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Pete Townshend #7

Esse é um pedido feito pela minha amiga MayaTownshendAmamiya que eu já deveria ter feito há mais de um mês, massss, como não consegui, aqui está, com bastante atraso... Espero que gosteeeeee, sei que eu amei seu pedido rsrsrs Pete muito meu amorzinho <3
Lembrando que S/S significa Seu Sobrenome.


✨ 𝐓𝐡𝐞 𝐒𝐢𝐬𝐭𝐞𝐫 ✨

UNIVERSO ALTERNATIVO - 1812

Peter Townshend era um baronete. Não era um título de muito prestígio mas não deixava de ser um título... Desde que seu pai havia morrido, no ano anterior, ele havia assumido as responsabilidades da casa. E não era uma tarefa nem um pouco agradável para o moço, que vivia reclamando pelos cantos, se perguntando do porquê dele precisar ser o irmão mais velho...

Dentre suas tarefas estava, claro, a de encontrar uma esposa, afinal, um baronete precisa de herdeiros e ele já estava com quase trinta anos. Aquela era, com certeza, a missão mais cansativa de todas - principalmente porque a mãe de Pete não o deixava mais em paz. 

Foi então  que, certa noite, em um baile, o homem encontrou o que deveria ser a solução para seus problemas: Srta. Rosamund S/S. Rosa, como todos a chamavam, era a delicadeza em pessoa... Uma jovem bonita e agradável que havia dado atenção o suficiente a Pete para que ele pensasse que não seria nada mal casar-se com ela. 

Só havia um porém: Rosa nunca estava sozinha, sempre acompanhada de sua irmã mais velha, S/N... E esta, por sua vez, não parecia aprovar Pete em absolutamente nada. 

Se o homem fosse parar para pensar de forma passional, S/N o atraía muito mais do que Rosa, com seu jeito mais rebelde e não tanto recatado quanto a irmã... Porém, precisava ser lógico e, com certeza, Rosamund era a opção mais adequada praquele casamento. 

Pete precisava agir rápido, afinal, Rosa havia atraído a atenção de vários homens... Por isso, o baronete comprou um buquê de rosas vermelhas e amarelas e se preparou para fazer uma visita à casa dos S/S. Ao chegar lá, o mordomo da família o levou até um aposento e pediu que ele aguardasse enquanto Rosa era chamada. Acontece que quem apareceu por lá foi a irmã mais velha, com uma expressão nada agradável...

--O que o senhor pensa que está fazendo aqui? -- Ela perguntou, ríspida, tentando manter a postura elegante adequada a uma dama. Pete precisou esconder o riso diante da cena.

-- Mil perdões, senhorita, pensei que não haveria problema em vir visitar sua irmã... -- O homem fez uma mesura com a cabeça, permeada de ironia. Aquilo enfureceu ainda mais S/N.

-- Pois não pode! Minha irmã não está disponível para você, Sr. Townshend! -- Bradou a moça, erguendo, sem consciência, um dedo na direção dele. Ela arregalou os olhos em espanto ao perceber o próprio dedo em riste e logo o abaixou, corada. Pete não podia estar se divertindo mais com aquela situação.

-- Ora, Srta. S/S, que eu saiba, sua irmã ainda não desposou ninguém, portanto, minhas chances são as mesmas que de qualquer cavalheiro. -- Peter arqueou uma única sobrancelha que acentuava o brilho azulado de seus olhos. S/N estava espumando de raiva.

-- Está muito enganado, Sr. Townshend... -- O desprezo na voz dela era palpável e Pete não sabia se aquilo o deleitava ou ofendia. -- O senhor nunca irá se casar com Rosa! Ela não gosta do senhor!

-- Ela te disse isso? -- Pete perguntou com um certo divertimento, dando um passo na direção de S/N. A moça prendeu a respiração, tensa, olhando-o com braveza, endireitando-se com a repentina proximidade dele. O baronete deu uma risada baixa e curta que fez os cabelos na nuca da donzela se arrepiarem. -- A senhorita não me respondeu, isso não é muito educado de sua parte...

-- E o senhor é desprezível! -- S/N bradou, afastando-se dele, trombando na cadeira adamascada e adornada disponível no centro da sala. 

-- Cuidado para não se machucar... -- Pete comentou de forma condescendente, sendo fulminado pelo olhar da moça. 

-- Apenas vá embora e deixe Rosa em paz! -- S/N virou o corpo com arrogância e se retirou a passos pesados da sala, deixando Pete sozinho novamente naquela sala impecavelmente decorada, um misto de emoções se formando em seu peito. 

O baronete suspirou e esfregou uma mão enluvada no rosto. Se quisesse falar com Rosamund, deveria tentar encontrá-la num local e horário nos quais seria impossível que encontrasse S/N...

Não apenas por conta da resistência e dificuldade em convencê-la de deixá-lo conversar com Rosa...

Mas, também, porque percebeu que sentia muito desejo por ela e aquilo acabava dificultando o foco de Pete em se concentrar na irmã mais nova.

Você ainda vai acabar me matando, S/N, pensou Pete, enquanto fazia seu caminho de volta para a porta de entrada, pegando seu chapéu e sobretudo, despedindo-se do mordomo com um agradecimento. 

Enquanto isso, no andar de cima, S/N observava pela janela a figura alta do baronete atravessando a rua a passadas largas. A garota suspirou, fechando os olhos, sentindo-se, de repente, cansada. Por que Deus fez com que ela se apaixonasse justamente pelo homem que queria desposar sua irmã?

Oh, sim... S/N estava apaixonada por Pete, já fazia um tempo, na verdade. Ela o conheceu em seu primeiro baile, quando debutou na sociedade, aos dezoito anos. Já faziam sete anos. Naquela época, Pete ainda era um jovem adulto tímido que mal havia saído da adolescência. Ainda não era baronete e só frequentava os bailes porque era obrigado pelos pais. S/N deu uma risadinha ao se lembrar das expressões de tédio do moço do outro lado do salão. 

Ela não sabia muito bem o quê a havia feito se apaixonar por ele, se era o jeito tímido ou desajeitado com o qual ele andava pelo salão... Se foi o sorriso que ele ofereceu a ela quando a sua mãe a apresentou a ele... Se foram aqueles malditos olhos azuis...

Ela não sabia, apenas entendia que, depois daquela noite, nunca mais foi a mesma. Ela passou, inclusive, muito tempo sonhando com Pete, imaginando-o tirando-a para dançar uma valsa, comprando-lhe buquês de flores, pedindo-a em casamento...

Mas o futuro baronete parecia estar em outro mundo. Ainda era jovem e imaturo. Não queria se casar ou formar uma família. E ela poderia culpá-lo? Ela própria dava graças aos céus por não ter se casado nas suas primeiras temporadas. Porém, agora, estava sendo difícil ver sua irmã bem mais nova recebendo tanta atenção masculina enquanto ela estava sendo reduzida ao título de solteirona, afinal, já estava com 25 anos!

Mas nada doía no peito de S/N quanto a ideia de que Pete, o rapaz com quem ela havia sonhado por tanto tempo, queria se casar com Rosamund. A mágoa fez com que os olhos de S/N enchessem-se de lágrimas não derramadas. 

-- S/N? Com quem você estava conversando lá embaixo? -- A voz da irmã mais nova fez com que S/N se recompusesse, empertigando as costas e passando rapidamente as mãos sobre os olhos antes de se virar, um sorriso falso nos lábios.

-- Rosa, não era ninguém com quem você precise se preocupar...

-- Mas, Wilfrid disse que era visita para mim... -- A garota franziu o cenho, confusa. S/N amaldiçoou o mordomo por ser um ótimo profissional naquele momento. 

-- Era apenas o Sr. Townshend. Queria fazer uma visita como tantos outros cavalheiros fizeram nas últimas semanas... -- S/N respondeu, incapaz de esconder a mágoa. -- Não creio que seja de seu interesse...

-- Ora, o Sr. Townshend é um bom cavalheiro... Não vejo por quê não recebê-lo... -- Rosa respondeu, inocente, tocando um dedo delicado no rosto. S/N soltou um suspiro, cansada.

-- Me perdoe por tê-lo dispensado, pensei que você já estivesse farta de tantas visitas... -- A irmã mais velha respondeu, abaixando o rosto e passando por Rosa para poder sair do aposento, a mágoa apertando seu coração. A mais nova respondeu algo, mas S/N não ouviu.

No dia seguinte, Pete teve uma ideia. Iria até a Casa S/S durante a noite e faria algo Shakespeariano... Jogaria pedrinhas na janela de Rosa e conversaria com ela, como em Romeu e Julieta. Assim, não teria como S/N atrapalhá-lo - tirando o fato de que não conseguia parar de pensar nela. 

Enfim, quando o céu já se encontrava escuro como as penas de um corvo, Pete saiu em sua missão. Chegou à Casa S/S e, a passos leves para não chamar a atenção, conseguiu pular o muro. Se encontrou num imenso jardim e deu a volta na grande construção. Com as mãos na cintura e a respiração meio ofegante, olhou confuso para todas aquelas janelas. E agora? Qual era a janela certa?

Porém, algo passou zumbindo ao lado da cabeça de Peter, fazendo-o levar um susto e cair sentado no chão. Arregalou os olhos, o coração batendo acelerado, procurando a origem daquilo que quase o atingiu.

-- Quem está aí? -- Uma voz feminina trêmula bradou da escuridão, vinda de trás dos arbustos muito bem podados.

-- S/N? -- Pete perguntou, franzindo as sobrancelhas, a voz ainda falha pelo susto. Nem percebeu que havia chamado a moça pelo primeiro nome.

-- Como sabe meu nome?! -- A garota exclamou, surpresa e assustada, conforme saía de trás dos arbustos. Trazia na mão uma besta engatilhada que fez Pete levantar-se num pulo.

-- Sou eu, Pete! Não atire! -- O baronete bradou com urgência. Finalmente S/N pareceu enxergá-lo e abaixou a arma com os olhos semicerrados de forma confusa e indignada. -- Você quase me acertou uma seta!

-- O que está fazendo aqui?! -- A moça perguntou, urgente, a voz implacável.

-- A senhorita ouviu o que eu acabei de dizer? Você quase me matou!

-- Eu estava com dificuldades para dormir, vim passar um tempo no jardim, quando ouvi alguém saltando o muro. Sei onde guardam as armas e...

-- A senhorita pegou uma besta ao invés de uma espingarda?! -- Pete perguntou, arqueando uma única sobrancelha de forma irônica. 

-- Dê graças a Deus por isso... A espingarda o teria matado! -- S/N retrucou de pronto, irritadiça. -- Agora responda, Sr. Townshend, o que está fazendo aqui no meio da noite?! 

-- Ora... -- Pete pigarreou, sem graça. Como iria se explicar agora? 

-- Responda! 

-- Eu estou aqui para falar com a senhorita Rosamund... -- O baronete engoliu em seco. 

-- O que pode ser tão urgente para que o senhor não possa esperar até de manhã para falá-la?! -- A moça, então, ergueu a besta engatilhada novamente e Pete levantou as mãos, assustado com o ato repentino. -- O senhor veio desvirtuá-la?!

-- Pelo amor de Deus, Srta. S/S! Eu não vou desvirtuar ninguém! Agora abaixe esta maldita besta, pelo sangue de Jesus Cristo! -- O homem pediu, soltando um suspiro de alívio quando a arma foi abaixada, alisando a própria camisa. -- Obrigado... Eu só quero conversar com ela, já que é tão difícil fazê-lo com a senhorita por perto! É claro que, nos meus planos, eu não a encontraria aqui no jardim segurando uma besta!

-- Nem tudo ocorre como o planejado, Sr. Townshend, acostume-se! -- S/N respondeu, branda, e Pete pôde perceber um quê de mágoa ali que o fez amolecer a expressão.

-- O que quer dizer com isso, senhorita? -- Ele perguntou, aproximando-se dela. S/N desviou os olhos.

-- Apenas que, no mundo real, as coisas não saem como planejamos em nossa mente... -- Ela ergueu novamente o rosto e Pete precisou prender a respiração ao ver a tristeza que transbordava dos olhos brilhantes dela.

-- Isso tem algo a ver com o fato de a senhorita não querer que eu me case com sua irmã? Se sim, fique tranquila, não irei mais perturbá-las, peço perdão, inclusive...

-- Por quê Rosamund? -- S/N não conseguiu se segurar, franzindo as sobrancelhas. Pete não sabia se tinha entendido direito, a boca aberta num pequeno "o". 

-- Como...

-- Por que todos parecem encantados por ela? Por que o senhor está tão disposto a se casar com ela quando eu passei anos disponível e... -- A voz de S/N estava embargada pela frustração e Pete estava cada vez mais confuso. 

-- Espere aí, não pensei que a senhorita pudesse querer se casar comigo... -- Pete retrucou, sentindo o coração retumbando dentro do peito. 

-- Ora, Sr. Townshend, com todo o respeito, mas o senhor é bem cego... -- S/N deu um riso amargo, as lágrimas descendo por suas bochechas, aumentando a agonia do baronete que não sabia como agir. -- Eu sou apaixonada por você desde os meus dezoito anos...

-- V-você o quê?! -- Pete exclamou, sentindo um bolo na garganta. A garota por quem ele era perdidamente apaixonado era perdidamente apaixonada por ele e ele quase estragou tudo por ter pensado o contrário.

-- Exatamente... Agora que já fiz papel de boba, pode ir embora e fingir que nada disso aconteceu... Só, por favor, fique longe da gente... Por respeito aos meus sentimentos... -- S/N virou-se de costas para ele, pronta para fazer seu caminho para fora daquele jardim. Pete, sentindo o coração rasgar-lhe o peito, pousou uma mão urgente no ombro dela para contê-la.

-- S/N, por favor, não vá... -- O rapaz pediu, a voz pesada e tensa. S/N estacou no local, a cabeça abaixada, mas sem curvar as costas perfeitamente eretas. Pete suspirou e o ar quente ricocheteou na nuca à mostra da moça, que arrepiou-se. -- Também sou apaixonado pela senhorita, mas pensei que me desprezava... Por isso, tentei me aproximar de sua irmã... Achei que seria mais fácil me casar com ela... 

-- Mas você não a ama... -- Constatou S/N, a voz saindo não mais alta do que um sussurro.

-- Não... -- Pete admitiu, acariciando a pele nua próxima à manga do vestido de S/N com o polegar, enfeitiçado pela visão do pescoço dela. -- Como posso amá-la se, na verdade, a dona de meu coração é você?

-- E o senhor estava disposto a viver uma vida sem amor apenas para salvar seu título... -- S/N virou levemente o rosto, observando-o por cima do ombro, a tristeza compartilhada faiscando nos olhos de ambos. 

-- É o que um homem de títulos precisa fazer de vez em quando... -- O homem a lançou um sorriso entristecido e S/N se viu lembrando daquele primeiro sorriso que ele a lançou, sete anos antes, não muito diferente daquele. Ela se virou totalmente de frente para ele, seus corpos extremamente próximos, os corações acelerados no mesmo ritmo. 

-- Ou você pode dar ouvidos ao seu coração... -- Sussurrou S/N, olhando para os lábios de Pete antes de erguer o rosto para encará-lo. Havia tanta intensidade ali que ambos estavam sem ar.

-- Ou posso dar ouvidos ao meu coração... -- Pete sussurrou em resposta, encostando delicadamente os dedos na linha do maxilar de S/N, antes de segurar o rosto dela na palma. Então, seu rosto curvou-se sobre o dela e seus lábios se tocaram de forma sutil, como o beijo de uma bruma, apenas testando o calor da pele um do outro. S/N subiu uma mão hesitante pelo pescoço do baronete, entrelaçando a ponta dos dedos nos fios castanhos e macios dos cabelos dele. O beijo aprofundou-se e fez com que os sentimentos de ambos transbordassem, colocando uma maior urgência em seus atos. Soltaram-se apenas quando o ar se fez faltar. Sorriram um para o outro, as testas coladas. -- Quer se casar comigo, S/N?

-- Esperava que este dia tivesse ocorrido anos antes, mas... Antes tarde do que nunca... -- S/N soltou uma risadinha e teve os lábios capturados por Pete em um selinho rápido. -- É claro que quero me casar com você...

-- Será engraçado quando contarmos aos nossos filhos sobre o dia em que nos tornamos noivos... Pedi a mão da sua mãe no mesmo dia em que ela quase me matou com uma seta de besta... -- Pete zombou, arrancando risos alegres de S/N.

-- Será uma história perfeita... -- A moça retrucou, acariciando o rosto de seu amado.

-- Sim, será... -- Pete a beijou profundamente mais uma vez, feliz por, no fim, tudo ter dado mais do que certo.


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Oiii, galera, como estão?? Tô bem sumida por aqui, né? Eu sei kkkkk, peço desculpas, inclusive!! Eu disse em alguns recados (que acho que poucos aqui leem) que minha vida na universidade virou de cabeça para baixo em Agosto... Comecei a sair com um menino e isso fez com que eu saísse mais de casa, fiz muuuuuitos novos amigos, estava lotada de trabalho... Enfim, coisas normais de uma universitária, mas não me esqueço de vocês!!! Aqui está esse imagine a la Bridgerton do meu amorzinho Pedrinho hehehe, espero que gostem!! Amiga, sei que tá um pouco diferente do seu pedido, mas espero que curta, de verdade!! É isso, tentarei atualizar mais rápido o possível!!! Beijããão aí!! <3 <3 <3

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