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Robert Plant #5

A pedido da web_lena , AndyZhangg e HalleyHate trago aqui mais um imagine do Robert, o primeiro imagine deste livro YAY, espero que gostem <3 <3 <3

✨ 𝐃𝐚𝐳𝐞𝐝 𝐚𝐧𝐝 𝐂𝐨𝐧𝐟𝐮𝐬𝐞𝐝 ✨

Era o feriado nacional de primavera de 1985 e, como de costume, os amigos de todos os cantos se reúnem para comemorar, juntando suas famílias. Com os Plant não foi diferente... Combinaram com os amigos mais próximos de fazer um almoço comemorativo - que, sabiam todos, se estenderia bem além da tarde...

Foi decidido que a festa seria na casa da família de John Paul Jones, por isso, logo cedo, S/N, Robert e seus quatro filhos foram até lá pra ajudar com a organização. S/N simplesmente amava o feriado da primavera pois era tudo tão florido e colorido... Por isso, sempre se dispunha a ajudar a organizar as festas deste dia.

Bem, enfim, os adultos prepararam tudo enquanto as crianças se divertiam correndo e brincando para lá e para cá no imenso gramado, a cadelinha dos Jones unida a eles.

Com tudo pronto, almoçaram, conversaram, riram e se divertiram... E beberam... E, assim, o dia foi correndo.

Perto do fim da tarde, Robert - que não estava nada bem-, recostou-se solitário no belíssimo poste que ajudava a iluminar o jardim, fumando um cigarro, a visão embaçada e a cabeça rodando... Seus amigos estavam mais adiante, conversando animadamente, as risadas ressoando em sua cabeça de forma oca. Mais à frente, as mulheres conversavam também entre si, com risinhos baixos. "Só queria ser uma mosquinha para saber a conversa delas...", ele pensava. Nesta hora, seu filho, Arthur, de 14 anos, se aproximou, as mãos nos bolsos.

-- Oi, pai... -- O garotinho cumprimentou, franzindo o cenho ao perceber o estado do mais velho, segurando-se no poste para não cair. -- Você tá legal?

-- Hm? -- Robert indagou, arregalando os olhos e os voltando para o filho (na verdade, para bem além dele, em algum ponto desfocado no horizonte). O homem terminou seu cigarro e atirou a bituca que, milagrosamente, caiu dentro do lixo ao lado... Art ficou impressionado. Então, Robert voltou a tomar a sua garrafa de cerveja.

-- Pai... Perguntei se você está legal...

-- Eu... Eu t-tô... Eu tô legal... -- Robert sorriu de forma bem bobinha. -- Eu... Eu sou... Eu sou um... C-cara legal... Não acha?

-- Sim, mas... Não foi isso que eu falei... -- O filho respondeu, um pouco desconfortável de ver o pai daquela maneira. Seus olhinhos recaíram na garrafa quase que tombada disposta na mão do mais velho. Este percebeu e soltou uma risada arrastada.

-- É... Eu t-tô... Um pouquinho... Be-bêbad... Bêbado... -- O homem disse entre soluços e risos.

-- É, eu tô vendo... -- Arthur cruzou os braços e soltou uma bufada. Estava chateado, não por causa do pai, mas porque havia acabado de ter uma discussão super idiota (sobre histórias em quadrinhos) com Gemma, filha de Jonesy e uma de suas melhores amigas e, indo atrás do pai para pedir-lhe conselhos, o encontrou naquele estado. Como se pudesse ler os pensamentos do filho, Robert o abraçou pelo ombro de uma forma um tanto quanto brusca, quase tropeçando ao puxá-lo para mais perto.

-- Sabe, filho... Um d-dia... Um dia você... Você vai ach-char a... A mulher da sua... Sua vida... -- O vocalista deu um tapão nas costas do mais novo, fazendo-o franzir o cenho, já um pouco irritado... Mas o comentário do pai o fez, instintivamente, olhar para Gemma, mais adiante, conversando com o irmão dois anos mais novo de Art, Victor. -- Eu sei que... Eu sei que vai... Ali está... Está a minha... Eu nem acredito que... Que encontrei...

Arthur seguiu o olhar do pai - com uma certa dificuldade por não conseguir ao certo saber em que ponto específico ele olhava - e viu sua mãe sentada um tanto quanto distante com suas tias, mexendo as mãos ao contar alguma história. Robert a observava de forma apaixonada, como se fosse a primeira vez que seus olhos se recaíssem sobre ela. Sua mão se apertou contra o ombro do filho, fazendo-o soltar uma leve exclamação de dor. Art tentou se desfazer da mão do pai mas, em vão... Este só o puxou para mais perto, sem tirar os olhos da esposa.

-- Eu queria... Queria tanto que... Ela s-soubesse... -- O homem disse com a voz distante e sonhadora.

-- Soubesse o quê?

-- Q-que ela é a m... A mulher... Da minha v-vida... E que... E que... Que eu amo muito... Ela...

-- Ué, fala isso pra ela! -- Arthur respondeu de forma óbvia mas, para sua surpresa, Robert fez uma expressão de espanto, tornando a olhar pro filho.

-- Eu não p-posso! -- O loiro exclamou, deixando o garoto ainda mais confuso.

-- E por quê não?

-- N-nem sei... Nem sei se... Se ela está sol... Solteira... -- Robert comentou, tornando a olhar pra mulher mais adiante, sua voz soando como a de um adolescente tímido.

-- É claro que ela não está solteira! Ela é casada! -- Arthur respondeu, extremamente confuso. Robert o fitou com horror.

-- C-casada? -- Ele perguntou com mágoa na voz. Arthur não conseguiu segurar uma risada pasma.

-- Sim, pai! Com v-...

-- E ela t... Tem filhos? -- Robert perguntou novamente, cortando a fala do filho.

-- Pai?! É claro! Eu sou filho dela, esqueceu? -- O garoto respondeu em tom óbvio e abismado, como se estivesse falando com um de seus irmãos mais novos. Robert o olhava como se houvesse sido esfaqueado no peito.

-- V-você?! Ela... Ela é... S-sua mãe?!

-- Sim...? -- Art enrugou as sobrancelhas, deixando uma risada escapar pela confusão do pai. Ele claramente não estava bem e Art precisava ser paciente. Ele apontou pra Victor do outro lado do gramado, conversando animadamente com Gemma. -- Aquele menino ali também... E aqueles dois projetos de Satanás... -- E, assim, o rapaz apontou pra Jasmine e Hugh, os dois gêmeos Plant de cinco anos que corriam atrás da cadela de Jonesy, atormentando a pobre coitada. Robert parecia ainda mais chateado.

-- Ent... Então... Ela é c-casada? E tem... E tem quatro filhos? -- O homem perguntou, sentindo um nó na garganta, fazendo sinal de três com os dedos. Art assentiu, começando a ficar preocupado com o pai. -- E quem... Quem é o... Sortudo...?

-- Pai... É v-...

-- Não... Não me conte... Eu pre-prefiro... Não saber... -- O homem se virou, magoado, bebendo o último gole de sua cerveja, deixando a garrafa cair de sua mão. Ele deu três passos trôpegos, sendo seguido de perto por Arthur. Quando o rapaz percebeu, o pai está chorando. -- Q-quando eu... Quando eu... Finalmente encontro... O amor da... Da minha vida... Ela é casada... Eu nunca... Eu nunca vou ser... Feliz...

-- Ai, senhor, dai-me paciência! -- Art exclamou para si mesmo, revirando os olhos, abraçando o pai pelas costas. -- Não chora, pai... Acho que você só precisa parar de beber por hoje... -- E ele colocou uma grande ênfase na palavra "pai", mas isso não resolveu. Robert continuava em pranto. -- Quer saber, espere aqui que eu vou chamar a mamãe... Sério, não saia daí! Pelo amor de Deus...

E, assim, Arthur foi atrás de sua mãe.

******

-- Hm... O q-quê... Hm... -- Robert exclamou, confuso, abrindo os olhos devagar, vendo apenas imagens turvas e escuras.

-- Ah, que bom, ele está acordando! -- Ele ouviu uma voz suave e um tanto quanto alta ressoar... A voz de sua esposa.

-- Certo... Vou deixar vocês a sós um pouco... Qualquer coisa é só chamar! -- Uma outra voz feminina, um pouco mais baixa e distante, respondeu.

-- Obrigada, Maureen! -- A primeira voz fez-se ouvir novamente e, abrindo os olhos mais uma vez, Robert conseguiu ver o rosto de sua esposa ganhando nitidez bem próximo de seus olhos... O rosto dela enquadrado pelos belos cabelos que caíam por seus ombros por ela estar com a cabeça tombada para frente. -- Ei, amor... Tá conseguindo me ouvir?

-- Onde... O quê...? -- Ele perguntou, tentando se levantar, mas a moça o impediu com movimentos delicados de suas mãos nos ombros dele, fazendo-o deitar novamente. Ele sentia uma forte dor de cabeça mas, mais especificamente, em sua testa, levando a mão trêmula até ali e exclamando de dor ao tocar em um ferimento aberto. S/N fez "shhh" para que ele se acalmasse, tirando a mão dele dali e passando um pano molhado sobre o machucado. O homem estava totalmente tonto, vendo o teto rodar por trás do rosto da mulher. -- O que aconteceu?

-- Bem... Sobre isso... Você desmaiou e bateu a cabeça no poste quando caiu... -- S/N respondeu, tentando não rir com a última parte (ela também estava um pouquinho alterada pelo álcool, na verdade), mas, ao ver que o próprio marido começou a dar risada, ela não se segurou. -- Jimmy e Jonesy te trouxeram pra cá... No quarto de hóspedes...

-- Ah... Então está tudo explicado... -- Robert respondeu, sorrindo... Mas S/N parecia hesitante.

-- Quase tudo... -- Ela desviou ligeiramente o olhar, paciente. -- Você quer falar sobre a conversa que teve com Artie?

-- Conversa? Que conversa? Espera, eu não estava tão bêbado assim, estava? -- O homem começou a se preocupar porque, realmente, não estava se lembrando de nada...

-- Estava... -- A mulher respondeu, estreitando os olhos, voltando a encará-lo, passando mais uma vez o pano pela testa dele, estancando mais um pouquinho de sangue que ameaçava sair em meio àquele que já estava coagulado.

-- E... E o que foi que... Que foi que eu falei pro Arthur? -- Robert perguntou, com um leve medo da resposta... Um bêbado não tem muito controle sobre suas palavras e ficou preocupado com o que quer que ele poderia ter dito ao filho. 

-- Você começou a chorar porque disse que estava apaixonado por mim...

-- E não menti! -- Ele interveio, galante, fazendo a esposa sorrir e passar o polegar carinhosamente pela bochecha dele.

-- Sim, mas... Você achou que eu era casada com outra pessoa e, por isso, começou a chorar, dizendo que nunca ia ser feliz... -- S/N respondeu e Robert levou um tempo para processar as palavras.

-- Eu disse isso? -- Ele perguntou, confuso e S/N assentiu, rindo baixinho. -- Pelo visto, eu estava com ciúmes de mim mesmo...

-- É, pelo visto, sim... -- A mulher respondeu de forma divertida. Robert ergueu a mão para passá-la pelo rosto da esposa, sorrindo pra ela.

-- Mas também, que baita felizardo eu sou... -- E, assim, ele a puxou para um beijo, se levantando levemente na cama, segurando a nuca dela com a mão. S/N se apoiou na cabeceira da cama para não cair em cima dele mas retribuiu o beijo com a mesma intensidade, pressionando, sem querer, a toalha molhada nas costas do homem que, apesar de ter ignorado isso, sentiu o corpo arrepiar-se... Ele não podia estar mais feliz de saber que tinha, sim, a mulher de sua vida e que ela era, sim, casada... Com ele... E tinha quatro filhos maravilhosos... Com ele!

Os dois trocam mais alguns beijos mas, lembrando-se de seus amigos e filhos do lado de fora, não se demoram muito ali, logo voltando para a festa. Robert foi recebido por algumas zombarias dos amigos e alguns olhares desconfiados de Art, ainda levemente assustado com o pai bêbado... Mas tudo acabou bem e o episódio ficou na memória para ser contado entre as histórias engraçadas nas próximas festas de primavera.


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Eeeeeei, gente!! Começando aqui o novo livro de imagines... Espero que gostem, hehehe... Temos um looooooongo chão pela frente, mas, vamo que vamo! É isso, fiquem bem! Beijos e até o próximo imagineeee <3 <3 <3

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