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63. Dahyun

— Dahyun, vem dar atenção para os seus amigos! — minha mãe grita novamente.

Os meninos e a Yerim chegaram cedo, nem tínhamos acabado de arrumar a mesa e preparar o jantar. Yoongi e Jin se ofereceram para ajudar mamãe na cozinha, enquanto o resto levava os copos, pratos e talheres para a sala de jantar. Foi mais rápido com oito pessoas trabalhando.

Solto o aparelho na cama e bufo de saco cheio.

Nervosa. Eu estou nervosa e nem tem necessidade.

O idiota do Jungkook ainda não chegou. Uma hora e 23 minutos atrasado. Já previa que ele se atrasaria — não é do tipo pontual —, mas fiquei preocupada depois que parou de receber mensagens.

Enfiou o celular no cú dele, o bonitinho.

— Ele não responde? — levanto o olhar, encontrando Yoongi, usando um avental, encostado na porta do meu quarto. Assinto chateada. — Fica tranquila, Dahyun. O Jungkook vem. Desce comigo, sua mãe está chamando.

O tom que usa me faz pensar que sabe o motivo do atraso. Não questiono. Talvez, ele explique quando chegar. Quer dizer, eu vou obrigá-lo a explicar.

Volto para sala acompanhada de Yoongi. Todos conversam animados na mesa, falta apenas Jin.

— Finalmente, Dahyun! — Yerim é a primeira a comentar quando me vê.

O resto para de falar e, minha mãe, em uma das pontas, reclama do tempo que fiquei presa no quarto.

Não é minha culpa que o imbecil do Jungkook sumiu.

Jimin acena animado e indica com a mão um lugar livre entre ele e Taehyung. Fico meio hesitante, mas ando até lá e me sento.

As coisas aconteceram de um jeito... estranho? Não sei, a gente apenas decidiu esquecer que o beijo rolou. Jimin disse que já estava no estágio "Jiminie" da noite — a personalidade bêbada fofa que faz merda, segundo ele. Achei que o garoto ficaria triste, mas na verdade, pediu desculpas por ter causado a briga entre eu e Jungkook.

Confesso que não esperava, tinha deixado meu discurso prontinho. O único detalhe que mudou, foi seu sorriso que alargou. Mesmo não lembrando direito do beijo, eu sei que ele está feliz.

É, não foi tão ruim...

Jin sai da cozinha com Yoongi. Cada um segurando uma forma de cerâmica retangular. Com cuidado, colocam as duas no centro da mesa. Nossos olhos saltam, vendo a cobertura de queijo derretido recém saída do forno.

A lasanha da minha mãe é maravilhosa. Agora imagine ela, Jin e Yoongi cozinhando juntos? Meu Deus, estou com água na boca só de pensar no quão delicioso deve estar!

— Caralh... — Tae inicia, mas recebe um olhar ameaçador de Yerim. — Digo, Caramba! Tia Eun, parece bom!

Yerim disse que Taehyung é muito boca suja. Ele sai falando palavrão à torto e a direita, sem se importar com nada. Jungkook é igualzinho, mas percebi que ele se controla em público. O problema é quando os dois estão juntos, aí ninguém segura.

Ela está tentando domesticar ele porque marcou um almoço com os pais e precisa que tudo saia bem. Eles são muito rígidos com esse negócio de namorar. Querem que ela case com um herdeiro rico para sustentá-los depois da aposentadoria. O Taehyung não é rico, mas tem boas condições de vida.

Do jeito que é doida, se não derem benção, vai arrumar as malas e fugir com ele.

— Agradeça Yoongi e Jin também, me deram uma grande ajuda! — os meninos sorriem e sentam em seus respectivos lugares.

Cadê você, Jungkook...

— Pode comer? — Hoseok pergunta, debruçado sobre a mesa como uma criancinha.

— Calma, ainda não, Hope — Yoongi acaricia o rosto do outro.

Credo, que namoradinhos.

O som da campainha soa pela casa. Arrasto a cadeira tão rápido, que as oito pessoas ali presentes me encaram assustadas.

Amém, ele está vivo!

— Eu atendo! — aviso e saio correndo.

Kim Dahyun, por que o desespero? Não é a primeira vez que ele vem.

Pareço aquelas garotas de filme clichê, que ódio.

Destranco a porta e giro a maçaneta, me deparando com um Jungkook de cabelos em pé, suado e bochechas vermelhas. Ele abre a boca, também passando os olhos sobre mim. Tem pedaços de folhas grudadas na camisa de botões branca — que transparece até mais do que deveria do maldito tanquinho.

— Oi, amorzinho — se aproxima e deixa um beijo na minha testa. — Desculpa a demora, meu pai é um chato...

Retira as botas cor de mel, deixando-as na entrada, e eu dou espaço para entrar. Estreito os olhos, analisando sua situação.

— O que aconteceu com você? — fico na ponta dos pés, tentando passar a mão em seu cabelo e arrumar os fios bagunçados.

Jungkook morde o lábio e pensa por alguns segundos. Admiro de perto a ação e minhas pernas dão uma leve uma vacilada.

— Fugi de casa. Tive que pular da janela do quarto da Haneul e tinha uma moita em baixo — diz com tranquilidade.

Arregalo os olhos, totalmente chocada. Eu não acredito que escutei isso. O quarto dele é no segundo andar e não é baixo.

— O quê?! Você é doido, Jungkook? Como assim "pulou"?

— Não sabe o que é? Eu te ensino — se inclina perto do meu ouvido. — Pode aprender pulando em mim qualquer dia desses.

A voz sai rouca e sensual, acompanhada daquele típico sorriso safado. Eu juro que as imagens vieram na minha cabeça, e eu poderia facilmente ceder e aceitar a proposta agora mesmo.

Seus olhos estão fixados nos meus. Sinto a mãozinha boba descendo de encontro a minha bunda, protegida pelo tecido fino da saia.

Não, foco! O jantar é em família.

Dou um tapa na mão do garoto e me afasto, meio sem graça. Que calor, porra.

— Não ultrapasse a linha ou arranco o seu amiguinho fora! — ele ri.

— Impossível, amor. Você está ainda mais gostosa hoje, conseguiu me atiçar.

Prestes a mandá-lo tomar no cú, minha querida mãe brota na sala. Engulo em seco, rezando para que não tenha visto a baixaria que quase rolou aqui.

— Esse é o famoso Jeon Jungkook? Ouvi muito de você — fuzilo ela com o olhar.

Eu nunca realmente falei para ela da minha "relação" com o Jungkook. Mas tive que explicar no dia que ele veio me trazer em casa tarde, então conversamos um pouco sobre algumas possibilidades do futuro que o envolvem.

Noventa por cento da conversa foi ela elogiando a beleza dele.

— Oh, sério? — Jungkook me olha de lado. — É um prazer conhecê-la — se curva brevemente. — Prefere tia, senhora,...?

— Que tal sogra? — pergunta com a sobrancelha arqueada.

— Mãe! — repreendo irritada. Jungkook solta uma risada.

Universo, você tem algo contra mim? Por isso que eu nunca trago garotos em casa, é sempre essa palhaçada. Ele vai ficar se achando.

— É brincadeira, filha... Ou não? — ele abre a boca para responder, mas eu o puxo.

— Vamos, vamos! Já deu!

Deus todo poderoso, dai-me forças para aguentar essa noite.

ᴛ ᴇ x ᴛ ᴍ ᴇ

O jantar está indo estranhamente normal.
Quando Jungkook chegou, cumprimentou todos, menos o Jimin. Eles se encararam de cara fechada, mas não criaram implicâncias.

Pacífico demais para o meu gosto.

Ver minha mãe alegrinha e conhecendo meus amigos que me deixou feliz. A ideia de chamá-los em casa foi dela. À princípio, não entendi o motivo, mas ela disse que queria compensar as noites que "dorme" no hospital, trabalhando. Fofinha.

— Nam pega a coca aí, por favor — Yoongi pede para o meu irmão, do outro lado do mundo.

A garrafa de refrigerante passa de mão em mão até parar no Min.

Adicionamos umas quatro cadeiras na mesa ou teriam que sentar no chão. De um lado estão, Yerim, Taehyung, eu e Jimin e, do outro, Namjoon, Jin, Jungkook e Hoseok. Nas pontas mamãe e Yoongi. Eu, consequentemente, fiquei de frente para Jungkook.

— O que acharam? Estava bom? — pergunta sorridente, vendo que a maioria já terminou de comer.

Como previsto, perfeita. A receita de lasanha da minha mãe não decepciona. A primeira travessa acabou em minutos, então eles devem concordar comigo.

— Incrível, Tia Eun! — Jimin sorri com os olhinhos fechados. — Não me canso de vir para cá comer sua comida.

O resto enche o ego dela de elogios, não esquecendo de agradecer Yoongi e Jin também. Taehyung resmunga algo com a boca cheia e leva um tapinha de Yerim.

Muito gostosa... — Jungkook fala baixo, olhando diretamente para mim.

Nunca vi garoto com tanto fogo antes... Aquela história de "homem de respeito" foi para o ralo. Ele não para quieto. Me dá chutinhos escondido e, em seguida, finge demência. Além das tentativas de tocar minha coxa.

Infantil e tarado.

E por sinal, ainda espero justificativas da tal "fuga" pela janela.

— Quero repetir! — J Hope anuncia pela quarta ou quinta vez. Que buraco sem fundo.

Se bem que não posso criticá-lo...

Espero Hoseok terminar de se servir e estico o braço para alcançar a espátula, mas o lugar que estou dificulta por ser longe da travessa. Solto um suspiro cansada.

Malditos bracinhos curtos.

— Dá aqui — Jungkook pega meu prato e corta um pedaço médio com facilidade. Ele devolve e joga queijo ralado por cima. — Pronto, amor.

— Obrigada, Jung...

— "Amor?". Que intimidade, Jungkook — a voz de Namjoon me faz engasgar.

Eu nem notei a merda do apelido.

O silêncio toma conta do cômodo e todos se viram para encarar Jungkook. Minha mãe pisca para mim com um sorrisinho e Jimin reclama de algo ao meu lado.

Tomo um gole do refri, fechando os olhos e pedindo ao céus para que eles não tretem.

— A Dahyun é minha melhor amiga, não posso ter um apelido? Vocês têm o "Hyunie".

Bom argumento.

Espera, por que eu estou defendendo? Não gosto desse apelido.

— Não sei. "Amor" tem um sentido diferente — Nam mexe nos talheres da mesa. Especificamente, na faca. Jin reprime uma risada vendo a cena.

Cobra do Jardim de Éden. Kim Seokjin e essa boca que insistia em relembrar que um dia ele descobriria.

— É um significado meu. Não tem a ver com namorico, Namjoon — responde sério.

Nam não fala mais sobre o assunto e, com essa brecha, Taehyung quebra o clima pesado se espreguiçando alto e dizendo que comeu feito um porco. Yerim o estapeia novamente.

Coitado. E eu achando que ela que ia sofrer nesse relacionamento.

Yoongi, Jin, Jungkook e Jimin começam a levar os pratos e copos sujos. Meu irmão e minha mãe cochicham entre si na ponta da mesa, trocando olhares comigo. Parece uma bronca pelas caretas de Namjoon.

Irmãos caçulas sempre vencem.

Os meninos voltam da cozinha com potes de sorvete de chocolate e creme — sobremesa comprada por Hoseok e Yoongi. Jungkook me cutuca com o pé e aponta discretamente para a cozinha. Ele arrasta a cadeira e sai andando para lá.

Se não for para contar da fuga, arrebento esse idiota.

Espero alguns segundos antes de catar um copo ali, sem nem saber se está limpo ou não, e aviso que vou pegar água. Graças, ninguém se importou, estão mais ligados no sorvete.

Jungkook está de braços cruzados, apoiado na pia de mármore. Quando me vê entrando, molha a boca com a ponta da língua.

Ok, foi um péssima ideia de roupa. É raro eu vestir saia rodada curta, mas hoje era uma ocasião especial. Eu não imaginei que o senhor Jeon mente suja iria se afetar tanto.

Encosto na bancada, de frente para o mesmo. Ele não diz nada, apenas me encurrala, posicionando as mãos na minha cintura.

A linha, Dahyun. A linha...

— Estou morrendo de vontade de te beijar desde que cheguei, amor. Me beija — faz um biquinho e eu tapo com a mão.

— Conta o que aconteceu mais cedo, aí eu te beijo.

Jungkook revira os olhos.

— Meu pai viu que levei um soco e quis saber onde eu tinha me metido. Eu recusei a contar e fiquei de castigo sem celular. Falei que precisava sair, mas ele proibiu. Então, chantageei a Haneul com doce para me encobrir e pulei da janela dela. Não podia te deixar esperando.

Minha preocupação foi à toa. Eu não sei como me surpreendi. É a cara do Jungkook fazer uma maluquice dessas.

— Não se machucou, né? — faço um carinho no seu rosto no local do soco. Ainda está marcado.

— Tem uma moitinha, não doeu muito — sorri. — Agora me beija?

Puxo a gola de sua camisa e junto nossos lábios. A língua de Jungkook se enrosca com a minha, desesperada. Aproximo nossos corpos, agarrando sua nuca e o trazendo mais perto. A mão move lentamente, dessa vez, subindo pela minha coxa. Separo o beijo e belisco seu braço.

— Dahyun! Porra, eu sou menino, lembra? Tenho necessidade de toque.

Bela justificativa, tarado.

— Você me irrita — deixo um selinho em sua boca e o empurro para trás.

Ele murmura um "frescurenta".

— Vou ter que ir embora, desculpa, amor. Se meu pai perceber que saí, estou fodido.

A relação de Jungkook e seu pai chega no nível da minha com o meu. A diferença, é que eles convivem e se aguentam há anos. Ele já comentou que gostaria de sentar e acertar os problemas, mas o pai evita conversa. Acho que entendo porque diz estar "sozinho".

— Está bem, vamos avisar o pessoal.

Nós voltamos para a sala de jantar, mas foi como se não tivéssemos feito falta. Ficaram concentrados no sorvete e nas piadas ruins de Jin.

Jungkook explica que tem que ir para casa e minha mãe faz uma expressão chateada. Ele se despede de cada um, individualmente. Jimin recebe um dedo do meio.

— Obrigada pelo jantar, Tia Eun.

— Foi um prazer te receber, Jungkook! Venha mais vezes, sei que a Dahyun adoraria — ele sorri para ela e depois lança uma piscadinha para mim.

Safado conquistador. Até a minha mãe caiu nos encantos dele.

— Uma boa noite a todos... Ah, quer dizer! Todos, menos um — encara Jimin com certo ódio no olhar.

Briga de pirralho. Não vejo outra coisa.

Acompanho o garoto até a porta. Ele rouba um último beijinho meu e dá as costas, sumindo na esquina.

Jungkook está ficando mais gostoso cada vez que nos encontramos. Isso não é justo.

♡︎

hoje é aniversário do bebê, gente 😭
e patrões em 1o lugar na billboard, orgulho né minha filha?

só falta a live do jungkook 🤡

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