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15. Fim

 "me pegou em flagrante, mas você ainda não vai ouvir
você sabe o que eu te disse desde o dia em que começamos
eu sempre serei honesto"
- "honest" | nico collins -
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   — Tem algo errado... – Resmunga o loiro baixinho ajeitando seu suéter gola alta bege.

     — Disse algo, meu amor? – Youngjo abraça seu namorado, depositando um beijo rápido em sua bochecha.

     — Disse que Dongmyeong é corno. – Hwanwoong desconhecia a palavra "disfarçar", por isso alguns clientes sentados às mesas próximas fizeram cara feia para o rapaz.

     O casal estava próximo ao balcão, Youngjo ficava ali enquanto Giwook estava em seu intervalo, algumas vezes almoçava no estabelecimento nos dias que a cafeteria lotava. Lee sentou à mesa e logo depois Kanghyun chegou ao local, sentou ao seu lado e conversavam tranquilamente.

     — Pelo amor de Deus, Hwanwoong. – Youngjo pede desculpas aos clientes, apesar de envergonhado não estava surpreso. — Vai dizer que quando se está numa relação não se pode ter amigos?

     — Eu não disse isso, bobão. – O loiro não se deu ao trabalho de se desculpar por sua atitude, mesmo porquê não via nada de errado em dizer o óbvio. — Esses dois não são só amigos, amor, olha o jeito que aquele fracassado olha pro anarco-punk ali.

     — Caramba, Woong, e você quer ser famoso assim? – Youngjo mantém seu olhar em seu namorado com as sobrancelhas quase se tornando uma só demonstrando sua indignação.

     Hwanwoong finalmente deixa sua atenção voltar para o moreno, logo rindo da sua expressão, o mais alto sorri junto, era impossível resistir ao sorriso de seu namorado.

     — Que graça tem ser famoso e não ser polêmico, bebê?  – Hwanwoong volta o olhar para os dois no canto da parede. — O que me espanta é que aquele loirinho é bonito, não sei o que ele viu naquele bastardo.

     — Você devia ter modos, meu rapaz. – Uma senhora de cabelos grisalhos encara, enfurecida, o loiro.

     — E a senhora precisa de plástica, sua mal amada.

     Um "o" é formado nos lábios murchos da mulher, ela pega sua bolsa e acerta o ombro do rapaz, que a olha incrédulo, ambos viram suas cabeças para Youngjo que mostra seu melhor sorriso amarelo, olhando de um para o outro sem jeito.

     — Por favor, senhora, me acompanhe que vou lhe servir nosso melhor donut. – O moreno passa pela bancada e faz sinal para a mulher o seguir, guiando ela até uma mesa vazia, mas antes fez questão de fazer cara feia para o baixinho, que retribuiu fazendo careta e mostrando língua, atitude, tipicamente, adulta.

     Para a felicidade de Hwanwoong, infelicidade de Giwook e desventura de Son, Dongmyeong chega ao local conversando com seu gêmeo. O loiro observa a cena e sua mente se agita com a possibilidade de mostrar toda a verdade dolorosa ao garoto. Antes de correr para os braços de Dongju, sente uma mão segurando seu cotovelo, Youngjo tinha uma expressão séria no rosto.

     — Nem pense nisso. – Ele cochicha, fazendo os pêlos da nuca do mais baixo eriçarem com seu tom de ordem.

     — Se você fosse corno não gostaria que alguém contasse? – Cochicha em voz alta, provando mais uma vez que não sabia ter travas na língua.

     Hwanwoong caminha até seu amigo e abraça, fazendo o mesmo com Dongmyeong, notou que o garoto parecia mais magro que da última que o vira, levando em consideração que seu corpo já era magro, parecia até enfermo agora, pois suas olheiras eram fundas e sua pele estava pálida. Os gêmeos não eram idênticos, era óbvio, no entanto, nunca estiveram tão diferentes quanto agora. Dongmyeong mais parecia um irmão mais velho de Dongju. Naquele momento Yeo se questionou qual seria a melhor opção, Xion havia lhe dito superficialmente como estava a relação de Giwook e seu irmão, Hwanwoong, aliás não só ele, como todos sabiam o quanto Dongmyeong o amava, mas vê-lo nessas condições só reforçava o que já era sabido.
     Youngjo, embora sem querer, passou a observar o que tanto seu namorado dizia, enquanto o loiro distraía os Son, até que notou a aproximação do loiro com jaqueta de couro para cima de seu funcionário, o mesmo não recuou, embora demonstrasse certo receio. Claramente não havia notado os novos clientes próximos ao caixa, Hwanwoong vira sua cabeça e vê a expressão do moreno, chegando a conclusão que também vira o mesmo que ele.

     — Me desculpa pelo o que farei com você... – O baixinho segura a mão de Dongmyeong, que não questiona nada, estava cansado demais para isso, ele o leva até a mesa encostada na parede que estavam Giwook e Kanghyun.

     Se aproximaram silenciosamente, talvez fora isso ou o fato de estarem envolvidos demais naquele beijo, não notaram presença dos rapazes. Dongmyeong solta a mão do mais baixo e analisa a cena, sem acreditar que aquilo realmente estava acontecendo. Sentiu, como um soco em seu estômago, um dor tão terrível que nenhum remédio no mundo poderia aliviar. Nota Giwook se afastando do rapaz loiro olhando fixamente em seus olhos, então ele desvia e vê Dongmyeong parado com as mãos na boca, haviam tantas lágrimas em seu rosto que poderia inundar toda uma cidade. Son balança a cabeça negativamente, a princípio de maneira suave até aumentar a velocidade e a força, seus cabelos, antes arrumados, caíram em seu rosto, os fios grudavam em suas lágrimas.

     — Não... não... não... não... – Repetia como um mantra, esperando que nada daquilo fosse real, não podia ser real, não devia ser real, não era real!

     Giwook se levanta desajeitado, passando pelas pernas de Kanghyun que o analisava atentamente, sem entender tamanho alvoroço. Lee segura o braço de Dongmyeong, ambos se olham, os olhos de Son estavam vermelhos e começavam a inchar. Son ergue as mãos e passa no rosto de Giwook, segurando suas bochechas com as palmas de forma branda.

     — O que eu te fiz? – Questionou aos soluços. — POR QUÊ, LEE GIWOOK?

     Dongmyeong fechou os olhos, apertando-os, na tentativa falha de acordar do pesadelo, queria tanto que fosse apenas um sonho ruim, como quando caiu da cama, desejou acertar sua cabeça no criado mudo mais uma vez, agora com mais força, até que pudesse abrir um buraco em seu crânio e quem sabe assim liberar toda sua dor. Abriu os olhos e se deparou com o olhar vazio de seu namorado, ainda assim era lindo, desceu o olhar para seus lábios, perfeitamente desenhados e sabia que ali continha um belo sorriso, com os dentes alinhados, mas aquela boca já não lhe era exclusiva mais.
     Os próximos acontecimentos foram rápidos demais para a mente decepcionada de Dongmyeong.
     Dongju aparece e transfere um soco no maxilar de Giwook, fazendo o garoto cair com o rosto na mesa, Hwanwoong, embora quisesse, infinitamente, agredir Lee, sabia que não devia, não agora, então segurou Dongju buscando acalmar o rapaz.

     — EU AVISEI QUE IA TE MATAR SE FIZESSE MEU IRMÃO SOFRER, FILHO DA PUTA, INFELIZ! – Dongju tentava se desvencilhar do baixinho.

     Youngjo aparece ali tentando manter a cabeça no lugar diante do escarcéu, o loiro misterioso analisava a cena, Dongmyeong sentou no chão abraçado as suas próprias pernas, Hwanwoong era empurrado por Dongju enquanto ele tentava se aproximar novamente de Lee, este que se encontrava caído sobre a mesa. Os clientes estavam em volta do pequeno teatro de horrores, como urubus na carniça. Pela primeira vez em anos, não sabia o que fazer, portanto, tomou a primeira atitude que pensou.
     Sorriso.
     Aplausos.
     Olhou para os clientes, os chamando para aplaudirem com ele, assim fizeram, embora a expressão de dúvida era unânime. Voltado para os clientes agora.

     — Além de ser dono dessa cafeteria, também trabalho com marketing, meus hobby's são; compor e produzir músicas, pintar, desenhar, criar roupas, fotografia e minha nova tentativa foi escrever um roteiro, vejam só. – Abriu ainda mais o sorriso e olhou para seu namorado, em seu rosto estava estampado a pergunta "você enlouqueceu?", a qual Youngjo ignorou completamente. — Para comemorar minha estréia como roteirista, lhes dou uma rodada grátis de capuccino com calda de morango.

,眼泪。

     — ...e você é um fracassado, Giwook, espero que você sofra e peça pra morrer. – Dongju não parou de falar um segundo sequer desde que foram expulsos da cafeteria, estavam na viela ao lado do estabelecimento.

     Dongmyeong parecia entorpecido com os últimos acontecimentos, Hwanwoong o abraçava ou o segurava, não sabia dizer no momento.

     — Chega, Xion, chega... – A voz de Dongmyeong saiu como um sussurro. — Eu não aguento mais isso, para de desejar essas coisas pra ele.

     — Você tem que parar de defender esse monte de estrume, Dongmyeong!

     Kanghyun se sentia entediado com o drama familiar, estar em meio a balbúrdia tornava a situação ainda pior. Só havia um jeito de calar o tal de Dongju, chegou perto do rapaz que discutia com seu irmão, puxou sua camiseta e lhe deu um soco no nariz, Son dá alguns passos para trás, o loiro o empurra, fazendo o garoto cair, Hyungu passa suas pernas em torno de sua cintura e começa a transferir socos em seu rosto, deixando a fúria tomar conta de seu corpo.
     Todos observam a cena perplexos, vendo o sangue sujando os punhos do loiro. Hwanwoong é o primeiro a tomar a frente, implorando para que o rapaz parasse.

     — Você vai matar ele! – Dongmyeong se ajoelha aos prantos.

     Kanghyun se levanta, balançando a mão dolorida, os presentes o olhavam temerosos, o loiro sorri ao se dar conta que finalmente havia conseguido algum respeito ou medo, não fazia diferença.

     — Esse relacionamento acabou muito antes disso tudo, não é? – Dongmyeong pergunta olhando para Giwook, que estava na mesma posição há tanto tempo que mais parecia uma estátua. — Por favor, Wook, quero que você me dê o ultimato.

     Giwook finalmente se mexe e abaixa ao lado do garoto o qual conviveu por tanto tempo, a pessoa que tanto amou, mas já não se recordava como era amá-lo.

     — Acabou, Myeongie, nosso namoro acabou. Esse relacionamento chegou ao fim.

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// e aqui chega ao fim do primeiro ciclo da fic
// o que acharam desse término?
// sofrido né
// tem muuita coisa pra vir ainda, aguardem, por isso fiquem comigo
// não esquece a estrelinha :(
// até segunda e obrigada por ler ❤️

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