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Desculpem, não revisado
Chego em casa, nem preciso procurar, pois sei que não tem ninguém, meus pais estão trabalhando, e meu irmão está internado.
Vou para meu quarto, tomo um banho rápido, e vou pra cozinha e como a comida que minha mãe deixou guardada pra mim.
Depois de almoçar e lavar a louça, pego meu celular, tranco a casa novamente e pego minha bicicleta, vou ficar um pouco com meu irmão.
Durante essa semana que se passou eu já decorei o caminho para o hospital, pegando atalhos no meio de parques e praças eu chego rápido.
Dou meu nome na recepção, e recebo o cartão de visitante.
Pego o elevador e chego no 5° andar, mas assim que as portas se abrem eu me assusto com os gritos de uma garota.
Garota: ME LARGUEM, ME DEIXEM MORRER, EU NÃO AGUENTO MAAAAAAIIIIISSS AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH EU SÓ QUERO MORRER, ELE NÃO VAI ME DEIXAR EM PAZ ENQUANTO EU ESTIVER VIVA, ME DEIXEM MORRER.
Ando de vagar pego corredor pra não atrapalhar os enfermeiros correndo pra tentar controlar a garota e amparar as mães dela que estavam chorando desesperadas.
Deve ser muito difícil pra elas verem a filha pedindo pra morrer.
Por um momento paro na porta do quarto, vendo os enfermeiros tentando segurar a garota que se debatia e agredia os enfermeiros, sem parar de gritar.
Em um certo momento, ela me tacou com objeto, que arranhou superficialmente meu rosto. Olho pra baixo e vejo um colar, era simples, tinha um pingente de estrela com uma pedrinha azul no meio.
Pego o colar na mão olhando melhor o objeto, ele era até que bonitinho.
Olho pra garota, que finalmente estava sendo sedada.
Me aproximo das mães da garota pra devolver o colar.
Eu: Com licença, filha de vocês jogou esse colar em mim quando estava passando, e vim devolver.
Ômega: Esse colar... eu não sei porquê ela ainda continua com esse colar.
Alfa: Fique para você esse colar, ele pertenceu a uma pessoa muito boa, talvez te dê sorte...
As duas mulheres saem me deixando sozinho com aquela colar. Sem me importar muito, coloco o colar no bolso e sigo para o quarto do meu irmão.
Ao chegar no quarto vejo ele encolhido abraçando uma ponta da coberta enquanto tinha os olhos arregalados.
Eu: Saeng, você está bem?
Hyun: Hyung, que bom que veio, eu estava com medo.
Chego perto dele e abraço o mesmo.
Eu: Vai ficar tudo bem, é só uma menina que está sofrendo muito, mas os médicos e a família dela já está cuidando dela, vai ficar tudo bem.
Depois de acalmar Junghyun, eu contei pra ele que fiz um amigo ômega, ele ficou feliz no começo, mas ficou triste quando disse que Taehyung era um ômega marcado.
Eu: Hoseok parece ser um alfa legal, eu sempre soube que Taehyung tinha um alfa, pela marca, fiquei até com medo de conversar com ele e o alfa dele vir me bater, mas o Hoseok disse, se eu sou amigo do Taehyung eu também sou amigo dele, e bonita a relação deles, é uma relação de confiança, eu queria ter uma relação assim um dia.
Hyun: Você vai encontrar alguém, eu vou pedir pro meu anjo da guarda te ajudar.
Eu: Ou, você pode se recuperar e me ajudar a encontrar o ômega certo pra mim.
Hyun: Sabe, hoje eu vi meu anjo, ele é muito bonito.
Eu: É mesmo?
Minha mãe me disse que os remédios do Junghyun são muito fortes e que as vezes ele pode ter alucinações.
Então sem questionar eu apenas concordo.
Eu: Como ele era?
Hyun: Ele era mais baixo que você, usava roupas brancas e seu cabelo era claro, tipo um loiro escuro. Tinha bochechas fartas e quando sorriu seus olhos viraram dois risquinhos, muito fofo.
Eu: Realmente era um anjo.
Hyun: Ele estava tentando ajudar a menina que estava gritando, mas a menina estava nervosa e não queria escutar.
Eu: Eu vi a menina, ela vai ficar bem, tenho certeza que esse anjo vai ajudar ela.
O resto da tarde foi mais tranquila, fiquei mais um tempo com meu irmão até o horário de visita acabar. Depois vim pra casa e fiz o dever de cara e algumas tarefas domésticas como colocar minha roupa pra lavar, pois não posso ficar dependendo só da minha mãe, sendo que ela trabalha e dorme no hospital dia sim, dia não revezando com meu pai.
E assim termina mais um dia normal na minha vida.
Continua...
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