A Força dos Deuses!
A Batalha em Egípcia havia começado a todo vapor, jotuns diferentes dos outros reinos contra as forças de Grace e seu grupo, as criaturas invocadas por Cleo atacavam incansavelmente o grupo que se defendia espalhadas pelas areias do deserto. Grace usava seu cajado para bloquear os ataques dos jotuns invocados por Cleo.
A princesa de Nordicia utilizava magia de vento para criar apoios no ar e assim, conseguir se elevar aos céus, Grace desferiu um corte cruzado em três criaturas ao mesmo tempo, em seu cajado, a princesa havia conjurado uma densa lâmina de gelo para facilitar seus ataques. Ao ver mais um grupo se aproximando, Grace lançou novamente inúmeros espinhos de gelo nas criaturas as derrubando na areia, os monstros caiam causando um pequeno impacto e levantando poeira.
Mais ao sul de onde Grace estava, Skuld sobrevoava a área golpeando inúmeros jotuns com sua espada. A Valquíria atacava e desviava dos monstros com precisão, sua lâmina passava pelas criaturas que gritavam caiando ao chão, após girar seu corpo para o lado e seguir voando em frente, Skuld se virou para um grupo de monstros e com magia de luz energizando sua espada, a Valquíria lançou um corte mágico no ar que derrubou o grupo de dez jotuns que se aproximava. Logo a Valquíria se voltou para outra horda de criaturas mais a sua esquerda as atacando com fortes golpes de espada.
Norn estava mais afastada do grupo, com seu machado em mãos, a segunda Valquíria do grupo se movimentava bem pelos céus noturnos de Egípcia, os jotuns não tinham chances contra seus fortes golpes, Norn desferia ataques cruzados precisos, sangue de jotun espirrava pelo ar conforme a Valquíria derrubava seus inimigos. Norn viu outra horda de monstros se aproximando pelo seu lado norte, a Valquíria rapidamente voou em direção as criaturas, com cortes intensos de seu machado que agora, estava em volto de magia aumentando o alcance de sua lâmina, a Valquíria realizava voos rasantes pelo deserto se esquivando dos monstros e atacando com precisão.
Hel estava no centro de tudo, a deusa dos mortos queimava as criaturas com suas poderosas chamas negras, os monstros caiam nas areias do deserto se tornando cinzas logo em seguida, a deusa realizava movimentos rápidos com suas mãos, enquanto permanecia parada. Hel não havia se mexido desde que a batalha havia começado, atacava do chão com precisão, em torno de seu corpo com uma distância de 2 metros, Hel havia criado uma intensa barreira de chamas negras. As criaturas que se aproximavam passando pelos golpes de Hel queimavam ao tocar nas chamas intensas da deusa dos mortos.
Não levou mais que meia hora para o grupo de Grace derrotar todas as criaturas que surgiram no horizonte, as areias do deserto estavam cobertas por sangue azul de jotuns, partes dos monstros estava espalhadas e pequenos resquícios de chamas negras queimavam mais ao longe. O grupo logo se reuniu próximo a Hel que desativou sua barreira de chamas negras logo em seguida.
- Isso foi uma grande festa de boas vindas. – afirmava Hel observando o campo de batalha.
- Tivemos sorte que não foram os jotuns da classe de gafanhotos, ou as criaturas misticas nativas daqui. Eles são mais ágeis que essas moscas. - afirmava Grace.
- Esse lugar é cheio de surpresas. - dizia Norn.
- Se esses outros jotuns são mais ágeis e consideravelmente um pouco mais fortes pelo que entendi, porque usar essa classe em vez deles? - questionava Skuld.
- Isso eu não sei, mas acredito que posso ser apenas um aviso do tipo: "Estou de olho em vocês, e sei onde estão". - respondia Grace num tom sério.
- De qualquer forma, temos que estar preparadas para outro ataque a qualquer momento. - dizia Hel.
- Realmente, vamos em frente. – dizia Grace ajustando sua boina.
As Valquírias e Hel assentiram com a cabeça e logo começaram a percorrer o vasto deserto de Egípcia, Grace novamente invocou seu pássaro de gelo subindo nas costas da fera. Rapidamente as guerreiras tomaram distância do local onde estavam, Grace sabia que mais a frente a alguns quilômetros de distância de onde estavam, ficava um pequeno vilarejo as margens de um pequeno rio que desaguava no oceano. A princesa indicou que todas seguissem para o vilarejo, onde poderiam pensar em um plano melhor e também evitar possíveis ataques.
Oeste de Egípcia. Palácio de Anúbis.
Há oeste de Egípcia ficava o lugar conhecido pelos moradores do continente como Palácio da Morte. Lar da deusa Anúbis. Seu palácio ficava dentro de uma das três grandes pirâmides do continente sendo ele a do centro, as pirâmides foram construídas não só como templo de Anúbis, mas também como um lugar onde seu povo podia honrar as almas dos mortos, muitos também ofereciam espécies de oferenda a Anúbis pedindo proteção das almas mortas em troca, nas outras pirâmides que faziam parte do palácio de Anúbis, era onde acontecia as cerimonias fúnebres e também o local onde sarcófagos selados com magia eram guardados pela deusa. Anúbis estava próxima a seu trono fazendo os últimos preparativos para enfim, poder interceptar o grupo de Grace, o lugar era pouco iluminado, com tochas presas na paredes.
Mais ao fundo ficava o trono de Anúbis, e no cento do salão, havia um circulo mágico marcado no solo. Nas paredes do local, dava para notar desenhos egípcios esculpidos, seres mágicos, povos, deuses, as figuras eram diversas, havia também algumas estatuas de cachorro espalhadas pelo lugar, que deixavam tudo com um ar um pouco assustador. Anúbis com sua foice em mãos se aproximou do centro do salão, ficando no meio do circulo mágico, a suas costas, estava o que parecia a silhueta de um homem parado próximo ao trono, apenas observando tudo de longe com um brilho intenso em tom de vermelho saindo dos seus olhos, e mais para a esquerda, Madjed apenas observava tudo.
Após se abaixar tocando o chão, Anúbis começou ativar o circulo mágico com sua mão direita, o circulo emitiu um intenso brilho roxo que iluminava quase todo o lugar, Anúbis se levantou e logo olhou para o homem indicando para se aproximar do circulo mágico, usava uma armadura um pouco desgastada de cor preta com detalhes em dourado.
- Você... Será de grande ajuda para nós de Egípcia... É hora de entramos em ação... E esmagar-mos os intrusos. – afirmava Anúbis enquanto encara o ser a sua frente.
- Anúbis... Eu irei acompanha-la. – afirmava Madjed se aproximando.
- Muito bem... Iremos interceptar o grupo próximo ao Rio Vermelho, ao leste. – dizia Anúbis.
- De acordo... Mas, tem certeza que só ele dará conta? Sem aquela coisa, o poder dele é um pouco reduzido eu acho. – dizia Madjed olhando para o homem.
- Não se preocupe... Quando o tiramos de Helheim eu cuidei para que isso não fosse problema. Agora... Hora de nos prepararmos... – afirmava Anúbis com um sorriso malicioso no rosto.
O homem não disse nada, apenas assentiu com a cabeça em confirmação, Anúbis usando sua mão livre invocou uma espécie de espada e a entregou para o homem que a segurou firmemente com sua mão direita.
- Quebrar o encantamento daquela coisa foi impossível até para mim... - afirmava Madjed.
- Realmente... Nem com o nosso poder juntas não foi o suficiente... Foi uma pena não termos aquela arma... Mas esta vai servir... Agora... Que comece a eliminação dos alvos... Espere-me... Hel... – afirmava Anúbis desaparecendo de seu palácio junto com o homem e Madjed.
Aos poucos, os três sumiram do Palácio da Morte, deixando para trás apenas rastros de magia que logo se dissiparam no ar.
Ilha dos Therians.
A ilha dos Therians estava um completo caos, elfos e soldados da marinha contra as forças de Sekhmet travavam uma poderosa batalha nos mares e em terra, a ilha dos meio-humanos sofria com múltiplos danos, pequenos vilarejos começavam a serem afetados pela grande batalha, seus moradores tentavam proteger os não combatentes como podiam, muitos corriam se afastando do campo de batalha, outros que ficavam para trás, ajudavam a marinha a lutar de alguma forma.
Enquanto isso, mais ao centro da ilha, a alguns quilômetros próximos as paredes da cidade real, Sekhmet desviava com precisão de uma chuva de ataques mágicos. Avencia disparava rajadas mágicas de diversos elementos em Sekhmet que usava todo o espaço do campo de batalha para desviar dos golpes. Os ataques explodiam tudo ao redor, Avencia não se segurava, usava todo o seu poder, Sekhmet sorria ao desviar de cada golpe.
A deusa usava as árvores como apoio para pular por todo o campo de batalha, ao usar sua grande velocidade, Sekhmet se aproximava de Avencia pronta para desferir um poderoso soco na elfa, porém Dielle usando uma grande espada se pôs no caminho da deusa, a comandante da marinha bloqueou com dificuldade o golpe da deusa que a pressionava a ir para trás, aos poucos, Sekhmet começava a empurrar Dielle com sua força, ao longe, Lyrist disparava inúmeras flechas mágicas de fogo e vento combinadas.
Sekhmet viu os disparos vindos em sua direção e logo saltou desviando das flechas que acertaram uma pequena colina ao longe, a deusa correu para atacar Lyrist que corria para os lados enquanto disparava, porém Siluria se aproximava golpeando com sua arma, a deusa desviou para sua direita enquanto Siluria acertava o chão gerando uma pequena cratera. Com um movimento rápido, Sekhmet desferiu um poderoso chute na meia-humana que a lançou em meio às árvores.
Dielle novamente se aproximou com outra espada em mãos, desta vez com a lâmina um pouco mais fina, porém maior que a anterior, de cores dourada e azul, Dielle desferia cortes cruzados com a arma obrigando Sekhmet a desviar, vindo das costas da Deusa, Avencia surgia com sua espada em mãos, a Elfa desferiu um poderoso corte cruzado, porém Sekhmet criou uma barreira de fogo a suas costas se protegendo do ataque ao mesmo tempo em que bloqueava o golpe de Dielle com suas mãos. A espada de Avencia afundou nas chamas, a elfa retirou rapidamente a lâmina da barreira se afastando da deusa.
Enquanto isso,Sekhmet era pressionada por Dielle que tentava ainda cortar a deusa mesmo com a própria segurando firmemente sua lâmina, Sekhmet sorriu e puxou Dielle para perto, a comandante da marinha se desequilibrou, em seguida a deusa desferiu um poderoso chute em Dielle que percorreu o local destruindo algumas árvores no processo. A comandante se levantava com um pouco de dificuldade, sangue escorria do seu rosto.
Lyrist se aproximou de Avencia e começou a disparar novamente contra Sekhmet, Avencia usou os disparos de Lyrist para lançar um ataque combinado, as flechas de Lyrist ficaram maiores e com mais energia mágica, as duas combinaram suas magias as lançando contra a deusa que pulava para trás e para os lados evitando os disparos, as flechas explodiam no solo criando densas nuvens de poeira, aproveitando o momento, Siluria tentou outro ataque direto.
Em meio à densa fumaça e os disparos, a meia-humana continuava com golpes cruzados de sua arma improvisando com alguns chutes, porém Sekhmet bloqueava todos com precisão. Após mais alguns minutos evitando golpes, Sekhmet partiu ao ataque, a deusa começou desferindo socos rápidos em Siluria que tentava se defender, porém os golpes a atingiram em cheio a lançando na direção das elfas.
Lyrist e Avencia se assustaram por alguns instantes, porém logo se prepararam, pois vindo em alta velocidade com um sorriso malicioso no rosto e as mãos energizadas com chamas, Sekhmet se aproximava, Avencia foi a primeira a receber o golpe, bloqueou o soco com sua espada, porém a deusa desferiu outra sequência de golpes terminando com um poderoso chute que jogou a imperatriz da prisão ao chão causando uma pequena cratera em volta.
Lyrist tentava desviar dos golpes de Sekhmet, porém a deusa estava rápida demais, Lyrist recebeu três poderosos socos que a lançaram próxima a Siluria. Sekhmet deu um salto em seguida ficando em meio às quatro guerreiras que a encaravam com ferimentos pelo corpo, aos poucos todas se levantavam ficando novamente em posição de combate.
- Ainda insistem em tentar me parar? – questionava Sekhmet.
- Estávamos apenas aquecendo... É agora que a diversão começa. – respondia Dielle com um sorriso forçado.
- Eu não vou parar... Até ter o meu povo libertado! – afirmava Siluria secando o sangue que saia de sua boca com os braços.
- Nós elfas... Ainda nem mostramos todo nosso potencial. – dizia Avencia enquanto Lyrist assentia com a cabeça.
- Impressionante... Ver que tem tanta determinação em ganhar de alguém superior a vocês. Tenho que admitir. Vocês estão se saindo melhores que o leãozinho de antes. – dizia Sekhmet com chamas surgindo em sua mão direita.
- Você não cansa de provocar? – questionou Siluria com muita raiva.
- Não. Provocar o oponente durante a batalha é uma coisa divertida se fazer. Pois assim poderei saborear a batalha com mais gosto. – respondia Sekhmet.
- Destruir o reino dos outros... Eu não chamaria isso de saborear uma batalha. – dizia Avencia apontando sua espada para Sekhmet.
- Claro que não. Vocês são ingênuos de mais para isso. Agora... Espero que vocês caiam diante de meus pés. – afirmava Sekhmet aumentando a chama em sua mão.
As quatro guerreiras seguraram firmemente suas armas, flexionavam suas pernas e se prepararam para outra rodada contra a poderosa deusa de Egípcia.
Enquanto isso, nos outros pontos de Nordicia a batalha se intensificava cada vez mais, Thrud e Skadi travavam uma poderosa batalha no norte, a rainha de gelo usando a joia de Cleo tinha mais força que antes, seus ataques faziam Thrud soltar um enorme sorriso, pois a deusa da batalha estava curtindo cada momento da intensa troca de golpes. As duas percorriam espaço da cidade da qual estavam, trocando golpes intensos que destruíam as poucas casas que permaneceram de pé.
No leste do continente, Bastet e Randgrid travavam outra furiosa batalha, Bastet com sua magia havia controlado mentalmente soldados asgardianos, os colocando contra as forças de defesa do reino, os homens sem consciência de suas ações, forçavam as forças de Nordicia a recuarem. Randgrid após desviar de golpes das garras mágicas da deusa, sobrevoou a área. Dos céus, a Valquíria lançou uma enorme muralha de fogo separando os soldados asgardianos das forças de Nordicia impedindo assim o avanço de seus homens. Randgrid se voltou para a deusa e rapidamente voltou a confronta-la.
No oeste, Roveria e Luca lutavam bravamente contra as forças do deus da cura, a princesa de Nordicia atacava com precisão, porém Thoth com seu cajado não dava chances para Roveria, usava rajadas magicas e magias elementais para desviar os golpes da princesa. Luca cuidava da defesa, usava seu escudo para bloquear os ataques do deus egípcio quando conseguia, as duas guerreiras tentavam atacar com velocidade, porém Thoth era habilidoso e bloqueava os golpes com precisão, as duas guerreiras sabiam que do jeito que o combate se desenrolava, seria impossível vencer um deus egípcio com o nível de habilidades que tinham, porém juntas acreditavam que teriam ao menos uma pequena chance de vitória.
No sul, na cidade portuária de Ruud que fora congelada pelos gigantes de gelo e o clone de Skadi,as sereias e Heavor terminavam de limpar a cidade em volta, os últimos gigantes de gelo e jotuns que percorriam o lugar caiam em meio às águas e a cidade derrotados pelos disparos das armas das sereias e da lança de Heavor. Durante a batalha infelizmente algumas soldadas sereias perderam sua vida no combate contra os monstros de Skadi, a Valquíria se aproximou de Marmalade atenta a qualquer jotun nas proximidades que ainda pudesse se mexer.
- Parece que está tudo limpo por aqui. Eu agradeço a ajuda princesa Marmalade. – afirmava Heavor se curvando em respeito.
- Não precisa agradecer, como eu disse, não fiz isso por vocês. – dizia Marmalade olhando suas guerreiras caídas sendo levadas pelas outras.
- Assim que está batalha acabar, pedirei a Deusa Freya a Lágrima da Sereia, que se encontra no cofre das armas. – dizia Heavor.
- Assim espero Valquíria. A Lágrima da Sereia é uma joia preciosa para nós, uma pedra magica de poder incrível que antes protegia nosso reino e nos foi roubada pelo pai de Odin nas antigas guerras, demorei a saber sua localização atual. – dizia Marmalade fechando seu punho.
- Não se preocupe. Tenho certeza que Freya irá compreender. Agora se me permite. Irei ajudar os outros locais. – dizia Heavor tomando distância.
- Deixarei algumas guerreiras de prontidão por aqui caso apareçam mais monstros... - dizia Marmalade.
- Certamente princesa... - afirmou Heavor se curvando novamente.
- Não esqueça Valquíria... Não queremos uma guerra contra Asgard... Aguardarei ansiosa... – afirmava Marmalade ficando submersa.
Aos poucos, o corpo da sereia sumiu em meio às águas, junto com parte de seu exercito levando os corpos das sereias caídas em batalha, onde nos reinos submersos seria realizado uma cerimonia para honra-las. Heavor após observar tudo, partiu em disparada a outro ponto do reino. A Valquíria sabia que jotuns haviam corrido de Ruud indo em direção a Nordicia. Heavor segurou firme sua lança pronta para atacar qualquer jotun que surgisse em seu caminho.
Cidade Oriental de Yamato.
No continente oriental de Yamato, ninjas e samurais se preparavam para proteger seu reino, Susano e Kaguya comandavam tropas distintas que ficariam a cargo de proteger Yamato caso uma possível invasão acontecesse. A cidade de Yamato e o templo onde os deuses orientais ficavam, assim como todo o continente oriental seria protegido pelos outros deuses orientais. Cada um tinha habilidades e visuais únicos que os faziam se destacar entre os outros, guerreiras e guerreiros que protegiam seu continente com honra e gloria.
Perto da cidade, em uma região de campina, uma grande tropa de ninjas se preparava para partir junto com as lindas gêmeas de cabelos azuis Amaterasu e Tsukyoumi no comando. As irmãs ficariam responsáveis por ajudarem Nordicia tendo em vista que o continente das irmãs Grace e Roveria, estava cercado por forças de Egípcia. A notícia havia chegado rapidamente após Roveria avisar sobre o ocorrido mais cedo com uma carta magica, porém somente agora no meio da noite, as duas conseguiram organizar uma equipe como reforço. Ao lado das irmãs, estava a comandante chefe das tropas de ninjas e operações especiais de Yamato, a bela guerreira ninja de cabelos brancos e olhos vermelhos, usando uma roupa de batalha vermelha, seu nome era Mominji.
Tsukyoumi usava seu tradicional vestido de combate preto e seu cajado mágico em mãos, com seu tesouro sagrado, as joias conhecidas como Yasakani no Magatama flutuando a suas costas. Já Amaterasu, usava um novo visual de combate, um vestido vermelho com detalhes em dourado preso a um cinto dourado. braçadeiras pretas com ombreiras douradas, em sua cabeça, havia uma especie de coroa dourada, as suas costas também flutuando, estava outro dos tesouros sagrados de Yamato, o espelho conhecido como Yata no Kagami.
- Estamos todos prontos e no aguardo minhas senhoras! Como combinado irei com a deusa Tsukyoumi! - afirmava Mominji se ajoelhando em respeito.
- Conto com você Mominji! - dizia Tsukyoumi com um sorriso.
- Está pronta minha irmã? Estamos prestes a lutar outra guerra. – afirmava Amaterasu com um sorriso que passava confiança.
- Estou mais que pronta. Vamos fazer de tudo para proteger nosso continente e os outros. – dizia Tsukyoumi batendo seu cajado no chão.
- Exatamente. Vamos proteger a todos. – afirmava Amaterasu com um sorriso no rosto.
- Ficaremos com aqueles alvos certo? - questionou Tsukyoumi.
- Sim... E não se esqueça minha irmã. Não vamos pegar leve. Mostraremos o resultado de nosso treino durante esse tempo desde a batalha contra Surtur. - respondia Amaterasu esticando sua mão direita.
- Pode deixar! - afirmava Tsukyoumi esticando sua mão esquerda.
Tsukyoumi e Amaterasu deram as mãos e canalizando poder no cajado de Tsukyoumi, as duas juntaram suas magias e criaram um imenso portal magico ligando Yamato ao continente de Nordicia, Mominji e os ninjas rapidamente adentraram o portão o atravessando com velocidade, Amaterasu e Tsukyoumi se entre olharam por alguns instantes e logo voltaram a ver os últimos ninjas sumindo dentro do portal.
- Hora de entrar em ação. – dizia Tsukyoumi girando seu cajado em sua mão direita.
- Mostraremos o poder de Yamato. – afirmava Amaterasu fechando seu punho.
As duas irmãs deusas da Lua e do sol da terra do oriente, adentraram o portal logo em seguida, a magia se desfez ao atravessarem, deixando restos de magia no ar. As forças de Yamato estavam prestes a se juntar à batalha.
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