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Vai ou não vai?




Lisa estava esperando que Jisoo fosse jogar a xícara no chão ou protagonizar outra série de risos em forma de ódio, mas a maneira calma e centrada da assessora também era um sinal, um sinal dos ruins, no caso. Jisoo colocou a xícara na bancada, tirou o fone de ouvido e encarou Jennie e Lisa com os olhar mais profundo que tinha.

— Vou explicar o que vocês vão fazer agora, é simples então ouçam bem: vocês vão se casar, vão ir até o palácio, você, Lalisa. — Ela apontou para a vice-filha. — Vai pedir desculpas pessoalmente a Sunan, diga que foi mais um ato rebelde e que nunca pensou em traí-lo, você, Jennie, continue agindo como uma futura vice-presidente agiria. Vocês podem fazer isso por mim?

Jennie murmurou um "sim" apreensivo e Lisa levantou o dedo indicador.

— Isso é bom, não é? Se Elane souber ela pode nos ajudar...

Mas Jisoo a ignorou.

— Vocês vão seguir até o palácio agora, Armário deve estar lá em baixo. Os preparativos devem ter começado e vocês precisam provar o vestido.

Lisa demorou um pouco para significar aquela frase, foi quando ouviu Jisoo torcer a maçaneta para ir embora que sua consciência apareceu "então você vai se casar!"

— Meu deus? Eu vou me casar?

E pela forma como Jennie a encarou, pode supor que ela também estava com um entendimento tardio. As duas encararam Jisoo, como se ela fosse uma mãe que estivesse deixando as filhas no supermercado de propósito, e o olhar que ela as devolveu era um turbilhão de sentimentos.

— Vocês vão conseguir. — Jisoo sorriu breve. — E foi bom conhecer vocês, meninas.

Lisa queria que aquilo não fosse uma despedida, mas quando Jisoo fechou a porta, pareceu ser definitivo.





(...)





Armário as levou até o palácio no meio da madrugada. Os preparativos para o casamento que aconteceria ali já haviam sido trazidos no dia anterior, milhares de caixas e arranjos estavam nos cantos dos cômodos.

Elas precisavam ter uma boa noite de sono, ou o que restava da noite, porque o dia que começava parecia vir na mesma intensidade de uma caixinha de surpresas. No entanto, Lisa não conseguiu pregar os olhos, talvez tivesse conseguido por alguns minutos, indo e vindo sob uma semi inconsciência horrível. Às vezes se remexia e sentia os braços de Jennie apertando-a com mais força, pois estava na parte de fora da conchinha. Sentia o calor dela adentrar seu corpo naquela familiaridade que poderia se acostumar pelo resto da vida. Jennie conseguiu dormir, ou fingir dormir, enquanto Lisa só pensava nas últimas palavras de Jisoo e no irmão.

Quando se deu por conta, o sol já chegava de forma preguiçosa por entre as cortinas e o cansaço havia vencido. Os dedos de Jennie começaram a fazer um leve carinho em suas bochechas, mexendo em seu cabelo e trazendo um arrepio gostoso, que foi interrompido ao se levantar, e preguiçosamente, abrir de vez as cortinas. Funcionários perambulavam no gramado do palácio.

— Será que Jisoo deu notícias? — Foi a primeira coisa que disse.

Jennie respirou fundo, sentada na cama.

— Jisoo é a mulher mais forte que eu conheço, já enfrentou guerras, países ditatoriais, uma vice-filha cheia de encrencas... ela sabe o que está fazendo, ela vai ficar bem.

Lisa foi até a sua noiva e se sentou ao lado dela, sua mente queria acreditar nas palavras de Jennie mas seu coração se apertava.

O jardim do palácio estava lotado de tulipas brancas e flores copos-de-leite, decorando as cadeiras e formando um espiral em todo o jardim. Eram tantas flores que um arco delas foi montado para cobrir a área do altar, de modo que as cadeiras, o pequeno palco e o tapete branco estavam cobertos do sol graças a esse teto improvisado. Seria uma cerimônia "pequena" apenas 800 cadeiras, onde mais da metade eram convidados de Sunan. Lisa e Jennie tomaram banho, procrastinaram um pouco, mas logo as costureiras bateram na porta do quarto da vice-filha. Elas precisavam provar o vestido e, em uma surpresinha de última hora, decidir qual casal seria testemunha no casório, já que não teriam madrinhas ou padrinhos para fazer o serviço.

— Ten e Lucas — Lisa disse sem pensar.

— Se eles estivessem aqui, quem sabe? — Jennie se remexeu, incomodada.

As costureiras faziam os ajustes nos vestidos às pressas. O da Kim era um modelo estilo princesa, a calda era grande e a saia coberta por pedrarias, quando tocadas pelo sol brilhavam tanto que Lalisa precisava vez ou outra desviar o olhar, mas logo voltava a encará-la por dois motivos importantes: Jennie estava linda com aquele vestido e a parte de cima era um corselet que apertava os peitos dela e expunham o grande coração que a chefe de campanha tinha.

Lisa quase tropeçou, mesmo que estivesse parada, e a costureira a olhou com uma careta.

— Armário está aqui, só precisamos arranjar outra pessoa. — Abriu os braços, como a costureira pediu, e ela começou a furá-la com o alfinete.

O vestido de Lisa era mais discreto, não tão branco, quase chegava ao creme, e diferente do primeiro que usou na sessão de fotos, aquele acentuava suas curvas porque era colado no corpo, com uma fenda lateral que acabava no fim das coxas.

— Jennie? Ouviu o que eu disse? — Lisa olhou para a garota de soslaio, já que não podia se mexer, e percebeu Jennie olhando-a sem ao menos piscar. Ela sorriu ainda mais quando o olhar delas se cruzaram.

— Você está maravilhosa — Jennie disse, baixinho.

Lisa piscou algumas vezes, tão envergonhada que sentia a quentura atingir suas bochechas. Esse era o poder de Jennie, causar borboletas na barriga como se fosse seu primeiro amor, como se nunca tivessem trocados mais que um selinho atrás do muro da escola. Se sentia boba, emocionada e um pouco desequilibrada — mais que o normal.

— Vocês estão maravilhosas! — Sunan irrompeu pela porta, o sorriso de Lisa sumiu do rosto. Ele havia acabado de estragar a palavra "maravilhosa".

— Senhor vice-presidente. — Jennie o cumprimentou como pôde, com uma reverência robotizada, assim como a voz.

— Vice-pai, que bom te ver. — Lisa não soube fingir tão bem.

Sunan parou no meio das duas, lágrimas nos olhos e as mãos na frente da boca, naquela pose emocionada que pareceria real se Lisa não soubesse o quão bom o pai era em fingir, ou talvez ele realmente estivesse feliz por ver Lisa abaixar a crista e agir como lhe foi mandado. Ele amava estar por cima.

— Ontem ela estava engatinhando pela casa, não é Armário? — O guarda-costas, que entrou junto com Sunan, maneou a cabeça.  Ele sim parecia emocionado, Lisa queria correr para abraçá-lo. — Armário me contou sobre a sua ruptura, fico feliz que tenha mudado de ideia, querida.

Ele provavelmente contou a mentira a mando de Jisoo, o que fez Lisa engolir o rancor e um "aí" pela espetada de alfinete que ganhou na bunda.

— As vezes eu passo dos limites papai, me desculpe.

Jennie a analisava pelo canto de olho e parecia respirar com cuidado, vendo a cena se desenrolar com uma tensão borrifada pelo ar. Sunan se aproximou de Lisa, observando-a, até a costureira ficou tensa.

— Fico feliz em ouvir isso, filha. Hoje será um dia glorioso. — Ele sorriu brilhante. — Agora, me diga, você tem notícias do seu irmão?

— Ele está a caminho, senhor vice-presidente, conversamos com ele mais cedo. — Jennie intercedeu por Lisa.

Sunan gargalhou.

— Ah! Agora terei que me acostumar a ter você no assunto, esqueci desse detalhe. — Ele se voltou a filha. — Seu irmão está bem, querida?

Lisa mordeu os lábios, estava a um ponto de desabar, mas balançou a cabeça para cima e para baixo.

— Ele estará na cerimônia, não se preocupe. — Não estava segura se havia passado ou não uma boa impressão, se estava seguindo o plano corretamente como Jisoo pediu ou se Sunan estava assim por ser assim, por ter um certo prazer em colocar sal na ferida. Ele ficou na sala por mais alguns minutos sem dizer nada, acompanhando o ofício das costureiras, até que colocou um dedo sob os lábios e juntou as sobrancelhas.

— Lalisa, eu ficaria muito feliz se você não me importunasse daquela forma novamente, você sabe que ninguém aprende nada se não tiver um castigo, certo? Você e Ten só aprendem assim, falar não resolve com crianças.

Lisa prendeu a respiração, Jennie pareceu ter feito a mesma coisa, mas ainda se mantinha ativa e obediente apesar de quase sair do papel ao perguntar:

— Ten está bem?

— Mas é claro que está! — Sunan bateu palmas. — Vocês não disseram isso agora mesmo?

— Pai — Lisa chamou entredentes. — O que você fez?

Sunan arqueou as sobrancelhas, como se Lisa tivesse perguntado em outra língua.

— O que eu fiz? — ele pensou por um instante. — Nada! Só queria apresentar a vocês a minha nova assessora, sabe como é, nesse segundo mandato preciso de pessoas mais confiáveis e Jisoo... bem, Jisoo não parecia mais tão empenhada.

A mulher que entrou na sala atrás de Sunan vestia um terno como os que Jisoo usava e mantinha um olhar impassível, ela reverenciou Jennie e Lisa rapidamente, antes de se apresentar.

— Kang Seulgi, prazer em conhecê-las.

— Qualquer coisa que precisarem, pode contar com ela! — Sunan deu tapinhas nos ombros dela, mas retirou a mão como se tivesse doído.

Lisa piscou rapidamente, confusa, injuriada, sem entender absolutamente nada mas com um único pensamento na cabeça: estava certa em se preocupar com o paradeiro de Jisoo. Sunan seria capaz de revelar onde Jisoo estava para as pessoas que queriam capturar-la? Daria tempo de algo assim acontecer em menos de uma noite? Seus músculos agiram primeiro, a pergunta ainda rondava a sua mente e quando percebeu, já tinha derrubado a costureira, soltado um pedaço do vestido e partindo para cima do homem que se dizia seu pai.

— O que você fez com ela? ME DIZ O QUE-

— Lalisa!? — Susan gritou, se escondendo atrás da assessora.

— Lalisa é o caralho! — Os braços de Jennie envolveram a sua cintura, tentando arrastá-la para longe. —  CADÊ A JISOO CADÊ A JISOO CADÊ A JISOO CADÊ A JISOO CADÊ A JISOO...

— Senhorita Kim, segure a sua noiva! — Sunan pediu educadamente enquanto Seulgi não havia mudado de semblante desde que entrou na sala, apesar de estar recebendo socos e pontapés de Lisa, por Sunan estar atrás dela.

— Você! — Lisa apontou para o pai — Você me... — Jennie tapou a sua boca. — HMHMHMHM!!!

— O que está acontecendo aqui, meu pai amado!?

Todos os ocupantes da sala olharam para a porta, para a princesa Chaeyoung parada no batente com os olhos arregalados. Jennie soltou Lisa, que conseguiu se acalmar, porque não tinha como ficar furiosa se estava surpresa com aquela visita inesperada.

— Eu... — Chaeyoung apontou para a saída. — Posso voltar outra hora...

Sunan saiu de trás da assessora e foi até a princesa.

— Ah, não, não não. — Ele moveu as mãos em tranquilidade, como se nada estivesse acontecendo. — Que bom que veio! Fiquei receoso se o convite havia chegado ou não, agora vocês podem conversar coisas... o que garotas conversam? — Ele perguntou a assessora, que não respondeu nada. — Enfim, coisas de garotas! O homem aqui precisa trabalhar. — Ele riu sozinho. — Vejo vocês no altar, vamos, Seulgi.

Rosé, Jennie e Lisa se entreolharam. Nenhuma das três sabia como agir depois disso.








Os convidados começam a chegar horas depois e conversavam amigavelmente na área destinada ao casório enquanto garçons serviam comes e bebes. A celebração parecia mais uma festa no asilo, tirando Chaeyoung e os funcionários, o resto tinha cinquenta anos para cima. Aquele casamento não parecia nada com o que Lisa faria se fosse casar, mas imaginava que era a celebração perfeita se seu pai quisesse se casar um dia. O celebrante já havia chegado também, um senhor careca e rechonchudo que parecia muito com a estátua de Buda que estava ao lado do altar.

Lisa hiperventilava tanto que, de hora em hora, a maquiadora precisava ir ao seu quarto para retocar a maquiagem. Era uma perda de tempo tentar fazer uma revolução — ou saber de uma revolução que estava a caminho — com um vestido longo e apertado e com o seu maior inimigo, fino, traiçoeiro e incômodo: saltos altos.

— Você está confiante sobre Jisoo agora?  — Se virou para Jennie, sentada na cama, a saia do vestido quase a engolia. Lisa decidiu parar de olhar a movimentação lá embaixo pela janela do quarto, olhar Jennie era mais proveitoso.

— Não estou — ela suspirou. — Mas não podemos agir impulsivamente, Lisa.

— Essa é a hora perfeita de agir impulsivamente!

— Não tem hora perfeita para você agir impulsivamente, você age impulsivamente sempre!

— Espera aí! — Chaeyoung levantou as mãos. A princesa estava no quarto esse tempo todo, mas permaneceu tão quieta que descrevê-la só se tornou importante quando Lisa prestou atenção nela.

— Jennie e Jisoo estavam esse tempo todo armando para prender o tio Sunan, sendo Jisoo uma espiã secreta mandada por não sei quem para acabar com ele...

— E associados. — Lisa lembrou. — Jisso falou isso, apesar de... de não saber o que significa.

Jennie maneou a cabeça em descrença e Rosé continuou.

— E então, Jennie vazou uns documentos aí sobre desvio de dinheiro de orfanato, foi quando a Jisoo a conheceu e as duas armaram pra esse casamento rolar porque na verdade Jisoo precisava de alguém próximo ao Sunan e de provas concretas que ele mataria a presidenta sem queimar seu disfarce mas aí a Lisa descobriu tudo ficou chateada roubou todas as provas entregou pra Ten que sumiu misteriosamente até que de madrugada Lisa descobriu através de que...?

— Digamos que eu transcendi. — Lisa deu de ombros.

— Okay, você transcendeu e descobriu que Ten, na verdade, se junto com o Rafael para ir até Elane.

— Lucas. — Jennie corrigiu.

— Ah, é nome bíblico do mesmo jeito! — Rosé pirraçou. — Ten e Lucas pegaram todas as provas e foram para a casa da presidenta contar para ela que Jisoo é uma agente secreta que descobriu que o vice quer matar ela ... — Rosé arfou. — Onde eu estava?

Lisa suspirou.

— E Jennie não pode falar nada porque o contrato de casamento a impede. É complicado, mas você até que entendeu melhor do que eu. E mais rápido também.

Chaeyoung passou a mão na testa, ela estava impecável dos pés a cabeça, mas suou um pouquinho pelo esforço.

— Quem inventou esse roteiro horrível? — murmurou ela.

Lisa e Jennie se entreolharam, sem saber o que responder.

— Ah... então, Chaeyoung... que bom que você está aqui. — Jennie pigarreou. — Não tivemos um bom primeiro encontro e... achamos. — Apontou para si e para Lisa. — Que você não estivesse disposta a vir até o nosso casamento depois de tudo que aconteceu.

Lisa piscou algumas vezes com a parte do "nosso casamento", sentiu o coração bater mais rápido. Chaeyoung suspirou teatralmente, uma mão mexia no cabelo platinado enquanto a outra repousava na barra do vestido azul perolado.

— Há males que vem para o bem, depois que a foto do meu beijo com Lisa vazou para o mundo inteiro tive a oportunidade perfeita de contar a vovó... vovó digo, a rainha. — Ela rolou os olhos, blasé. —  Que sou lésbica, depois disso várias empresas ficaram interessadas em me ter como representante, vou desfilar para a marca de lingerie da Rihanna neste verão! — Ela se aproximou, sentando ao lado de Jennie. — Mas o que realmente me fez querer vir foi que eu tive coragem para pedir Chaeyoung em namoro. Depois daquele beijo eu entendi quem eu amava de verdade.

Jennie ficou confusa.

— Você namora uma garota com o mesmo nome que o seu?

— Pois é! — Chaeyoung sorriu, como se tivesse parado para pensar na coincidência só naquele momento. — Mas estou pensando em criar um nome artístico agora que decidi virar modelo profissional, Rosé, o que acham? E ah! Eu também vim para me desculpar com vocês, principalmente com você, Jennie. — Chaeyoung repousou uma mão no braço da Kim. — Acho que vai amar o meu presente de casamento como um pedido de desculpas, spoiler: lua de mel em Paris!

— Paris de novo não... — Lisa implorou.

— Paris de novo sim! — Chaeyoung rebateu. — Já está tudo pago!

Jennie fez um biquinho.

— Paris parece ser legal...

— Mas não tem como irmos a lugar nenhum sem descobrir o que houve com Jisoo. — Lisa lembrou.

Jennie concordou, decidida, e se levantou da cama.

— Chaeyoung, você se importa de ser madrinha do nosso casamento? Sei que é em cima da hora, literalmente, mas precisamos de alguém para entrar como par de Armário. — A princesa maneou a cabeça em afirmação como se sua vida dependesse disso. — E pode me deixar a sós com Lisa, só um minutinho?

— Tudo para as minhas garotas! — Ela levantou a palma e Jennie demorou para raciocinar, mas bateu na dela. — Isso aí! Chaeyoung me ensinou esses toquinhos, não são um máximo? E não se preocupem, não vou contar nada pro tio e espero vocês lá em baixo.

Lisa observou Chaeyoung saltar para fora do quarto e sentiu um sentimento estranho apossar seu peito, achou ser felicidade, pois uma das melhores partes da sua vida havia voltado e se encaixado no meio de tantas partes soltas. Jennie se aproximou, decidida e com uma confiança como na primeira vez que a viu.

— Vamos descobrir o que aconteceu com Jisoo, mas agora eu estou aqui para te lembrar das últimas palavras que ela nos falou antes de ir embora. Sei que está preocupada com ela e com o seu irmão, e eu também estou, mas preciso ser a pessoa que te faz colocar os pés no chão, certo? Que te faz pensar direito e não agir impulsivamente, mesmo com esse monte de merda acontecendo ao mesmo tempo.

Lisa não notou que chorava até Jennie ficar desfocada pelas lágrimas acumuladas na beirada dos olhos, tentou para-las com o dedo antes que escorressem e acabassem com a maquiagem, mas não deu conta. A maquiadora a xingaria pela milésima vez.

— Lalisa Manoban, talvez-não-mais-vice-filha, você quer se casar comigo?

— Nós literalmente vamos subir no altar daqui a dez minutos. — Lisa ficou um tanto quanto corcunda para se aconchegar nos braços de Jennie, que mesmo de salto ainda estava mais baixa, já que Lisa também calçava um.

— Eu sei, amor, só queria que algo soasse verdadeiro no meio disso tudo. — Jennie beijou o topo da cabeça de Lisa. — Vamos nos casar agora.

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