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O Romper do Trovão!

Asgard. Palácio real.

Enquanto Jormungand observava o caos se instalando em Asgard, Welver surgiu a sua frente saindo de um portal mágico, o elfo negro estava bem debilitado após perder sua batalha contra Freya, aos poucos Welver se sentou a frente de Jormungand que o observava em silêncio.

- Meu... Mestre... Por favor... Me de poder! – suplicava Welver.

- Poder... Eu lhe dei poder. O poder para subjugar os fracos, para combater os fortes. E mesmo assim, você me desapontou perdendo para uma simples deusa. Você me desaponta elfo. – afirmava Jormungand.

- Meu mestre... Me de outra chance... – dizia Welver.

- Outra... Chance? HAHAHAHAHAHA! Meu caro elfo negro... É claro que não darei... Você serviu bem até onde conseguiu. Agora... Eu não preciso mais de você! – exclamava Jormungand esticando seu braço direito.

- Não... Nãoooooo! – gritava Welver.

Jormungand usou outra de sua magia proibida para absorver todo o poder mágico de Welver, e logo depois, o desintegrando com uma poderosa rajada mágica. O chão onde Welver se encontrava havia apenas uma marca preta com fumaça saindo.

- Então é assim que você trata seus subordinados que não correspondem a suas ordens? – dizia uma voz.

- É claro. Se falharem comigo o único destino é a aniquilação. Não serei misericordioso com quem não consiga cumprir as minhas ordens. – afirmava Jormungand.

- Vejo que seu jeito de governar continua errado... Meu caro irmão. – dizia Odin se revelando na entrada do palácio.

O pai de todos usava uma armadura dourada, com detalhes em vermelho e uma capa roxa em suas costas. Odin havia retornado a Asgard e agora tinha apenas um objetivo, enfrentar Jormungand.

- Fico feliz em revê-lo. Lhe procurei por todo o reino, mas parece que a bruxa lhe capturou primeiro. Ela merece elogios. – disse Jormungand.

- Sim ela merece. Mas por enquanto... Preciso dar um jeito em você antes que Thor e os outros venham. – dizia Odin empunhando a Gungnir que antes estava com Thor.

- Pretende me derrotar? Impressionante meu irmão. Veremos se sua força é a mesma de eras atrás. – disse Jormungand se levantando sacando seu machado.

Jormungand e Odin se encararam e foram de encontro ao outro, suas armas se chocaram causando um enorme barulho que ecoava por todo o palácio real de Asgard, destruindo a estrutura aos poucos. Os dois irmãos começaram uma disputa de armas em alta velocidade pelo salão real. Odin e Jormungand travavam ali, a batalha que poderia decidir o destino de todos.

Enquanto isso, na montanha de acesso a Bifrost, Urd encarava Skuld do alto da montanha, as duas Valquírias não tinham feito nenhum movimento desde então, porém Skuld aos poucos foi levitando ficando frente a frente com sua amiga caída.

- Urd... Temos outro jeito de resolvermos isso... Não precisamos lutar. – afirmava Skuld.

- Ainda com essa conversa sem sentido... Eu não sou mais a Urd que conhecia. – dizia Urd sacando sua lança.

- Você é sim. E eu irei provar te derrotando! – exclamou Skuld sacando sua nova espada.

- Veremos se terá mesmo coragem de lutar contra mim. – afirmou Urd.

As duas Valquírias começaram uma violenta disputa de armas pelos céus de Midgard, a velocidade das duas era tão alta, que quem olhasse a batalha, apenas veriam um raio branco e preto passar em alta velocidade, sobrevoando o céu nublado.

Nordicia. Palácio real.

O palácio real de Nordicia era uma construção antiga que havia sofrido com várias reformas ao longo do tempo, sempre que era destruído, os moradores da cidade e alguns guardas eram chamados para auxiliar em sua construção. Era um lugar especial para todos, lar dos reis e rainhas da humanidade, que protegiam e serviam seu reino e seu povo com carinho e respeito a todos. Porém sempre era alvo de ataques. Ataques esses que faziam sua tão elogiada decoração ser sempre destruída, e desta vez não foi diferente.

Raios explodiam as paredes do castelo de dentro pra fora, fazendo destroços caírem na cidade, às paredes do castelo não estavam mais suportando todo o impacto dos golpes de Thor, Nautica e Loki, era um espaço pequeno para uma briga de deuses. Thor girava seu Mjionir golpeando Nautica que se defendia com sua espada primordial, enquanto Loki atacava com seu martelo, o deus do trovão defendia dos dois com bastante agilidade, sua força estava maior que antes, o deus do trovão estava coberto por uma aura de eletricidade, que permitia a ele bloquear os ataques de Loki, apenas usando um dos braços.

A luta dos três guerreiros seguia em ritmo acelerado, destruindo o palácio real conforme seus golpes iam acertando, Loki usou sua magia de ilusão e criou clones de si mesmo e partiu para atacar Thor, que girou seu martelo desfazendo cada um dos clones, de repente, um tiro mágico de Nautica o acerta na região do braço direito, não causou muito dano graças a sua aura de trovão, mas foi o suficiente para pelo menos deixar uma pequena marca.

O filho de Odin partiu para cima de Nautica, que rapidamente utilizou sua espada para bloquear o golpe de Mjionir, Thor atacava com velocidade, mas por um momento de desatenção, não notou Loki aparecendo ao seu lado, dando um forte golpe com seu martelo. O deus do trovão voou saindo do castelo caindo em meio à cidade. Thor destruiu algumas casas com o impacto, rapidamente se levantou e viu Loki levitando no ar e Nautica pulando do castelo pousando há alguns metros a sua frente.

- Eu sabia que não seria nada fácil confronta-los. Mas vocês não farão mais o que querem nesta cidade. – afirmava Thor, que usou sua mão para limpar um pouco de sangue que escorria por seu rosto.

- Desista irmão. Somos uma dupla invencível e vamos provar! - Exclamava Loki.

- É o que veremos. – afirmou Thor.

Thor girou o Mjionir e o levantou a cima da cabeça, logo depois o abaixou com tudo invocando uma tempestade de raios que acertou Loki e Nautica em cheio. Os dois usaram de uma barreira mágica para se protegerem, porém alguns raios ainda os acertaram, Nautica ficou paralisada por um tempo, já Loki, se recuperou mais rápido e partiu para cima do irmão.

Os dois começaram uma briga de martelo disputando quem seria o mais forte. Ao longe, Nautica ativou sua magia Frota de Barragem e começou a disparar aceleradamente contra Thor e Loki, Nautica sabia que Loki não se importava em ser atingido, pois tinha meios para desviar dos tiros da companheira, aos poucos, Loki se esquivava dos disparos e ao mesmo tempo em que os tiros passavam por ele, o deus das trapaças usou uma magia para teleguia-los indo de encontro a Thor.

Thor desviava com o dobro de atenção para não ser atingido pelos tiros e pelos golpes de seu irmão, mas não teve como evitar alguns deles, que o acertaram nas costas e nas pernas o desequilibrando, Loki aproveitou e deu um golpe cruzado que jogou Thor ao chão. Nautica continuou atirando enquanto corria com sua espada em mãos.

A almirante estava pronta para atacar Thor, quando o deus do trovão soltou uma forte rajada de raios que saiu de seu corpo afastando assim Loki e Nautica que recuaram para se proteger. Thor se levantou, sua armadura estava um pouco quebrada, mas nada que o fizesse se preocupar. O deus do trovão começou a caminhar em direção aos dois arautos do medo com passos pesados, a cada passo que era dado, uma pequena cratera se formava ao redor.

Loki e Nautica mais uma vez combinaram suas magias, Nautica atirou varias rajadas mágicas em direção a Thor enquanto Loki, usou sua magia de ilusão para camuflar os tiros de Nautica, Thor desviava de alguns, mas outros o acertavam logo em seguida, Thor tinha dificuldades em se aproximar dos dois sem tomar danos. Foi quando o deus do trovão girou o Mjionir e se lançou para os céus. Os disparos seguiam Thor pelos céus em alta velocidade.

Thor desviava dos tiros usando seu martelo, mais e mais disparos eram lançados em sua direção, obrigando Thor a usar toda sua agilidade para se esquivar. O deus do trovão invocou ainda mais raios que acertaram os tiros de Nautica no ar causando pequenas explosões. Com outra forte rajada, o filho de Odin dissipou a ilusão de Loki evitando assim ser confundido pelos tiros falsos. Os soldados e magos que ajudavam a população viram a batalha tomar um rumo que poderia coloca-los em risco em algum momento.

Todos se apressaram em realizar a evacuação o mais rápido possível, porém Nautica percebeu e então disparou contra a população e os soldados. Os tiros que eram disparados ao longe acertavam as casas e alguns, atingiram soldados e pessoas as matando-as no processo. Thor se irritou e partiu para cima da almirante. Porém o deus do trovão foi impedido por Loki, que chegava a sua frente o golpeando fortemente com seu martelo.

Thor caiu em meio a mais casas, um pouco atordoado. Logo se colocou de pé e começou a confrontar Loki novamente. Enquanto a batalha dos dois irmãos seguia seu rumo, o esquadrão de magos que chegou como reforço para a evacuação, começou a usar barreiras mágicas para proteger o povo. Thor e Loki continuavam sua briga pelos céus da cidade de Nordicia, seus golpes podiam ser visto por todos a baixo deles, Nautica continuava pressionando os magos de Nordicia com seus disparos, o confronto no principal reino dos humanos estava ficando cada vez mais tenso.

Helheim. Palácio dos Mortos.

Gullveig já se encontrava estável graças aos cuidados da magia de Garn, que a curou parcialmente já que magia de cura não era seu forte. Gullveig se sentou recuperando fôlego e tentando enxugar o sangue de seu corpo pelo menos um pouco. A destruição de seus olhos mágicos havia causado danos que quase a mataram, afinal era uma magia proibida com consequências graves ao usuário, o cão de Hel havia voltado a seu tamanho normal e agora se encontrava a frente da bruxa.

- Obrigada Garn... Espero que todos estejam indo bem. – dizia Gullveig.

- Aposto que estão sim. Afinal, agora estão ao menos um pouco mais fortes. O que me preocupa é saber como os reinos irão ficar depois que isso acabar. – afirmava Garn.

- Do pior jeito possível eu imagino... – dizia Gullveig tentando se levantar.

- Bom o que faremos agora? – questionou Garn.

- Eu pretendo ir aos mundos, auxiliá-los de alguma forma, não posso mais ficar parada aqui. – respondeu Gullveig.

- Mesmo nestas condições não sei o que poderia fazer. Mas se quer tanto ir eu não vou impedi-la. - Afirmava Garn saindo de sua frente.

- Obrigada... E você o que fará? – questionou Gullveig.

- Não posso deixar Helheim até minha mestra retornar. Então você estará sozinha nessa. – respondia Garn.

- Entendo. Então até... - De repente Gullveig ficou paralisada.

Garn e a bruxa sentiram uma forte energia mágica como nunca haviam sentido antes, uma energia, vinda da mais profunda escuridão.

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