86. Jungkook
(roi, hot né? você que lute se estiver no meio de um jantar/almoço em família, é isso, bjs)
➸ AVISINHOS ⚠️ (não pula, porfa):
🍌 :: deixando claro que, já me disseram e eu pesquisei, que >não< tem problema colocar sexo explícito de "menor" na fic. nesse capítulo, o jungkook já está com 18 anos e a dahyun com 17, então não é "crime", sem militância paz e amor, pls.
🍌 :: será no pov do jungkook como vocês votaram "por ele ser mais selvagem", racheiKKKKKKKK old que a dahyun não é s/n lesada, ela é patroa, licença.
🍌 :: eu vou deixar um comentário aqui nesse parágrafo com uma playlist de músicas, aí você escolhe se quer escutar ao mesmo tempo ou não (:
🍌 :: gostaria de avisar que eu me esforcei pra escrever tudo bonitinho e afins. peço desculpas desde já se, de alguma forma, não sair conforme as expectativas que vocês criaram... enfim, to com vergonha, boa leitura 👁👄👁
(obs.: eu juro que não teremos nenhum empata foda dessa vezkkkkkkk)
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⊰ Parte 1 ⊱
Toco a campainha pela quarta vez esperando uma resposta. A voz doce grita um "Já vou" de dentro. O sorriso da garota se alarga ao abrir a porta e se deparar comigo. Eu, em compensação, continuo com uma expressão brava.
— Jungkook? — demonstra surpresa. — Não achei que viria hoje.
Tiro o tênis na porta e entro. Dá para notar a clara diferença entre o frio do lado de fora, e o morninho da casa.
— Sua mãe me ligou — seu sorriso diminui. — Pela a sua cara, já deve saber o motivo — ela começa a se explicar e eu interrompo. — Está doente há três dias e não me contou, Kim Dahyun?
Havia percebido que algo andava errado. Jimin comentou que ela faltou até nas aulas do curso de artes — o que nunca aconteceu. Perguntei a ela o que tinha acontecido e recebi um "acordei atrasada". Desculpinha esfarrapada...
Sogrinha Eun me ligou perguntando se eu poderia ficar de olho nela esta noite, pois está de plantão no hospital. Foi aí que descobri.
— Vocês dois são exagerados! Nem precisa se preocupar, eu não estou doent...
Espirra igual um esquilinho.
— É, sei.
Dou uma breve checada em seu pijama. É a típica blusa larga do Pernalonga que usa pra dormir, e um short curto por baixo. Para completar, está descalça, pisando diretamente no chão gelado.
Balanço a cabeça, indignado. Quase 18 anos e não sabe se cuidar.
— Você é doida de andar por aí sem se agasalhar, Dah? — seguro sua mão e a arrasto em direção à escada. — Vamos achar algo quentinho para você vestir.
Ela me puxa de volta e fica na ponta dos pés, fazendo um biquinho.
— Chegou todo rabugento e não vai me dar nem um beijinho, Jungoo? — sorrio e selo seus lábios de leve.
— Feliz, amor? — concorda, sorridente.
Subimos as escadas até o andar de cima e eu invado seu quarto na maior intimidade. O computador está na mesinha, pausado numa tela — deveria estar vendo algum dorama adolescente. Mexo no guarda-roupa, à procura de roupas de frio. Encontro um moletom meu e uma calça de pijama cinza clara estampada de mini nuvens brancas.
Dá para o gasto.
— Toma — entrego em suas mãos e ela resmunga. — Vou adiantando o jantar para gente, desça depois.
— Não! — empurra meu ombro, me forçando a sentar na borda da cama. — Espera aí.
Junto as sobrancelhas, confuso. Dahyun vira de costas, há menos de seis passos de mim, e retira a blusa. Traço o olhar por suas costas nuas, as mãos descem para barra do short. Na hora, desvio para o lado oposto do quarto.
Caralho, não olhe, Jeon.
Me seguro ao máximo para não espiar, afinal, nós já tivemos várias conversas sobre isso. Eu posso ser muito assanhado, mas não sou ignorante. Respeito o espaço dela. Mas será difícil se essas gracinhas continuarem.
— Pronto, viu como foi rápido? — encaro-a já vestida.
Isso é tortura...
— Nunca se trocou na minha frente, o que tem de diferente hoje?
Ela se aproxima, sorrindo ladino e senta no meu colo — uma perna de cada lado. Fecho os olhos ao sentir sua boca ser colada na minha. Faz com que, aos poucos, eu vá me deitando na cama, sem separar o beijo. Acabo sorrindo involuntariamente, com a ousadia da garota de apalpar meu abdômen por baixo da camisa.
Dou um impulso e a tiro de cima de mim, jogando-a para o lado. Dahyun esboça uma reação nada contente com a minha ação.
— Você está queimando em febre, meu amor. Vou fazer um chá de ervas para abaixar o fogo — sorrio com o duplo sentido.
Levanto, sem olhar para trás, e saio apressado do quarto.
— Jungkook! Fala sério, isso não foi engraçado!
Já entendi o seu plano, gatinha.
ᴛ ᴇ x ᴛ ᴍ ᴇ
Dahyun ficou de cara feia o jantar todinho. Tive que forçá-la a tomar a sopa que preparei ou, segundo suas palavras, faria "greve de fome". Tudo isso, porque cortei o clima mais cedo.
Na verdade, eu confesso que fiquei um tiquinho em pânico. Essa foi a primeiríssima vez que Dahyun foi tão... solta? Cheguei a pensar que estivesse meio bêbada — já que ela se torna mais atrevida nessas condições.
Decidi por não questionar. Tem altas chances de ser só um alarme falso, como na semana passada — que as coisas ficaram bem quentes na minha casa, no dia do meu aniversário depois da festa. Eu já estava começando a subir e ela, simplesmente, parou. Me deixou sozinho, idealizando os possíveis momentos de prazer que eu teria.
Como eu disse: tortura. Acredite, vou dar o troco um dia.
— Amor, cadê a minha escova? — pergunto do banheiro no quarto da garota.
Ela aparece na porta com o celular. Tirou a calça e o moletom de frio e trocou pelo mesmo pijama de calor que estava.
É pior que tomar conta de uma pirralha, vulgo a Haneul.
— Está na gaveta de baixo — aponta.
Puxo a mesma, encontrando-a misturada com toucas de banho, refis de sabonete e outros itens de higiene.
— Por que caralhos a minha escova está aqui largada e não juntinho com a sua no copinho, hein? Estou ofendido — ela dá um pulinho e beija minha bochecha.
— Desculpa, bebê. Deve ter caído.
Ah, criança insolente... Essa foi de foder.
Ignoro o ocorrido e mergulho a escova debaixo da água para colocar a pasta. Dahyun aproveita para escovar comigo. Ela fica distraída checando o Instagram e eu, como sou um ótimo namorado, passo espuma de pasta de dente no seu rosto, formando um bigode.
A menina explode em risadas e me enche de tapinhas. Deixo que ela faça um em mim também e ficamos os dois tontos rindo. Dahyun até tira algumas fotos nossas no espelho, fazendo caretas.
Gosto de acreditar que somos feitos um para o outro.
Limpamos — ou melhor, eu limpei — a baguncinha. Desço na cozinha para pegar um copo de água para preguiçosa. Ela toma o remédio e deitamos. Cubro nós dois direito com a coberta e aconchego a garota em um abraço quentinho.
— Boa noite, amor — dou um beijinho na ponta de seu nariz.
— Jungoo, você está com sono? — cochicha de volta.
Deve ser quase meia-noite. Não tenho o costume de deitar "cedo". Há dias que fico praticamente a madrugada toda olhando para o teto. É estranho.
— Não, mas vou esperar você dormir para descansar também.
Ela se desvencilha do meu abraço e ajeita a cabeça no travesseiro. A única luz fraca que torna possível ver o pouquinho de seu rosto, é a do abajur.
— Por que você não fica sem camisa perto de mim? — rio, disfarçando o quanto fiquei sem graça com a pergunta repentina. — É sério!
No dia que a convidei para almoçar na minha casa, a ideia inicial era apenas essa. Acabei querendo provocar para ver sua reação, e foi justamente algo que não esperava: Dahyun tem um claro desejo por mim, assim como tenho por ela. O que atrapalha é seu medo. Ela se solta até certo ponto, mas depois, desiste.
— Porque não quero que se sinta desconfortável.
— Estou muito confortável — rebate, afobada. — Pode tirar, se quiser.
Semicerro os olhos.
— Linda, eu não estou entendendo... O que quer insistindo nisso?
— Você. Eu quero você.
Travo o maxilar com a resposta. Minhas bochechas ficam quentes e nenhuma palavra me vem a mente. Devo estar vermelho. Não creio que isso conseguiu me afetar, foi um flerte bobo.
— Da-Dahyun — me bato mental por ter gaguejado —, você não disse que queria um tempo? Faz só tr...
— Três semanas que namoramos — interrompe. — Foi muito paciente desde antes e eu agradeço, bebê. A questão é que eu confio em você, confio nos seus sentimentos por mim, é o bastante.
Do nada? Não tem sentido, para onde foi a tal "insegurança"?
— Amor, eu não vou embora. Se quiser que eu te espere por mais dois meses, eu vou esperar. Não ligo para sexo. O que importa de verdade, é você estar bem. Nós estarmos bem e felizes um com o outro.
— Jeon Jungkook! — faz birra. — Eu estou pedindo. Você mesmo falou "quando quiser, terá que me pedir" — rio dela tentando me imitar. — Vai amarelar?
Nisso, infelizmente, ela tem um ponto. Desde praticamente o início da nossa amizade, sonhei com o dia que me pediria. Sempre tive convicção de que aconteceria, mas agora, eu não sei como reagir, como começar, como não ser um idiota.
— Tem certeza? — ela assente. — Certeza absoluta? Absoluta mesm... — me surpreende com um beijo.
Inicialmente, calmo e sem pressa. Dahyun passa a língua pelo meu lábio, num pedido silencioso para que eu aprofunde. Abro a boca, deixando que sua língua adentre. Elas dançam em sincronia, confirmando ainda mais minha teoria de que se encaixam perfeitamente, como um quebra-cabeças.
Afasto a coberta e me coloco sobre seu corpo. Seus braços pousam em meus ombros e as pernas rodeiam meu quadril, me pressionando para mais perto. Deslizo a ponta do nariz pelo seu pescoço, sentindo o cheirinho natural de rosas. Eu nunca vou me cansar de dizer o quanto amo a sensação boa que isto me traz.
Beijo o local com certo desespero, mordiscando e deixando pequenas marcas de chupões. Minha mão passeia pela lateral de sua cintura, pelas coxas, por cima do short fino, dando leves apertadinhas em suas nádegas. Sua boca escapa suspiros sôfregos ao pé do meu ouvido, me fazendo imaginar o quão gostoso deve ser sua voz gemendo meu nome.
Dahyun puxa minha camisa para cima e eu me distacio para tirá-la. Volto a traçar a língua por seu pescoço, subindo e sugando o lóbulo de sua orelha. As mãos alisam minhas costas, me arranhando com as unhas. É uma dor prazerosa e excitante.
— Posso? — pergunto hesitante, me referindo à sua camisa.
E ela mesma o faz. Levantando os braços lentamente, sem desviar o olhar e sorrindo de um jeitinho safado — coisa que raramente presencio. Minha namorada é perfeita. Uma verdadeira obra de arte, esculpida à mão. Meu sorriso se alarga ao pensar que a tenho só para mim, e o quanto sou sortudo de poder me gabar por aí.
Colo meu corpo ao dela, sentindo sua pele macia e quente. Os seios em contato com meu peitoral, me arrepiam. O volume no meu short, crescendo, prensa contra sua barriga. Exploro sua boca novamente, vez ou outra mordiscando seu lábio de maneira provocativa. Faço uma trilha de beijos, descendo aos poucos até seus seios, e dedilho o bico dos mesmos, sentindo-os enrijecerem instantaneamente.
Está tão excitada quanto eu.
Não espero para chupá-los com desejo. Alterno entre massagear um com a mão, o apertando com certa força, enquanto lambo e sugo o bico rosado do outro. Dahyun arfa alto, puxando os cabelos da minha nuca e pendendo a cabeça para trás.
Já havia notado esse fetiche em si: ela tem prazer machucando e se sente no controle ao fazer isso. Pode ser um problema, já que eu também gosto desses joguinhos e não cedo tão fácil.
Desço ainda mais, traçando beijinhos por sua barriga, parando na barra do short de pijama. Com o olhar, peço permissão e ela concorda, dizendo que "não é necessário pedir". Que é toda minha. E essas palavras só servem para aumentar a minha vontade de estar dentro dela.
Puxo, tanto a calcinha como o short juntos. Ajoelhado, meus olhos passam por cada pedacinho e suas curvas, completamente nua e linda. Sei que estou rendido aos seus encantos. Ela parece tão frágil e delicada... Chego a ter medo de machucá-la.
Empurro suas pernas com os joelhos, a deixando totalmente vulnerável para mim. Minha baixinha. Encosto sua intimidade suavemente com um dedo, já a sentindo molhada. Dahyun tampa o rosto com uma mão e eu rio de suas bochechas coradas.
— Relaxa e aproveita, amor. Vou fazer direitinho — pisco, sorrindo sacana.
Afundo dois dedos em sua entrada e a reação é imediata. Movimento-os freneticamente, avaliando suas feições. Ela fecha os olhos e morde o lábio, tentando se controlar, enquanto estimula-se apertando os próprios seios. No entanto, eu quero ouvir mais.
Substituo os dedos pela minha língua, dando voltas ao redor de seu clitóris. Um gemido alto sai de sua boca, e sorrio ao escutar. Quando sinto que está próxima de seu clímax, paro. Ela me lança uma encarada mortal.
Eis aqui, a minha vingança.
— Sabe, eu nunca escutei você me chamar de "amor"... — distribuo selinhos pela parte interna de sua coxa. Ouço ela resmungar um palavrão e dou um tapa estalado no local. — Estou te dando uma chance, não seja malcriada comigo!
— Para, Jungkook! Não é hora de brincadeira.
— Sempre é hora... Eu gosto de brincar, gatinha — vou aproximando os beijos de sua intimidade, ela suspira. — Peça, ou eu não termino porra nenhuma.
Ela pensa por um instante, me observando dar mordidinhas em sua coxa, atiçando de propósito.
— Continua, amor — diz baixinho e meus ouvidos festejam. — Por favor, Jungkook...
Sorrio satisfeito. Agora já sei que tipo de tortura funciona.
Abaixo a cabeça e enfio a língua de uma vez. Seguro sua cintura com firmeza, dando lambidas e sugadas que a levam a loucura. Dahyun se contorce na cama, agarrando os lençóis com uma mão e meus cabelos com a outra. Eu já estou com um puta tesão, que cresce conforme os gemidos da garota ecoam pelo quarto.
E então, seu gosto preenche minha boca, caindo pela minha garganta. Chego a gemer por conta da dor de seus puxões de cabelo, me obrigando a ficar e continuar chupando. É uma visão esplêndida; seus olhos revirando, as costas arqueadas pedindo por mais, meu nome saindo manhoso entre arfares de sua boca.
Eu não consigo aguentar, preciso dela.
Passo a língua pelos lábios, saboreando o gostinho. Deliciosa. Refaço o caminho de selinhos pelo seu ventre e encontro sua boca, a beijando com mais urgência. Com a sua ajuda, me livro do short e da minha box. Nossos corpos se encostam, ardentes e sedentos por mais. Meu membro roça em sua entrada e eu fecho os olhos, arfando fraco.
Dahyun aproveita minha distração e nos troca de posição. Mesmo com nossas diferenças de peso, me joga para o lado e senta sobre minhas coxas. Estou ereto e exposto à qualquer ação sua.
— O que acha que está fazendo? — questiono, bravo. — Você sabe que eu que sou o ativo aqui, amor. Não estrague meus planos.
— Você não é o único que gosta de brincar, gatinho — sussurra rouca no meu ouvido e morde o lóbulo da minha orelha.
Arrepio ao sentir seus lábios espalhando beijos molhados por meu pescoço, peitoral, abdômen e indo aos poucos em direção ao meu pau, onde ela lambe só a cabeça. Sorrio, pensando que finalmente sentiria sua boquinha, mas não acontece.
Franzo o cenho.
— Caralho, Dahyun, não me irrita. Por que não está chupando? — ela ri.
— Não prefere que eu sente, bebê? — arqueio a sobrancelha, surpreso com a resposta.
Das milhares de coisas que imaginei da Dahyun, a menos provável, era que ela seria ousada no sexo. Porém, apenas o rostinho ingênuo engana. Estou gostando disso...
Ela se inclina por cima de mim, alcançando a cômoda ao lado da cama. Os seios estão praticamente dançando na minha cara. Aproveito e ergo um pouco a cabeça para chupar os mamilos rígidos. Dahyun solta uma risadinha. Depois de revirar a gaveta, encontra uma camisinha e a estende para mim.
— Coloca — mando.
Pode soar irresponsável, mas eu gostaria de experimentar transar sem proteção. As sensações, as emoções, são diferentes... Sem contar que, deve ser incrível poder gozar dentro. É, talvez, um dia.
A garota rasga o pacotinho prateado com o dente e retira o conteúdo, jogando a embalagem vazia no chão em seguida. Grunho baixinho quando suas mãos tocam o pau, já meio úmido de pré-gozo. Sofro com ele pulsando para tê-la. E a abusada ainda faz questão de escorregar a camisinha lentamente, sorrindo da minhas caretas.
Se posiciona melhor em cima de mim, e eu fico incomodado com a quebra no meu planejamento.
— Amor, você não vai mesmo dar uma chupadinha? Uma mão lava a outra, lembra...
— Cala a boca, Jeon! — me corta, séria. — Ou eu paro e te largo assim.
Quem diria... Aprendeu comigo.
Dahyun segura meu membro e o encaixa em sua entrada. Senta devagar, tentando maneirar nos suspiros, mas acaba escapando um grito fino. Meu corpo entra em estado de êxtase ao estar inteiramente dentro dela. Apertadinha e molhada, do jeito que eu gosto.
Por uns segundos, permanecemos parados. Permito que se acostume com o tamanho, até que ela se mexe, acelerando os movimentos, sem um pingo de timidez. Não contente em esperar, levo as mãos ao seu quadril, a guiando ainda mais rápido. Nossos gemidos ficam altos, as unhas arranham meu peito e meus braços numa tentativa de se satisfazer.
A garota joga cabeça para trás, a boca entreaberta chamando meu nome. Os cabelos longos despenteiam, o corpo está suado e os seios balançam conforme cavalga e rebola sobre mim. Olhá-la assim, de baixo, cresce minha excitação.
Percebo pelas suas expressões de satisfação, que está perto do ápice. Porém, eu não estou nem perto, necessito de mais. Num segundo ato de vingança da noite, eu a empurro para o lado, saindo e tomando o poder novamente. Minha namorada faz um biquinho bravo e infla as bochechas.
— Porra... E-Eu estava quase, Jungkook! — reclama, ofegante.
— É falta de educação se divertir sozinha, meu amor! — beijo seu pescoço, subindo até o ouvido. — Eu já queria te foder há muito tempo. Não ouse me atrapalhar — dito autoritário cada palavra.
Pego suas mãos e prendo-as acima de sua cabeça. Ela tenta se soltar, mas dou um tapa forte na lateral de suas nádegas, que logo resolve o conflito. Me arrumo entre suas pernas e a penetro sem pausas. Em comparação com a primeira, essa teve uma intensidade maior. Tanto que meu corpo chega a tremer e sinto o dela ter a mesma reação.
Enlaço sua cintura com o braço livre e inicio as estocadas. O som de nossas carnes se chocando viaja pelo quarto, me deixando mais sedento por ela. Vou aumentando a velocidade, indo mais fundo e penetrando-a forte enquanto chupo seus seios e o pescoço, a estimulando — com certeza, ficará marcada por mim um bom tempo.
Dahyun não se importa. Ela geme escandalosamente, acompanhando meu ritmo com os quadris, e não desiste de tentar se livrar de mim.
— Me solta, Jungkook! — implora, frustrada por não poder me tocar. — Amor, por favor...
Cedo ao escutar o apelido e a livro do meu aperto — também por querer a dor excitante que me proporciona. A garota rodeia as pernas envolta do meu quadril, juntando mais nossas intimidades. Fecho os olhos, a franja cai suada na minha testa. Meu pau lateja, sentindo o pré-gozo escorrer cada vez que me movimento com mais rapidez e força, sem poupar energia. Solto gemidos roucos, sussurrando palavras maliciosas e sujas em seu ouvido. As unhas fincam nas minhas costas.
É maravilhoso, sem explicação. Eu a amo tanto. Amo suas curvas, seu cheiro, seus beijos, seu gosto, amo senti-la. Não me canso disso. Poderia amá-la a noite inteira, até o amanhecer, e não me incomodaria. Dahyun é a minha felicidade, a minha tristeza, o amor da minha vida. A única que consegue me fazer derreter de prazer.
Meu coração bate num ritmo descontrolado, o suor desce pingando pelo meu pescoço. Estou perdendo o resto de consciência que tenho. Ela é tão gostosa, tão viciante... Me abriga perfeitamente. Vejo o seu sorriso, gostando do meu estado; boca aberta, saindo gemidos sôfregos.
— Não consigo te esperar, Jungkook... — declara com dificuldade.
— Aguenta mais um poquinho, amor — selo seus lábios.
Meu pau está dolorido, carente para apreciá-la. Acelero as estocadas para alcançarmos juntos e, instantes depois, Dahyun grita meu nome, jogando a cabeça para trás. O corpo frágil fica mole e ela afrouxa as unhas fincadas nos meus músculos. Um frio percorre minha barriga, meu corpo inteiro formiga e eu me permito revirar os olhos, sentindo seu líquido escorrer, melando as coxas e entrando em contato com o meu membro — protegido pela camisinha.
Continuo a penetrando, prolongando meu orgasmo, até não ter mais força suficiente. Me jogo ao seu lado na cama, cansado e suspirando profundo. Tiro a camisinha preenchida com meu gozo e dou um nó na ponta, a jogando no cestinho de lixo perto de sua escrivaninha. Ela vai reclamar quando ver.
Nossos peitos sobem e descem rapidamente, buscando por ar. Minha franja está grudada na testa, passo a mão tentando secar o excesso de suor. Cubro o corpo despido da garota com o lençol e abraço sua cintura.
— Você está bem? — retiro alguns fios de cabelo do seu rosto. As bochechas estão rosadas pelo esforço e a testa fervendo.
Já tinha esquecido desse detalhe.
— Estou ótima, nunca estive melhor — ri. — Obrigada por... — se enrola, tímida. — Você sabe... Eu te amo muito, Jungoo.
É disso que eu estava falando. O jeito que um simples "eu te amo", me faz o garoto mais sortudo do mundo.
— Eu também te amo muito, pequena — encho sua boca de selinhos. — E estou feliz, porque ganhei meu presente de aniversário atrasado...
Dahyun sorri e deita com a barriga virada para baixo, se apoiando nos cotovelos para me encarar. O lençol a cobre apenas na cintura, e eu não evito dar mais uma checada em seu busto.
Achava impossível existir um ser humano tão perfeito assim até conhecê-la.
— Está com sono? — pergunta, fazendo pequenos círculos em volta do meu mamilo. A luz do abajur me permite ver o sorrisinho malicioso.
Tenho absoluta certeza que ela perguntou a mesma coisa antes de me atacar. Não cansa fácil... Será útil nas próximas vezes, porém hoje, eu tenho que cortar.
— Nem pense nisso, senhorita Kim! Lembre-se que está doente, tenho que cuidar de você — ela bufa e revira os olhos.
Agora, toda vez que fizer isso, vou lembrar desse dia. O dia que amei cada pedacinho da minha baixinha.
— Quem está sendo sem graça hoje, hein? — insiste.
— A febre realmente te deixou com um puta fogo no cú, Dahyun — brinco e ela me repreende, dando um um tapinha fraco na minha testa. — Hora de bebê dormir, anda.
A menina mostra a língua, feito uma criança, e se remexe na cama, virando para o lado contrário. Meu corpo não está mais tão quente como antes. Mesmo com a janela da varanda fechada, o quarto está frio.
Puxo a coberta grossa do chão e jogo sobre nós. Me aproximo dela, encolhidinha, e pouso meu braço em sua cintura. Abraço-a igual um coala e aliso seu cabelo, fazendo um cafuné carinhoso.
— Boa noite, pequena — beijo sua bochecha e ela retruca com a voz arrastada.
Espero até ela dormir. Em pouco tempo, ouço sua respiração calma, já em altos sonhos. Pego no sono, sentindo o cheirinho magnífico de flores de seu cabelo. É tão bom...
Imagino um dia lindo e ensolarado de primavera. Aqueles em que as flores já desabrocharam, enfeitando as ruas com suas diversidades de cores. Nós dois felizes, passeando a tarde toda e visitando seus lugares preferidos.
Já é tarde. Eu estou completamente apaixonado por você, Kim Dahyun.
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eles tirando fotinha no espelho namoradinhos e o gatilho fala assim na minha cara: chora fiakk
jungkook tornou os ditados dele realidade hmmgranola. aceito críticas >>construtivas<< do hot, pq foi a primeira vez que eu postei pra muita gente lerkk vergonha#
ia ser uns 7k de palavra, mas eu dividi em dois, ent tem mais boiolagem no próximo, clã. segura a emoção ae
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