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¹²| Fim

Eu escrevi esse cap ouvindo esse cover (all i want, kodaline cover) e eu recomendo muito lerem a tradução antes de ler esse cap porque ela vai dar um up na emoção sksks

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Uma vez Lis me disse que eu iria ficar louca se deixasse minhas paranóias presas em minha mente. Eu levei isso em conta, quando, no meio de uma crise no dia em que ela acordou do coma, tive de ser sedada, tamanha ansiedade e tristeza eu estava sentindo.

Chutando para longe esses pensamemtos, aproveito que minha princesa ainda está dormindo, e me direciono para o chuveiro, afim de deixar a água morna levar toda angústia pelo ralo.

Foi um banho rápido, pois tenho muito o que fazer hoje. Vai ser um dia especial. Com isso em mente, me concentro em arrumar um café da manhã que nos faça ter ânimo pelo resto do dia.

Com tudo pronto, subo as escadas e volto para nosso quarto, encontrando um pequeno bolinho de cobertas no meio da cama, e somente o topo da cabeleira loira aparecendo. Ó céus, tão adorável.

Tenho trabalhado duro para que em momento algum ela se sinta mal por sua visão, responsabilizando-me de lhe mostrar o lado bom da vida, mesmo que sem a visão. Lalisa permanece sendo perfeita sob meus olhos, e não é uma falta de visão que irá mudar isso, porém, sei como minha garota é sensível, sendo assim, é capaz de que ela em algum momento venha a se sentir mal por isso.

Com calma, me aproximo de nossa cama, estendendo a mão sobre o topo de sua cabeça que está visível, iniciando um cafuné, como sei que ela gosta.

— Ei princesa, bom dia. Vamos descer e tomar um bom café da manhã, sim? Temos um longo dia pela frente — deixo minha voz o mais calma possível, sem parar o cafuné em momento algum. Vomo resposta, obtenho apenas um resmungo.

De forma inesperada, vejo a coberta voar para o lado, e dali aparecer uma Lalisa com o rosto amassado e grogue de sono, logo me oferece um sorriso de forma doce — Bom dia, Jenjen.

—Vamos Lisa, hora de levantar.

— É domingo, Jennie — fez manhã, jogando os braços para vima e as pernas para direções opostas — se possível, não poderíamos ficar o resto do dia na cama? Talvez lendo um livro, ou quem sabe, passando o dia abraçadas nesse calorzinho aconchegante, sim sim?

Não há como resistir quando Lalisa Manoban resolve de fazer manha, com direito à biquinho e voz de sono. Então é óbvia a minha resposta, certo?

— Claro que podemos, amor. Mas somente se você vier comigo tomar café da manhã, depois tomamos um banho quentinho e voltamos para cá, pode ser?

Ela firma a mão no queixo, como se estivesse pensando, mas logo sorri e concorda. Adorável.

Deixando a louça suja do café na pia mesmo, e as toalhas molhadas no cesto de roupa suja no banheiro, nos preocupamos somente em deitarmos na cama novamente e iniciarmos nossa bolha de carinho.

Começamos então a compartilhar pensamentos nossos, coisas de momento, sem propósito algum, aprnas para matarmos o tempo. Porém assim que damos início a um silêncio confortável, me recordo do pequeno objeto guardado na gaveta do bidê ao lado da cama. Depois de estender a mão e apanhar o objeto, penso somente em como fazer o pedido devidamente. Eu não quero perder a chance e sinto que vai dar tudo certo. Sendo assim, somente coloquei a pequena caixinha de veludo em suas mãos após obter sua atenção para mim. Observo ela tatear a caixinho por um momento e então a abrir, passando a mão pelas alianças, para identificalas.

— Elas são lindas, amor. Eu ia fazer o pedido naquela noite, porém deu tudo errado. No fim eu as guardei — fiz uma pequena pausa para respirar, afim de manter a calma — eu sei que as coisas podem parecer conplicadas agora, mas, eu quero tentar com você, assim como tudo aquilo que você quiser  eu irei tentar, por você, além de que não custa ao menos tentar fazer as coisas. O foco é que, naquela época, eu tinha medo. Medo de demonstrar minha intensidade e você achar enjoativa, medo de eu deixar tudo sair do meu peito e assim que tomasse proporções colossais acabar que você descobrisse que não era eu que merecia seu coração. Muitas vezes nossos medos não fazem sentido, eu sei bem. No entanto, durante todo aquele tempo, eu senti e aprendi que esperança e persistência são uma boa combinação. Eu me sentia desmoronar, mas, ao mesmo tempo, eu não tinha coragem de te deixar, sabe porque, amor? — ela negou com um aceno de cabeça, com as lágrimas escorrendo por sua face. Com delicadeza, envolvi seu rosto com minhas mãos, afastando as lágrimas com os polegares, sentindo ela deitar o rosto sobre minhas palmas — porque eu amo você, meu bem. E eu não vou esconder tamanha intensidade. Sei que nunca amei alguém, vomo amo você, eu sinto, consigo até mesmo ver, você em meu futuro, sinto que é o certo, é o caminho ao qual devo trilhar. E é isso que eu vou fazer. Por isso — beijei sua testa, em seguida seu nariz e por fim lhe dei um selinho — Lalisa Manoban, aceita se casar comigo?

— Pabo! Claro que sim, eu te amo tanto, tanto, assim como uma vez eu te disse, e assim como sempre te direi. Promete pra mim, que vai fazer de tudo, para não me deixar, por favor?

Mesmo confusa, eu prometi, porque não queria estragar o momento, além de que se isso fosse confortar seu coraçãozinho, eu prometeria até mesmo minha vida para ela.

Eu espero para nós, um futuro repleto de boa e novas memórias, das mais marcantes até as mais simples. Não me esquecerei de nenhuma.

Hoje sou sua modelo, desfilo para você em uma passarela com uma platéia imensa, porém, mesmo que hajam mais de três centenas de pessoas me assistindo desfilar, a que mais me deixa feliz é você, mesmo que eu saiba que você não pode assistir, não somente por estar impossibilitada, como também porque você virou modelo também.

Hoje você é minha modelo, passeia por aquelas passarelas sorrindo como se pudesse me ver em sua frente lhe aplaudindo, afinal, você sabe que é isso que estou fazendo toda vez que lhe assisto desfilar. Ainda que me deixe triste e culpada saber que deixou seu sonho de fotografar o mundo, sei que está fazendo algo que descobriu gostar.

Embora eu saiba que não pode mais apreciar as cores do mundo, ainda amo tudo que há de você, e dessa vez eu não irei me impedir de demonstrar cem por cento meu amor por você.

Aqui conclui-se que nosso mundo gira em torno do nosso amor, sete anos de azar para quem dizer o contrário.

Fim.

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