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Paul McCartney #11

Atendendo aqui ao pedido da minha amiga LyneMewMew eeee espero que gosteeeee <3 <3 <3 

✨ 𝐈'𝐯𝐞 𝐉𝐮𝐬𝐭 𝐒𝐞𝐞𝐧 𝐚 𝐅𝐚𝐜𝐞 ✨

O ano de 1969 estava chegando ao fim, tal como a maior banda do mundo. Paul se sentia melancólico com isso, afinal, era sua banda que estava cada dia mais próxima do final. Tudo bem, ele reconhecia, a energia já não era das melhores entre os quatro Beatles, mas, ainda assim, era o trabalho de uma vida e Paul havia crescido com seus colegas, passado por experiências inimagináveis e incríveis... 

Ele suspirou, pesaroso, observando a paisagem que corria de maneira rápida através da janela do trem. A neve caía do lado de fora, contribuindo para a melancolia de Paul, que acharia aquilo até um tanto quanto poético, se não fosse tão trágico.

Paul estava à caminho de sua casa de campo, em Kintyre, na Escócia. Passaria as festas do final de ano ali, porém, decidiu ir antes de todos os outros convidados para aproveitar um pouco a paz da solidão que aquele lugar o trazia. Para ele, não havia melhor lugar na Terra para descansar a mente e colocar os pensamentos no lugar.

O trem parou na estação no momento em que a luz do sol poente pintava o céu cinzento de tons pastéis claríssimos, dando lugar à escuridão fria da noite que estava por vir. Paul estava tão absorto em pensamentos que demorou alguns instantes para perceber que estavam parados. Pegou sua bagagem e se apressou para tomar um táxi - apesar da fama mundial, o baixista gostava de manter alguns hábitos simples que o faziam se lembrar de que ele ainda era um ser humano.

O geralmente muito falante e animado Paul se encontrava calado no banco traseiro do táxi, observando a paisagem congelada da mesma maneira que fazia no trem. O motorista dirigia de maneira calma e experiente e Paul não via a hora de chegar em casa. Porém, no meio do caminho, mudou de ideia, ao ver as luzes acesas e confortáveis de um pub na beira da estrada.

-- Senhor, pode me deixar aqui, por gentileza. -- Pediu, sendo atendido no mesmo instante. 

Depois de pagar o taxista, Paul, que apertava as mãos frias nas lapelas grossas do casaco, adentrou o pub, um lugar rústico e tradicional. O calor do estabelecimento foi muito bem aceito pelo baixista, que se sentou diante do balcão e pediu uma dose de whiskey. A bebida desceu queimando, Paul tinha a impressão de que todos seus órgãos estavam sendo aquecidos.

Novamente, em meio às conversas em sotaque escocês muito bem marcado, uma música tradicional de fundo e doses de bebida, o músico mais uma vez se viu pensando na vida. Nada conseguia desviar sua atenção do flashback que passava em sua mente, até que a porta do estabelecimento se abriu com um estampido forte. Todos, incluindo Paul, desviaram o lugar para ver quem era o dono daquele som.

Paul não pôde deixar de franzir as sobrancelhas ao ver uma moça ali, tremendo da cabeça aos pés, com flocos de neve concedendo brilho aos fios de cabelo que pendiam de um penteado que, em algum momento anteriormente, havia sido muito bem feito. Porém, isso não era o mais estranho: ela estava usando um belíssimo vestido de noiva, muito mais fino do que o indicado para se usar em uma nevasca. Enquanto a moça caminhava de maneira dificultosa até o balcão, Paul desviou os olhos, voltando a encarar o líquido âmbar em seu copo.

-- Me dê uma dose da sua bebida mais quente... -- A moça pediu ao bartender numa voz trêmula, sentando-se no banco ao lado de Paul, que mantinha os olhos voltados para frente mas a fitava de soslaio. 

Logo, um copo idêntico ao de McCartney foi colocado diante da mulher, que o virou num único gole, soltando um ruído em seguida, batendo o copo de vidro no balcão. Ela continuou a tremer, esfregando as mãos nos braços cobertos apenas por um tecido branco finíssimo. Paul enfim suspirou e, depois de ponderara se devia fazer algo ou não, virou-se para a estranha, retirando o próprio casaco do corpo.

-- Com licença, moça... Percebi que você está tremendo muito... Pode usar meu casaco...

-- Eu? -- A mulher perguntou, confusa com aquele ato repentino de gentileza. Ela se virou de frente para Paul e este percebeu linhas escuras e grossas escorrendo pelo rosto dela: estava chorando. Porém, estranhamente, aquilo a concedeu uma beleza melancólica, como um quadro vitoriano. -- Ah, é muita gentileza, mas...

-- Por favor, eu insisto... Não estou com frio! -- Paul insistiu, abrindo um sorrisinho para a garota, percebendo, com surpresa, que aquele era o primeiro sorriso que abria naquele dia. A moça hesitou, mas aceitou, vestindo os braços gelados no casaco grosso do músico. Ela sorriu em resposta, os olhos ainda brilhantes pelas lágrimas que havia derrubado anteriormente, tal qual os flocos de neve que já haviam derretido e se tornaram gotas de água que escorriam pelos fios soltos do cabelo dela.

-- Muito obrigada... -- Então, ela franziu as sobrancelhas e curvou a cabeça, pensativa. -- Espere aí, eu te conheço de algum lugar... Você não seria...

-- Isso mesmo... -- Paul soltou um risinho cansado pelo nariz e voltou a olhar para o próprio copo. -- o baixista dos Beatles...

-- Ah, sabia que seu rosto não me era estranho! Quer dizer... -- Ela pareceu ficar constrangida de repente. -- Meus pais não me deixavam escutar música pop e não temos televisão em casa, mas já vi discos de vocês vendendo por aí... Desculpa, não sei se isso é algo agradável de se escutar como artista... Mas nem sequer sei seu nome...

-- Não importa... -- Paul deu de ombros, voltando a sorrir para a moça, estranhamente feliz por aquela informação. -- Assim posso me apresentar de maneira adequada... Paul McCartney, muito prazer...

-- S/N... -- A garota respondeu, apertando a mão que o baixista a havia estendido. -- O prazer é todo meu.

-- Agora que já fomos devidamente apresentados, você está usando meu casaco e já estamos levemente alcoolizados, posso te fazer uma pergunta com a qual estou muito curioso pela resposta? -- Paul desceu o olhar para o vestido branco de S/N, que seguiu a visão dele e ruborizou, mas, pro alívio do moço, sorriu.

-- Deixa eu adivinhar... Por quê estou num bar, às nove e pouco da noite, usando um vestido de noiva...

-- Bingo! -- Paul ergueu o copo para ela, como se brindasse, fazendo-a rir.

-- É uma história um pouco longa e um pouco trágica, não sei se quero estragar sua noite com isso...

-- Fique tranquila, minha noite estava longe de ser boa, essa conversa que estamos tendo está sendo o ponto alto da minha semana, para você ter ideia... -- O músico soltou um risinho autodepreciativo, virando todo o copo de whiskey num gole só, fazendo um sinal para que o garçom trouxesse mais duas doses.

-- Sendo assim... -- S/N sorriu, olhando para cima como se tentasse se lembrar de todos os detalhes da noite. -- Sou uma noiva em fuga... Saí correndo da igreja onde meu noivo estava me esperando com toda a minha família e amigos, andei por mais de cinco quilômetros num salto alto de dez centímetros debaixo da neve e vim parar aqui...

-- Uau! -- Paul soltou um assobio impressionado. Ele precisava admitir para si mesmo que o sotaque escocês extremamente carregado de S/N era muito cativante. -- Me impressiona você ter chegado aqui viva...

-- Pois é, nós escoceses somos muito resistentes... -- A moça deu uma piscadela. -- Enfim, antes que você me pergunte o porquê dessa fuga... Bem, eu não amo meu noivo, simples assim. Porém, eu e ele meio que somos prometidos um para o outro desde a infância...

O baixista estranhou aquela informação, achando aquilo um tanto quanto medieval.

-- Eu sei, parece algo fora da realidade, mas, acredite, ainda existem muitos casos por aqui de casamento arranjado... -- A moça se emocionou mais uma vez, resfolegando levemente ao conter as lágrimas. -- Me desculpe... É que... Meu pai era muito amigo do pai de Callum, meu noivo, então, crescemos juntos. Não éramos muito amigos, Callum vivia pegando no meu pé e tudo o mais... Porém, quando tínhamos uns 7 anos, o pai dele ficou muito doente e, quando estava no leito de morte, meu pai prometeu pra ele que, um dia, eu e Callum iríamos nos casar... Aí o tempo foi passando, fomos crescendo, Callum e eu sabíamos da promessa do casamento, mas não fazíamos muito esforço para nos aproximarmos, afinal, ainda era algo muito distante e éramos adolescentes, queríamos viver nossas vidas e víamos aquilo como um acordo burocrático. O tempo foi passando e a realidade começou a bater na porta. Meu pai começou a me cobrar do acordo, dizendo que eu precisava manter a palavra, que era uma questão de honra... Consegui enrolar uns anos, mas, quando completei 24, esse ano, não tive muito para onde correr, meu pai ameaçou me expulsar de casa se eu e Callum não nos casássemos... Aí...

S/N não conseguiu evitar e começou a se debulhar em lágrimas, tomada completamente pela emoção e pelo medo. Paul, assustado, a puxou para um abraço um pouco hesitante, tentando consolá-la.

-- Calma, calma... Você vai consegui resolver isso... Você caminhou cinco quilômetros debaixo de neve com um salto alto de dez centímetros... Você consegue fazer qualquer coisa... -- O músico sussurrava, alisando o próprio casaco sob as costas da moça, que tremia em seus braços, soluçando. Então, ela resfolegou e se ergueu, limpando os olhos, as bochechas vermelhas tanto por conta do constrangimento por estar chorando nos braços de um desconhecido quanto pelo pranto em si.

-- Eu nunca amei Callum e sei que ele nunca me amou... Sei que eu teria uma vida triste ao lado dele... Por isso que... Bem, por isso que precisei fugir... -- Ela terminou de contar, apertando os próprios lábios com apreensão. -- Agora não sei o que fazer, meu pai pode aparecer a qualquer instante para me procurar e, sinceramente, tenho medo de descobrir o que ele pode fazer se me achar...

Paul assentiu com as palavras dela, pensativo. Ele nem sequer podia imaginar o desespero da moça e, por algum motivo, aquilo o deixava extremamente perturbado. S/N era pouco mais que uma desconhecida para ele e, ainda assim, o baixista já sentia uma estranha afeição por ela.

-- Olha, não sei se é muito abusado da minha parte ou se você vai achar isso um pouco esquisito, mas, se você quiser, pode passar a noite na minha casa... Eu estou sozinho por lá mesmo, tenho quartos de sobra... -- O homem finalmente tomou a coragem para fazer tal oferta. S/N arregalou os olhos levemente e, para a surpresa de Paul, um sorriso despontou no rosto dela.

-- Você faria a gentileza de me deixar passar a noite na sua casa? De verdade?

-- Claro! Quer dizer, eu não vejo problema nenhum... 

-- Pois então, muito obrigada! -- S/N agradeceu, contendo a vontade de abraçar aquele homem gentil que estava salvando a vida dela muito mais do que deveria perceber. -- Não quero ser mal educada, afinal a casa é sua e você está me fazendo um imenso favor, mas... Será que podemos ir embora logo? Estou realmente preocupada de alguém me encontrar por aqui...

-- Sem problemas! Já estou cansado também... Cheguei da Inglaterra tem pouco mais de uma hora... -- Paul sorriu e se levantou para pagar a conta.

*******

Paul deu uma longa respirada ao descer do táxi que havia deixado ele e S/N diante de sua propriedade. O ar gelado e úmido da noite escocesa encheu seus pulmões e saiu com uma estranha leveza, como se todos os problemas dele houvessem saído também.

-- Ah, como eu amo esse lugar! -- O músico comentou, sentindo-se feliz, se adiantando para destrancar a porta. Atrás dele, S/N sorria.

-- Belíssima casa... -- A moça elogiou conforme adentrava a porta.

-- Fique à vontade... Vou procurar roupas quentes para você e uma toalha para tomar um banho, aí, enquanto isso, ajeito um dos quartos para você dormir... -- O homem falou enquanto andava. Agora que estava ali, sozinho, com uma moça, começou a se sentir inquieto. Ela olhava tudo com maravilhamento.

-- Tudo bem, muito obrigada mais uma vez! 

Quando tudo já estava no jeito, S/N estava tomando um bom banho, Paul decidiu sentar no sofá, jogando a cabeça para trás, cansado, de olhos fechados. Aquele lugar o trazia muita paz e estava contente, porém, estava preocupado com S/N... Quer dizer, ele não poderia escondê-la pra sempre. E se o pai dela aparecesse por ali, o que faria com os dois? Já tinha todos os problemas dos Beatles para resolver, mais esse...

Porém, algo fez com que Paul saísse de seus pensamentos: a voz de S/N soando lá do banheiro, cantando alguma melodia que ele não conseguia distinguir... Atentou-se, sentando de maneira ereta no sofá, prestando atenção nas palavras ecoadas que estavam sendo cantadas de maneira doce pela moça. Aquilo não era inglês. Paul arregalou os olhos, surpreso. Ela estava cantando em gaélico! Aquilo o deixou encantado e, sem ter muito controle sobre os próprios atos, levantou e pegou seu violão que se encontrava repousado no pedestal ao lado da lareira. Começou a dedilhar as cordas de maneira baixa, tentando seguir o ritmo da canção de S/N.

O músico ficou tão absorto naquela função, tão fascinado pela música que acabara de ouvir, empenhado em conseguir tirá-la no violão que não percebeu quando S/N apareceu na sala, os cabelos molhados agora soltos e as roupas masculinas quase o dobro de seu tamanho. Ela reconheceu a melodia que cantarolava instantes atrás e franziu as sobrancelhas.

-- Você estava me espionando? -- Ela perguntou com um quê de brincadeira, fazendo Paul levar um susto ao percebê-la ali, as bochechas sendo tingidas de vermelho.

-- S/N! Eu... Eu... Me desculpe... Eu juro que não estava te espiando... Eu só... Eu só... Escutei a música que você estava cantando e... -- O baixista se explicou, constrangido. S/N abafou um risinho.

-- Tudo bem, eu só estou brincando com você... Eu que peço desculpas por ter cantado alto demais...

-- Por favor, não se desculpe por isso! É uma música linda e sua voz a deixou mais bonita ainda... -- O homem elogiou e desta vez foram as bochechas da moça que coraram conforme ela desviava o olhar. -- Por favor, me diga, que música é essa?!

-- Ah, chama-se "Loch Lomond", ou seja, lago Lomond... É uma música bem antiga aqui da Escócia... Aprendi ainda muito criança... Todos aqui sabem a letra de cor... -- S/N explicou, sentindo-se nostálgica. 

-- Incrível... -- Paul começou a dedilhar as cordas no ritmo que estava treinando instantes antes. -- É assim? Você poderia cantar de novo, por favor?

Um pouco tímida, S/N assentiu e começou a cantar. Paul percebeu que haviam partes em inglês e outras em gaélico. Logo, o som do violão e a melodia da voz da moça se uniram de maneira harmoniosa. Quando terminaram, os dois trocaram um sorriso.

-- Uau, você canta muito bem! -- Paul elogiou, realmente impressionado. Percebeu o tanto que já estava adorando aquele sotaque forte.

-- Tapadh leibh... -- A garota agradeceu, se divertindo com o fascínio recém descoberto de Paul pelo gaélico. -- Quer dizer "obrigada"...

-- E como eu digo "de nada"? -- Ele perguntou.

-- Se ur beatha!

-- Se ur beatha! -- O homem repetiu, fazendo S/N rir e aplaudir.

-- Muito bem! E você também toca muito bem violão...

-- Faz parte do meu trabalho... -- Paul deu de ombros, soltando um risinho. Ele já estava prestes a colocar o violão de lado quando S/N o conteve.

-- Por favor, toque mais um pouco! -- Ela pediu, genuinamente interessada. Agora foi Paul quem ficou um pouco tímido, mas sorriu e voltou a dedilhar.

-- Bem, então essa é para você que disse que não conhece os Beatles... -- O homem piscou e começou a cantar Blackbird. Quando terminou, S/N aplaudiu mais uma vez, encantada.

-- Adorei! Poxa, queria ter ouvido suas músicas na rádio ou nos vinis... -- A garota lamentou, abraçando os próprios joelhos.

-- Não seja por isso, posso tocar mais algumas pra você... 

Então, decorreu-se um show acústico particular. Paul estava se divertindo, tocando alguns dos maiores sucessos de sua banda, apesar de que, quando pensava nos Beatles, ainda se sentia um pouco triste. Porém, ver o encanto de S/N ao ouvir aquelas músicas pela primeira vez, o deixavam de algum jeito maravilhado. 

Porém, a canseira havia vencido a mulher e, enquanto tocava, Paul sentiu a cabeça dela repousar em seu ombro e, quando olhou para o lado, viu que ela possuía os olhos fechados. Aquilo o fez sorrir e, parando de tocar, fez um certo esforço para se levantar sem acordá-la, contudo, ela o abraçou pela cintura, não permitindo que ele se mexesse. Sem ter muita escolha, Paul colocou o violão recostado no sofá e deitou a cabeça no encosto, passando um braço por trás de S/N, puxando-a para mais perto e, assim, também adormeceu. 

Quando acordou no dia seguinte, sem saber direito onde estava e o porquê de sua coluna estar dolorida, Paul percebeu que estava sozinho no sofá. Ainda meio zonzo, andou pela casa à procura de S/N mas não a encontrou. Será que a noite anterior havia sido um sonho? Um delírio? Uma dissociação da realidade? 

Aquilo o deixou desesperado. Tinha certeza de que havia conhecido o amor de sua vida na noite anterior e ao que tudo indicava não passara de uma alucinação... 

Até que viu sobre o violão, ainda recostado no sofá, um pedacinho de papel recortado com a ponta dos dedos. Paul o pegou de forma ligeira e, forçando os olhos a entrarem em foco, começou a ler o que fora escrito de maneira apressada. 

"Querido Paul,

Ontem foi uma das melhores noites da minha vida, adorei cada instante ao seu lado. Desculpe ter ido embora sem me despedir, mas, não podia trazer mais problemas para sua vida. Decidi agir como adulta e ir atrás de meu pai para resolver as questões com Callum, assim como o passarinho preto da sua canção. Mas eu voltarei, prometo! Assim que tudo estiver nos conformes, eu voltarei...

Mar sin leat, "tchau" em gaélico,
S/N"

Paul sentiu o coração acelerado e soltou um suspiro após ler aquele bilhete. Sua vontade era sair atrás de S/N, percorrendo toda a Escócia se necessário... Mas havia uma promessa naquelas palavras, a de que ela voltaria, e, por algum motivo, ele saia que era verdade. Ele só precisava aguardar... 

Os dias foram se passando, o Natal veio e se foi, tal como o ano novo. Paul sentia o coração apertado ao pensar que ainda não havia nenhum sinal de S/N e que o dia de voltar para a Inglaterra estava cada vez mais próximo. Até que, certa manhã, enquanto tomava café, Paul ouviu a melodiosa voz de S/N soando pela porta de entrada. Num só pulo, foi até lá, o coração disparado e, ao abrir a porta, mal pode conter o sorriso radiante ao ver a mulher parada ali, graciosa, sorrindo de maneira alegre enquanto cantarolava a música que havia ensinado ao baixista dias atrás. Os dois se abraçaram e, sem conseguirem se conter, perderam-se num beijo profundo e apaixonado. 

-- Por que demorou tanto? -- Paul perguntou de maneira sibilante, roubando mais um beijo da mulher.

-- Disse que precisava resolver minha vida... Mas, prometi que ia voltar, não prometi? -- Ela respondeu, sorrindo, acariciando os cabelos compridos do homem. -- E também prometo que não vou mais embora...

-- Que bom, porque eu prometo que não vou mais deixar você escapar de mim assim... -- Paul respondeu de maneira zombeteira, rindo de felicidade, apertando mais o corpo da mulher contra o seu. 

E aquele foi um ótimo começo para as novas fases das vidas de Paul e S/N!


*************

Oi oi oi, amores, tudo bem?? Como estão?? Me empolguei um pouco nesse imagine, massss, espero que vocês gostem!!! Curiosidade aleatória sobre mim: estou fazendo aula de gaélico no duolingo (no caso estou fazendo o Irlandês, mas fiz um pouco do Escocês também e tem muuuuuita coisa igual ou parecida), então quis usar um pouco disso aqui no imagine... É issooooo, até o próximo imagine!!! Beijãããão pra vocês <3 <3 <3

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