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➸ especial • 200K ✨

(roi, nunca deixo nota no começo, porém: se você quiser escutar uma musiquinha "good vibes" lendo esse capítulo, eu recomendo 🙃. boa boiolagem! porque vai ter muita... com uma pitada de safadeza, claro)

♡︎

DAHYUN.

Paro em frente à porta da casa. De fora, é possível escutar uma música alta, abafada pelas paredes de concreto. Abro nossas conversas e releio a mensagem que mandou.

alce
mor, brota aqui
te dou 20 minutos, é surpresa 😏
se atrasar, não ganha beijinho
| 13:47 |

alce
mentira, ganha sim
to com saudades
| 13:49 |

Rio. Sempre é "surpresa", Jeon Jungkook... Medo do que será. E ele que pense que eu sou obrigada a chegar no horário.

Prestes a tocar o botão da campainha, a porta abre sozinha. Meu queixo cai ao ver Jungkook, apoiado no batente com uma cara de bravo, sem camisa. Não evito passar meus olhos por todo o seu tronco bem trabalhado; peitoral forte, abdômen definido e braços grandes. O short preto, acima das coxas, que está usando, praticamente samba no quadril, deixando a barra da cueca à mostra.

Caralho.

— Atrasou 10 minutos — desço o olhar para o... — Se continuar me comendo assim, vou ficar excitado, amor.

Tento contestar, mas não consigo. Canalha, fez de propósito. Apenas reviro os olhos e empurro seu ombro, entrando com minhas meias roxas estampadas de gatinhos. Um cheirinho bom de comida, conhecida por mim, invade minhas narinas. E a música soando pela casa — aparentemente, vazia — é Put Your Head On My Shoulder.

Estranho.

Jungkook me abraça por trás e beija meu pescoço — descoberto pelo rabo de cavalo. Tenho uma breve crise de risos por ser o local que mais faz cócegas. Viro de frente para o mesmo, que sorri todo assanhado.

— Estamos sozinhos, quer aproveitar? — roça o nariz na minha orelha. Oh, Deus.

— Nem pensar — empurro seu rosto. Me pego encarando o tanquinho novamente. É difícil concentrar a atenção. Calma, Dahyun. — Não vai se vestir, não?

Ele próprio se analisa.

— Se está te incomodando, vocé é livre para tirar também — dou um tapa em sua barriga, ele faz um bico.

— Chatinha, vem. Não posso demorar, estou cozinhando almoço para gente.

O garoto cruza a sala, indo em direção à entrada da cozinha no final do cômodo. A decoração e os móveis da casa são lindos, aposto que foram escolhidos por sua mãe.

Tanto a música, quanto o aroma da comida se tornam mais presentes ali. Jungkook vai direto para o fogão e resmunga um palavrão, comentando que passou do ponto. Apoio meu braço em seu ombro. Há uma caixinha de som ao seu lado, sobre a pia de mármore. Quase grito quando vejo o conteúdo da frigideira.

— Não me diga que isso é...

— Bulgogi? — completa. — Sim, é um dos seus pratos preferidos, né?

Que saco de garoto! Sou facilmente manipulada com alimento. Ele lembrou de umas das conversas que tivemos na semana que me passou seu número.

Sorrio e beijo sua bochecha, em agradecimento. O moreno oferece um pedacinho da carne, cortada em tiras, para eu experimentar.

Além de gost... Digo, bonito, cozinha bem.

Contorno a ilha da cozinha e sento no banquinho atrás da bancada, sustentando o queixo na palma da mão. Ele cantarola a música baixinho. Jungkook consegue ser incrivelmente lindo de qualquer ângulo. Perco o ar, observando suas costas malhadas, a cintura fina, os ombros largos... Que pecado.

— Está me olhando porque, quer me dar?

O moreno ri, desligando o fogão e mudando a carne da frigideira para um prato raso, de frente para mim. Tampo a cara, escondendo as minhas bochechas coradas.

Droga, eu briso muito. Já é a segunda vez que ele me flagra hoje.

Só agora noto seu cabelo — protegido por uma faixa atoalhada, tipo uma bandana. É rosa claro e tem pequenas orelhas de coelho, macias como pelúcia.

Crianção.

— Ficou estiloso assim, Jungoo — aponto. Ele olha para cima e franze o nariz. Igual um coelhinho.

— Ah, roubei da Haneul — joga o molho de churrasco, típico para se comer com Bulgogi, por cima do bife. Que delícia. A comida, claro. — A franja cai no olho, irrita.

— Corta — sugiro.

A expressão de indignação pelo meu comentário, é óbvia.

— Endoidou, Dahyun? Meu cabelo grande é o charme que conquista as mulheres!

Ok, não mentiu.

Enquanto termina de separar os acompanhamentos do almoço, o jovem cozinheiro solicita que eu organize a mesa para comermos. Atendo o pedido e coloco duas tigelas, junto dos hashis. Jungkook pausa a música e vem da cozinha trazendo uma bandeja. Nela, estão o potinho cheio de folhas de acelga, a carne e uma porção de arroz.

Ele faz questão de preparar os embrulhos para mim. Pega algumas tiras do bife e posiciona no meio da folha, cobrindo-as com mais molho e cebolas picadas, em seguida. Olho maravilhada para refeição, é de dar água na boca.

— Toma — envolve tudo com a folha, como um rolinho, e me entrega.

Malditos sejam os dotes culinários de Jeon Jungkook! Conseguiu superar a receita de Bulgogi da minha mãe.

Faço um joinha com a mão, saboreando o gosto dos ingredientes. A ponta da minha língua arde por conta do molho picante.

— Que bom que gostou — sorri, sincero. — Era a surpresa.

É, está ficando difícil controlar essa merda de frio na barriga...

ᴛ ᴇ x ᴛ ᴍ ᴇ

Nós acabamos de comer e decidimos ver um filme. Insisti para, pelo menos, lavar a louça, mas o bonitinho não permitiu. Disse para eu escolher algo para assistir. Já fazem uns 15 minutos que estou procurando e nada me agrada. Esfrego os pés no tapete peludinho que cobre o chão do cômodo.

Jungkook deixa um balde de pipoca e um copo enorme de refrigerante na mesinha de centro da sala.

— Quer ver aqui mesmo? Na minha cama é mais confortável — reviro os olhos e taco uma almofada nele. — Sacanagem...

Reclama, subindo as escadas. Logo, volta com os braços ocupados por uma coberta branca e senta ao meu lado. Ele aproveitou para vestir uma camisa e tirar a faixa.

Eu já tinha me acostumado...

O controle é arrancado de minhas mãos. O encaro feio. Falta de educação.

— Você demora demais — aperta os botões, entrando na barra de pesquisa. — Terror... "It, A Coisa", pronto.

Arregalo os olhos.

— Não! Eu tenho medo, Jungkook! Escolhe outro tema.

— Não precisa ter medo, amor. Se ficar pertinho de mim, eu te protejo, que tal? — comprimo os lábios, envergonhada. O garoto ri. — Fofinha.

Jungkook se ajeita, posicionando uma das almofadas atrás de si, e deita levemente virado para o braço do sofá. Ele dá batidinhas no espaço no meio das suas pernas, indicando para eu sentar ali. Faço o mesmo, deitando as costas sobre seu peitoral. Cubro nós dois com a coberta e ele me entrega o balde de pipoca.

Seus braços rodeiam minha cintura, deixando um selar na curvatura do meu pescoço. Não é a primeira vez que sinto as famosas borboletas no estômago perto dele.

Péssimo, péssimo.

A abertura inicia. Tudo ia bem, até o coitado do garotinho ser comido pelo palhaço vigarista. Credo, como as pessoas sentem prazer vendo isso? Prefiro mil vezes um romance para surtar de amores.

Conforme o filme se desenrola, me aperto ainda mais no abraço de Jungkook, amedrontada. Só de olhar a cara do tal do Pennywise, fico com calafrios. A tela da televisão é gigante, o que ajuda a aumentar a testona do bicho. O sorrisinho diabólico, é a pior parte.

Numa tentativa de me relaxar, Jungkook solta meu cabelo. Os toques na minha nuca fazem eu me arrepiar instantemente. Ele desliza o dedo entre as mechas devagar, mordiscando uma vez ou outra o lóbulo da minha orelha.

Me bato mentalmente por estar gostando.

Jeon afirmou corajosamente que iria "me proteger", mas está se assustando mais que eu. Uma das personagens acorda dentro de um esgoto — a "casa" do monstrengo. Tem restos de corpos de crianças pendurados, é bizarro. Uma canção de circo medonha soa enquanto o palhaço feioso pula, dançando. A menina se encolhe assustada, o assistindo.

— Que burra, por que ela não corre, caralho? — questiono, mastigando a pipoca.

— Não sei — ele alcança o copo na mesinha e bebe um gole. — Eu não quero nem ve...

Grita quando o bicho pula na garota, me assustando junto. Todo refrigerante cai em mim.

— Jungkook! — levanto rápido, balançando minha blusa encharcada com a bebida. Ele explode de rir. — Idiota! E agora?

— Tira — responde, sorrindo. Estapeio seu ombro. — Era brincadeira, amor! Vamos subir, eu te empresto uma roupa.

Sigo o garoto escada a cima, indo para o seu quarto. Ele escancara a porta e vai na direção do armário. Paro no meio do cômodo, observando ao redor. Está mais desarrumado que da última vez. Vejo uma cueca branca, estampada com coraçõezinhos, largada debaixo da cama.

Ora, ora.

— Que cueca chique, Jeon — ele ri baixo. Deve saber de qual estou falando.

— Não posso recusar presente de natal da titia — rio. Ele tem razão. — Ah, aqui! É o menor que eu tenho.

Estende um moletom cinza, com o logo da marca "Thrasher" no centro. É bonito. Nós nos encaramos quietos por alguns segundos.

— Precisa levar outro tapa para virar de costas? — bufa irritado, girando para janela.

Retiro a blusa molhada de refrigerante, ficando de sutiã. "Proteger", uma ova. Medroso.

— Pensando aqui se vale a pena espiar e ser agredido... Não, é lógico que vale, você é gostosa.

— Jungoo, você é tão insuportável — ele solta uma risada. Enfio os braços nas mangas longas do blusão. Cheirinho de bebê. — Acabei.

Sorri de canto, passando os olhos pelo meu corpo. O moletom largo tampa o short de cintura alta que estou usando.

— Se eu soubesse que ficaria ainda mais perfeita com minhas roupas, já teria te emprestado antes.

Meu rosto esquenta, deve estar vermelha igual um tomate. Não fala nada, apenas saio andando — ou melhor, correndo — de volta para sala. Por que ele insiste nesses comentários?

ᴛ ᴇ x ᴛ  ᴍ ᴇ

Meu amor... Amorzinho, acorda.

Levanto a cabeça, confusa. Estou deitada sobre o tronco de Jungkook. Semicerro os olhos, reparando nos créditos do filme descendo até o fim da tela.

Quanto tempo eu dormi?

— Acabou? — bocejo e coço o nariz.

— Sim, você cochilou no final — ele aperta minhas bochechas, me forçando a fazer um biquinho. — Está com sono, baixinha? Quer dormir mais? — assinto.

Ele sorri fofo e me dá um selinho. Jungkook nos troca de posição. Fico de lado, virada para o encosto do sofá e ele me abraça por trás. Quentinho. Sua mão faz um carinho leve no meu cabelo e eu sinto o sono vindo novamente.

Fazia anos que não sentia-me tão protegida. É até irônico, porque virar amiga de Jungkook, definitivamente, não estava nos meu planos. Acabou sendo um dos melhores acontecimentos do ano.

— Amor, você é minha baixinha. Só minha. Não deixe ninguém usar esse apelido além de mim, está bom? — resmungo um "sim", mal entendendo o que diz. — Boa noite, linda.

ᴛ ᴇ x ᴛ  ᴍ ᴇ

Estico os braços, me espreguiçando. Meu corpo se choca com outro, e é quando dou conta de que Jungkook está aqui também. Pela janela, é possivel ver que já escureceu. Me remexo no sofá, voltando a ficar cara a cara com o garoto.

— Para de se mexer — sua voz rouca demanda.

Levo a mão ao seu rosto, acariciando fraco. Uns fios rebeldes cobrem sua testa e a boquinha rosada e convidativa está entreaberta. Há uma pintinha decorando logo abaixo. Tão fofo.

— Bebê — chamo, sussurrando. O moreno abre os olhos na hora, como se nem estivesse dormindo antes. — Dormimos muito, já está de noite.

Ele ignora e belisca minha bochecha.

— Sua cara está toda amassada — belisco a dele de volta.

— A sua também, bobo — rimos juntos.

Jungkook segura minha nuca e nos aproxima. Alterno o olhar entre sua boca e os olhinhos pequenos negros. Selo seus lábios lentamente. Não aprofundo o beijo e nos separo com um selinho. Ele esboça um semblante confuso pelo ato.

— Tenho que ir embora — declaro.

— Não — responde, sério.

Junto as sobrancelhas.

— Jungoo, eu não poss...

— Dahyun — me interrompe —, você não entendeu? Isso tudo foi um plano para te manter aqui.

— Como assim, Jungkook? — sorri divertido e sobe em cima de mim. — O que está fazendo, seu doido?!

Ele começa um ataque de cócegas, beliscando minha barriga de leve, debaixo do meu braço e pior: o pescoço — deve ter percebido que é meu ponto fraco. Tento falar, mas nenhuma palavra sai, só a minha risada escandalosa. Jungkook também está rindo das minhas expressões de sofrimento igual um boblhão.

— Eu me rendo, Jeon! — grito, morrendo com a tortura. Meus olhos já estão enchendo de lágrimas de tanto que rio.

— Ou cócegas ou beijinhos, escolhe — segura minhas mãos, impedindo que eu me mexa. — Você tem cinco segundos! Um, dois...

Olha, eu prefiro mil vezes umas beijocas que ficar soluçando depois dessa brincadeira idiota. Claro que não temos intenções maliciosas envolvidas, afinal somos "amigos que se pegam às vezes", como ele diz.

A contagem está praticamente no final.

— Beijo! — fecho os olhos esperando, porém nada acontece. Assim que abro-os para espiar, o garoto ataca.

Filho da mãe, enganador.

Espalha pequenos beijos molhados por todo o meu rosto, evitando somente a boca. Não sinto a diferença entre antes, pois continuo me contorcendo de rir. Minhas bochechas ficarão marcadas por isso.

Jungkook vai parando o ritmo as poucos — com certeza, por cansaço. Seu rosto está tão próximo, consigo sentir o perfume. Os dois dentinhos avantajados da frente roçam no meu lábio inferior e ele não espera para me beijar. Dessa vez, de verdade, e profundo.

Por um segundo, esqueço de tudo e me permito desfrutar da pegação, enroscando as pernas envolta do seu quadril, porém o susto é maior.

— Menino Jeo... Ah, meu Cristo! — uma senhora brota do Além. Chuto Jungkook e ele grita de dor, caindo direto no chão.

A mulher corre para fora do cômodo.

— Puta que pariu, Dahyun! — rola de um lado para o outro no tapete, tampando as partes sensíveis. A feição se contorcendo em sofrimento. — Você acertou o Jungkook júnior! Porra, está querendo me castrar?

Eu não deveria rir, mas acabo deixando escapar. A culpa não é totalmente minha, ele declarou guerra assim que começou com as cócegas.

— Para de drama, cólica é bem pior — suspira fundo, se levantando. Acompanho-o com os olhos.

— Dá um beijinho para sarar — rio da forma fofa que disse.

Levanto, pronta para o beijar, mas ele nega com a cabeça.

— Não — aponta para o "Jungkook júnior". — É nele.

Limites.

Puxo sua orelha e o mesmo ri, pedindo desculpas.

Jungkook vai procurar a senhora — que descobri ser a governanta da casa — e pergunta o que a mulher queria. Ele entra na sala minutos depois e explica que ela havia esquecido que não iria trabalhar no turno da noite hoje. Entrou pelos fundos com a chave reserva.

Que alívio, pensei que ela estava aqui o tempo todo... Teria sido estranho para caralho.

O moreno se joga na ponta do sofá, emburrado. Termino de dobrar a coberta e deixo na poltrona.

— Por que está com essa cara de bunda mal lavada? — ele não ri e me olha meio chateado.

— Não quero que vá embora.

Confesso que também não queria.

Sento em seu colo e abraço seu pescoço. Ele envolve minha cintura, me apertando contra si. Sinto vontade de congelar o tempo e ficar para sempre em seus braços. Para sempre...

— De todas as pessoas que já conheci — sua voz sai abafada —, você é a única que tenho certeza que nunca irá me abandonar.

Sorrio, colocando as duas mãos em seu rosto. Carinha de durão, mas é apenas um garotinho carente que quer um pouco de atenção.

— Só eu te aguento, não é? — ele ri, concordando.

Selo, calmamente, a boquinha rosada. Jungkook sorri entre o beijo e sussurra indecente próximo ao meu ouvido:

— Vai mesmo me largar na seca, amor? Nem uma reboladinha? — perco os sentidos brevemente pelo tom rouco e manhoso que a voz saiu.

Foi da água para o vinho em um mísero segundo. Eu não entendo.

Empurro seu ombro para trás e levanto, tossindo falso. Espero que ele não esteja conseguindo escutar o quão rápido meu coração está batendo agora.

— Vou te levar para casa, baixinha.

O pai de Jungkook ainda não o deixa dirigir, mas ele pegou o carro escondido. Entendo agora o porquê desse castigo. Ele dirige feito um louco, parando em cima de faixas, passando reto nos faróis vermelhos, ultrapassando o limite de velocidade, uma verdadeira peste!

Por sorte, cheguei viva em casa.

Nos despedimos na porta e eu quase derreti com o abraço e o beijo fofo que deu na minha bochecha. Minha mãe estava vendo um filme na sala e quis saber em detalhes sobre o meu suposto "namorado".

É bem possível que não passaremos para esta fase. As coisas seriam bem complicadas com meu irmão... Na verdade, eu também não descobri o que sinto por Jungkook.

Deito na cama após terminar de tomar banho e pentear o cabelo. Fico um bom tempo olhando para o teto e repassando as diversas cenas de hoje na minha mente. Parecia um filme romântico clichê.

Gostaria de poder reviver esse dia quantas vezes eu quisesse.

♡︎

eles dormindo de conchinha bem namoradinhos 😭

sim, esse é meu capítulo preferido dos dahkook, como acertou????

edit: sempre vou boiolar lendo esse cap. af, quero um abraço

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