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Infiltração em Nidavelir

Hel estava decidida a ir até as profundezas de Helheim obter ainda mais poder, se tornar mais forte para poder lutar contra os arautos do medo, sem dizer mais nada, Hel saiu voando e então soltou um quase silencioso assobio, foi então que Fenrir surgiu, Hel se sentou em cima de seu lobo e partiu rumo há um lugar desconhecido para todos.

De repente, Hel soltou um leve disparo mágico para os céus como se estivesse sinalizando para alguém. Thor e Skuld que estavam na porta do palácio não entenderam muito bem o sinal de Hel, porém o sinal havia sido para outro ser, ou melhor, outro monstro.

Correndo em direção ao castelo, pequeno com olhos vermelhos e uma joia vermelha em sua testa, um pelo preto e branco e com muita energia, Garn surgia diante de todos. Garn é o cão que faz a guarda da entrada de Helheim. Diferente de Fenrir que costuma proteger Helheim indo as batalhas ou ficando próximo ao castelo, Garn protege a entrada de Helheim e também a terra dos mortos quando sua mestra e Fenrir não estão.

- É bom vê-lo depois de muito tempo Garn. – dizia Skuld se abaixando acariciando a cabeça do cão de Hel.

- Também é bom revê-la por aqui Valquíria Skuld. Você deve ser o filho do velho Odin, é um prazer tê-lo aqui também. – dizia Garn.

- O prazer é meu... – dizia Thor um pouco assustado com um cão falante.

- Vamos entrar, preciso levar o ferreiro até a forja de Helheim. – afirmava Garn entrando no castelo.

- Como sabe disso? – questionou Skuld.

- A magia que minha mestra usou para sinalizar para mim, continha uma magia secreta com informações sobre todos aqui. – respondeu Garn.

Logo o pequeno cão entrou no salão real e viu todos ali reunidos, aqueles que não conheciam Garn se assustaram de imediato, mas logo foram acalmados por Skuld que explicou a situação.

- Bom ferreiro. Vamos até o subsolo do castelo a forja esta lá. – afirmava Garn.

- C-certo... Mas vou precisar do ferro especial de Nidavelir. – afirmava Volundr.

- E onde podemos conseguir esse ferro? – questionava Thrud.

- Existe uma montanha próxima ao castelo real, onde ele é retirado, porém o lugar de maior facilidade para conseguir o metal seria a minha forja. – respondia Volundr.

- E porque não podemos ir direto na montanha? - questionava Skuld.

- Imagino que o local esteja com a segurança reforçada. Uma fonte de metal raro como aquela não será fácil de invadir. Por outro lado, minha oficina com a forja tem o material necessário para fazer as armas. E lá os guardas não fazem ideia de que eu escondo um pouco em meu estoque no fundo da loja. - respondia Volundr.

- Então temos que entrar na forja, pegar o metal e sair. Fácil, se não fosse por Tholin. O lugar já deve estar cheio de guardas corrompidos pelo que você disse mais cedo. – dizia Freya.

- Precisamos ser sorrateiros, não ser vistos por nada. Entrar e sair com o metal. Eu vou. Conheço o lugar muito bem. – dizia Ulin.

- Não, você fica Ulin. Não podemos deixá-la ir. Eu vou, posso me infiltrar rapidamente por lá. – afirmava Gullveig.

- Eu posso ir junto e protegê-la. – afirmava Solstis.

- Um elfo entrando em Nidavelir? Eu não vou permitir! – gritava Ulin.

- Olha aqui pirralha, se brigarmos entre nós, nunca derrotaremos aqueles caras. – retrucava Solstis.

- Aliás, qual o seu nome? – perguntou Freya.

- Eu sou Solstis, atual capitã da guarda real élfica, muito prazer em conhecê-los. – dizia Solstis se curvando em respeito.

- Enquanto sua perna? Você vai conseguir lutar desse jeito? - perguntou Thrud.

- Não se preocupem. Desde que eu não seja percebida, consigo atacar de longe. - respondia Solstis com um sorriso.

- Certo! Certo! Vamos nos concentrar. Gullveig, Solstis, estamos contando com vocês. – dizia Thor.

- Pode deixar! Vamos trazer os metais e forjar as armas. – afirmava Gullveig abrindo um portal no salão real.

Após conversarem com Volundr e descobrir a localização da forja, bruxa e Solstis adentraram o portal sumindo no processo. Logo todos começaram a se mover pelo castelo. Odin apenas observava as ações de todos torcendo pelo melhor, os outros foram para fora do castelo treinar um pouco de suas habilidades de combate.

Garn levou Volundr até os fundos do castelo e logo depois, entraram por uma enorme porta no chão, começaram a descer uma longa escada iluminada por tochas nos lados da parede, após alguns minutos finalmente os dois chegaram à forja de Helheim, Garn iluminou o local com magia de fogo acendendo várias outras tochas em volta, viram um lugar amplo com um enorme caldeirão desativado no meio. Volundr se aproximou e começou a ajeitar as coisas para que quando Gullveig e Solstis voltassem, pudesse estar tudo funcionando corretamente.

Nidavelir. Próximo ao portão de entrada.

Já era manhã em Nidavelir, o sol começava a surgir no horizonte da terra dos anões, Gullveig e Solstis saíram do portal próximo ao portão de entrada da cidade real, tomando muito cuidado para não serem vistas, as duas viram guardas com armaduras negras fazendo a vigia do local de cima dos portões de ferro. Solstis sinalizou para Gullveig e as duas correram na direção oposta ao portão. Circularam as paredes em volta da cidade real até acharem um ponto por onde entrar. Solstis sacou uma de suas espadas e a revestiu com magia de relâmpago, aos poucos começou a perfurar a terra da marulha criando uma entrada na parede, do outro lado, podia se ver algumas casas e um pequeno beco que dava acesso ao centro da cidade real.

As duas entraram na cidade, e aos poucos começaram a caminhar indo em direção à forja de Volundr. Passaram por vários becos, se esconderam em vários momentos para evitar contato com a população, com medo de que eles também estivessem corrompidos de alguma forma. Após minutos se escondendo, finalmente avistaram a entrada do local, estava cercada por um grupo de quatro guardas com machados em mãos e armaduras negras. Gullveig e Solstis esconderam-se novamente e tentaram bolar um plano.

- E então, como faremos para entrar? – questionava Gullveig.

- Não podemos simplesmente bater neles. Precisamos de uma distração. – respondia Solstis.

- E qual de nós será a isca? – questionou Gullveig novamente.

- Eu faço isso. Tenho mais habilidades com magias e alias uma Elfa na terra dos anões já é motivo para criar algo. – respondia Solstis se levantando aos poucos – fique por aqui e espere meu sinal.

- Certo! – respondia Gullveig.

Solstis se afastou de Gullveig voltando todo o caminho que fizeram até chegar à entrada, passou por ela saindo do outro lado da muralha e então correu pelos cantos. Gullveig se agachou observando cuidadosamente os guardas que protegiam a entrada da forja. Do outro lado, Solstis chegou próxima à entrada da cidade real, a Elfa usou algumas rochas em volta para caminhar o mais longe possível da entrada sem ser detectada, quando percebeu que tinha ali distância o suficiente do portão, Solstis conjurou uma magia de terra, bateu com a palma das mãos na terra criando vários espinhos de pedra que percorreram todo o caminho até baterem no portão.

O choque fez um enorme barulho assustando os guardas que rapidamente se colocaram em guarda. Um pouco afastado do primeiro golpe, outro caminho de espinhos de pedra surgiu causando mais um forte barulho, rapidamente os soldados soaram o sino de que alguém estava tentando invadir a cidade, os guardas em cima do portão, desceram para fora tentando achar da onde vinham os golpes de pedra, de repente, ainda mais afastado, uma enorme bola de fogo surgiu nos céus caindo em direção aos soldados que não tiveram tempo de bloquear.

O Ataque mágico causou uma enorme explosão, levantando uma densa nuvem de fumaça, Solstis usou magia de vento para aumentar a fumaça formando um tornado. Mais e mais guardas surgiam na entrada e desta vez conseguiram bloquear o tornado.

Gullveig percebeu a agitação e logo reparou que os guardas que defendiam a porta da forja sumiram, ao olhar para os céus, Gullveig viu um enorme tornado, para a bruxa, este seria o sinal de que Solstis havia falado. Gullveig rapidamente entrou na forja, tomando bastante cuidado para que não fosse vista por alguém da cidade, procurou por todo o lugar pelos metais do qual Volundr havia falado. O lugar era meio bagunçado com ferramentas espalhadas por toda parte e um enorme caldeirão acesso.

Mais ao fundo, Gullveig avistou uma porta, a bruxa correu até ela a abrindo, a bruxa começou a usar magia para rastrear onde estariam os metais, após alguns minutos de procura, Gullveig achou os metais que seriam necessários para forjarem as armas, estavam escondidos em uma espécie de cofre secreto preso ao solo do local, Gullveig o retirou do chão usando magia e arrancou a porta logo em seguida causando um pequeno barulho. A bruxa criou um enorme bolsão de magia e guardou os metais dentro dele o fechando no processo. A bruxa também pegou algumas ferramentas e mais outros materiais que estavam no local, Gullveig acreditava que além dos metais, mais alguma coisa poderia ser útil.

Enquanto isso do lado de fora, Solstis continuava a usar magia para distrair os soldados que tentavam se aproximar, porém a Elfa percebeu que seus golpes estavam começando a serem defendidos e logo seria descoberta pelos guerreiros. Para evitar que isso acontecesse e também para ganhar mais um pouco de tempo, Solstis lançou vários tornados ao seu redor, os soldados ficaram ainda mais confusos, de dentro dos tornados vários raios começaram a sair atacando os soldados anões os mantendo afastados.

Ainda dentro da forja, Gullveig se preparava para sair, pois havia notado que a segurança na forja havia retornado após ouvir o barulho vindo de dentro, a bruxa conjurou um portal de dentro da forja para evitar sair pela porta da frente, a bruxa entrou dentro do portal e saiu do lado de fora da cidade real, após caminhar rapidamente pelos cantos da muralha, Gullveig avistou a grande distração de Solstis, e então acenou para a Elfa que logo, não pensou duas vezes antes de correr em direção a Gullveig, os soldados a viram e então tentaram correr para atacar, porém os tornados ainda os impediam, Gullveig correu de encontro a Elfa conjurando um portal a sua frente, as duas belas guerreiras adentraram o portal sumindo rumo a Helheim.

Os tornados pararam deixando um grupo de soldados com bastante raiva, de cima do portão de entrada da cidade, a corrompida Tholin observava toda a situação com uma expressão séria em seu rosto, ao olhar toda a confusão criada, Tholin deu um sorriso malicioso e voltou a caminhar, indo em direção ao palácio real.

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