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28. Início

"bem-vindo ao quarto do pânico
onde todos os seus medos mais sombrios vão
vir até você"
- panic room | au/ra -
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     Kanghyun e Giwook tomavam o café da manhã, ao menos o loiro, já o mais novo apenas revirava a comida em seu prato, seu café continuava intacto, da mesma maneira que fora colocado na xícara. Seu apetite mudara nos últimos meses, sentia-se cada vez mais magro, temia que em algum momento pudesse, simplesmente, cair morto pela casa. Pensava sobre o assunto e não sentia medo, talvez tristeza ao pensar que sua família sofreria, mas ao menos estaria livre de tudo, sua vida finalmente teria a paz que tanto sonhou. Hyungu deposita sua xícara na mesa fazendo barulho, tirando Giwook de seu transe matinal.
     Yonghoon adentra a casa, e Lee se questiona o porquê daquilo ser recorrente, como se a casa fosse dos dois e ele fosse o intruso. Jin caminha e não cumprimenta, não o surpreende, era sempre assim. O rapaz olha para Kanghyun, parecia mais sério do que de costume, sentiu um arrepio lhe subir a espinha.

     — Temos problemas. – Apenas duas palavras foram o suficiente para o loiro se levantar e manter a expressão austera.

     Kanghyun se retira da sala de jantar, deixando Giwook sozinho com Yonghoon, que mantinha sua mesma expressão de indiferença, como se estivesse sempre mal humorado. O rapaz olha para Lee, havia certa curiosidade em seu olhar, aquilo era novidade para o garoto.

     — Acho plausível seu esforço retumbante para se manter ao lado dele. – Yonghoon parecia sempre calcular bem suas palavras antes de dize-las.

     Giwook apenas o encara, não valia a pena dizer sequer uma palavra, mesmo porque era mesmo plausível o quanto lutava para se manter em pé todos os dias e pior, aguentar tudo isso.

     — Você acha que ele gosta de você? – O tom de voz do rapaz fica mais grave, deixando Giwook assustado. — Kang Hyungu não gosta de você, ele gosta do poder que tem e exerce sobre você.

     Giwook, entorpecido, analisa o rapaz. "Será possível?", questionou consigo, talvez, nesse tempo todo, o único traído ali era Lee Giwook, nunca desconfiou da amizade dos dois, mas agora deixou sua mente refrescar suas memórias, onde ambos sempre estavam juntos, inclusive, como Kanghyun deixava o amigo tão à vontade em sua casa...

     — Não, não é possível. – Yonghoon dispara, fazendo Giwook piscar inúmeras vezes, sem entender como o rapaz conseguira responder a sua pergunta silenciosa.

     O loiro retorna, observando os dois, havia certa tensão entre eles, mas não havia tempo para perguntar, apenas chamou seu namorado que o seguiu. Hyungu o guiou para o quarto do casal, e pediu que o garoto procurasse por sua pulseira, já que iria usar hoje.

     — Lembro que você guardou ela.

     — Acho que a deixei na gaveta. – Giwook se vira e vai até o criado mudo, vasculhando as gavetas. — Tá por aqui...

     Kanghyun deixa o garoto procurando e sai do quarto, indo para o corredor, fechando a porta atrás de si e a trancando logo em seguida. Não demorou para Giwook notar que estava sozinho, se levantou, caminhou até a porta, puxou a maçaneta e, para sua surpresa, estava trancada. Kang Hyungu o trancou propositalmente. Sente seus pulmões contraindo, o quarto enorme parecia encolher ao seu redor, como em A Bela e a Fera, sentia como se os móveis tivessem ganhado vida e estavam se aproximando, cantarolando o quão idiota ele era.

     — HYUNGU! – Bateu na porta com todas as forças que ainda lhe restavam. — ABRE ESSA PORTA, HYUNGU! OS MÓVEIS... ELES VÃO ME MATAR!

     Suas lágrimas, que sempre as continha, caem em seu rosto como cascatas cristalinas de pura angustia, uma dor latejante lhe corta o estômago, como facas afiadas. Estava cada vez mais difícil respirar, os móveis pareciam mesmo ter vida, podia vê-los se movendo ao redor quando observava apenas um, vultos pareciam rondar sua cabeça, Kanghyun o deixou num cômodo assombrado? Era difícil definir quando sua mente parece estar farta da função de se manter sã.
     Um pequeno pedaço de papel estava próximo a porta, Giwook enxuga suas lágrimas e o apanha, preocupado com seu conteúdo.

estou apenas te guardando, meu giwook
assim evito maiores transtornos, não posso me dar ao luxo de deixar você sozinho e eventualmente sair por aí
ninguém lá fora se preocupa com você, então não tente fugir
você é meu, espero que entenda!

     Giwook se deita no chão frio, deixando as lágrimas silenciosas lavarem seus pulmões, sua alma e até mesmo o chão, certamente os sete mares teriam inveja da quantidade de lágrimas que saíam de seus olhos, seria capaz de inundar toda uma cidade. Abraçado a si mesmo dormiu. Não havia mais nada a se fazer.

,眼泪。

     — Son Dongmyeong e Kim Dahyun estiveram na casa de Keonhee e lá descobriram que você tem negócios e tentaram... investigar. – Hongjoong diz sem rodeios.

     Kanghyun sorri, analisando tamanha destreza dos dois, em todos os seus anos de trabalho duro, ninguém chegara tão perto de descobrir absolutamente nada, bastou um ex-namorado doente para querer por tudo a perder.

     — Nós fomos à casa de Keonhee. – Minho diz, sua voz vacilava. O loiro faz sinal para que ele continue. — Ele estava...

     Kanghyun olha para os quatro rapazes a sua frente, todos pareciam assustados e acanhados, aquilo o irritava profundamente.

     — Morto, Kanghyun! — Seoho o encara, parecia ser o único pleno, como se aquilo não o abalasse. — Keonhee morreu.

     Kanghyun o olha firmemente, depois muda sua atenção para os outros três que tremiam sob suas roupas, nenhum deles fazia contato visual, exceto Seoho. Hyungu, ainda anestesiado, vira levemente seu rosto para Yonghoon ao seu lado, seu semblante demonstrava certa satisfação, um minúsculo sorriso se formava no canto de seus lábios, quase imperceptível.

     — Carta branca para agir, Hyungu. – Yonghoon se vira e sai do local, sem dizer mais nada, deixando todos os presentes inquietos.

,眼泪。

    Leedo ainda não aceitava o fato do amigo tê-lo afastado e logo em seguida pedido demissão por telefone, Youngjo e Hwanwoong também não entendiam suas atitudes atípicas, estavam dispostos a ir atrás do garoto, independente se ele queria ou não, dessa vez não aceitariam suas ofensas e pedidos para que fossem embora. Hwanwoong, apesar das inúmeras desavenças com Giwook, se preocupava com ele e acreditava piamente que ninguém merecia ter de passar por abusos de nenhum tipo. Pegou seu carro e chamou Geonhak para acompanhá-lo, iriam até a casa de Kang Hyungu.
     Dessa vez não pararam na frente dos enormes muros brancos, deixaram o carro estacionado uma quadra antes da casa, foram andando até lá e viram os seguranças a postos rondando a frente. Hwanwoong foi até lá e forçou a entrada, os dois sentinelas o impedem, ativando assim o lado estressado e irritado de Yeo, que considerou aquilo uma afronta, mesmo porque, os homens pareciam ser o dobro de seu tamanho. Leedo, como sempre praticava muito exercícios e esportes, correu até o muro, pisando sobre uma lata de lixo para ganhar impulso, mas fazendo barulho que chamou a atenção dos guarda-roupas, Hwanwoong aproveita a falta de atenção e tenta novamente passar pelo portão, mas os homens o empurram e o jogam no chão.

     — Aí! – Com dificuldade o loiro se levanta, massageando sua bunda dolorida e indo até o carro. — Seus brutamontes horrorosos.

     O que não era uma verdade, ambos era bonitos, mas nunca admitiria tal coisa. Geonhak pula o muro, caindo sobre a grama, agradecendo internamente por ter encontrado uma pequena caçamba com grama sintética que, felizmente, amorteceu sua queda. O lugar parecia vazio, procurou as câmeras e as encontrou em vários pontos dos muros e da própria casa, era como uma prisão. Tentou ao máximo fugir delas e passou a olhar para dentro da casa através das janelas, todos os cômodos estavam escuros, iluminados apenas com a luz do dia.
     Procurou algo que nem mesmo sabia o que era até realmente achá-lo. O garoto estava deitado ao chão, parecia estar em um sono profundo. Bateu no vidro uma vez. Duas vezes. Bateu mais forte da terceira. Giwook permanecia adormecido, totalmente alheio aos acontecimentos ao seu redor. Só havia uma forma de saber se o garoto estava bem e não seria entrando pela porta da frente, obviamente a janela estava trancada e uma etiqueta vermelha lhe dizia que era blindada, seria difícil quebrar, mas não impossível, tudo já estava errado, estava invadindo uma propriedade privada, o que mais poderia dar errado, afinal?
     Pegou algumas pedras de quartzo e passou a atirar na janela, tentou acertar sempre no mesmo lugar, até o vidro trincar mas não quebrar completamente, mais algumas pedras e finalmente todo o vidro vai abaixo. O rapaz adentra o cômodo e encontra um Giwook tentando abrir os olhos, ainda se acostumando com a claridade. O garoto estava abatido, era nítido em todas suas expressões.

     — Giwook, você tá bem? O que aconteceu? – Leedo ajuda o amigo a se sentar.

     — Vai embora, Geonhak. – Mesmo com a voz fraca, tentou dar o seu melhor.

     — Não vou embora, Giwook, olha sua situação... – A maneira como o encontrou, partiu em seu coração em milhões de pedaços, como um cristal ao chão.

     — Ele me trancou nesse quarto... – Giwook olha para os móveis. — Tinha umas coisas me atacando, Leedo, começou a aparecer uns vultos...

     Giwook abraça seu amigo, enquanto chora em seu ombro, se recordando de tudo o que vira naquele dia. Era tão assustador pensar que sua sanidade estava por um fio e talvez, apenas talvez, esse fio havia se partido e agora estava dando boas vindas à loucura. Leedo viu em seu pescoço aquela mesma mancha.

     — Tira a jaqueta, Cya. – Leedo se desfaz do abraço e ajuda o garoto a se despir dela, assim pôde ver em seus braços inúmeros hematomas, tanto novos quanto antigos, feridas novas e outras que já estavam cicatrizadas. — Aquele desgraçado te agrediu?

      A porta é destrancada e aberta, revelando Jin Yonghoon com toda sua compostura, observando a cena dos amigos sentados no chão, era deplorável vê-los assim, "decadência" pensou consigo. Leedo se levanta, ficando na frente do rapaz alguns centímetros mais alto e vestido como um anjo da morte com seu sobretudo preto, além de todo o conjunto ser preto, Yonghoon lhe lança um olhar curioso, como se analisasse além do que os olhos poderiam ver.

     — Seu amigo deixa alguém preso dentro do próprio quarto, é esse tipo de gente que você anda? – Geonhak dispara alguns tons acima de sua voz normal.

     Yonghoon continua encarando, sem demonstrar reação alguma, deixando o rapaz ainda mais irritado.

     — Já se perguntou se o vilão desse draminha é quem você pensa que é? – Yonghoon gira nos calcanhares, deixando Geonhak atônito.

     Jin retira do bolso uma mini faca Push Dagger¹, em um movimento rápido ele se abaixa ao mesmo tempo que se vira, cravando a faca na lateral da coxa de Geonhak, acertando com precisão seu tendão, o sangue escorre, sujando a lâmina escura. Yonghoon puxa a faca e se levanta, enquanto o rapaz ferido parte para um ataque, até sentir a mesma mini faca em seu ombro, sente novamente a dor latejante e em seguida uma forte pancada em sua têmpora, o mundo gira e suas pálpebras se fecham.

     — Persistente. – Yonghoon procura o celular do rapaz, pegando sua mão para desbloquear a senha digital. — Tão previsível...

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¹ - Mini faca de combate

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// esse cap me dá a sensação q acontece tanta coisa em tão pouco tempo fico fjejskkeoe assim das ideias
// enfim multidão pra agredir kanghyun
// espero q estejam gostando
// obrigada por ler
// não esqueça de curtir ok
// até o próximo ❤️

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