Steven Adler #1
Este é o pedido da Ana_McCartney e, também, da Namodoeric e espero que gosteeem <3 <3 <3
✨ 𝐈 𝐁𝐥𝐚𝐦𝐞 𝐓𝐡𝐞 𝐕𝐢𝐤𝐢𝐧𝐠 ✨
"Crianças, lá por volta do início de 1988, seu pai adquiriu uma mania um tanto quanto estranha e irritante..."
S/N havia acabado de se mudar para um novo apartamento com seu namorado, Steven. Os dois nunca haviam morado juntos antes, além, claro, de vezes em que passaram a noite na casa um do outro e, até mesmo, algumas viagens que fizeram juntos...
Mas morar morar era a primeira vez... E estavam ansiosos, sem sombra de dúvidas, afinal aquele era o próximo grande passo na relação deles. Porém, logo descobriram que dividir a casa com alguém não é a tarefa mais fácil do mundo, não importa o quanto amavam um ao outro...
Certo dia, S/N chegou cansada da faculdade já perto do fim da tarde. Por já estar em seu último período, tudo andava uma correria e ela se sentia extremamente desgastada e nervosa...
Assim que adentrou o apartamento, deu de cara com o namorado que já se encontrava por lá, descansando um pouco no sofá, afinal, também estava cansado depois de um longo dia no estúdio com a banda... Os dois se cumprimentaram com um beijo e S/N disse que logo se juntaria a ele no sofá, só precisava de um refrescante copo de suco de uva.
Mas, ao abrir a geladeira, tudo o que a moça encontrou foi a garrafa completamente vazia, o que já a deixou um tanto quanto irritada. Ela pegou o objeto de vidro, foi até a porta que separava a cozinha da sala e pigarreou, chamando a atenção de Steven, que parecia extremamente entretido com um documentário sobre os vikings que era exibido na televisão.
-- Stevie, meu bem, foi você quem deixou essa garrafa vazia na geladeira? -- Ela perguntou, respirando fundo para se manter calma. Steven a olhou de relance meio atônito, logo abrindo um sorrisinho amarelo.
-- Eu não, amor... Foi o viking... -- Ele respondeu de forma jovial. S/N cruzou os braços, arqueando as sobrancelhas de forma sarcástica.
-- Ah, foi o viking, é? Pois então, fale pro seu amigo viking que ele pode muito bem jogar a garrafa vazia no lixo e comprar uma garrafa nova...
-- Pode deixar, falarei! Tenho certeza de que ele sente muito... -- O homem continuou e a moça desistiu de segurar um riso, achando aquilo certamente adorável. -- E sei que ele não fará de novo... Agora, por quê não vem assistir comigo?
S/N não resistiu e acabou desistindo, deixando a garrafa vazia sobre a pia e indo se sentar ao lado de seu namorado para assistir o tal documentário, de fato extremamente interessante.
"Da primeira vez foi engraçadinho e bonitinho, o único problema é que... Ele não parou..."
Alguns dias mais tarde, S/N entrou no banheiro para tomar um banho e, assim que pôs os pés lá dentro, escorregou e por pouco não caiu... O piso estava extremamente encharcado.
-- STEVEN! -- Chamou, ainda com o coração acelerado pelo quase tombo. Instantes depois, a cabeça do rapaz surgiu na porta, parecendo preocupado com o chamado dela. Ela colocou as mãos na cintura, olhando dele para o chão e do chão pra ele. -- Foi você quem deixou o chão todo molhado? Qual a dificuldade de se enxugar em cima do tapete?
-- Err... -- Ele soltou um riso sem graça, coçando a nuca... Até se lembrar da sua nova tática. -- Não fui eu não, amor...
-- Ah, não? -- Ela arqueou uma das sobrancelhas.
-- Foi o meu amigo, o viking...
-- Claro... -- Ela pressionou a distância entre seus olhos com o dedo indicador e o polegar, assentindo com a cabeça.
-- A cabana dele está sem água, então ele veio tomar banho aqui... Ele é meio sem noção... -- O baterista prosseguiu, utilizando seu tom de voz mais inocente.
-- Meio, é? -- A mulher suspirou, olhando pro rosto um pouco corado de seu namorado, sentindo-se amolecer.
-- Ele pediu desculpas e disse que está envergonhado...
-- Bem, as desculpas dele não anulam o fato de que eu poderia ter caído e batido a cabeça... -- S/N tentou manter-se firme, cruzando os braços... Mas Steven começou a se aproximar, a abraçando pela cintura.
-- O viking precisou ir embora, mas pode deixar que te compensarei por isso... -- A voz do homem soou rouca conforme ele foi a abaixando ao aproximar os lábios do pescoço já arrepiado da namorada.
-- Ok, acho que posso perdoá-lo... -- Foi tudo o que ela conseguiu responder antes de deixar um gemido escapar ao sentir os lábios do namorado fazendo pressão contra sua pele.
"Porém, chegou uma época em que seu pai usava essa desculpa desenfreadamente! Todo santo dia! Até que não consegui mais aguentar..."
Algumas semanas mais tarde, S/N chegou mais uma vez cansada da faculdade. Havia ficado até mais tarde neste dia específico pois havia ocorrido uma conferência cheia de palestras interessantes - e que valiam nota - das quais a garota decidiu assistir algumas. Enquanto estava sentada à mesa da cozinha com Steven, comendo algo rápido só para seu estômago parar de roncar, seus olhos recaíram sobre a lavanderia... E sua expressão logo se tornou um pouco nervosa.
-- Stevie, você não pendurou as roupas que eu te pedi?! -- Ela exclamou. O rapaz olhou por cima dos ombros para também vislumbrar o varal antes de se voltar para a namorada.
-- Eu não, foi o...
-- Não venha me falar que foi "o viking"! -- Ela revirou os olhos. -- Eu não aguento mais essa história de viking! "Foi o viking", "o viking isso", "o viking aquilo"... Francamente, este viking é um desnorteado!
-- Ora, você só diz isso porque não o conhece... Se você o conhecesse ia ver que eu não estou mentindo e que ele até consegue ser um cara legal... -- Steven deu de ombros, continuando a comer seu sanduíche de forma tranquila enquanto era fuzilado pelos olhos da namorada.
-- E nem quero conhecer esse maldito deste viking que deixa garrafa vazia na geladeira, que deixa a pasta de dente destampada, que some com todas as minhas canetas, que deixa seus sapatos jogados por todos os lados do quarto...
-- Oh, meu amor, te juro que ele não faz essas coisas por mal e que ele sente muito... -- O baterista passou a mão carinhosamente pelo rosto da namorada, sorrindo pra ela.
-- Ah, Stevie, eu sei que não é por mal... Eu só não aguento mais... Não, eu não suporto mais essa história de viking! Eu juro que vou surtar se você falar mais uma vez que foi o viking! -- Ela respondeu, suspirando de forma cansada. Steven pareceu um pouco envergonhado, descendo a mão pelo braço da namorada, apertando um pouco este.
-- Desculpa, eu prometo que não falarei mais do viking pra você... E também prometo que vou ser menos sem noção... -- Ele sorriu de forma fraca pra namorada que, suspirando mais uma vez, retribuiu, pegando a mão dele na sua, entrelaçando seus dedos.
-- Obrigada, amor... -- Então, S/N deitou sua cabeça no ombro do namorado, acariciando sua coxa carinhosamente por baixo da mesa.
Os dois ficaram um momento em silêncio, as mãos de um fazendo carinho no outro e vice versa... Até que Steven não conseguiu se conter:
-- Posso dizer só uma coisa?
-- Hm? -- A mulher indagou, erguendo seu rosto para olhá-lo nos olhos. O rapaz abriu um sorriso torto.
-- O viking me falou que te acha uma gata... -- Ele prosseguiu num tom levemente baixo, o braço ainda em volta do ombro da garota. Ela levantou uma de suas sobrancelhas, erguendo o canto direito de seus lábios num sorriso ladeado.
-- Ah é? E o que você respondeu? -- S/N perguntou de forma sugestiva, descendo o olhar para os lábios convidativos do rapaz, consideravelmente próximos dos seus.
-- Falei que era para ele parar de ser abusado e tive que dar uma surra nele por ficar paquerando a minha namorada. -- Steven foi aproximando mais e mais seus lábios dos dela, até que as respirações se misturassem de forma pesada.
-- Uau, você deu uma surra num viking! Estou impressionada...
-- Eu sou mais forte do que parece... Deixa eu te mostrar... -- Então, falando isso, Steven finalmente uniu seus lábios aos dela num beijo profundo e apaixonado, se levantando da mesa, puxando-a para fazer o mesmo sem se soltarem, pegando-a no colo em seguida e a levando até a sala, deitando-a no sofá.
"Bem, crianças, depois de tê-lo pedido para parar e mostrado o quanto aquilo era irritante e sem noção, ele finalmente parou..."
"Mãe, por quê mesmo você contou essa história?", perguntou Ryan, o filho mais velho, com seus dez anos de idade, ansioso para voltar à leitura de suas revistas em quadrinho.
"Ah, por nenhum motivo específico, só estou lendo um livro sobre vikings e me lembrei da história...", a mulher deu de ombros. "Bem, podem ir brincar..."
No mesmo instante, três crianças ansiosas se levantaram do sofá do escritório da mãe e saíram correndo porta afora, quase derrubando o pai que se encontrava parado ali, esperando para poder entrar com um sorriso zombeteiro nos lábios. Vendo que a esposa agora se encontrava sozinha na sala - e que esta ainda não havia reparado em sua presença e, portanto, havia voltado a ler -, adentrou, pigarreando.
"Ora ora, estava queimando meu filme para as crianças?", perguntou, num misto de desafio e malícia. A mulher ergueu os olhos de seu livro, olhando o marido por cima dos aros de seus óculos de leitura, abrindo um sorriso radiante e ácido ao mesmo tempo.
"Eu não... Foi o viking...", ela pontuou a frase com uma provocante mordida em seu próprio lábio inferior, fechando seu livro, colocando-o em sua mesa. O marido soltou uma risada, balançando a cabeça, e se aproximou, apoiando-se de costas na escrivaninha da esposa, de frente para essa. Puxou gentilmente as mãos desta para que se levantasse e a abraçou, posicionando-a entre suas pernas, beijando-a a testa.
"Mas esse viking está muito abusado para o meu gosto...", Steven respondeu num sussurro, arfando quando a mulher passou as unhas sutilmente por seu rosto.
"Então acho melhor nem te contar o que ele me falou...", S/N provocou mais um pouco, sorrindo, delineando traços por toda a linha do maxilar do marido que olhava profundamente dentro de seus olhos, claramente se divertindo com aquele diálogo.
"Agora eu fiquei curioso... O que foi que o viking te disse?"
"Ele disse que... Você tem um bumbum gostoso...", a esposa respondeu, soltando um riso baixo tal como o marido, descendo a outra mão pela lateral do corpo dele, sentindo os ossos salientes de sua cintura.
"Ele disse o quê?", Steven fingiu-se de indignado, roçando a ponta de seu nariz no da esposa enquanto ainda a envolvia de forma apertada com os dois braços.
"Que você tem um bumbum gostoso...", e, dito isso, S/N deixou sua mão escorregar até a parte traseira da coxa do marido, um tanto imprensada contra a mesa, apertando ali com vontade. "Mentira, sou eu que acho mesmo..."
"Fico aliviado, afinal, não ia querer transar com um viking...", então, assim que disse isso, Steven puxou de forma sedenta o rosto de S/N para mais perto do seu, beijando-a de forma voraz... Quem foi que acendeu o fogo daquele casal? Bem, com certeza o viking, isso ele sempre fazia...
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E aí, meus bacanos, como estão???? Bem, este plot é uma parada meio diferente porque me inspirei numa música irlandesa que gosto demaaaaais da conta, chamada "Blame The Viking", duma banda chamada Ceann. É uma música bem gostosa de escutar e bem divertida, vocês vão reparar que usei algumas coisas da letra nos diálogos... Enfim, espero que tenham gostado dessa ideia saída direta da mente perturbada de uma futura historiadora... Enfimmm, até o próximo imagineeeee, beijããããão!! <3 <3 <3
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