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Paul McCartney #3

O plot deste imagine foi uma sugestão de --dear-me-- eee eu espero que você goste! Desculpa a demora.

✨ 𝐋𝐨𝐯𝐞 𝐂𝐚𝐧 𝐂𝐮𝐫𝐞 𝐘𝐨𝐮𝐫 𝐏𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐬 ✨

O ano é 1962.

Paul estava completamente devastado. O primeiro amor não era nada fácil... Aquela garota que Paul tinha tanta certeza que um dia se tornaria a Sra. McCartney o havia dado um pé na bunda e, mais que isso, quebrado seu coração.

Agora, o rapaz se encontrava no balcão melecado de um pub escuro, afogando as mágoas com whiskey e conhaque. Ele nem parecia o mesmo garoto de sempre, sorridente e animado, tocando o baixo "invertido" - como todos costumavam dizer - com sua banda de rock'n'roll... Na verdade, naquele momento, para Paul, o rock não fazia mais sentido...

Ele sentiu que nunca mais seria capaz de tocar, afinal, a música vem do coração e dos sentimentos... Paul sentia que o primeiro havia sido arrancado e os segundos estavam emaranhados no laço da tristeza e do sofrimento.

Paul virou mais uma dose de conhaque e bateu com tudo o copo na bancada, pedindo mais uma ao barman. Ele enterrou o rosto no braço enquanto aguardava. Então, sentiu uma mão em seu ombro, um toque delicado, mas estava sem força de vontade de erguer o rosto para ver de quem se tratava.

-- Você está bem? Parece chateado... -- Uma voz feminina soou e, mesmo estando triste, Paul não podia deixar seu cavalheirismo de lado, por isso, ergueu o rosto para a pessoa. Era uma linda garota que Paul jamais havia visto antes. Ela o olhava com preocupação, os traços um tanto exóticos... Ela não era inglesa, Paul teve certeza disso.

-- Não, eu estou no fundo do poço... -- Ele respondeu, a voz já um tanto quanto arrastada pelo álcool. A garota o olhou com empatia e apertou levemente o ombro. Só naquele momento Paul percebeu que a mão dela ainda estava sobre ele.

-- Sabe qual o lado bom de se estar no fundo do poço? -- Ela perguntou, um certo toque de bom humor permeando sua voz. Aquilo quase fez Paul sorrir e desejar ouvir a resposta. -- Agora só tem caminho para a subida...

Paul não respondeu, apenas virou a nova dose que o barman havia deixado na frente dele.

-- Eu sou S/N, a propósito...

-- Paul... -- O homem respondeu, a voz quase morrendo no meio da palavra.

-- Bem, Paul, sei que acabamos de nos conhecer, mas meu objetivo hoje é não te deixar se afundar mais nesse poço de tristeza e te ajudar a encontrar um caminho para cima! -- Ela falou de forma decidida, balançando a cabeça como uma militar numa tarefa oficial. Paul deixou um riso irônico e nada contente escapar pelo nariz. S/N deu um tapinha no ombro dele. -- Eu estou falando sério! Já estive no seu lugar antes, e ninguém veio me ajudar... Por isso, não quero que você passe pelo mesmo que eu...

Paul finalmente a olhou nos olhos e sentiu toda a gentileza que emanava destes. Foi arrebatador. Ele não conteve um sorrisinho.

-- Tudo bem, S/N, aceito sua ajuda...

A primeira coisa que S/N fez foi ter conseguido que Paul a contasse tudo o que havia acontecido com ele e qual era a fonte de toda aquela tristeza. O homem desabafou sobre sua namorada - ex, ele se corrigiu com pesar -, sobre achar que ela era o amor verdadeiro de sua vida, sobre a forma como ela o descartou assim, da noite pro dia, sobre sentir-se desmotivado até para fazer o que mais amava: tocar e compor músicas. S/N ouviu tudo atentamente, atribuindo alguns comentários quando achava conveniente, mas sem querer se intrometer demais. Estranhamente, Paul sentiu-se muito mais leve depois de colocar tudo aquilo para fora, ficando realmente agradecido à moça que se dispôs a ouvi-lo.

-- No momento, acho que apenas uma coisa irá te ajudar... -- A mulher comentou, os olhos pensativos. Paul a olhou com curiosidade. -- Música... Afinal, pelo que você me contou, essa é sua verdadeira paixão...

-- Pode ser... Mas, estou tão desanimado até para...

-- Vem, vamos para o meu apartamento, lá tenho uma coleção considerável de vinis! Podemos ficar ouvindo música, bebendo champanhe barato e conversando sobre os problemas da vida... Amanhã você estará se sentindo bem melhor, tenho certeza... -- Ela sorriu, levantando-se. Pela primeira vez, Paul deixou parte do entusiasmo da garota tomar conta dele. Ela era realmente encantadora. Ele se levantou também.

Os dois pagaram a conta e dirigiram rumo ao apartamento de S/N, que não ficava muito longe do pub. Logo, Paul estava sentado no sofá da sala de estar do apartamento da moça enquanto esta havia ido até a cozinha para buscar o tal champanhe barato. O homem olhou em volta. A decoração da sala era muito bonita, cheia de quadros, a maioria representando algum litoral. Logo em frente, estava a enorme vitrola de madeira e uma caixa cheia de vinis.

S/N voltou para a sala com duas taças cheias e o viu encarando a caixa com os discos, o que a fez sorrir.

-- Pode ir olhar! Escolha um disco pra gente, sim?

Paul assentiu, se levantou e abaixou-se diante da caixa, procurando entre os exemplares algum que o chamasse a atenção. Haviam vários álbuns de rock, como Little Richard e Chuck Berry, mas Paul não estava no clima de ouvi-los... Até que seus dedos pararam em um que ele não conhecia. Ele franziu a testa e retirou com cuidado tal álbum do meio dos outros.

Ele leu o nome do artista. S/N riu.

-- Não se fala Tãm Djobeen! É Tom Jobim! -- Ela pronunciou num sotaque que Paul achou um tanto quanto engraçado.

-- Tom Djobim? -- Ele tentou pronunciar novamente.

-- Quase isso... -- S/N respondeu, rindo. -- Ele é um artista lá da minha terra, o Brasil...

-- Sabia que você não era daqui! -- Paul comentou, feliz por ter adivinhado que a garota não era inglesa. Aquilo a deixou ainda mais encantadora diante dos olhos dele. Paul nunca havia conhecido um brasileiro pessoalmente. Era empolgante. -- Apesar disso, seu inglês é praticamente perfeito...

-- Obrigada! Eu me mudei para cá no começo deste ano... Mas, passei muitos anos aprendendo inglês lá no Brasil...

-- Ah, sim... E você sente saudade? -- Paul perguntou, retirando o disco de dentro da capa e o colocando na vitrola. Logo, uma linda melodia extremamente ritmada tomou conta da sala. Aquilo era diferente de tudo que Paul já havia escutado... Era maravilhoso.

S/N balançava um pouco ao som da música.

-- Um pouco... Sinto falta principalmente dos meus pais... Mas, estou planejando ir visitá-los no fim do ano. Fugir do frio... -- Ela riu e Paul a acompanhou. Logo, uma voz suave começou a cantar uma letra que Paul não fazia ideia do que significava, mas achou maravilhoso.

Os dois passaram a madrugada conversando e ouvindo todos os discos de música brasileira que S/N tinha... Paul até se animou quando uma única melodia reconhecida soou: Garota de Ipanema. Ele estava realmente encantado com toda aquela música brasileira, mas, mais que isso, estava totalmente encantado pela garota que estava sentada ao seu lado, bebendo champanhe e dançando suavemente diante daquelas palavras que só ela sabia o que queriam dizer. Paul não conseguiu tirar os olhos dela, vendo-a mexer os braços, a cabeça, os cabelos dançando junto com a música...

-- O que foi? -- Ela perguntou, parando de dançar, vendo que o homem a encarava. Paul não se moveu, apenas abriu um sorriso. As bochechas de S/N avermelharam-se.

-- Você é tão linda... -- Ele respondeu. S/N sorriu de forma dengosa, desviando os olhos para frente.

-- Ora, que isso... Acho que você já está bêbado...

-- Não, você realmente é muito linda... E... Eu estou completamente encantado de estar aqui com você, ouvindo essas músicas maravilhosas... -- Paul admitiu, esticando a mão para roçar os nós dos dedos na bochecha macia e quente da moça, que sorriu, olhando para ele.

-- Sim, a noite está maravilhosa... Sei que você não estava nada bem, mas fico feliz de ter te encontrado no pub naquele estado... Acho que, de outra forma, você não estaria aqui agora... -- A mulher ergueu levemente os ombros.

-- Talvez não, talvez sim... O que importa é que estamos aqui agora... -- Paul respondeu, se inclinando para frente para, assim, conseguir beijar os lábios de S/N, que retribuiu de pronto, enlaçando a nuca do moço com as mãos.

Paul nunca mais pensou em sua ex-namorada, afinal, depois daquela noite - que acabou de uma forma bem calorosa, regada pelo ritmo sensual e tranquilo da Bossa Nova - a mente de Paul ficou lotada por S/N. Na verdade, ela o havia inspirado a escrever novas músicas, todas trazendo consigo um quê daquela musicalidade brasileira que Paul tanto havia adorado. S/N sentiu-se lisonjeada de servir como musa inspiradora daquele que viria a se tornar seu namorado e simplesmente adorou as novas músicas abrasileiradas dele, o que a fez sentir um pouco menos de saudade de casa...

Agora sim, ambos sentiam-se completos.

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Oiii, gente!! Então, já fazia um tempão que eu não atualizava esse livro... Eu passei por duas semanas muito intensas aqui, mas, boa notícia: passei na autoescola! Agora já posso dirigir, baby you can drive my car, uhuuuu! Mas, enfim, não sei se vou conseguir retomar aquele ritmo desenfreado de antes com os imagines, mas vou postando gradativamente... Espero que gostem! Acho que agora tenho só mais 3 pedidos para fazer... Enfim, espero que estejam todos bem! Abraços! <3 <3 <3


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