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Prologue

AVISO: Essa fanfic é baseada na música "Wasabi" do grupo Little Mix. A letra vai aparecer nos próximos capítulos, então caso se perguntem de onde vem, é dessa música. E se pesquisarem a tradução dela, podem ter uma noção do que a fanfic vai apresentar futuramente.

Boa leitura!

...

- Nesse novo ano letivo, muitos novos alunos se juntaram a nós, como de costume. Novos talentos que trarão novos desafios durante sua longa jornada de treinamento na estrada pelo reconhecimento.

O diretor do colégio Hwandoh, uma instituição para prodígios das artes, concentrado em aspirantes das áreas de dança, canto, rap e composição musical, estava repetindo no início de mais uma ano aquele famoso discurso inspirador para os novos alunos durante a cerimônia de boas vindas.

Depois de estudar aqui por 12 anos e ter crescido escutando as mesmas palavras de Shin Hwandoh, o diretor e dono da instituição e grande produtor musical, me surpreendo por nunca achar maçante ouvir sempre as mesmas coisas. Na verdade, acho o diretor Shin um homem muito inspirador e carismático, então não consigo ignorar as palavras dele. Ao invés disso, repito cada uma delas na mente junto com ele, e sorrindo, esperando por um bom ano de tranquilidade e boas experiências construtivas. Ou ao menos é o que eu espero ter.

- Cada um de vocês tem o potencial necessário pra alcançar o topo. São todos igualmente talentosos e eu, Shin Hwandoh, tenho certeza de que terão seu tão esperado momento de brilhar. Nunca esqueçam que somos todos aspirantes do sucesso. Quero dizer que estamos na mesma situação. Somos iguais. Todos merecemos chances. E vocês terão. Não se esqueçam do grande prêmio de fim de ano, o show final no qual um ou alguns de vocês terão a oportunidade de mostrar suas individualidades ao mundo em uma grande performance. Então treinem ao máximo, explorem suas habilidades, marquem as pessoas com seus talentos, e dessa forma terão uma grande plateia até o fim desse período. Desejo a todos vocês um excelente ano... - Senhor Shin Hwandoh diz, contente.

- ...e sejam a próxima constelação no céu. Porque aqueles com talento tem brilho demais para apenas uma estrela. - Repito agora baixo, mas falando de fato. E então é o fim do discurso.

Depois disso, os calouros sobem ao palco onde antes estava o diretor para a apresentação obrigatória de todo novo aluno. Alguns dançam, outros cantam, e eu e minhas amigas ficamos na frente do palco, sentadas em uma mesa.

- Não consigo me esquecer da minha vez, 5 anos atrás. Eu não sabia dessa apresentação obrigatória. Fiquei em pânico. Eu era muito tímida. Comecei a querer voltar atrás com a ideia de vir estudar aqui. Mas fico feliz que consegui. - Rosé diz. - Como você teve coragem, Kali? Acho que sempre foi confiante com essas coisas.

- Não me lembro bem. Quando eu entrei, eu era muito novinha. Se não me engano, não fazem a mesma coisa com os mais novos. Acho que não é obrigatório. Não devo ter feito. Mas o que me lembro bem foi da primeira vez que subi no palco. Eu tinha 8 anos. Dessa vez não teve saída e eu fiquei um pouco tensa. Mas acho que como uma criança meio hiperativa eu acabei mais empolgada pra me apresentar mesmo. - Digo, tentando lembrar de 10 anos atrás.

- Eu era bem nova também. Conheci a Kali nesse dia, quando ela se apresentou na cerimônia de boas vindas. Eu era aluna nova e ela tava aqui a dois anos já. Me apresentei antes dela. Mas somos as únicas que entraram tão cedo mesmo? Kali tem 12 anos aqui. Rosé faz 5 anos que se juntou ao colégio. Eu entrei fazem 10 anos. E Ryujin fazem 6 ou 7, não é? - Soojin pergunta. Ryujin fica em silêncio por um breve momento.

- Acho que...7? Não lembro. Me esqueci. Mas deve ter sido por aí. - Ryujin responde.

- Vocês três me surpreendem muito. Eram tão novas e tão corajosas. Eu tive tanta dificuldade e ainda preciso melhorar muito. Me incomoda o quanto destoamos uma das outras. Queria poder fazer melhor. - Rosé parece triste enquanto fala, mostrando esse lado inseguro dela que só nós três temos chance de realmente ver desabrochar fortemente quando estamos juntas.

Me inclino pra frente pra encostar em seu ombro e tentar falar com ela que não era como ela dizia, mas sou interrompida por um pedaço de papel amassado que atinge a cabeça dela.

Olho na direção de onde ele veio. Uma mesa logo atrás de nós. A mesma merda de grupo que está sempre perseguindo a gente. Três garotos. Min Yoongi, que estava observando com um olhar sério, Kim Seokjin que devorava um prato de strogonoff que serviram na cerimômia, e Park Jimin. Esse último infeliz nem disfarçava. Estava olhando pra mim com um sorriso no rosto enquanto apoiava os dois pés em cima da mesa. A cara da culpa. O pior tipo dela. Que se orgulha de ser um cabaço dos infernos.

Respiro fundo. Ele não vai ter o que ele quer.

Olho para Rosé novamente. Ela tinha desamassado o papel pra ver o que era, e era um panfleto de algum show local de um artista pop qualquer. E atrás estava escrito "peso morto". A mesma porra de apelido que sempre usava pra tirar uma com a cara da Rosé. Reparo o rosto dela triste e vermelho. Estava constrangida e isso era óbvio. Pego o papel da mão dela, amasso novamente e fico segurando, me apoiando em cima da mesa em seguida. Soojin observa Rosé preocupada e segura sua mão.

- Ignora esse corno, Rosé. Você não é um peso morto. Sua voz é linda e você acompanha a gente na dança super bem. Eu sei que você ainda precisa melhorar a presença de palco por causa da timidez, mas você tem muito talento nesse corpo. Não deixa isso e esse imbecil te desanimar. - Ela diz.

- Esse garoto é um problema mais do que óbvio e eu não entendo a razão do Yoongi e do Seokjin andarem com ele. O que tem de interessante nesse garoto? Eles dois não são tão ruins. - Ryujin cruza os braços enquanto observa a mesa deles.

- Tem maluco pra tudo nesse mundo, Ryujin. - Olho pra mesa deles novamente e percebo que o Jimin não estava mais olhando pra gente. - Gente, olha só. - As meninas me dão atenção e logo pego a bolinha de papel e jogo na direção dele. Ela bate bem na sua cara enquanto falava. Dou risada, e as meninas me acompanham.

Jimin olha pra mim parecendo puto e se levanta da cadeira, vindo na nossa direção.

- Ih, pronto. Ficou nervoso. - Ryujin ri ao dizer.

- Você acha isso engraçado? - Ele diz, e tenho certeza de que está falando comigo, mas não olho pra ele.

- Acho. - Fico comendo enquanto falo.

- Deveria aceitar bem o presente das pessoas, Kali. E aliás, isso não era pra você. Era pra Rosé. - Ele diz, colocando a bolinha bruscamente na mesa, na frente dela. Olho pra bolinha.

- Qualquer coisa vinda de você pra gente é lixo. - Dou um peteleco na bolinha e ela vai parar no chão. Ele vai atrás, pega e coloca em cima da mesa de novo, dessa vez segurando ela no lugar.

- Não adianta jogar no chão. A verdade continua a mesma. O grupinho de vocês nunca vai ganhar nenhum prêmio, muito menos o show final, se tiverem alguém como ela com vocês. Ela não serve pra nada com essa presença de palco. Parece que está morta. - Ele diz, dando risada.

- Obrigada pelo feedback, mas eu não pedi. Você não é fiscal de talento, Park Jimin. Vai se perder em algum lugar. - Digo, ainda sem olhar pra ele diretamente.

Estávamos todas sérias e putas a esse ponto, como de costume. Afinal, ele sempre vem, fala alguma gracinha e não se dá por vencido até ficar completamente sem argumento. E é pra isso que eu to aqui. Enquanto eu estiver aqui, esse garoto não sai por cima mas nem fodendo.

Noto pelo canto da visão que ele parecia não ter gostado da resposta. Ele muda seu peso de um pé pro outro, e mexe no cabelo. Tira a mão da bola de papel. Sinto que ele se curva e se aproxima mais de mim. Pego meu refrigerante e bebo sem me preocupar com o que está por vir. Como em todos os anos desde que ele entrou nesse colégio, ele demonstra a implicância dele especialmente comigo de todas as formas possíveis. E é por isso que eu faço questão dele não ter uma reação minha. Com raiva ele não vai me ver.

- Não adianta se esconder atrás dessa carinha bonita a vida toda e fingindo que tem algum talento. Porque nenhuma de vocês tem qualquer chance de sobreviver esse ano. No fim, vocês vão acabar expulsas e sem carreira. Enquanto eu vou ter o meu sucesso. - Ele diz, perto do meu ouvido e meio baixo, mas algo a suficiente pra todas ouvirem.

Finalmente viro o rosto pra ele e o olho nos olhos. Começo a falar ainda mais baixo que ele.

- Então você me acha bonita, Park Jimin? - Sorrio e chego mais perto do rosto dele. Jimin se segura no lugar, cometendo o erro de transparecer um mínimo de nervosismo. - Own, que gracinha. Não esperava que logo você seria um admirador. Mas acho que faz sentido. - Olho pros lábios dele de propósito e vejo que ele percebe, transparecendo mais nervosismo. -  Infelizmente não posso dizer que acho a mesma coisa sobre você. - Digo a última frase sem falar baixo como antes e dou outro peteleco na bolinha de papel, agora desprotegida de novo. Ela vai parar no chão novamente e ele olha pra ela. - Agora vai pegar a bolinha, cachorrinho. E some.

Me desaproximo dele e volto a comer. As outras meninas parecem relaxar um pouco mais, e acho que chego a ver Rosé feliz novamente.

Demora um pouco, mas Jimin finalmente desaparece de perto da nossa mesa.

- Pra um garoto implicante, ele é um bom mascote.

Soojin diz.

- Não, é? Faz graça pra ter atenção e até pega bolinha. E aparentemente tem o apego pela dona. Apesar de demonstrar de uma forma estranha. - Respondo.

- Pegou pesado falando que não acha ele bonito. Já que todas concordamos que ele é, só é um idiota. - Rosé diz.

- Com certeza. - Soojin diz.

- E muito talentoso. - Ryujin completa.

- Mas não merece elogios. Um desperdício mesmo. - Continuo. - Não vai ganhar elogios meus até se tornar um bom menino. - Dou risada.

- Acha que se ficar brincando com ele assim, ele vai ceder? - Ryujin pergunta. - Ele parece do tipo brat. Aqueles bem pentelhos. Vai dar trabalho.

- Bom, trabalho ele já dá. Entramos na escola na mesma época e sempre foi assim desde então. Mas é divertido ver ele tentar me irritar e falhar miseravelmente. Se ele acabar domado, é lucro. - Rio enquanto mastigo.

- Espera, você vai mesmo fazer isso? Eu tava zoando. - Ryujin debruça na mesa, curiosa. - Mas adoraria ver isso.

- Se ela fizer eu vou ficar de camarote assistindo. Esse babaca mereceria cada segundo. - Soojin demonstra profundo interesse.

- A alma de vocês três é sombria e maldosa e eu gosto disso. - Rosé olha pra cada uma, chocada e sorrindo.

- Vocês querem mesmo? Eu posso fazer. Pra ser sincera, acho que ele daria um bom sub. Mas eu precisaria procurar saber das preferências dele. Não quero violentar ninguém. - Dou risada.

Paro pra pensar por um segundo. Tenho uma ideia.

- Lembram que o Jimin queria montar um grupo pra tentar ganhar o show esse ano? - Pergunto. Soojin parece confusa e não saber do que eu estou falando, Ryujin fica uns segundos pensando e Rosé é a primeira a falar.

- Um grupo de sete garotos. Não era alguma coisa assim? - Ela diz.

- Isso! Enquanto eu procuro saber sobre as preferências dele sem demonstrar interesse, por que não montamos nosso próprio grupo de sete e provocamos ele? Seria ótimo também porque poderia aumentar muito a nossa popularidade. - Digo, Soojin parece bem interessada.

- Eu to dentro pra caralho. - Ela diz e coloca a mão no meio da mesa e eu em cima da dela. Rosé olha nossas mãos, apreensiva.

- Bom, dizem que sete é um número de sorte. E muitos grupos de sete saíram fazendo sucesso daqui. Vão dar atenção pra gente. Não custa tentar. - Ryujin diz e une sua mão as nossas. Olhamos pra Rosé.

- Pessoal...eu não sei. E se eu estragar as coisas? Vamos ser muitas e eu sou toda tensa. Vou acabar atrapalhando. - Ela diz.

- Rosé, você está com a gente. Somos suas amigas. Vamos ajudar você pra você conseguir mostrar o que tem aí dentro pro mundo. Todo mundo vai ver que você não é um peso morto. Não se deixa intimidar. Você é incrível e todos verão isso. - Digo.

- Hm...bom, eu...tudo bem. Eu vou tentar. Acho que juntas podemos conseguir. - Ela diz, com um meio sorriso no rosto.

- E aqui nós desafiamos o futuro. - É a última coisa que digo antes de finalmente começarmos a falar do nosso novo projeto.

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