lábios macios, lingua atrevida que sabe como agir tomando-me pouco à pouco.

— Eu preciso ir! — Sussurro entre nossos lábios quando paramos para respirar.

— Você pode ficar. — Estamos próximo ainda, sentindo as respirações um do outro. — Se quiser.

— Eu realmente preciso ir embora Jungkook. — Digo mais decidida ou foi como tentará soar.

— Tudo bem. — Deposita um selinho em meus lábios. — Tome cuidado.

— Igualmente docinho. — Ele faz uma careta com o apelido bem fofo. — Tente não conquistar ninguém senhor Jeon.

— Não prometo nada senhorita Dyana. — Que porra de formalidade é essa Jungkook? Você é idiota, ela precisa ir embora.

O sorriso nos lábios enquanto caminha em direção ao carro, o corpo a se movimentar brevemente, eu teria pedido para que ficasse, céus eu teria realmente feito isso. Sim, eu teria.

Mas a questão é eu realmente posso deixá-la ir?

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Atualização, gostaram?

Pode passar para o próximo.

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