Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

100ºCapitulo

Músicas do capitulo:

-Ed Sheeran- give me love

-The fray- our last days

-The fray- run for your life

-The fray- Trust me

-The fray- Syndicate

-Gothic Storm- Whisper of hope

*todas as músicas foram ouvidas por mim enquanto escrevia, mas a ler é mais rápido, então escolham as que querem ouvir.

Tudo o que eu podia sentir era satisfação enquanto eu conduzia a Soph para dentro do apartamento. Os nossos lábios selvaticamente entrelaçados e as minhas mãos a prenderem a sua cabeça, quando eu acho que nada me pode fazer ama-la mais, ela avança contra mim e beija-me, beija-me mesmo fodace.

Eu fecho a porta atrás de nós com força e encosto-a nela. Eu pressiono o meu corpo no dela ainda com mais força, e roço-me nela, movimentos pequenos que tem um grande efeito nela. Ela simplesmente abre a boca, mas apenas um gemido rouco sai, levando a minha excitação para um nível bastante mais elevado. Fodace.

Eu chupo e beijo o seu pescoço e tudo o que quero é controla-la, controla-la na cama porque não a posso controlar de mais nenhuma outra forma. Ela é o meu tudo e eu não consigo evitar que também preciso de me centrar nela de vez enquanto.

Eu sinto-me ficar mais duro, e ergo as suas pernas em torno da minha cintura, os meus dedos pressionam a carne das suas coxas com força, enquanto ela puxa o meu cabelo num apelo desesperado e eu me viro e caminho com ela até ao sofá, onde nos deixo cair a ambos. Eu tiro-lhe a camisola, num ápice e as minhas mãos estão nos seios dela, eu aperto com força, apenas para a testar, e embora eu saiba o, quão sensíveis eles são, eu gosto da sensação de maciez contra a pele áspera das minhas mãos. E embora eu a magoe um pouco eu sinto a excitação dela. Eu livro-me do soutien e eu tenho livre arbítrio para fazer o que eu quero com ela. Merda isto é tão bom, eu a controlar o que eu vou fazer a seguir.

Eu envolvo o seu mamilo na minha boca, e eu massajo com a minha mão o outro. Os gemidos que eu recebo são melhor do que qualquer outra coisa que ela possa tentar dar. Eu adoro satisfaze-la, eu não posso conter a minha excitação dentro das minhas calças, e tudo o que eu quero é enterrar-me nela por quanto tempo eu possa.

-Harry...- o meu nome a sair dos seus lábios.

-sim?- eu apenas digo, a minha boca ainda contra o seu mamilo.

Ela não me deixa terminar a frase e em uma questão de segundos ela rebola-nos para o chão, as minhas costas batem no tapete felpudo e eu arfo. Eu sinto os beijos dela no meu pescoço e sei que vou ter que partilhar o poder com ela apenas por esta noite. Eu vou ter muitas noites, eu vou poder fazer o que eu quiser até eu querer. Ela é minha.

Ela chupa a pele do meu pescoço e caralho se não é bom, se não ótimo. Ela puxa a minha camisola pela minha cabeça e eu ajudo-a. Ela passa as mãos por todo o meu torso e em tempo recorde ela beija-me em todo o meu peito. Ela passa o seu polegar pelo meu mamilo e eu sinto-me ficar ainda mais duro com os toques descuidados que ela me dá. Fodace, estou por um fio e ela não para. Sinto quando as mãos dela alcançam o meu cinto e eu sei o que ela vai fazer, mas eu não a vou impedir. Ela rapidamente arranca as botas dos meus pés e eu inclino-me sobre os cotovelos para a ver. Ela passa as minhas calças pelas minhas pernas e eu sorrio com a determinação dela em deixar-me nu.

Quando eu estou em boxers, ela meio que me aperta. A minha respiração sai pelos meus dentes e eu estou dividido entre o prazer, e a dor de estar tão necessitado por ela, mesmo que eu a tenha tido esta manhã parece não ser o suficiente para mim.

Ela puxa os boxers para baixo, e eu lembro-me do facto de ela apenas ter feito isto uma vez, e que por acaso não correu tão mal assim.

Os meus pensamentos quebram-se quando eu sinto a sua boca esperta ao meu redor. Em cima e em baixo, a sugar a parte mais sensível de mim.

Eu perco a força nos meus braços, mas eu ainda não vou fazer barulho, eu vou ser o mais silencioso que a boca dela me permita.

-fodace...- eu solto baixo.

Eu olho para ela, ela não para os movimentos, apenas para me deixar ainda mais necessitado. Ela apenas parece aumentar, enquanto ela chupa ao meu redor, eu quero para-la, eu quero mesmo, mas fodace se não é bom.

Ela arranha-me com os dentes e eu sei que se eu não a parar eu vou vir-me na boca dela.

Eu agarro a cabeça dela, eu puxo-a para cima. Ela tem os lábios vermelhos, e eu beijo-a, chupando os seus lábios, eu sinto o ligeiro travo salgado que me indica que eu estive perto de falhar a minha missão.

Eu viro-a no chão e fico por cima dela, o meu caralho a arder como tudo, pronto para irromper por ela. Eu desabotoou os botões das calças dela enquanto eu a beijo, quando eu largo os seus lábios eu desço os meus beijos. Eu beijo o seu pescoço, o seu mamilo, a sua barriga. Eu deixo pequenos chupões na sua barriga, e eu giro a minha língua o seu umbigo.

Eu avanço para baixo e eu liberto as suas lindas pernas da ganga envolvente. Eu volto a meter-me em cima dela, eu beijo-a novamente, mas antes de eu poder fazer o que eu quero, eu tenho de ver o, quão pronta ela está. Eu deslizo a minha mão pela lateral do seu corpo, e eu enfio a minha mão dentro da sua restante roupa interior, e massajo o local e eu encontro-o surpreendentemente molhado e pronto.

-estas molhada para mim amor.- eu sussurro ao seu ouvido num tom de voz rouco.

-sim...- ela geme.

O seu cabelo agarrado á sua cara em suor, e eu apalpo as minhas calças no chão. Eu vou ao bolso de trás e eu agarro o pequeno pacote quadrado no escuro. Eu rasgo-o com os meus dentes, e eu apoio-me nos cotovelos, um de cada lado da cabeça dela. Ela tira o pacote da minha boca, ela sabe o que tem a fazer a seguir, ela leva a mão até entre nós, e desliza-o por mim, fazendo suspirar e tremer. Fodace para a inocência dela.

Eu levo a minha mão direita ao lado direito das cuecas dela e eu enrolo o tecido fino da lateral no meu polegar, rasgando-as.

-Harry! – ela arfa em choque, e zangada.

Eu não espero mais, e lanço-me para ela. A sua voz extingue-se e ela abre a boca, á procura de palavras, mas nada sai, ela não tem som. Eu volto a recuar nela e ela grita com o impacto que eu dou a seguir. Eu tenho ambos os meus cotovelos dos lados da cabeça dela enquanto avanço sobre ela, a sentir o, quão apertada ela continua.

Os pensamentos são porcos, enquanto eu me balanço para fora, e para dentro. Fodace para o quão bem sabe senti-la apertada ao meu redor, eu não podia querar nada melhor ao fim deste dia de merda, do que me enterrar nela, e vê-la desfazer-se por de baixo de mim.

Ela arqueia as costas e volta a gritar o meu nome, eu rodo as minhas ancas sobre ela, na esperança de encontrar o seu ponto doce novamente, e quando eu sinto o tremer das pernas dela na minha cintura, eu sei que o encontrei. E eu avanço mais depressa e com mais força, pronto para a levar.

Pequenos suspiros deixam os meus lábios enquanto eu caminho nela, e eu sinto quando ela se agarra mais a mim. Ela morde o meu ombro na esperança de não se fazer ouvir, mas eu quero mesmo ouvi-la.

-deixa-me ouvir-te amor, deixa-me ver o quão necessitada de mim estas.- Eu rujo no ouvido dela, eu preciso que ela faça isto antes de mim.

E então ela está a gritar, e eu sinto o seu interior a pulsar contra mim, a esmagar-me enquanto segundos depois dela eu me venho.

Eu deixo o meu peso sobre o dela, e sinto que neste momento estou drogado com a droga mais poderosa de sempre. Ela.

Eu nunca pensei que eu me conseguisse apaixonar depois de todas as coisas horríveis que eu fiz, eu apenas queria alguém para eu foder e deixar a minha energia correr. No entanto com ela eu sinto-me completamente diferente, ela apela ao meu íntimo de uma forma que eu nunca julguei possível ser. Eu consigo ver bondade, esperança, amor, e confiança ao lado dela.

Eu sei o mundo cínico em que vivemos, pode destruir a pequena coisinha de amor deitada debaixo de mim, então eu quero protege-la do mal. Mas ao mesmo tempo eu sei o quão sufocante eu posso ser, eu posso pressionar alguém a uma coisa que ela não queira, mas ela irá faze-lo, porque eu sou tão cínico e imoral quanto outra pessoa qualquer, mas não quando se trata da Soph.

Eu vejo um futuro para mim, e se ela não tivesse apenas dezoito anos, eu iria pedi-la em casamento, ou uma qualquer merda de compromisso eterno. É como se eu tivesse encontrado o outro pedaço de mim mesmo.

Um fantasma que eu julgava perdido, que eu julgava morto. Eu encontrei a outra parte de mim nela, por muito cliché que isto seja.

-estas a esmagar-me.- a pequena voz cansada da Soph faz-se ouvir.

Riu-me e em menos de um segundo, viro-nos ficando com ela por cima de mim. Eu ainda estou dentro dela, e eu devia sair antes que eu tenha ainda mais dorida para amanha. Mas eu não quero quebrar a conexão, isto é o quão próximos dois seres podem estar fisicamente, mas com ela parece ser ainda mais fascinante, porque eu nunca tinha experimentado algo mais do que sexo. Agora eu tenho sexo, e eu tenho amor.

Eu tenho um fogo no meu estomago quando a sinto vir-se, quando eu sinto o quão próximo dela eu estou, e eu nunca senti nada como isto antes.

-vamos para a cama.- eu murmuro.

Eu levanto-a de mim, e eu sinto-a estremecer levemente. Eu ponho-me de pé enquanto ela se senta no chão enrolando os seus braços em torno das suas pernas na tentativa de esconder a sua nudez.

Eu sacudo o meu cabelo molhado, e espreguiço-me em toda a minha nudez, eu acho engraçado como ela é tão pouco á vontade com ela mesma. Eu sinto os olhos curiosos dela sobre mim, e eu tenho de rir.

-algo de que gostes?

-oh bastante.- ela ri-se.

Ela levanta-se e tenta correr para o quarto, mas eu enlaço a sua cintura nos meus braços e aperto as costas dela contra o meu peito a rir. A sua gargalhada aguda confunde-se com o grave da minha, e parece mel. É um som doce, eu podia descrever ambas as nossas risadas como o melhor som do mundo.

Eu levanto os seus pés do chão e rodo-a no ar. Depois eu apanho as suas pernas e com ela no meu colo eu avanço para o nosso quarto e eu olho para as nossas camas juntas. Eu vou comprar uma cama de casal. Eu não aguento dormir com ela nestas camas pequenas juntas muito tempo.

Eu pouso-a na cama e a seguir junto-me a ela. Eu tapo-nos e eu não vou vestir nada nela hoje, eu gosto da sensação das nossas peles juntas, quando as nossas pernas se entrelaçam debaixo dos lençóis.

Eu espero que ela durma rápido, mas ela não fecha os seus olhos. Ela pisca-os e olha para a parede á nossa frente na escuridão. Eu mexo o seu cabelo ritmicamente á espera de acalmar qualquer coisa que a esteja a consumir, mas como das outras vezes parece não estar a resultar.

-o que se passa?- a minha voz desce alguns tons, porque estou á muito tempo calado.

-eu não sei...- ela mente.

Eu sei sempre quando ela mente. Ela franze o seu nariz de uma maneira estranha e ganha um "v" entre as suas sobrancelhas.

-conta-me!

-sabes eu nunca pensei que quando entrei pela porta do apartamento eu me fosse apaixonar, e agora aqui estou eu.- ela sussurra.

-eu nunca pensei que ia gostar tanto de alguém como gosto de ti. Assusta-me.- Eu respondo-lhe.

-eu sinto o mesmo, mas às vezes eu acho que tudo isto é bom de mais. Ninguém tem assim tanta sorte no amor.- ela diz, a sua voz a esconder algumas entre linhas.

-como assim?

-tu sabes, nós temos tido sorte, tendo em conta o que aconteceu no início.

-tu queres pior do que discutirmos de cinco em cinco minutos?- exalto-me.

-não Harry, é só... bom imagina que algo está para vir, algo mau, como ias reagir?

Eu penso na pergunta dela. Algo de mau? Eu não sei, eu apenas sei que acima de tudo amo esta rapariga deitada ao meu lado, eu amo a maneira como ela me faz sentir, e eu não me estou a ver a deixa-la por nada. É como se eu estivesse toda a minha vida á procura de uma coisa que eu nunca vi, e agora eu encontrei-a e eu não a estou deixar ir.

Eu sempre quis ser amado, eu apenas não o sabia. E agora eu encontrei uma fonte de amor para mim mesmo, eu não quero que isto acabe. Nunca.

-tu estás apenas a basear-te em merdas que lês, ou apenas no filme de hoje. A vida real não tem essas merdas Soph. Não é sobre uma bruxa que lança um feitiço, e que faz com que o teu eterno amor te deixe. Isto é a vida real.- Eu declaro certo das minhas palavras.

Mas ao mesmo tempo que eu as digo, eu sinto a minha voz quebrar-se. Eu tenho de repetir a frase vezes sem conta na minha cabeça. Eu abano a minha cabeça e eu sinto a Soph tremelicar.

-de onde vem toda esta conversa?- eu pergunto mais asperamente do que eu podia querer.

-não sei... sono talvez...- ela boceja.

-eu quero fechar os olhos, e abri-los em dez minutos, e eu quero ver os teus olhos fechados ok?- eu pergunto a sorrir.

Ela acena e beija o meu peito, para a seguir se aconchegar nele como uma hera. Eu beijo o seu cabelo e respiro o seu odor. Eu embalo-a no meu peito a tentar manter a minha respiração calma, para que ela adormeça. Mas eu próprio sou levado para o meu inconsciente.

Eu arranjo a minha gravata em frente ao espelho enquanto a Soph está na bancada da cozinha a comer algumas torradas. Eu olho para mim no espelho grande á entrada e eu decido que eu gosto do meu novo fato preto, e da gravata preta. Eu não queria vestir estas merdas no inicio, mas eu acho que me estou a habituar, oh e claro o facto de a Soph ficar babada a olhar para mim assim que me vê também ajuda muito á coisa.

-sabes? Eu queria ajudar-te com a gravata, mas eu sou terrível nisso.- ela ri-se, enquanto ela a chávena entre os lábios.

-sou grande o suficiente para o fazer amor.- A adoro a maneira como a palavra amor salta dos meus lábios quando falo dela.

-vens almoçar?- ela pergunta.

-bom eu vou tentar, mas caso eu não venha, por favor avisa-me se vais sair e até onde vais.- eu meio que imploro.

Eu ainda não gosto da ideia de a ter a andar sozinha por ai, mas eu estou mesmo a tentar controlar-me de a fazer sentir-se como um tigre enjaulado. Então um simples telefonema pode ser o suficiente não?

Eu vou até ela quando eu acabo de me arranjar e eu dou-lhe um beijo. Preciso de estar na empresa em trinta minutos e tenho mesmo de chegar a horas. Isto é apenas uma reunião chata sobre as finanças deste mês, mas ainda assim eu quero estar a par. Eu adoro o meu trabalho, e eu gosto de estar envolvido neste tipo de coisas.

Ela separa-se de mim e acompanha-me á porta. Eu verifico tudo nos meus bolsos, e quando ela esta prestes a fechar a porta, e eu puxo-a para mais um beijo. Entrelaço a minha língua com a dela, e encosto-a á parede, os lábios dela são a coisa mais suave do mundo, e eu podia perder-me neles.

-vou atrasar-me.- Murmuro contra os lábios dela.

-então despacha-te a ir, mas despacha-te a voltar.- ela murmura contra  mim, ainda com os olhos fechados.

-eu prometo ser tão rápido quanto possível.- eu murmura e beijo-lhe a ponta do nariz.

Quando eu chego á empresa, o céu está cinzento e eu pressinto chuva, a minha vontade de despachar isto e ir ter com a Soph e aquecer-me nela aumenta. Quando não estou com ela penso sempre no que raio ela andara a fazer, estará a pintar, a ver televisão, a ler? A pensar em mim? Terá saudades minhas como eu dela?

-Mr.Styles? – a minha secretaria bate na porta de vidro.

-sim?

-A sua reunião vai começar em cinco minutos.- ela diz e sai da sala.

Eu passo as minhas mãos pelo meu cabelo e avanço pela porta grande até á sala de elevadores. Pelo caminho encontro Matt, mas não digo mais que um bom dia. O meu olhar preso na tela do meu iphone, enquanto eu olho para a rapariga bonita e sorridente no ecrã, eu passo as fotos, uma por uma, e eu decido que eu quero mesmo estas fotos em molduras, talvez um álbum? Isso seria um presente engraçado para lhe oferecer.

-então Styles?- Matt dá-me uma cotovelada enquanto saímos do elevador.

-isso é mesmo serio.- ele ri-se, olhando para a cara da Soph no ecrã bloqueado.

-tão serio que se te aproximas mais do que deves, eu e tu vamos jogar ao gato e ao rato.- riu-me.

A reunião é tão chata como eu imaginei que fosse ser, e apenas o facto de este mês termos subido o nosso lucro me anima. Alguma coisa está mal, e eu não consigo decifrar o que é. Eu sinto-me estranhamente nervoso. Como se á espera de alguma coisa. Eu não posso adivinhar o que é, então eu simplesmente ignoro o sentimento e concentro-me no meu computador.

Alguém bate á porta e eu deixo entrar.

-Mr.Styles? chegou isto para sim.- a minha assistente deixa um envelope de papel pardo em cima da mesa e sai.

Eu olho estranhamente para o pedaço de papel e eu decido que por alguma razão o meu estomago não gosta dele. Eu sinto o meu coração bater mais depressa e eu respiro fundo para me acalmar.

O toque do meu telemóvel chama-me a atenção e eu desvio o olhar do envelope. O número da Soph brilha na tela e eu apresso-me a atender.

-olá.- eu digo.

-Harry?- a voz dela parece cansada.

-sim?

Eu abro o envelope enquanto falo com ela, eu encosto a orelha ao ombro enquanto falo, e abro o envelope. Eu oiço-a a arfar.

-estas a correr?- pergunto enquanto tiro os inúmeros papeis de lá de dentro.

-sim, podes por favor não abrir nenhum envelope? Estou a caminho dai para os ter.- ela pede chorosa.

-foste tu que envias-te isto?- riu-me.

Viro os papéis ao contrário e o meu coração para. Literalmente o meu coração para. Eu sinto a minha respiração falhar. Eu oiço tudo num zumbido quando eu vejo os desenhos impressos nas folhas.

Há desenhos meus em criança, sujo e desamparado, o carro da minha mãe voltado. Á imagens minhas de quando eu era um adolescente. Fodace que merda? Há retratos do meu pai, da minha mãe, as minhas tatuagens, de alguns edifícios dos colégios internos. De mim sentado num canto escuro.

Todas as datas dos desenhos são das datas das alturas em que aconteceram as imagens. Eu deixo o meu telemóvel cair no chão e eu oiço a Sophia a gritar qualquer coisa para mim. Mas eu estou cego em raiva, medo, e fodace desapontamento. Eu sinto como se... se ela estivesse a mentir com cada pedaço dela. Como é que ela arranjou isto?

Eu levanto-me da minha cadeira, e eu olho para as janelas envidraçadas, eu mal posso respirar enquanto eu me levanto e eu olho para as janelas, eu baixo o meu olhar, e eu posso vê-la, lá em baixo, na chuva que começou a cair, e eu sei que ela também me pode ver.

Mais do que ela me pode ver, ela tem-me visto. Como é que ela podia desenhar aquilo quando não me conhecia, ela nunca viu nenhuma foto minha em criança, como é ela podia desenhar a cara da minha mãe. Como?

Eu sinto como se me tivessem roubado o chão, eu sinto-me a cair num buraco sem fundo e eu não sei nada, enquanto eu olho para o corpo pequeno lá em baixo a olhar para mim.

More than seeing, I watched while I was lost in my sea of ​​despair

------------------------------------------------------------

Acabou a primeira temporada, e oh meu Deus se eu nao a adorei escrever, eu estou tão feliz em como todas voces me apoiaram ao longo destes meses. Eu sei que todas queriam a Soph a contar-lhe, mas eu aposto que isso vai acontecer no inicio da segunda temporada. Eu vou publicar hoje a nova temporada, mas apenas o prologo, eu espero que voces gostem tanto como eu vou gostar, e para irem ler voces só precisam de ir á minha páginas, e estará lá a nova temporada.

Obrigada por tudo que fizeram por mim, eu nao tenho as palavras sufcientes para agradecer os um milhao, os quase dois milhoes, eu só posso dizer-vos que isto é tanto meu, como vosso.

Eu amo-vos 

My social media:
Twitter-
Instagram- Saraccc_
Snapchat- Image1D

Youtube: https://www.youtube.com/user/saracristina77/videos

Blog: http://secretbookbysara.blogspot.pt/

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro