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George Harrison #10

O primeiro do livro a chegar nos dois dígitoooos!! Hehehe, fazer o quê, amamos o George!! Este é um pedido de --dear-me-- eeee espero que gosteee!!

✨ 𝐓𝐡𝐚𝐭 𝐎𝐥𝐝 𝐌𝐨𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐗 𝐃𝐚𝐮𝐠𝐡𝐭𝐞𝐫 𝐅𝐢𝐠𝐡𝐭 ✨

O ano é 1977. Era sexta-feira, a noite vinha se aproximando, e você estava no meio de uma discussão feia com sua filha de 16 anos, Barbara.

-- Você não vai dormir na casa do seu namorado e pronto! -- Você exclamou, irritada, batendo a mão na bancada de mármore da cozinha, onde, até ser interrompida por Barbara, você preparava o jantar. 

-- Por que você nunca me deixa fazer nada?! -- A garota gritava em resposta, chorando. -- Eu nunca posso dormir na casa dele! Ele nunca pode dormir aqui! Por que você é tão chata?!

-- Barbara! Pare de gritar! -- Você pediu, franzindo o cenho, a cabeça explodindo. -- Você ainda é muito nova para entender! Mas um dia, quando você tiver filhos, você irá!

-- Mas por que eu não posso?! Todas as minhas amigas dormem com os namorado! Eu não sou mais um bebê! -- Ela continuou a gritar e você deu mais um tapa na bancada, olhando diretamente para ela.

-- Chega! Não é não! Você não vai dormir na casa do seu namorado! 

A menina soltou um grito de frustração e se virou para sair correndo da cozinha. 

-- VOCÊ É UMA CHATA! -- Você ouviu ela gritar antes do som da porta do quarto dela sendo batida com raiva preencher seus ouvidos. Você suspirou e esfregou as mãos ainda meio trêmulas no rosto. Sentiu um nó na garganta e uma vontade de chorar. Sabia que, na idade de Barb, ela não entenderia mesmo seu lado, mas, mesmo assim, não queria que ela te visse como uma chata. 

Um tempo depois, seu marido, George, chegou em casa. Apesar de estar esgotado, ele percebeu que você estava meio chateada com algo.

-- O que foi, querida? -- Ele perguntou, te abraçando por trás enquanto você colocava a comida já pronta dentro de uma outra travessa. Você soltou um suspiro triste.

-- Você me acha uma chata, George? -- Você perguntou, deixando a travessa de comida na bancada e se virando de frente para seu marido, que franziu a testa com sua pergunta, segurando seus ombros.

-- Como assim, S/N? É claro que não! -- Ele respondeu, de pronto. Então, a expressão dele mudou, como se a ficha tivesse caído. -- Você brigou com Barbara de novo, não é?

-- Ela me odeia, George! -- Você se lamentou, se soltando dos braços dele para poder colocar a travessa de comida na mesa posta. -- Só porque eu não a deixo dormir com o namorado, ela me odeia!

-- Ela não te odeia, querida! -- Respondeu George, pegando os pratos para colocar, também, na mesa. -- Ela só está naquela idade onde se começa a descobrir sobre namoro e... Bem, sexo... Você se lembra como nós mesmos éramos naqueles tempos?

-- É exatamente disso que eu estou falando! -- Você o olhou de forma séria e nem precisou explicar o que estava se passando na sua cabeça. George entendeu de pronto e assentiu, desviando os olhos.

Acontece que você tinha apenas 17 anos quando engravidou, George tinha 18. Aquilo mudou totalmente o rumo da vida de vocês.

-- George, não me entenda mal... -- Você se aproximou de seu marido, pegando as mãos dele na sua. -- Eu te amo, com todo o meu coração, e não mudaria nada na nossa história... Mas, não quero que minha filha engravide tão jovem quanto eu engravidei! Ela tem um futuro brilhante pela frente, quer se tornar designer de moda... Um filho atrapalharia todos os planos dela! 

-- Eu sei, querida, eu sei... Concordo com você... -- George suspirou, te abraçando e beijando sua testa. -- Você só quer o melhor para ela... 

-- Exatamente! Quero que ela seja feliz, só isso... Tudo bem, eu não precisava ser tão dura com ela, mas... Tenho medo... -- Você admitiu e George beijou mais uma vez seu rosto, acariciando suas costas. 

-- Eu acho que... Barb tem uma cabeça muito boa para alguém da idade dela e sei que não faria nada com que fosse se arrepender depois, além disso, nós conversamos muito mais com ela sobre esse tipo de assunto do que nossos pais conversavam com a gente... As chances de ocorrer um acidente são bem menores e... Sei lá, se acontecer, ela teria que conviver com as consequências... Mas, ela sabe o que faz...

-- Acha que eu devia deixar que ela fosse dormir na casa do namorado dela? -- Você perguntou, um pouco aflita, olhando nos olhos de seu marido. Ele deu de ombros.

-- Acho que, uma hora ou outra, isso vai acontecer... Melhor que seja com nosso consentimento, não é? -- Ele respondeu e você assentiu, pensativa. -- Quer que eu fale com ela?

-- Por favor... -- Você pediu e George sorriu, te dando um beijinho rápido nos lábios, antes de te soltar e se virar para ir até o quarto da filha.

Lá, ele bateu na porta, ouvindo o som alto de um disco dos Ramones rodando na vitrola. George não obteve resposta, então, bateu de novo, desta vez, mais alto. 

-- Barb, é o papai, quero conversar com você! -- Ele pediu, ouvindo, então, a música parar antes da garota abrir a porta, revelando o rosto vermelho. George a abriu um sorrisinho. -- Brigou com a mamãe, não é?

-- Ah, pai, ela não me deixa fazer nada! -- A garota exclamou. George a abraçou pelos ombros e andou com ela para dentro do quarto. Os dois se sentaram na beirada da cama. -- Eu só queria sair com David e me divertir... 

-- Ela me disse que você queria dormir na casa dele... -- George arqueou uma sobrancelha para cima e a garota ficou vermelha, desviando os olhos para as próprias mãos.

-- S-sim, mas... Nós não íamos fazer nada... Eu só, sei lá... Todas as minhas amigas ficam contando sobre dormir na casa dos namorados, por que eu também não posso?

-- Querida, sua mãe só fica preocupada com você... Você sabe, ela engravidou só com 17 anos... Ela não quer isso pra você... -- O pai explicou, a voz calma. A menina assentiu.

-- Eu sei, pai... Mas... Eu não ia fazer nada... Eu sei me cuidar! -- Ela respondeu, olhando pro pai.

-- Eu sei, filha, você sempre foi muito decidida, sempre soube o que queria, desde pequena... -- George suspirou, se lembrando de quando a filha era apenas uma criancinha. Ele sentiu uma súbita vontade de chorar mas se conteve. Ela havia crescido, ele precisava aceitar. George a abraçou novamente de lado, puxando-a para que se encostasse mais nele. -- Nós temos muito orgulho de você... Mas, isso não anula o fato da sua mãe se preocupar, você precisa entender o lado dela também...

-- Eu entendo, pai, juro que entendo... Eu não queria ter gritado com ela, eu só... Queria que ela visse que eu não sou mais um bebê... -- Barbara admitiu e George deu uma risada gostosa de se ouvir.

-- Aí você já está pedindo demais! Pra nós, pais, vocês sempre serão eternas crianças... -- George respondeu e a filha deu uma risadinha fraca. -- Estou só brincando... Bem, sua mãe está bem chateada, achando que você a odeia...

-- Ela acha isso? -- A menina exclamou, olhando surpresa para o pai, que assentiu. Ela suspirou. -- É claro que eu amo muito ela... Só fiquei irritada...

-- Vá falar com ela, Barbs... -- George aconselhou, dando um beijo na testa da garota, que assentiu, o abraçando.

-- Vou sim, pai... Obrigada... -- Ela se levantou da cama e saiu do quarto, indo até a cozinha, te procurando.

Lá estava você, preparando um suco de laranja, quando ela apareceu, meio tímida e envergonhada.

-- Mãe... -- Ela chamou e você a olhou, parando de espremer as laranjas e dando-a toda a atenção. -- Me desculpa por ter te chamado de chata...

-- Tudo bem, filha... Eu, no seu lugar, também teria chamado minha mãe de chata... -- Você deu uma risadinha, seguida por sua filha. -- Só queria que você soubesse que me preocupo com você...

-- Eu sei, mãe, eu sei... -- A garota respondeu, dando a volta na bancada para chegar até você, que a abraçou de pronto. -- Eu te amo, mãe...

-- Eu também te amo, querida... -- Você respondeu, sentindo-se emocionar, beijando o rosto de sua filha. Ainda a abraçando, você viu George parado apoiado no batente da porta, os braços cruzados, olhando para vocês com um sorrisinho. Ele te lançou uma piscadela que você retribuiu. Quando você e Barbara se soltaram do abraço, você limpou a lágrima teimosa que escorreu pela sua bochecha e sorriu. -- Sou uma manteiga derretida às vezes... Sabe, filha... Fui muito dura com você, me desculpe... Sei que você é uma garota muito ajuizada, então, se quiser dormir na casa de David, tem minha autorização... Só pense bem antes de tudo que você for fazer...

-- Ah, tudo bem, mãe... Eu saio com ele amanhã... Agora, acho que quero aproveitar a noite com você e com o papai... -- Ela respondeu, sorridente. George se aproximou de vocês e as abraçou, cada uma com um braço.

-- Agora sim, todo mundo feliz! -- Ele deu um beijo na testa da filha e um selinho rápido em você. -- Amo vocês, minhas garotas! Agora... -- Ele as soltou do abraço e bateu as mãos uma na outra, esfregando as palmas. -- Vamos comer que eu estou faminto!

Você e Barbara deram risada, o seguindo até a mesa. 

-- Você não muda nunca, não é, amor? -- Você perguntou, colocando a jarra de suco de laranja na mesa.

-- Eu gosto de comer, fazer o que... -- George respondeu, servindo os pratos, e todos deram risada.

Foi uma noite muito agradável na casa dos Harrison.


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Oiiii gente, tudo bem?? Ahhh, gostei de imaginar esse plot, acho que preciso fazer mais vezes isso de colocar os filhos do shipp já crescidos, dá pra usar várias ideias diferentes, sei lá hehehe... Enfim, está aí!! Espero que gostem!! É isso, até depois!! Beijão! <3 <3 <3

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