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21. Pânico

"sou incontrolável, emocional
caoticamente proporcional
sou visceral, recarregável
estou louco, estou louco, estou louco, estou louco
todo mundo sabe que eu sou um pouco desequilibrado"
- twisted | missio -
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O

expediente fora cansativo, por isso, chegou na casa e foi diretamente para o banho, colocou roupas confortáveis e foi para a cozinha preparar algo. Kanghyun não havia chegado ainda, também não deixara recado algum, mas assim que sentou-se à mesa para comer suas panquecas, o loiro adentra o recinto. Sua expressão demonstrava certa irritação, preferiu não perguntar por agora. Para ser sincero, havia notado há uns dias que o humor de Hyungu não estava dos melhores.

- Como foi seu dia? - Lee resolve arriscar, as vezes essa pergunta faz falta no dia a dia.

Kanghyun não responde, vai até a geladeira e se serve de água. Gira nos calcanhares e vai até a mesa, sentando-se ao lado de Giwook.

- Cansativo. - Ele passa a mão no cabelo, se recosta na cadeira.

- O meu foi assim também. - Respondeu sem ser perguntado. - Amanhã vou chegar mais tarde, Leedo me chamou para tomar sorvete.

Kanghyun vira seu rosto lentamente para encarar o garoto ao lado, franze o cenho tão fracamente que apenas as pessoas mais próximas a ele poderia reconhecer sua expressão.

- Aquele que te desprezou quando você mais precisava? - Hyungu se levanta tranquilamente, indo em direção a porta que dava acesso ao corredor.

- Nós nos reconciliamos há uns dias. - Giwook sorri com a lembrança. - Não é maravilhoso?

Os olhos de Lee brilham, enquanto uma névoa sondava os de Kanghyun, o loiro murmura algo que Giwook não entende, e logo sai da cozinha. Não entendeu a reação do rapaz, imaginou que fosse o cansaço. Terminou sua refeição, lavou a louça e foi para o quarto, o loiro pediu que dormisse com ele, afinal, eram um casal. Porém, o local estava vazio. O ambiente era como toda a casa, mistura de modernidade com o vintage, algo que apenas Kanghyun conseguia fazer.

- Kanghyun? - Se aproximou da porta do banheiro que fica no quarto. - Kanghyun, tá no banho?

Continuava sem respostas. E mais uma vez, aquele fatídico acontecimento que continuava sem resposta, "onde fica esse portal mágico?", pensou consigo.

- Só falta o nome dele ser Fynn e ter um amigo Jake. - Falou sozinho, já que não havia ninguém para conversar. Caminhou até a cama e se jogou nela, os edredons fofos o consumiram confortavelmente. Não demorou para pegar no sono.

,眼泪。

Geonhak chegou na cafeteria um pouco antes do pôr do sol, o clima durante do dia fora quente, decidiu pedir um café gelado sem açúcar enquanto conversava com Youngjo sobre suas novas composições até Hwanwoong chegar e acabar com a felicidade dos dois. O fim do expediente chega e os dois amigos caminham pela calçada rumo a um parque que já estava sendo desmontado há uns dias, haviam apenas alguns brinquedos, enquanto boa parte já estava em containers ou com suas peças soltas pelo local, logo, haviam poucas pessoas por ali, foram até um vendedor de sorvete e escolheram seus sabores. Rumaram a um banco de madeira e ali ficaram conversando despreocupadamente.

- ... Seungyoun nunca foi flor que se cheire. - Leedo diz entre uma colheirada e outra. - Desde que foi ao estrangeiro só piorou, e por isso foi preso.

- Não imaginei que ele fosse ser preso um dia. - Giwook se recordou do colega de turma da faculdade, lembrava de seu mal comportamento, mas não imaginou que chegaria a tal ponto.

- Vai mofar lá por um tempo. - Apesar do assunto sério, Leedo sorri ao pensar na hipótese, nunca gostou do rapaz.

Ambos terminaram seus sorvetes e decidiram voltar, havia tanto tempo que não saíam apenas para conversar, sentiram suas energias renovadas, conversaram sobre tantos assuntos que era quase impossível recordarem sobre a primeira coisa que foi dita. Foram andando, enquanto observavam as lojas, as pessoas, os animais, os carros. O céu noturno estava abundantemente estrelado, haviam poucas nuvens próximas à Lua nova, a brisa fresca atingia seus rostos trazendo tranquilidade, Giwook sentia-se livre, de uma forma que não se sentia há anos. Queria contar toda a verdade de seu antigo relacionamento para Kim, mas por algum motivo, ainda não se sentia pronto, por isso guardou para si. Lembrou do que lhe foi dito, Kim Geonhak o apoiaria e acreditaria nele, não lhe restavam dúvidas, mas por enquanto, gostaria de guardar a verdade por mais um tempo.
Os dois chegam onde a moto de Leedo está estacionada, o mais velho oferece carona, alegando já estar tarde para caminhar só na rua, Giwook recusa, queria andar para "pensar na vida". Kim olha para o amigo e nota sua expressão de serenidade, parecia mesmo estar bem, até ganhara um quilo ou dois, suas bochechas estavam coradas, parecia saudável. Sorriu e o abraçou demoradamente.
Aplausos ecoam na rua vazia. Ambos se soltam e procuram pelo som. Kanghyun se aproxima rindo, como se tivesse escutado uma piada ótima, seu sorriso se assemelhava ao de Cheshire, enigmático.

- Ora, ora, ora. - Ele cessa as palmas. - Que cena linda.

- Kanghyun, como você...? - Giwook não entende a cena. Leedo parecia tão confuso quanto.

- Como achei os pombinhos? - Kanghyun coloca uma mão na cintura, e distribui o peso na perna que deixou um pouco a frente. - Viram outro casal gay naquele lugar precário?

Uma frase tão pequena, poucas palavras podiam carregar um peso tão grande. Giwook sentiu uma pontada na boca do estômago que lhe subiu a bile, aquilo doeu de uma forma que não conseguiria colocar em frases. Apesar da humildade do passeio, para eles significara em demasia, o que mais valia no momento era a presença um do outro.
Leedo encarou o rapaz, além das duras palavras que lhe doeram, sentia também raiva, observou a expressão no rosto do amigo, uma mistura de tristeza com decepção, aquilo o machucou de diversas formas.

- Qual é o seu problema? - A voz de Leedo sobe um tom, mantendo estável e grave.

- O meu? - Kanghyun fecha a expressão. - Não sou quem está saindo sem permissão com namorado dos outros.

- Ah! - Leedo sorri sem graça. - Me mostra aí um documento que explicita em papel que legalmente ele é seu!

Giwook tenta absorver toda a situação, sua cabeça girava, como uma máquina de lavar barulhenta, se lembrou de Dongmyeong, a maneira como o sugou, até que se sentiu tão preso naquilo que não conseguia mais respirar, as memórias dos momentos ruins retornaram em flashs rápidos e desgastantes. Kanghyun também era doente. A conclusão em sua mente fez suas pernas perderem a força e falharem, um zumbido agudo e longo seguiu precisamente em seus ouvidos, indo diretamente para o cérebro. Não conseguia se mexer, nem mesmo falar algo, seus pulmões pareciam comprimidos, o ar falhava ao entrar por suas narinas. Estaria mais uma vez preso a esse emaranhado de distúrbios psicológicos?

- Primeiro você o enxota da sua casa como se fosse um brinquedo velho, depois quer ficar saindo com ele? - Kanghyun se aproxima de Kim com as mãos em punho.

- Você precisa se tratar.

A névoa que antes encobria olhar de Kanghyun perde espaço para uma escuridão em suas íris, sua expressão muda ao ouvir aquelas palavras, como se uma chave tivesse sido girada no loiro, ativando assim seu outro lado ainda desconhecido para Giwook. Em um rápido movimento, Hyungu parte para cima de Leedo que recebe uma forte pancada em seu maxilar, em seguida se desequilibra caindo sobre sua moto, ambos vão ao chão. Lee, finalmente, sai do transe de pânico e encontra seu amigo caído no chão, acariciando seu queixo atônito, enquanto Kanghyun sorri levemente de lado, observando a cena. Giwook se coloca na frente do namorado segurando seus braços, o mesmo o olha friamente, até mesmo o sol temeria aquele olhar.

- Para, por favor. - Implora Giwook contendo o choro que insistia em se manter na garganta.

Kanghyun o empurra e parte para cima de Leedo novamente, dessa vez recebendo socos também, os dois rolam pela calçada fria e suja, Giwook estava paralisado, seu sistema respiratório já não respondia como antes, o ar da cidade parecia ter se esvaído completamente, já que não havia mais como puxar o oxigênio para dentro. Depois de alguns minutos que pareceram meses, Kanghyun volta para perto de Giwook, sussurando em seu ouvido com a voz rouca e mansa.

- Você pode ir cuidar dele, mas não esqueça. - O loiro o abraça por trás, afagando de forma branda os ombros do garoto com as mãos sujas de sangue. - Eu também não sou flor que se cheire, meu amor.

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// desculpem a demora
// espero mesmo q estejam gostando, não esqueçam de curtir, me motiva bastante
// mais uma vez não vou comentar muito :(
// enfim, obrigada por ler
// fique comigo viu
// até segunda ❤️

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