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28 | SAMMY

Passo pela porta do prédio e pego meu celular, quatro chamadas perdidas de Destiny. Não acho que seja nada sério, apenas ela querendo saber aonde eu estava. Quando saí do dormitório de Stassie ontem, ou melhor, hoje de madrugada, fui para a casa de Nate.

Entro no elevador e me encosto no fundo dele guardando novamente meu celular. Em pouco tempo as portas se abrem de novo e sigo pelo corredor até nosso apartamento, e estranhamente Destiny estava do lado de fora parada na frente da porta.

— Por que você está aqui fora? — questiono.

— Eu tentei te ligar — diz não respondendo minha pergunta.

— Estava ocupado.

— Com a Stassie?

Franzo a testa, como ela sabia disso? Não é tão tarde, Skyler não pode já ter descoberto que era Stass comigo e contado para Des, podia?

— Mas não é sobre isso que queria falar — fala balançando a cabeça, um hábito dela quando estava reorganizado seus pensamentos. — Minha mãe está aqui.

Cecília Fitz-Green, uma mulher bem-humorada e cheia de vida que não deixava ninguém lhe dizer o que devia fazer. Também conhecida como mãe da garota a minha frente.

Definitivamente não estava esperando que ela aparecesse aqui, então é óbvio que foi isso que aconteceu.

— Aqui na cidade? — pergunto com um pequeno sorriso surgindo, fazia tempo que não a via. — Quando vamos vê-la?

— Aqui, — diz gesticulando — como em atrás dessa porta.

Oh ok, isso é um pouco mais inesperado. Ela vai ficar com a gente? Nossa casa só tem dois quartos e o sofá não é nem um pouco confortável.

— Infelizmente não sei de nada — Des diz pelo visto percebendo minha expressão confusa. — Não sei se ela vai ficar muito, sabe como é minha mãe, mas queria te avisar antes.

— Sabe que eu adoro sua mãe né? — Pergunto porque, por mais que nosso trato ao morarmos juntos não envolvesse parentes aparecendo aleatoriamente, não me importo de tia Ceci passar uns dias aqui.

— Todo mundo adora — ao falar isso ela espirra tampando o nariz com o braço.

— Você está bem?

— Sim, não deve ser nada.

Depois disso ela se vira e entra no apartamento enquanto a sigo.

— Tiny, amor — a mulher diz perto da janela sem se virar para nós — já falei como eu amo essa vista?

— Tanto que compramos o apartamento por causa dela — respondo fazendo tia Ceci se virar e vir até nós.

— Samuel! Você cresceu. — observa depois que nos abraçamos.

— Tenho certeza que não.

— Também tenho, mas não é isso que as mulheres da minha idade deveriam dizer quando veem os amigos dos filhos? — fala fazendo uma cara pensativa.

Tiro minha jaqueta e a deixo em um dos cabides ao lado da porta. Des está atrás do balcão da cozinha com uma xícara nas mãos e me sento em frente à ela oferecendo um sorriso, não temos nos visto muito. Na verdade, tenho evitado ela e não é algo de que me orgulho.

— Então, onde você estava hoje? — Ceci pergunta mexendo em algumas revistas na mesa de centro.

— Passei a noite na casa de Nate. — Digo recebendo um riso de deboche de Destiny, que foi encoberto pela sua xícara, e uma fraca risada de Ceci.

— Sei — afirma sem parecer acreditar. — Vocês dois continuam aprontando as mesmas coisas, não é?

— Pior — Des diz antes que eu possa responder.

As duas últimas semanas, claro. Sabia que ela estava me achando estranho, e não gostava disso. Mas não sabia que tinha resolvido ficar mal humorada com isso.

— Ah todos aprontam coisas piores na faculdade, querida.

— Mãe! — a garota diz em tom de súplica antes que venha alguma história sobre: amassos na biblioteca, invadir a sala do diretor para pregar peças, dar um pouco de atenção para assistentes de professores que poderiam mudar suas notas. Ou algo do tipo.

Todas essas histórias antes de conhecer o pai de Tiny, óbvio. Os dois se conheceram no último ano da faculdade, um dos assistentes de uma matéria que ela precisava de alguns pontos extras, porém ao invés de mudar a nota dela ele a ajudou à estudar. E a partir daí todas as histórias envolvem ele, essas ela não conta muito agora.

— Tudo bem, sem histórias antigas enquanto eu estiver aqui.

— Que vai ser... — a garota instiga tentando tirar qualquer informação que fosse a respeito da visita misteriosa.

— Poucos dias — afirma parando de mexer nas revistas e nos olhando. — No máximo quatro.

Pode ser impressão, mas acho que Destiny deu um suspiro de alívio.

era pra ser maratona porém não consegui terminar ela

feliz véspera de natal

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