t r ê s
Chaos
🥀
Existem circunstâncias que necessitam de ações, existem palavras que precisam ser ditas mas se perdem no valores de suas essências e ocorrem pensamentos que fazem a grandeza do mundo se destruir lentamente sobre suas razões.
E me sentia exatamente assim, confusa e perdida, minhas palavras sumiram de acordo com todas as vezes que eu abria minha boca, as falas ficavam guardadas e presas em minha garganta, em um ato impensável, eu queria conversar com o garoto e chamar pelo menos um pouco de sua atenção, mas nada saía.
Fiquei em um estado de choque ao perceber que estava imersa ao olhar do desconhecido, parecia um momento de algum filme de comédia romântica mas não era nada disso, tudo aquilo era tão real que eu me perguntava se poderia ser um sonho, a última fez que vi algo tão deprimente foi quando todas as minhas esperanças foram destruídas.
Aquele exato olhar me prendeu e fez de mim sua refém, aos olhos alheios eu era uma completa estranha que estava inerte em devaneios intensos demais, coincidentemente, o desconhecido levanta vagamente seus lábios, formando um sorriso raso, ele não desviou ou mostrou qualquer sinal de esquisitice, apenas silenciosamente aceitou mergulhar um pouco sobre o mar de desastres que estava ao redor.
"Garoto de olhos melancólicos", um nome um tanto peculiar e incomum, essa ideia inusitada me fez soltar uma risada, o que havia acontecido comigo? Não tomei um gole de bebida alcoólica mas parecia que eu já estava completamte embriagada.
Percebendo meus movimentos, as orbes castanhas me acompanham como se eu fosse uma atração em meio a tudo aquilo.
─ Há algo que a intriga?- a voz baixa e calma do garoto entrar em meus ouvidos, sua pronuncia era adorável.
Fico supresa ao notar que ele estava falando diretamente comigo, penso se devo respondê-lo ou ingnorá-lo, afinal estava nítido que ele pertencia ao pequeno grupo dominante.
─ Não existe nada.- digo totalmente confusa com o repentino contato.
Ali possui uma vastidão de pensamentos, uma profundidade que afetaria qualquer um, mas me neguei a dar continuidade com aquilo, eu sabia que no futuro, aquele rapaz viraria um ser vazio entre tantos outros.
Ele era um deles e não à saída para a perdição da mente.
A vaga noite deixou lembranças por minhas memórias, mas elas se quebraram no instante que uma voz chamou o desconhecido, ele foi entre as sombras e sumiu junto as pessoas, uma pequena parte minha desejou apreciar por um pouco a mais de tempo os cacos de sua tristeza, junto a minha simplória atração meu cigarro apagou entre meus dedos, só podia ser um claro sinal que toda minha diversão havia acabado.
Olhei em volta, querendo achar uma razão para ficar, detestava essa parte minha que sempre acreditar que a luz entraria em minha vida, aos meus olhos todos se assemelhavam a pássaros presos em gaiolas, alguns a borboletas e outros não possuíam definições.
Certamente eu estava louca por achar que poderia definir os rostos que estavam em minha volta.
Meu telefone começou a tocar, o irritante barulho que Susan havia colocado dizendo que era uma música "animada" chegava aos meus ouvidos como ruídos, enxerguei pelo visor o número temível para meus pesadelos e angustiante para meus sentimentos.
Em letras grandes e perfeitamentes organizadas, o nome Katherine me trazia arrepios, meus lábios logo se apertam e o gosto amargo do sangue predomina em minha boca.
Odiava esses dias e odiava não poder fugir deles.
A lua que estava escondida entre as nuvens era meu abrigo, se definia como o meu puro e vívido reflexo, ambas eram tão melancólicas que se afundaram em si mesma, mas está submersa afastava as lacunas espalhadas por toda parte.
(...)
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