Tortura insana
🎭 IsAaC NaRrAnDo ✴
Aquelas garotas quase me meteram num grande problema, agora eu tenho que limpar aquela bagunça. Eu nem estava querendo tarefas extras hoje.
Levo a Cuckie para seu quarto, depósito seu corpo frágil na cama, ela estava com um corte ainda fundo, porém está melhor do que antes.
Essa menina possuía um jeito estranho de me tirar do sério, acho que entendo o que o Jack sente ao estar perto dela, mesmo sendo filha de quem é.
Hesito em passar a mão no seu cabelo, não podia fazer isso, desconhecia essa vontade inefável que sentia de tocar sua pele macia e Branca como o leite.
Passei a mão nos meus cabelos loiros para me controlar. Como servo dela contra minha vontade, retirei as roupas rasgadas e sujas de sangue, peguei uma outra em seu armário e coloquei nela, tão rápido para evitar que certas coisas aconteçam no meio das minhas pernas.
Sai do quarto rapidamente e fiquei recostado a porta, tive que espantar a imagem dela de lingerie, pois Zalgo logo apareceu bufando de raiva, seus cabelos estavam bagunças e suas roupas rasgadas devido ao que aconteceu.
Zalgo: Onde você estava?
Isaac: Tomando conta da sua filha. --- Respondo preguiçoso como sempre.
Zalgo: E onde ela está?
Isaac: Descansando no quarto. Sorte minha chegar atempo de salva-la.
Os músculos dele se aliviaram, melhor pra mim, não estava afim de um sermão.
Zalgo: Ótimo. Tomarei conta dela agora, vá descobrir quem causou isso no meu Castelo. --- Assim que ia sai, ele segurou no meu ombro --- E me traga-o vivo. --- disse com sua voz demoníaca.
Afirmei e sai dali, peguei meu arco e mais algumas flechas, coloquei minha máscara e sumi numa sombra.
Claro que eu sabia exatamente quem era, mas não podia dedurar ou colocaria o meu na reta também, estava numa linha de fogo e precisava resolver isso. Mas podia esperar, antes eu tinha que falar com uma pessoa.
Cheguei a cara onde fui recebido por teias de aranha na porta, qualquer pessoa que visse diria que era abandonada, mas eu sabia que não. Nem precisei bater, pois a menina de cabelos negros abriu e sorriu pra mim.
Nemesis: Isaac, eu sabia que viria.
Isaac: Não estou aqui para uma visita. Onde está Jill? --- perguntei sério
A morena franziu o cenho em desgosto e apontou para dentro da casa. Entrei e vi a palhaça com bolsas de gelo no rosto e corpo. Ela estava só de lingerie.
Jill: O que você quer? --- sua voz estava gasta e rouca.
Isaac: Zalgo não vai medir esforços para saber quem feriu sua princesinha. Tínhamos um acordo garota.
Jill: Você acha que tem problemas? Aquela vagabunda acabou comigo!
Isaac: Isso não chega nem aos pés do que o pai dela fará com você.
Jill: Conte a ele o que aconteceu e você entra no meio babyboy! Se eu cair, você vai junto.
Isaac: Estou avisando, daqui pra frente está sozinha.
Me viro para ir embora, contudo aquela morena me segue.
Nemesis: Contará o que houve?
Isaac: Não se preocupe Nemesis, não deixarei que algo aconteça a você --- Soou calmo tocando em seu rosto.
Ela ficava fofa corada, eu já sabia sua atração sobre mim, mas no momento não quero distrações.
Nemesis: Obrigada --- Ela me abraça e eu correspondo.
Isaac: Darei um jeito na cagada da sua amiga. Eu se fosse você tomaria cuidado com ela. --- Deposito um beijo na testa dela.
Não podia corresponde aos sentimentos dela, via Nemesis como uma irmãzinha mais nova, e ela sabia disso, portanto disfarçava.
Nemesis: Tomarei cuidado, e você também.
Saio dali rapidamente. Caminhei pela mata até sair numa Cidade vizinha, minha capa esvoaçou com o vento repentino. A lua já brilhava no céu, a sensação de tranquilidade era boa, porém acabou assim que senti estar sendo seguido.
Coloquei as mãos nos bolsos e tornei a caminhar, olhei por cima do ombro e não havia ninguém, talvez algum demônio...não, a presença deles é mais pesada. Então quem?
Várias possibilidades dançavam na minha mente, mas por fora continuava relaxado e preguiçoso. Até que parei na casa que uma vez foi minha e do Jack a muitos anos. Onde nos conhecemos.
Lembranças vieram a tona, nostalgia misturada com vários outros sentimentos, porém joguei todos pra parte escura da minha mente assim que vi fios dourados pela minha visão periférica. Saltei pra trás antes que eles encostassem em mim.
Isaac: Sutiu como sempre, Jonathan.
The Puppetteer: Revivendo o passado Isaac? --- Sorriu prepotente
Logo ao lado dele vem Nathan.
Isaac: Rum --- Sorrio discreto. --- Vocês não se juntam atoa, qual a novidade?
Nathan The Nobody: Zalgo mandou demônios segui-lo até a casa da Nemesis, parece que ele descobriu quem machucou sua filha.
The Puppeteer: Não pode enganar ele, acredite até eu ja tentei.
Isaac: Como se eu ligasse. --- Aponto três flechas pra eles.
Nathe The Nobody: Ele sabe Isaac, Zalgo solicita sua presença imediatamente.
Atiro as flechas como uma distração, saio correndo pela cidade com eles atrás de mim. Um dos fios dourados dele quase me pegam, porém fui mais rápido em esquivar e salvar por cima de um carro. Atirei mais flechas pegando o ombro do Nathan e uma na perna do Puppeteer.
Quando achei que estava a salvo, tudo derreteu como um sorvete no sol, era uma ilusão causada por um fio amarrado no meu tornozelo sem que eu tivesse percebido.
The puppeteer: Continua desleixado como sempre. --- Ri com ironia
Sou levado de volta para a sala do Zalgo, engulo em seco ao perceber a sua cara de irritação. Jonathan me joga nos pés dele, onde caio de joelhos.
Nathan The Nobody: Aqui está, como pediu.
Zalgo: Ótimo, deixem-me a sós com ele, preciso bater um papinho com Isaac.
Eles saem e fico fitando o chão esperando o pior.
Isaac: Zalgo, eu posso explicar.
Zalgo: Você não está aqui pra falar, apenas ouvir. --- Sua voz soou grossa e perversa. --- Eu confiei em você minha filha, e faz isso. Onde estava com a cabeça?
Isaac: Não pensei que ela fosse fazer aquilo.
Recebo quatro chicotadas ardentes nas costas, como tinha pregos pude sentir minha pele sendo arrancada a cada batida, além de com certeza poder ver os ossos e nervos expostos. E isso nem era o começo da sua tortura insana.
Berrei de dor fechando as mãos em punho, meus músculos tremeram quando uma outra onda de dor repentina e indescritível atingiu meu cérebro, como se ele tivesse espremendo minha cabeça. Meu corpo se encolheu no chão enquanto gritava.
Zalgo: Deveria ter pensado então! Seu dever era protege-la e não deixar aquilo acontecer.
Isaac: N-Não acontecerá novamente. --- Murmuro ainda com extrema dor.
Ele se agacha na minha frente e me faz olha-lo puxando meu cabelo junto a cabeça.
Zalgo: Certamente que sim, pois irei reeduca-lo para ver se aprende a não tentar me passar a perna. --- Ele sorri diabólico pra mim.
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