19. Temporal
Sons suaves começaram ao redor, nosso céu não obtinha o azul anil que tanto seria agradável mas ganhava pesadas nuvens cinzas fechando a visão ampla da pista que tínhamos e apesar de julgar a atmosfera lá fora fria dentro daquele carro estávamos quentes.
Nenhum detalhe fora dos olhares trocados importavam tanto quanto a admissão de sentimentos realizadas, subtendidas como é agora impossível dizer mais porém entendiamos bem.
Uma comunicação baseada em interpretação estava sendo firmada em todas as vezes que mantínhamos o silêncio. Aos poucos começava a entender o que queria dizer nas pausas ritmadas e ele entendia as minhas, cada vez mais partilhamos o íntimo.
— Essa é a primeira vez que você não fala comigo no contexto sexual. — Comenta.
E embora houvesse um toque maravilhado em seu tom fez o sabor na minha boca amargar de imediato. Porque na forma como falava o sentido quebrava era como se visse minhas atitudes refletidas.
Parecia que para mim Jungkook se resumia a um objeto para ser usado e deixado quando enjoasse, as coisas não eram assim muitas de minhas respostas eram baseadas em como achava que ele nos enxergava.
Egoísmo, que levou conclusões precipitadas a uma compreensão errada afinal eu nunca tinha de fato perguntado como ele enxergava o começo daquela relação. Julgava desnecessário porque não queria intimamente deixar que a resposta pudesse nos definir como mais.
Aparentemente não foi preciso sua resposta quando tinha minha conclusão.
— Não gosto quando coloca dessa forma. Parece até que você é um garoto de programa e vou te usar.
— Não estou te julgando, mas gosto de notar as mudanças eu sempre noto quando você muda comigo.
— Nem sempre.
— Talvez. — Suspira. — Nos já chegamos.
Ele desce do carro e logo acompanho-o sentindo a brisa gelada que apesar do choque me traz a sensação gostosa, nesse horário o tempo costuma carregar o frescor faltante no resto das horas.
O clima em Seul é agradável na maior parte do tempo, não temos o calor predominante nem muitas temporadas de frio extremo é um equilíbrio que gosto desde sempre.
Mais um dos detalhes que adoro nessa cidade.
Imersa em pensamentos recobro a realidade para observar a mão estendida pedindo um contato com as minhas, de alguma forma Jungkook consegue transformar simples atos em graus elevados de confiança e intimidade.
É como dizer no gesto "venha comigo, confie em mim" e nesse instante tenho plena certeza que não preciso me preocupar mas não confio em mim o bastante para deixar de pensar nos riscos.
No entanto a conclusão não serve para muito quando num breve sorriso atencioso de agradecimento estendo minha mão entrelaçando um contato.
O caminho nos leva para uma construção aparentemente abandonada, e silenciosa pergunto a mim mesma o motivo de estarmos aqui. Ele não se importa em explicar mas em seus olhos cresce a nostalgia melancólica, o sorriso molda seu rosto mas é triste como a vaga lembrança guardada em pensamento.
Respeitando seu tempo deixo que sinta-se preparado para conversar comigo, o momento entretanto não chega continuávamos a andar subindo degraus precários chegando ao terraço que não é mais bonito que os outros pedaços; parece significar algo para Jungkook.
A vista é composta quase por completo pelo verde das árvores com poucos metros de distância, tornando difícil enxergar as luzes da cidade porém poderia apostar que em noites estreladas seria um belo lugar embora estivesse condenado a desmoronar.
Mãos nos bolsos, braços encolhidos e aquilo que posso identificar como pesar, vislumbrando de longe não parece o homem que passa horas em minha empresa, é como o nuance pessoal e mesmo sem certeza me sinto grata por compartilhar desse lado.
— O tempo esfriou de repente. — Calafrio percorre a espinha mas considero a sensação gostosa por enquanto.
A predisposição dele é escassa de modo que não vejo outro modo a não ser perguntar suas razões, portanto tomando considerável fôlego eu pergunto:
— Por que estamos aqui?
A indagação engasga parando na garganta de Jungkook que arranha em pigarros e tosses falsas preparando-se, e essas atitudes nos fazem perceber que até o homem mais bem resolvido tem problemas e frustrações que arrancam a fala; que pedem um momento para serem ditas sem rasgar.
Todos temos assuntos que não conseguimos dizer em voz alta, eles nos engasgam ao ponto de sufocar restringindo nosso ar e as vezes quando somos incapazes covardemente de tentar verbalizar morremos com coisas precisando ser ditas.
Mas não é o caso dele, olhando atenta é um aprendizado que mesmo trazendo lições toca-o pessoalmente.
— Esse lugar foi o meu primeiro fracasso. — A palavra vem em tom firme e noto como é estranho para si.
— Seu fracasso?
— Quando eu era mais jovem tinha muitos sonhos e não pensava bastante no planejamento necessário deles, aqui era para ser uma filial de doações e garantiria o emprego de pessoas que vivem mais afastadas da cidade, foi meu primeiro projeto inexperiente. — Suspira passando os dedos pela barra de ferro desgastada e consumida pela ferrugem. — Fiz investimentos que eram bons a princípio mas não o bastante para garantir a segurança de todos os operários, eles também eram da região.
— Você desistiu? Me parece uma ideia maravilhosa e que daria oportunidades para várias pessoas.
— Meu pensamento na época era exatamente assim. Appa deixou tudo sob minha responsabilidade, três meses antes da finalização ocorreu um acidente a perícia tinha deixado passar uma instabilidade no solo que acarretou em alguns operários feridos. — Ele se aproximou da mureta apoiando os braços nela e olhando ao redor. — Depois disso houveram outros problemas mais, muitos gastos e infelizmente minha autorização foi retirada, a área é novamente do governo e não posso fazer um requerimento por causa do histórico.
Eu me calo impressionada, não que a história fosse incomum muitos empresários iniciantes comentem erros mas a forma de falar soa como um sonho permanentemente vivo temporariamente frustrado.
— Por que me trouxe aqui?
— Não sei. Eu ainda venho aqui as vezes, pensar em quais decisões tomar relembrar do meu eu naquela idade, queria ajudar as pessoas daqui e algumas ficaram machucadas. Mas é um sonho, tem uma senhora que mora nessas áreas bastante adorável, conversava com ela sobre melhorias de acesso.
— Você pode fazer tudo isso, não necessariamente nesse lugar Jungkook, em qualquer outro. — Incentivo pensando que alguns pensamentos devem tornar-se realidade.
— Aqui também foi a primeira vez que tive medo de fracassar, de errar outra vez e prejudicar alguém.
Movida pelos recentes sentimentos que causa abraço-o envolvendo meus braços ao redor da cintura e permanecendo sentindo seu calor ou o modo como o desregular se embaralha.
Eu poderia jurar ouvir seu coração bater mais potente no entanto a respiração atrapalhada evidencia muito, o contato continua quando penso não querer soltar.
No momento ele só precisa desse abraço, precisa compreender que é comum ter medo de errar e acabar machucando as pessoas em volta. Se Jungkook pudesse enxergar meus medos acharia graça da preocupação desse, se ele pudesse me olhar anos mais nova não veria essa mulher.
Ele enxergaria uma garota aceitando não ser capaz por medo de tentar e comprovar que todas as falas alheias eram pura verdade, a garota que não quer se frustrar com impossibilidades mas continua a sonhar sem querer.
Eu fui aquela garota.
Portanto a empatia, a compreensão vinha de vivências sentidas. Não estava deduzindo como se sentia, eu sabia por em um passado distante ter sentido também.
— Não estou te abraçando por pena Jungkook, eu acredito em você como sei que acredita em si mesmo. — O aperto aumenta gradativo ganhando o acariciar dele que deposita os braços sobre os meus. — Falhar uma vez não dita suas próximas tentativas, você adquiriu experiência e essa ideia é maravilhosa.
— Eu tenho experiência em divulgações, fazer contratos ou mostrar as pessoas que elas precisam de algo, não em um projeto feito completamente do zero.
— Todo homem precisa se desafiar um dia, esse é o seu desafio.
Ele suspira em concordância imprecisa.
— Nunca vai saber se não continuar tentando.
Enquanto sentia impossível desembrulhar nossos corpos as respirações tornaram-se iguais com cada palpitar sincronizado, éramos feitos perfeitamente para esse encaixe consistindo em sermos correspondidos.
Por muito tempo aquelas sensações eram destinadas a outro alguém, mas nada acontecia como no relacionamento passado. Todas as sensações injetavam adrenalina transformando pequenas coisas em grandes feitos, porque de alguma forma eu sei que não é comum sentir-se assim, não com qualquer pessoa.
Reações planejadas e direcionadas para acontecer com raridade certa, você entende que é a comunicação pré-estabelecida, por que de que outra maneira seu corpo pode reagir sem permissão?
O barulho do trovão assustou nos dois repentino, meu sobressalto poderia causar risadas se a chuva não tivesse começado a cair, nos saímos imediatamente mas antes de chegar no carro estávamos encharcados com tamanha força.
Não era surpresa desde que o tempo não se encontrava dos mais límpidos e adoraria tomar um banho de chuva em qualquer momento que não fosse este.
As roupas grudavam no corpo como segunda pele, entretanto estávamos ocupados demais para reparar nas aparências drásticas que adquirimos.
— Vamos para casa. — Ele resmunga alto batendo com força a porta do carro.
— Não, não vamos é perigoso.
— Tudo bem vamos dormir no carro, ah esqueci não é nenhum pouco confortável para duas pessoas num temporal.
— Me deixe dirigir. — Já elevando meu corpo para frente querendo trocar, peço.
— Não, eu vou nos levar para casa.
— Jeon raciocínio lógico são provavelmente quatro horas de viagem considerando o trânsito e o perigo de derrapagem. Acredite quero ir para casa tanto quanto você mas nesse tempo não tem condições. — Faltando argumentos plausíveis ele se cala. — Agora seja um bom garoto e me deixe dirigir.
O comentário parece deixá-lo perplexo porém não menos obediente e ainda que a contragosto deixa o carro para mudar o lado enquanto o único movimento que faço é passar para o outro banco.
As ruas escuras me incomodam um pouco irritando minha visão. Ter noção da expressão emburrada do acompanhante é suficiente para que cresça um riso debochado.
Eu gostava tanto de provocar ele quanto ele a mim.
Somos recíprocos em quesitos fáceis — se considerar que sexo não era um tabu envolto de regras arcaicas para nós. Sobre outras emoções as palavras fugiam de controle com nenhum preparado para tal, tanto para conversar como emocionalmente.
Podemos colocar na balança que não se conversa na incerteza dos sentimentos, não se diz sentir sem antes cravar a certeza, por essa e outras razões esse tópico é dispensável, por hora.
— Para onde vamos? — Indaga e noto o modo birrento de falar.
— Eu disse que tinha um chalé/casa nessa região, vamos ficar lá.
— Certo, maravilhoso, ótimo.
— A criança mimada precisa de doce? — Comento e nem um minuto se passa sem que comece a rir de sua expressão.
— Não sou uma criança mimada, sou um homem bem crescido com raiva proporcional ao momento. — Novamente estou sorrindo.
Existe algo muito atraente nele com raiva, talvez seja por ter uma aparência bastante juvenil mais que no normal ou possa ser a forma atraente do maxilar travado mostrando sua irritabilidade.
Mas tinha um quê me lembrando do gênio prematuramente forte de alguém.
— Agindo assim você parece a...
Meu corpo tenciona e perto da língua a frase morre nos lábios mordidos sob a temperatura cálida destes.
— Você estava prestes a me comparar com alguém. — Nota curioso esperando a continuidade.
— Esqueça, ia quase repetindo uma frase frequente da minha mãe. — Entretanto é a única resposta que ofereço.
— Algum problema em me dizer o resto da frase?
— Nenhum. — Sucinto.
— Mas ainda assim não vai completar. — Com sua conclusão acertiva, Jungkook completa.
— Você pode me interpretar muito bem quando quer.
— Correção: eu posso te interpretar muito bem quando você deixa.
Mas eu não estava disposta a discutir o assunto, de modo que perguntei-me se inconscientemente tivesse ficado expressiva em relação a menção da comparação.
Aquele assunto é sem dúvidas sem brechas para muitas pessoas, Jungkook nesse quesito não entra como exceção. Eu posso aparentar muitas coisas entretanto sempre sou discreta e na maior parte do tempo fechada, agradavelmente desviando de perguntas ou temas pessoais.
E embora não comente minha vida pessoal com ele sinto com frequência a vontade de fazê-lo, o que acarreta frases incompletas.
— Acho que é aqui. — Solto tentando falha enxergar.
— Acha? É sua casa e você acha que estamos no lugar certo?
— É um chalé. — Corrijo.
— Então provavelmente é o lugar errado porque parece mais uma casa do que um chalé, meu bem.
— Tudo bem, eu posso muito bem verificar. — Retiro o cinto e antes de abrir a porta seu braço me impede.
— Vai se molhar e acabar ficando resfriada.
— Querido, olhe para mim. — E como se estivesse me despindo, ele olha. — Estou molhada e de qualquer forma precisamos entrar, se molhar é inevitável.
Os arrepios ficam mais fortes quando a rajada de vento se intensifica, nessa altura estou completamente molhada mais que antes se isso pode ser possível. Corro com cuidado para perto conferindo entre as outras casas se é realmente a minha e na fechadura destrancada tenho certeza que sim, é meu chalé.
A região não oferecia perigos trancar tornou-se desnecessário se contar também a pessoa que deixava tudo organizado em períodos regulares.
Desequilibrando-me dos saltos largo-os para entrar com tudo escuro e pegar toalhas. Novamente na porta espero que Jungkook venha, enquanto move o carro para coloca-lo fora da pista e logo depois estamos os dois na varanda.
— Pegue. — Entrego-o a toalha. — Seque-se o máximo que conseguir por favor.
— Sim senhora. — Responde, mas não se movimenta continua a olhar.
Jungkook permanece olhando, e parando para deixar a toalha cair levemente entre meus braços reparo na visão que tenho como ele faz.
A transparência da blusa social oferece visão de seu corpo, a pouca luminosidade entretanto não deixa muito aparente, em seus olhos vejo fascinação correndo rápido para influenciar sua respiração que se torna frágil.
As bochechas ganham enchimento no passo que seu sorriso cresce, os cabelos ganham formas diferentes bagunçando-se e penso como poderia trabalhar todos os dias daquela forma e ainda parecer uma miragem irretocável.
É impossível ignorar o temporal a nossa volta todavia ele não parece prestar atenção como antes fazia, estava calmo, sereno.
— Seus cabelos são ondulados, quase cacheados. — Repara passando o dedo entre os fios e voltando para meu rosto.
— Assim como os seus.
— Estamos falando de você.
— Não estamos não.
— Bem, agora estamos.
O toque fraco se intensifica pressionando abrindo pouco a pouco meus lábios, pouca atenção é dada pois continuamos travando um contato de nossos olhares. Ele sempre parece querer dizer algo a única diferença entre nossas vontades é que Jungkook verbalizada as suas.
Sua sinceridade é admirável, e como tola que sou permito que seja somente Jungkook a dizer.
Não dizer não torna as coisas menos recíprocas.
— Antes desse temporal, eu estava prestes a te agradecer por tudo que disse na construção. — As carícias desceram rumo ao meu pescoço, circulando a área. — Eu acho que entendo agora porque te levei lá.
— Por que? — Eu sussurro impressionada com a falta de firmeza.
— Aquele lugar me ajuda a tomar decisões, eu estava precisando tomar uma e agora tenho minha conclusão.
— Que é?
Um passo, e estamos mais próximos que antes.
Outro toque que se prende a minha cintura, não é forte, não é possessivo. A mão permanece parada um gesto sem malícia qualquer e a leveza impressiona.
Uma respiração mais forte e a ansiedade começa aumentando o ritmo cardíaco pela curiosidade que o prolongamento do silêncio causa. Não é incômodo que estejamos sem palavras desde que esse estado se torna mais frequente.
Entretanto é a antecipação que nos faz hiperventilar, e gostaria que essa sensação pudesse pegar meus minutos breves e se tornasse eterna.
— Eu penso muito em nós dois sei que também pensa embora negue. Mas a questão é se realmente vale à pena correr o risco como você mesma disse.
— Sim, eu penso em nós.
Assumo ganhando um sorriso.
— A minha decisão é que... — Ele me olha. — eu quero você, não importa o tempo que demore sua decisão, mas importante quero correr o risco que investir em nós causa.
— Que risco seria esse?
— Você decidir que para você não vale a pena se arriscar nesse relacionamento, precisamos de tempo estou praticamente me colocando a sua disposição.
— E eu preciso fazer o mesmo, deixar que entre na minha vida, que me veja como sou até as partes ruins.
— Reciprocidade.
As coisas não eram claras admirava a facilidade dele tornar nosso caminho mais fácil para se trilhar, eu sou a complicação em pessoa e poderia ser a junção certa do universo.
Porque éramos compostos diferentes que se encaixavam em tantos questões, não tinha certeza se queria todas as consequências. Sabia que queria Jungkook, queria que pudéssemos muitas coisas mas vinha outras relações outros detalhes.
Ele enxergava a minha indecisão.
Aproximo findando o contato que ambos queimam para desfrutar por tanto tempo.
Impedida pela consciência inconveniente meu corpo retesa nervosamente com o gosto que quer sentir.
Os olhos gritam no desejo inabalável tomando mais vontade a cada contato estabelecido como a última camada de privação.
Seus lábios formigam sem a junção, o corpo acende de forma impressionante que passa lampejando pelos olhos dele.
— Você pensa demais.
É quem junta os lábios é Jungkook.
Ele me beija.
Não é nada mais que um pressionar leve causando tantas sensações antes descritas impossíveis nesse singelo toque. Mas envolve seu corpo como nenhum selar provocou, é intenso.
Incapacitada de entregar-me como deveria afasto antes que o restante de sanidade se rompa por completo, minha consciência se torna nossa barreira.
Ele pede em um murmúrio mas não posso fazer isso, não sem antes esclarecer tudo, eu sinto uma vontade descabida de deixa acontecer e de certa forma estou presa porque não é justo.
— Desculpe. — Peço sôfrega demais para raciocinar com clareza.
— Não posso dizer que estou alegre, porém minha decisão continua a mesma. Ainda somos nós.
— Deveríamos entrar, está ventando bastante e ainda estamos molhados.
Suspirando sou amparada pelo meu próprio equilíbrio quando se desvencilha de mim, entendo a necessidade de distância que causa a atitude porém não posso deixar de sentir sua ausência.
Há uma razão maior que qualquer incerteza que carrego, o coração consegue ser mais inteligente que nosso cérebro algumas vezes. Pois enquanto minha cabeça continua imprecisa ele se decidiu a muito tempo.
— Jungkook — Ele para olhando carinhoso e quase desmonto. — não preciso me decidir, na verdade preciso mas tenha certeza... eu também quero que fiquemos juntos.
É ele que meu coração quer, essa é a decisão que não precisa ser tomada porque nunca esteve em dúvida.
━━━━━━━༺۵༻━━━━━━
Atualização!!! Gostaram do capítulo, o que acham?
Não tivemos um beijão mas teve um selinho bem nenis 😄 e não esse não é o beijo que prometi, vai sair fiquem calmas.
Jungkook tem suas frustrações e essa significa muito pra ele, ladinho emocional do neném e prestem atenção porque vai ser usado futuramente na história.
Sobre o próximo capítulo: Abaixa que é tiro!
Sim o próximo capítulo está pronto completamente no entanto não faço ideia de quando vou soltar provavelmente vou avisar previamente nos avisos então fiquem ligados.
Enfim é isso!
Beijinhos ❤️
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