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21. Beijos

Amanheceu embora o quarto continuasse em completa escuridão, a sensação de companhia não é desconhecida menos ainda incomum. Os braços agarrando meu corpo como um bem precioso fez o sorriso escapulir pelas lembranças.

Um beijo pode parecer um gesto singelo sem importância.

Comparar um beijo com a intimidade que o sexo literalmente causa é um eufemismo enorme, pois um corpo não se pode comparar com beijos simples.

Mas para mim aquele beijo foi quase tão íntimo quanto o ato sexual, porque naquele momento sem toques extremos ou o fato de não termos continuado não diminuía os efeitos; para mim significou entrega espontânea.

Quando em toda minha existência ganhei um beijo que significou realmente algo compreendi o porquê de todos serem tão insossos, eram vazios demais de conexão para que pudesse sentir a intensidade desejada no meu interior. Naquele momento me arrependendo de todos os beijos antes do que simplificou como quero ser beijada, ou tocada.

Não foi com Jungkook, esse beijo.

Houve um homem antes dele como tinha consciência de outras mulheres antes de mim, entretanto agora o homem tinha feito a sensação sentida a anos ser superada em mil vezes.

As mãos dele refletem perfeitamente como quero ser tocada intimamente, não como objeto de prazer mas com devoção de ter uma mulher entregando seu bem mais precioso porque o julgou merecedor.

Os beijos expressam a intensidade significativa que toda mulher deve conhecer, não é mostrar-se durante o ato e sim ser explorador como se aquela fosse sua última oportunidade e precisasse valer por uma vida inteira.

Mulheres são como flores delicadas que resistem aos piores momentos, você deve saber tocar para que se abra porque existe a diferença em quem cultiva e cuida para quem arranca esperando o deleite de visão temporário.

Não me doava para mãos desastradas me quebrarem; mas mãos que pegam com tanto esmero temendo causar o menor dano.

Jungkook me ofereceu essa sensação numa sequência de beijos, em toques curtos.

É como quero ser tocada.

É como me fez perder o ar.

É como atiçou a paixão no coração adormecido.

Estou completamente perdida, entregando mais do que deveria entregar e sentindo segurança, estou de guarda baixa sem me arrepender dessa decisão. Existem medos é inegável, todavia o que seria viver sem arriscar?

Bom dia, Dyana. — Assustando-me com a rouquidão gostosa, Jungkook deseja puxando para perto.

— Bom dia, Jungkook.

— Como estamos hoje?

A pergunta causa um encolher em seu corpo que sinto ao virar meu rosto para perto de si, suficiente para que veja toda verdade refletida nos olhos com o seguimento da frase que causa seu sorriso.

— Igual a ontem de noite, ainda nós.

— Isso significa que posso beijar você? — A sugestividade aproxima nossos lábios e a satisfação se denuncia.

— Teste a teoria.

Nossa junção parece explodir mais irradiando para voltar em reafirmação com um arrepio transformado em desejo. Mais que momentos de provocações estou querendo Jungkook de formas diferentes, quero ele na minha vida.

Conter a sensação passa desapercebido por nós dois que emitimos gemidos de puro deleite escorrendo em qualquer canto tocável, somos como imãs em atração continua e mesmo que o futuro fosse incerto esperava que a chama nunca apagasse, que todos os efeitos fossem iguais.

Ele geme empurrando minha perna para ser posicionada sobre seu colo como na noite passada.

— Gosta de mim por cima, não é? — Comento respirando sobre sua pele observando as marcações de ontem.

— Gosto de você, não importa em qual posição esteja.

— Por cima então.

Perder-se em alguém pode ser perigoso demais, agora perder-se nas sensações que essa pessoa causa é o maior dos prazeres proporcionados desde que este saiba exatamente onde tocar.

A moldura das minhas formas encaixa nos desenhos que ele pinta nas linhas curvilíneas em nosso momento de excitação.

Porque eu sou dele e ele é meu.

Nesse momento.

Pois nos entregamos totalmente no beijo sôfrego clamando para ser prolongado mesmo que o ar falte em nossos pulmões parece pecado desvencilhar.

É paixão.

A paixão te oferece inconsequências interessantes, reparando que ela ascende tudo no interior a vontade que não se sacia nunca, você pede e tem mas nunca parece ser suficiente para calar.

— Você não vai fingir que essa noite nunca aconteceu não é?

— Eu pareço disposta a esquecer? — A entonação se fragmenta porque mesmo intencionalmente o comentário me desagrada, eu não sou assim.

— Você negou por muito tempo.

— Neguei que estou apaixonada por você? — Indago enquanto faz seu silêncio. — É Jungkook, estou apaixonada por você mas não estava negando meu desejo, é mais complicado do que parece ser.

— Está apaixonada por mim. — A frase escapa como comprovação para si mesmo, como se estivesse incerto sobre o que ouviu.

— E ele ouviu só isso.

— Eu ainda estou ouvindo você resmungar.

As mãos precisas dele sobem lentamente o tecido cobrindo minhas costas, o toque repentino faz percorrer um calafrio gostoso no corpo pelo contato estranho e frio na derme aquecida.

Mas a sensação é bem vinda.

O pensamento iluminou a mente, como seria minhas manhãs se todas fossem regadas a toques significativos? Eu não poderia mensurar e mesmo admitindo estar apaixonada não pretendia me apegar ao ato.

— Gosto de estar assim com você. — Sussurra apesar da proximidade.

— Assim como?

— Juntos, conversando como se não houvesse empecilhos pra passarmos horas dessa forma.

— Não é fácil.

— Eu sei — Fala ao deixar que sua respiração se embaralhe com a minha sorrateira. — por isso vale à pena.

— Não vai demorar pra realidade voltar Jungkook, hoje eu não pretendo trabalhar mas não posso passar meu dia com você.

— Tudo bem, ainda temos alguns minutos. — Seus olhos descem puxando a curiosidade a cada pedaço de pele ganhando atenção do admirar dele.

Os beijos que se seguem são repletos de calmaria e gentileza fazendo meu corpo relaxar mais aberto para todas as vontades atiçadas sobre sua pequena demonstração carinhosa, eu me encontro sorrindo acariciando seus cabelos macios.

A junção nunca pareceu tão boa quanto agora pode soar.

Entre nós existe sempre a ponta de equilíbrio que pode ser rompida rapidamente, é como fogo em palha o controle se perde antes mesmo de tentar apagar as chamas. Assim somos nós.

Quebrando a delicadeza momentânea o chupão perto a nuca rodeando a língua preguiçosamente subindo a tortura enquanto a respiração cortou, parecia estar sempre pronta para seus toques e despreparada para o sentir que causariam.

Sedendo resistência deslizava pelos lençóis permitindo que pressionasse seu corpo, encurralando-me ao peso todavia quem parecia presa de fato não era, a julgar pelo brilho nos olhos fascinados dele.

— Nada além de toques? — Pergunta.

— Bem, você pode me beijar.

— É tudo que eu preciso. — E logo num piscar de olhos estamos perdendo respirações, batidas doadas ao momento.

Não me recordava com precisão quanto tempo se passou naqueles momentos nos braços de Jungkook, com sua boca quente tocando a minha, as mãos firmes formando linhas delicadas na contradição que deixava meu fôlego fraco; ou eram os beijos?

Mas por um instante a realidade parecia simples, parecíamos o certo implacável no entanto ao saírmos do pequeno mundo fantasioso voltamos para a vida agitada, embora as lembranças fossem ser para sempre nossas.

— Tem café, se quiser. — Digo.

Jungkook aparece surgindo do corredor completamente vestido em sua elegância intacta mesmo que seu traje seja o conjunto de ontem um tanto amarrotado, e me dou conta que é a primeira vez vendo-o em roupas sociais desalinhadas.

A beleza dele é uma coisa avassaladora, nenhum nuance dele consegue mudar este fato, por pior que seja tudo nele parece ter um equilíbrio único.

— Obrigada meu bem. — Comenta caminhando perto encurralando-me entre seus braços. — Podíamos fingir ser outras pessoas por um momento, só hoje.

— Não vai acontecer, você não quer que sejamos diferentes sabe disso e eu sei disso.

— As vezes não queria complicações.

— Mentiroso.

— Por que exatamente eu mentiria?

— Você gosta da conquista, gosta quando uma pessoa tem noção de quem ela é. E mesmo assim não é esnobe mas exigente sobre o que quer.

— Tem uma simplificação para tudo isso.

— É? — Ele confirma acenando. — E qual seria?

O beijo sobre o pescoço desnudo arrepia levemente e espero nunca perder as reações de seu toque em minha pele.

— Em outras palavras, gosto de você.

— Em outras palavras...

— Por que estamos pensando em palavras? Quero ações, assim como você também quer.

— Seja um bom garoto Jungkook, me beija.

Ele atende meu pedido, acariciando os lábios com a língua úmida transpassando a dança magnética sobre a brecha que encontra sem resistência alguma ao ser pega com devoção, porque eu me entrego.

Deixo que suas mãos criem caminhos e trilhas perigosas que aumentam a excitação presente, com certa força Jungkook puxa meus cabelos expondo meu pescoço para si e empurrando nossos corpos batendo contra o balcão.

O barulho dos objetos caindo não rompem nosso transe, não existe importância quando o movimento rápido da pressão falha minhas pernas e logo estou em seu colo.

— Demorou — Ele sôfrega com rouquidão. — mas você pediu, como disse que faria.

— A quanto tempo você tem pedido mesmo? — A expressão muda completamente me presenteando um sorriso. — Ah, quer comparar?

— Você é má.

— Um pouquinho e você gosta.

— É, eu gosto.

Eu sabia que aquela casa mudaria de forma drástica para mim, o quarto me lembraria nossa noite juntos, a falta de taças traria memórias do nosso beijo e tudo teria um perfume impregnado na minha mente gritando com prazer seu nome.

A tortura já tinha sido escrita permanentemente no nosso destino, se tornando parte fixa em uma vida pois não importava se éramos errados ou certos, dele eu não esqueceria.

Poder cativar alguém é um privilégio inesperado e por Deus ser cativado é conviver para sempre com tudo que poderia, é ou foi.

Não existe porta de escape.

O que aconteceu, não se pode mudar.

O que foi com Jungkook, o que poderia ter sido ou o que é.

Estava cativado.

— Podíamos passar o dia juntos. — Comentou despreocupado querendo não dar tanta atenção ao assunto mas sabia que importava.

— Não, Jungkook.

— Pensei que não fugiria de mim.

— E não estou. Apenas não posso ficar com você hoje, poderia na verdade mas não vou.

— Soa muito incerto.

— Soa como deveria soar. Não atribua outras interpretações.

— Tudo bem. Por hoje espero que não haja desentendimentos, pode ser?

— Pegue a próxima saída. — É o que digo.

O caminho levava horas do nosso tempo, estas preenchidas com bom humor que aparentemente rodeava nós dois, de certa forma é impressionante por outro lado mostrava que nossa dinâmica mesmo sendo falha funcionava.

Toda redoma silenciosa não causava desconforto algum, parece acolhedor. Sendo sincera não me incomodava estar sem palavras quando eram desnecessárias.

Haviam perguntas e muitas decisões sobre como seria a situação daqui para frente porque esquecer não é possibilidade. Não haveria como esquecer as reações do meu corpo quando estivéssemos juntos, poderia manter distância mas o que aconteceria num toque desproposital?

Meu coração aceleraria, o corpo reconheceria a junção e meu olfato sentiria o perfume embriagante dele. Então explodiria.

E lá estaríamos nós, no acaso do inevitável.

— Vou abastecer, quer algo?

— Volte logo, é suficiente.

— Já sentindo saudades? — Aproximando seu rosto Jungkook deposita um selinho sobre meus lábios.

Mas logo o contato se prolonga.

Parecia tentador permanecer somente em toques curtos, mas eu não estava pronta para passar mais vontades.

— Espero conseguir sair o mais rápido possível.

— Continuarei no mesmo lugar, esperando ansiosa.

— Oh Deus!

E como um garoto apressado some de visão espremendo o sorriso tentador revigorante. Ele e seu jeito bobo de ser cativando meu coração despreparado. Essa é a graça da paixão, certo? Ser pego desprevenido.

Entretanto não tenho tempo para pensar quando o toque insistente do celular desperta minha atenção, e nesse momento é tudo que gostaria de evitar. Mas não se foge da própria vida.

— Diga.

Está em casa? — Ele pergunta.

— Não, mas estou a caminho. Por que?

Um silêncio se torna presente e logo se quebra com a pergunta feita justificando o momento.

Por que está falando assim?

— Estou normal, Jackson. Você me ligou o que podemos definir como artigo muito raro acompanhado sempre de um querer.

Me faz parecer interesseiro ao extremo, não acha? — Pela ligação ouço o sorriso fraco. — Quero vê-la mais tarde, conversar sobre a empresa e outras coisas se não te incomodar é claro.

— Você não me incomoda.

Tenho minhas dúvidas.

De certo incomodava, algumas vezes, não diria propriamente incômodo é algo perto de cansaço que as insistências rotineiras causam e uns instantes disfarçado de inconveniência.

— Não vou poder, quero passar meu dia em casa. Estou cansada.

Imagino que sim, Yoongi me contou sobre ser capa da revista Her meus parabéns querida. Você merece, embora quisesse ser noticiado não por ele.

— Desde quando são amigos novamente?

Não acho que o vínculo volte a ser como antes, seu irmão é e sempre foi meu melhor amigo. Espero que ele saiba disso, porque eu sei que para mim somos como irmãos.

— Essas palavras estão sendo ditas para a pessoa errada. Família certa, filha errada.

Meu bem você poderia ligar o carro um momento? — Jungkook aparece em visão um tanto repentino me fazendo questionar a quanto tempo estaria perto.

Como pedido, ligo-o brevemente esperando que o som não tenha sido captado por Jackson mas sua audição sempre pareceu mais aguçada do que as demais, desse modo a pergunta não é inesperada.

Quem está com você?

— Um sócio.

Seus sócios te chamam de meu bem? — Zomba. — É um nível de intimidade bastante interessante e profissional eu presumo.

— Não vejo em quê esse assunto tem haver com o que conversávamos, sendo amigável é claro.

Não pretendo ser um ex intrometido, meu bem. — Repete em deboche. — Te ligo mais tarde para combinarmos um horário.

— Ok.

A ligação se finda antes que sua resposta seja dada, não pretendia ignorar as ligações quando sabia que seriam incessantes.

Jackson e Jungkook compartilhavam uma característica bastante útil em qualquer relacionamento comigo: persistência. Ambos não desistiam quando tinham uma meta e nada indicava bons rumos se considerar que insistiam em mim. Todavia, meus planos agora incluíam um futuro variável.

Poderia mudar, de preferência que seja com o homem dos meus pensamentos presentes em cada parte.

E esse homem caminha em direção ao carro sorrindo para mim como se fosse a razão de todos os bons dias.

É Jungkook.

— Ligação importante?

— Talvez.

— Eu voltei, ganho algum prêmio?

— Bem, você demorou bastante, tempo suficiente para atender um telefonema. Acho que hoje não. — Estou sorrindo outra vez.

A frustração dele não chega porque está ocupado demais correspondendo os sorrisos que involuntariamente solto.

Nosso trajeto continua, dessa vez a mão de Jungkook repousa sobre minha coxa alternando em carícias leves e apertos fortes que aceleram a respiração. O gesto é familiar demais para ser reprimido, sabia que muito significava carinho uma demonstração desapercebida; a outra parcela pura provocação.

Eu gosto.

Minha retribuição começa sem propósito, quando o sinal fecha a nossa frente no entanto o caminho para seu membro é traçado com sutileza admirável.

Sinto seus olhos queimando sobre mim mas continuo observando o movimento pela janela, quando na verdade mordo os lábios repetidas vezes.

O acariciar é fraco, nada que pudesse de fato atiçar seu desejo mas estamos em constante provocação criando uma linha de tensão sexual enorme, dessa forma ele queima. Posso sentir seu movimentar agoniado no banco, e quando olho para si as mãos apertam o volante.

Impulsionada aperto o membro sobre a calça social, o movimento não me permite sentir sua extensão porém o pulsar responde ao estímulo.

Meus movimentos ganham força aumentando em intensidade ainda que lentos, é uma tortura para ambos. Suas reações refletem nas minhas e quando os gemidos ganham entonação eu sorrio.

— Dyana...

— Hum, quer algo?

Ele não responde, o que sai é um som esganiçado pelo movimento abrindo a braguilha da calça. Minha mão toca, as unhas passam sobre o volume evidente e desejoso sem tocar de fato.

Não quero que ele seja capaz de falar, nem de segurar os gemidos como faz.

Eu aperto a extensão explicitamente deslizando as unhas subindo e descendo, cada vez mais obstinada sobre o tecido da cueca. Jungkook apenas ofega.

A buzina nos volta para a realidade vendo o sinal verde quando nem nos damos conta, eu recolho minha mão, causando um suspiro frustrado. Tento disfarçar meu sorriso satisfeito no entanto amo a influência que tenho sobre ele.

— Entregue. — Ele resmunga chateado pelo movimento alguns quilômetros atrás inacabado.

Eu o estava enchendo de frustrações, começando e nunca de fato terminando.

— Uh, obrigado pela noite Jungkook foi tudo maravilhoso. — Digo ganhando atenção embora continue com a expressão fechada.

— Eu abro a porta pra você.

Ele quase range os dentes e talvez deveria me causar medo para quando descontasse em mim todo desejo não realizado, eu continuava desejosa.

Vendo minha casa a metros de distância respiro o ar puro, o tempo continua fechado com aparição tímida do sol. Jungkook tinha estacionado em certa distância e nosso contraste é interessante.

As roupas abarrotadas evidenciando a chuva de ontem marcando as dobras do tecido social, se não tivesse sido teimoso para aceitar outro conjunto de roupas mas permanecia atraente. Enquanto eu vestia um conjunto verde musgo de moletom e os cabelos ondulados soltos.

— Jungkook... Deixa de ser resmungão.

— Você estava me excitando Dyana, não se brinca com um homem assim.

— No momento você pareceu gostar bastante, masoquista talvez?

— Pare.

Querido — Chamo embora seus olhos continuem turvos, o carinho continua mas a chateação predomina. — eu não estava brincando, realmente gosto do fato de excitar você.

Cedendo um pouco de resistência suas mãos abrem caminho na minha cintura, encostando no carro e puxando-me para perto até estarmos colados.

— Obrigado, por tudo.

— Obrigada, pela noite, pelos beijos.

— Eu não vou esquecer nada Jungkook, pode parar de falar como se tivesse sido a última vez.

— Desculpe.

A tensão rígida sobre o maxilar se dissipa, criando uma onda de leveza descendo no corpo aconchegando mais o meu. Não gostava realmente desse sentimento que parecia ter sempre sobre mim, entretanto eu era isso desde que nos conhecemos. Incerteza.

— Te vejo amanhã, na empresa.

— Até amanhã.

Eu o beijo, outra vez, e mais outra vez seguidas de outras mais que pedem para serem infinitas. Cada novo beijo reafirma nossos sentimentos, além de trazer sensações novas em cada sabor.

O mundo não pode encontrar o que acontece nesse momento, não existe em outro universo mesmo que paralelo a junção de Jungkook e Dyana nesta realidade.

— Eu preciso ir. — Digo interrompendo o beijo.

— Tudo bem.

O desvencilhar é relutante abrindo pouco a pouco e saber que a sensação é recíproca deixa um riso bobo nos lábios. Aparentemente com Jeon Jungkook sou uma jovem inexperiente e encantada — o que nunca fui de fato.

Seus beijos são maravilhosos em medida exata em todas as proporções que amolecem meu corpo, a personalidade admirável de um homem decidido que ainda guarda o garoto jovem dentro de si. Jungkook é equilíbrio, como consegue ser também a destruição desse sem parecer ruim, é bom. Porque é ele.

Mas chegando no meu apartamento, a garota de anos atrás se recolhe por instantes tendo plena noção de voltar para uma próxima chance. Agora, não. Não é a mulher dona de empresa,  agora é a Dyana que muitos não enxergam e poucos sabem existir.

Mamãe! Mamãe!

É a Dyana mãe.

— Oie meu amor. — Digo agachando para abraçar meu bem mais precioso desse mundo.

A pessoa que move meus passos, eu doaria minha vida sem pensar duas vezes para enxergar em cada amanhecer esse sorriso, para ter o abraço caloroso no fim dos dias porque por ela tudo vale a pena.

— Mamãe, você chegou.

— Sim amor — E não existe nada no mundo igualado a esse momento. — a mamãe chegou.

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Atualização!!!

Não é exatamente uma surpresa a nossa Dyana ser mamãe certo? Algumas das leitoras já suspeitavam então para recompensar... Estavam certas (podem comentar eu sabia ninguém se ofende).

Enfim gostaram do capítulo, o love do nosso casal misturado com provocação além da parcial aparição da filha dela?

Gente eu amo essa história e de verdade me divirto demais com os comentários e outras horas estão morrendo de amores! Juro vocês são demais ❤️❤️

Eu provavelmente vou fazer um grupo no wats sobre essa história e as outras no perfil e deixar o link na minha bio Ok? Vocês gostam da ideia?

Por hoje nenis é isso.

Beijinhos ❤️

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