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O Poder de Cleo!

De todos os pontos de Nordicia a visão era a mesma, enormes pilares de energia mágica se elevando aos céus, os pilares usavam como base de energia os corpos de Sekhmet, Thoth e Madjed. A energia dos pilares após tomar forma, começou a se reorganizar no centro entre os três pontos, onde Cleo estava com o circulo mágico ativado. No norte, Thrud e os guerreiros de Asgard e Nordicia se afastaram o máximo que conseguiram do pilar, pois a energia era densa demais para ficarem próximos. O mesmo acontecia no leste onde a dupla de Valquírias estava e no oeste, onde Amaterasu, Luca e Roveria se encontravam já afastadas do local.

Um pouco antes de tudo começar, Osíris e Bastet recuaram de volta para Egípcia, às duas deusas sabiam o plano de Cleo e não gostariam de serem envolvidas como sacrifícios e muito mais deixar suas cidades desprotegidas. Na ilha dos Therians tudo podia ser visto de longe, um enorme brilho iluminava o continente, deixando Tsukyoumi e todas ali presentes preocupados. As batalhas contra as forças egípcias estavam aos poucos terminando, os elfos, ninjas e guerreiros de Nordicia conseguiram tomar grande parte do território da ilha de volta, muitos dos soldados de Sekhmet estavam aos poucos se rendendo aos seus inimigos.

Enquanto isso, Cleo apenas observava uma grande estrutura similar a uma pirâmide sendo terminada a sua frente. A magia entorno do local cessou após alguns minutos revelando a enorme estrutura, os pilares de magia que foram erguidos também desapareceram deixando apenas uma enorme cratera em seus respectivos locais, a frente das duas havia uma grande escadaria que Cleo começou a subir, Skuld vinha levitando ainda amarrada aos chicotes mágicos de Cleo. Não demorou muito para as duas chegarem ao topo, ao entrarem na enorme sala, viram ao longe um sarcófago selado com magia.

- Minha cara Valquíria, permita-me lhe contar uma pequena história... Era uma vez, um antigo faraó que governava Egípcia com total tirania e controle. Ramsés II era temido nas terras mais distantes, alguns deuses sentiam seu poder e o respeitavam, todos tinham acordos e alianças onde poderiam prosperar tranquilamente pelo continente, mas o faraó queria mais, muito mais, e assim decidiu por tomar toda Egípcia para si. Porém cansados de terem suas cidades constantemente invadidas por ele, todos os deuses se aliaram e traíram Ramsés II. O faraó jogou o poder das Maldições de Egípcia no continente devastando ainda mais as terras de areia... Porém, após muito derramamento de sangue, todos os deuses com exceção de Anúbis conseguiram derrota-lo. Ramsés foi morto, e seu poder foi selado nas profundezas de Midgard por muito tempo... No entanto o que os deuses não contavam e Ramsés II escondeu, foi o fato de que ele teve uma filha... E essa filha descobriu toda a traição que fizeram com seu pai e um dia, jurou fazer jus ao império que antes governava a terra dos desertos... Está... É a Tumba do Faraó... Uma das três grandes pirâmides de Egípcia... O local onde poderei ter acesso a esse poder, e canaliza-lo em mim... – dizia Cleo caminhando pelo local deixando Skuld com um olhar surpreso.

O local era bem iluminado, com pedras mágicas espalhadas pelas paredes que tinham diversos desenhos esculpidos e símbolos egípcios. Skuld apenas olhava tudo pensando em o que sua oponente faria. Cleo olhou para trás fazendo a Valquíria parar no ar novamente, em seguida, Cleo pegou sua espada e primeiro, realizou um pequeno corte no rosto da Valquíria que apenas fez uma expressão de dor, em seguida, realizou um pequeno corte em sua mão direita, sangue escorria da espada e da mão de Cleo caindo no sarcófago a sua frente. De repente, um brilho intenso envolveu o lugar, Skuld fechou os olhos para proteger sua visão que estava ofuscada pelo forte brilho.

Logo o brilho intenso foi parando aos poucos, Skuld lentamente abria os olhos ainda com certa dificuldade em enxergar algo a sua frente, porém a Valquíria conseguiu ver a silhueta de duas pessoas a sua frente, logo as duas se tornaram apenas uma. Skuld não entendeu muito bem, piscou seus olhos algumas vezes para tentar enxergar melhor, após mais alguns minutos o brilho sumiu por completo, Skuld já com uma visão melhor viu uma mulher se aproximando, logo notou que era Cleo com um novo visual.

A rainha das serpentes, agora tinha partes de armadura dourada em torno de seus braços que ia até os ombros, e nas pernas que cobriam até os joelhos, seu visual antigo ainda permanecia em torno de seus seios e cintura, seu cabelo ficou maior e em sua cabeça havia um elmo que se assemelhava a cabeça de uma serpente dourada.

- O que... Aconteceu? – perguntou Skuld.

- Minha cara Valquíria... Aquele sarcófago era onde o corpo selado de meu pai se encontrava, com essa magia eu o transferi do templo de Anúbis para cá. Após realizar a quebra do selo com meu e seu sangue, eu consegui acessar todo esse poder, e com isso, ganhei o direto de tê-lo para mim... Todo o poder selado de meu pai agora reside dentro de mim... E com esse poder... Não há nada que vocês poderão fazer... Agora testemunhe... A queda de Nordicia... – dizia Cleo caminhando para fora da pirâmide.

- Você não vai conseguir... – dizia Skuld.

- Eu não contaria com isso... Afinal meu poder agora é muito superior ao meu estado anterior... – afirmava Cleo com um sorriso malicioso.

Ao chegar do lado de fora, Cleo começou a flutuar ficando no topo da pirâmide, após conjurar quatro enormes círculos mágicos que circulavam a sua volta, Cleo soltou um longo sorriso e começou a disparar intensas rajadas de magia.

Os disparos acertaram tudo a uma distância muito grande, as cidades ao longe, incluindo a cidade real de Nordicia eram acertadas. A destruição começava a tomar forma por todo o continente, Todas as guerreiras espalhadas pelos pontos de batalha tentavam usar suas magias para protegerem a todos.

Randgrid e Heavor se movimentavam pela floresta em volta desviando dos disparos mágicos e atacando com suas magias ao mesmo tempo, impedindo que os tiros acertassem o solo, ou elas mesmas. As duas Valquírias se esforçavam ao máximo para proteger quem estivesse em solo, mas inevitavelmente muitos disparos mágicos passaram pelas duas causando destruição por todo o lugar.

No norte, Thrud já recuperada da batalha contra Skadi graças as Valquírias que lhe ajudaram, usava enormes rajadas de raios com o Stormbreaker para impedir que os ataques mágicos atingissem ainda mais a aérea em volta. A Deusa da Batalha se esforçava ao máximo para impedir os tiros, assim como as guerreiras aladas, todas as Valquírias presentes formavam escudos enormes de magia no ar, os disparos se chocavam com força causando mini explosões no ar, porém Thrud e as guerreiras saberiam que não poderiam aguentar por muito tempo.

Os disparos não paravam, inúmeras explosões eram causadas em vários locais diferentes, rapidamente os tiros chegaram a ilha dos Therians também, Tsukyoumi, os elfos e alguns ninjas conseguiram levantar barreiras mágicas para evitar os ataques, porém alguns passaram acertando a cidade real ao fundo, que neste momento já havia sido retomada pelas forças aliadas, os Therianos corriam desesperados procurando por abrigo enquanto Dielle, Mominji e Lyrist tentavam proteger a todos. Também não demorou muito para que os disparos mágicos efetuados por Cleo acertassem a montanha de acesso a Bifrost.

Tyr com uma expressão de raiva lançava rajadas mágicas impedindo alguns disparos ainda no ar, porém muitos estavam acertando em cheio a área em volta. Tyr rapidamente indicou para um dos seus soldados correr em direção a Asgard avisar a deusa Freya do ocorrido. O soldado rapidamente obedeceu atravessando a Bifrost com velocidade.

O cenário em toda Nordicia era de caos e destruição, os céus tinham nuvens densas de fumaça, Cleo havia destruído boa parte do continente e de grandes cidades e pequenos vilarejos controlados pelas irmãs Grace e Roveria. Skuld apenas observava tudo com um olhar de fúria e tristeza. Não conseguia acreditar na visão que tinha de Nordicia, que aos poucos, era destruída.

- Primeiro será este continente... Depois que eu terminar, escravizar a todos e controlar este lugar... Asgard será a próxima, e posteriormente os nove reinos serão de Egípcia... – afirmava Cleo continuando seus ataques.

Egípcia.

Enquanto isso, no vasto deserto onde antes Cleo estava, Roveria e Norn com ajuda de Hel que estava parcialmente recuperada, conseguiram vencer a enorme serpente de Cleo, o familiar da rainha das serpentes queimava com chamas negras, lascas de gelo e cortes do machado de Norn faziam parte do corpo da grande fera, Anúbis que antes estava caída próxima ao grupo, havia formado um portal mágico deixando o campo de batalha indo para algum lugar do qual não saberiam. O grupo logo se reuniu ficando as margens do rio que corria mais ao leste de onde estavam, todas estavam com muito mais ferimentos que antes.

- O que faremos? – questionou Norn.

- Não é obvio? Vamos voltar e resgatar Skuld! – respondia Hel.

- Não só isso. Não sabemos que tipo de poder Cleo irá libertar, temos que detê-la o quanto antes. – afirmava Grace.

- Como faremos? Não podemos atacar sem termos um plano. Se ela estiver mesmo com um novo poder, temos que ter extremo cuidado. – dizia Norn.

- Eu sei disso, seja lá o que ela esteja tramando, irei usar toda minha magia para nos tele portamos o mais rápido possível para Nordicia. – dizia Grace com um olhar sério.

- Então vamos logo. Não podemos perder tempo. – afirmava Hel.

Grace assentiu com a cabeça em resposta, e logo se afastou do grupo, com seu cajado em mãos, a princesa de Nordicia começou a recitar um encantamento enquanto canalizava magia em sua arma.

Leste de Nordicia.

Amaterasu estava planando no ar, usando o Yata no Kagami para conter os disparos que acertavam a área em volta, o grupo estava afastado de onde os pilares haviam sido ativados tentavam se proteger com escudos mágicos enquanto corriam mais para o centro oeste. Não demorou muito para que a equipe de Roveria e Luca encontrassem com Nautica, Avencia e a desmaiada Quarys que também corriam indo na direção contraria. O pequeno grupo havia corrido do local de onde estava indo para o leste enquanto evitavam os disparos mágicos e no caminho, deram de cara com a princesa de Nordicia.

- O que esta acontecendo aqui? – questionou Nautica.

- É bom te ver também Almirante... Respondendo a sua pergunta, eu também não sei. De repente ataques em massa começaram a acontecer em torno da área. – respondia Roveria.

- Será que Cleo tem algo a ver com isso? – questionou Avencia.

- Eu aposto todas as minhas fichas que sim. – respondia Roveria com um olhar de fúria.

- Avencia... Consegue rastrear de onde vêm esses ataques mágicos? – questionou Nautica.

- Vai demorar um pouco por conta dos meus ferimentos, mas pode deixar que eu consigo. – respondia a imperatriz da prisão.

- Temos que ser rápidas... Ou Nordicia não existirá mais... – dizia Roveria com uma expressão de raiva no rosto.

Enquanto isso, dentro da pirâmide, Skuld já havia desistido de tentar se libertar usando somente sua força física bruta, a Valquíria relaxou seu corpo e fechou seus olhos respirando fundo. A Valquíria sabia que deveria fazer algo, sabia que haveria um jeito de se libertar dos fortes chicotes mágicos de Cleo. Por alguns instantes, Skuld brevemente lembrou-se de sua mãe e de seu passado.

Sua mãe era uma Valquíria com armadura dourada e cabelos loiros como os seus, tinha um olhar sereno e esbanjava bondade por onde passava. Sempre que podia, sua mãe que se chamava Sorn levava a pequena garota em suas viagens pelos céus de Midgard. Junto com sua mãe, Skuld aprendeu o que era ser uma guerreira asgardiana, o que significava proteger os mundos do caos e da destruição, salvar vidas de inocentes sem pedir nada em troca, era o espirito de uma verdadeira Valquíria.

Skuld e sua irmã Verdandi, treinavam com Sorn e a deusa Freya nos campos de treinamento de Asgard todos os dias, Sorn tinha esperanças e sonhava em ver suas duas filhas lutando junto com ela no campo de batalha. As duas ganhariam suas asas quando completassem seus quinze anos. As asas das Valquírias eram entregues as garotas que se tornavam dignas de obtê-las e possuíam os princípios de uma guerreira que protegeria os mundos. Tais asas eram entregues as guerreiras por Odin através de uma magia antiga passada aos governantes de Asgard.

Tal acontecimento era algo que Sorn sonhava em ver, porém certo dia, a Valquíria se despediu de suas duas filhas as deixando sob cuidados de Freya, Sorn iria até Midgard em uma missão secreta, tal dia ficou marcado pelo não retorno de Sorn a Asgard, que posteriormente foi dada como morta em combate.

Skuld novamente voltou a se concentrar. A Valquíria fechou o punho da mão direita lentamente, em seguida, o abriu novamente, como se estivesse chamando por algo, a Valquíria ainda com os olhos fechados se concentrou ainda mais, de repente, pequenos trovões começaram a crepitar em torno de seu braço. Não demorou muito para que Mjionir se aproximasse das mãos da Valquíria, que ao pegar a arma com sua mão direta, logo foi envolta por uma torrente de raios que atingiu seu corpo, não causou nenhum ferimento, porém foi o suficiente para quebrar a magia de Cleo.

Skuld foi aos chãos ficando de joelhos e tomando fôlego por um tempo, a Valquíria logo se levantou e caminhou até a saída, ao observar a paisagem em volta, Skuld teve uma visão melhor de Nordicia, tudo estava queimando em chamas, florestas destruídas, montanhas e diversos vilarejos ao longe completamente irreconhecíveis, era um cenário que se assemelhava muito a batalha contra Surtur da última vez. Um cenário em que Skuld sabia que poderia ser revertido se derrotasse a raiz do problema, novamente a Valquíria fechou seus olhos pensando por alguns momentos.

- "Minha mãe... Não se preocupe... Eu herdei a sua vontade... Sua bondade... Sua força... Se estiver me observando de algum canto de Helheim quero que saiba... Eu vou impedir isso... Nós vamos deter Cleo..." – pensava Skuld consigo mesma enquanto lentamente abria seus olhos.

No topo da Pirâmide, Cleo se vangloriava de toda destruição que causava, a rainha das serpentes ria sentindo todo o poder destruir o solo, causando feridas até então irreparáveis em Nordicia, Cleo sabia que seu poder era maior agora, que poderia lutar de igual para igual contra qualquer um que surgisse para lhe deter. Com o poder antigo de seu pai correndo pelo seu belo corpo, Cleo estava próxima de destruir e dizimar todo o continente. De repente, os céus a cima de Cleo começaram a emitir fortes raios, trovões começavam a rugir enquanto os céus eram iluminados.

Não demorou muito para que um enorme raio caísse do céu atingindo Cleo que se protegeu com um circulo mágico. Logo, mais raios caíram, porém com um movimento de seu braço esquerdo, Cleo desviava os raios que atingiram a pirâmide e o entorno do local. A sua frente, Cleo viu que Skuld estava em posição de combate com raios crepitando em torno de seu corpo, em suas mãos estava o martelo do deus do trovão carregado com magia elemental.

- Você não desiste não é mesmo? – questionou Cleo com um sorriso forçado.

- Eu vou te impedir... Já chega de destruir as coisas que são importantes para todos! Acha que fazendo isso, conseguira o que quer? – questionou Skuld com raiva em seu rosto.

- Isso não lhe interessa... Eu vou usar este poder para jogar todos aqueles que nos subjugaram na lama... Vocês sentiram na pele o poder dos antigos faraós reunidos em um só lugar... Em mim. – respondia Cleo com um olhar maléfico.

- Você é louca... Não vê que isso é errado? – questionou Skuld novamente.

- Errado? Poupe-me de seu papo furado Valquíria... Seu senso de justiça atrapalha suas decisões... Asgard, Nordicia, Yamato... Todos vocês sentiram na pele o que Egípcia pode fazer... Seus tesouros, suas terras, suas vidas serão minhas... Irei escraviza-los por toda eternidade... E não haverá nada que vocês possam fazer... – respondia Cleo com fúria em seu rosto.

- Você parece o Jormungand falando... Mas de qualquer forma... Eu não permitirei que cause mais dor ao mundo. – dizia Skuld apontando o Mjionir para Cleo.

- Então venha Valquíria... Se acha que consegue então venha me deter... Eu lhe mostrarei o que acontece quando se mexe com a governante de Egípcia. – dizia Cleo levitando para fora dos círculos mágicos que continuavam a disparar.

As duas guerreiras se encararam, Skuld e Cleo estavam prontas para iniciar o que seria a batalha para decidir o destino de Midgard.

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