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Capítulo 9

− Então, eles fizeram algum progresso em descobrir quem diabos fez isso? – Louis estava olhando para o detetive que veio falar com eles no final do dia − Nós quase morremos. Alguém adulterou o carro para ficarmos presos na fábrica e depois bombardearam o local. Isso é muito foda sem ambiguidade - Louis e Harry estavam sentados no sofá do condomínio. O detetive estava sentado na poltrona em frente a eles.

− Eu sei, Sr. Tomlinson – O homem, que disse que seu nome era Evan Meyers, parecia tão abatido quanto Louis e Harry. Ele claramente não dormiu muito, o que fez Hazz se sentir um pouco melhor com a situação atual - estamos fazendo o que podemos. Todos os possíveis suspeitos que sua mãe mencionou foram questionados e estamos checando álibis enquanto falamos.

− E o carro que Harry viu?

− Parece que foi roubado de Eugene há alguns dias, usado no bombardeio, depois incendiado e abandonado perto de Florence. Um casal que estava acampando na costa o encontrou ontem, depois de quase ter sido queimado. Não estou esperando obter muitas evidências. Tudo está sendo analisado de ambas as cenas, mas isso pode levar tempo. Enquanto isso, a empresa de segurança do prédio foi instruída a ser mais vigilante e nossos próprios policiais ficarão perto da área. Sua mãe terá seus próprios seguranças no hospital até que esteja pronta para voltar para casa.

Harry estendeu a mão para agarrar a mão de Louis e segura-la forte para tranquiliza-lo antes que ele pudesse ficar mais preocupado com a situação.

− Isso é razoável, mas você acha que ela precisa de um oficial no prédio mesmo estando em casa? Até que esse cara seja pego?

O detetive parecia, se possível, mais infeliz.

− Estamos com falta de pessoal. Eu não posso prometer que vou ser capaz de fornecer isso. Você pode querer contratar um guarda-costas por enquanto. Ela estará por trás de várias camadas de segurança aqui e no hospital, então eu não estou tão preocupado com isso. Nada disso foi obra de um mentor do crime.

− Apenas um bastardo violento que sabe como construir bombas! Mamãe vai ter que começar do zero com o negócio! Tudo desapareceu completamente – Louis apertou a mão de Harry.

– Há alguém em quem você possa pensar que possa guardar esse tipo de ressentimento contra sua mãe? Alguém que você não pensou antes?

− Não. Mas eu não estou aqui há muito tempo e minha família me manteve no escuro sobre muitas coisas antes de eu voltar da Geórgia.

O oficial olhou para Harry.

− Você consegue pensar em alguém, Sr. Styles? Disseram-me que você morou aqui um pouco mais.

− Eu morei, mas fiquei fora de sua vida social. Não era da minha conta.

− E você pode explicar seu paradeiro durante o período imediatamente anterior ao incêndio?- Harry congelou.

− Você não acha que eu fiz o fogo, não acha?!

− Eu tenho que perguntar, Sr. Styles. Você teve acesso ao carro da Sra. Tomlinson.

− Isto é ridículo. Ele entrou no estacionamento assim que as explosões aconteceram! Ele não estava nem perto disso!

− Temos que verificar tudo isso, Sr. Tomlinson.

− Eu estava no trabalho até as 17h30, subi as escadas, caminhei com os cães, fui alimentar o gato da Sra. Lindon no apartamento 1995, depois, tomei banho e fui buscar Louis e a Sra. Tomlinson assim que me mandaram uma mensagem.

− Alguém te viu andando com os cachorros? – O detetive tirou um bloco e papel para tomar notas.

− Basta verificar as câmeras de segurança! – Louis exclamou com raiva − Você pode ver no saguão e na garagem quando ele veio e foi embora! Jesus Cristo! Ele correu para o prédio para nos pegar!

O detetive Meyer encontrou o olhar de Louis.

− Sr. Tomlinson, há um fenômeno com os socorristas, em que eles atearão fogo ou farão o paciente ficar doentes apenas para parecer um herói.

− Sim, eu sei disso. Harry não é um maldito "socorrista".

− Louis, tudo bem. Ele está fazendo o trabalho dele. Entendi - Harry tentou acalma-lo, mas Louis não estava recuando.

− Deixe-me adivinhar. Você falou com meu pai hoje de manhã? Enquanto você estava no hospital?

− Eu falei com ele, sim.

− E ele disse que queria que você olhasse Harry, aposto.

− Eu não tenho liberdade para discutir...  - mas Louis o interrompeu praticamente rosnando.

− Escute, meu pai não gosta de Harry e quer acreditar que ele tem algum plano para tirar dinheiro da minha mãe e de mim. Ele pensou que Hazz vandalizou aquelas porras de lojas
também.

− Ele disse que era possível que o sr. Styles escapasse...

− Ele estava na minha cama. Adormecido. Próximo a mim. Se ele tivesse fugido, eu teria acordado, porque, confie em mim depois de algumas missões do exército, eu não tenho sono pesado. Se você verificar os movimentos dele antes do incêndio, verá que ele não estava nem perto do carro de minha mãe para sabotá-lo e partiu para a fábrica quando disse que o fez – Louis tossiu, estremecendo quando suas costelas protestaram. Ele estava ficando chateado e isso parecia piorar a tosse.O detetive Meyer suspirou.

− Tudo bem, vamos nos acalmar. Eu não vou levá-lo para interrogatório, eu só preciso verificar tudo.

− Você pode checar as imagens de segurança na noite dos incidentes de vandalismo também. Você verá que eu não poderia ter saído – Harry respondeu calmamente.

− Acredite em mim, nós veremos todas as imagens de segurança. Eu acredito em você que você não teve nada a ver com isso, mas meu chefe é amigo do Sr. Tomlinson, então eu tenho que ser cuidadoso - o detetive se explicou e Louis revirou os olhos.

− Claro. Claro que ele é. Isso faz todo o sentido.

− Nós vamos resolver isso com as filmagens e seguir em frente, independentemente – o detetive levantou-se para sair − Vou mantê-lo informado de qualquer progresso no caso.

Os dois se levantaram e levaram o detetive Meyers para o corredor, depois trancaram a porta atrás de si. Louis estava fervendo de raiva.

− Maldito bastardo, tentando colocar isso em você! Hazz, sinto muito.

Harry ficou atrás dele e o abraçou.

− Ei, tudo bem. Não estou entusiasmado com isso, mas sabemos que seu pai é um idiota e sabemos que não fiz nada de errado.

− Não significa que a polícia não tentará fixar algo em você – Louis suspirou, depois se virou para poder abraçar Harry. Ainda era uma sensação única abraçar alguém apenas para sentir conforto, por causa de carinho − Eu te amo. Não pense que eu disse isso esta manhã sob efeito dos remédios.

− Você fez, mas eu não vou reclamar – Harry sorriu.

− Bom. Eu acho que vou tomar uma dose dos analgésicos que eles me deram e desmaiar por um tempo.

− Vá. Você deveria estar descansando de qualquer maneira. Eu preciso ir às compras. Não há muito sobrando na casa.

− Você vai ficar bem?  - Louis parecia preocupado e Harry bufou.

− Sua mãe é de quem eles estão atrás, não eu. Vá para a cama. Volto em alguns minutos – deu a Louis um leve empurrão em direção ao seu quarto.

Louis resmungou, mas obedeceu. Ao se acomodar, Lilo pulou na cama e se encolheu a seus pés. Ela soltou um suspiro enorme e ofegante como se estivesse acabada com tudo o que estava acontecendo, assim como Louis.



Uma semana depois:

Harry teve alguns dias de folga para se recuperar e ficar de olho em Louis, que insistiu que estava bem, mesmo quando ainda tossia.

Harry também tivera seu quinhão de tosse, embora não tivesse costelas quebradas, por isso era mais irritante do que doloroso. Eles haviam visitado Jay no início do dia e ela estava mais do que pronta para ir para casa. Ela estava repreendendo o marido, exigindo que ele a deixasse sozinha e parasse de pairar. Louis não lhe contara sobre a visita do detetive ou as acusações dirigidas a Harry, já que ele não queria ter que conter fisicamente sua mãe, especialmente não enquanto ela tivesse uma perna quebrada. Depois que ela saísse do hospital e descobrisse o que havia acontecido, ele suspeitava fortemente que o divórcio estaria de volta à mesa.

A irmã de Louis, Fizzy, estava alternando com Lottie para ficar com Jay enquanto ela estava no hospital. As duas trabalhavam para o pai deles, então não era como se o chefe deles fosse demiti-las. Fizzy se parecia muito com a mãe deles, embora ela fosse muito mais calma e controlada do que o resto da família. Louis supôs que fosse uma característica de segunda
irmã mais velha de uma família de oito pessoas. Ela tinha duas filhas e uma esposa que falava mais do que suficiente para as duas. 

Louis gostava de Gabby, no entanto. Ela tinha um Ph.D. em linguística e havia trabalhado para
algum tipo de programa de governo secreto antes de conhecer Fizzy. Ela tinha feito um trabalho de consultoria enquanto as crianças estavam crescendo e agora ela ganhava uma quantia francamente surpreendente vendendo enfeites de tricô na internet. Fizzy gostava de Harry e o tratava como da família, talvez até melhor do que tratava Louis.

A mãe de Louis, começou a insistir em voz alta que Harry tinha que chamá-la de "Jay" agora porque ele salvou a vida dela, então Harry finalmente concordou, simplesmente porque não havia como dizer o que mais ela diria se não o fizesse. Os medicamentos em que ela estava retiraram o filtro, o resultado era divertido e exaustivo. A esperança era que ela ficasse
livre da infecção em breve e seria capaz de voltar para casa.

Eles ficaram com Jay a maior parte do dia enquanto Lottie e Fizzy estavam fora fazendo suas próprias tarefas. Fizzy ia ficar com ela novamente esta noite e então a esperança era que ela estivesse bem o suficiente para ficar sozinha. Os antibióticos estavam funcionando, então os médicos estavam seguros de que não era uma infecção resistente. Uma vez que Fizzy, Louis e Harry conseguiram escapar.

No caminho de volta para o condomínio, eles pararam para almoçar em um restaurante de tacos. A tosse de Louis era muito mais intermitente agora, mas eles ainda levavam tudo para casa, já que seus acessos de tosse soavam como se ele tivesse tuberculose e tendesse a incomodar as pessoas quando elas estavam comendo. Chegaram em casa, comeram os tacos e acabaram se aconchegando no sofá, debaixo de um cobertor. Assistiam a um show de culinária fútil com muitos gritos.

Nenhum dos dois estava prestando muita atenção ao show e o que começara como beijos breves durante os comerciais tinha evoluído para Harry no colo de Louis e ambos sem camisa.

Louis teve que ser cuidadoso sobre como ele se movia e se inclinava para não machucar suas
costelas e Harry teve o cuidado de não colocar qualquer peso em qualquer lugar que pudesse causar dor ou provocar outro ataque de tosse.

Depois de pelo menos dois episódios do que estava se tornando muito pesado, Harry se afastou e respirou fundo.

− Eu acho que quero que você me foda.

Louis congelou.

− Você tem certeza?

− Sim, eu tenho. Nunca confiei em ninguém como confio em você... e amo você – ele correu os dedos pelo crescimento desgrenhado do cabelo de Louis − Além disso, eu não quero estar imaginando como é isso na próxima vez que você quase morrer e eu estiver correndo em um prédio em chamas atrás de você.

− Por favor, não tenha o hábito de correr em prédios em chamas, baby. Você nos salvou e eu realmente, realmente sou grato que você fez, mas eu não preciso saber que você é agora um viciado em adrenalina – Louis passou a mão para cima e para baixo na coxa de Harry, sua expressão era uma mistura de adoração e preocupação − Eu realmente não posso te agradecer o suficiente.

− Eu te amo. Eu não poderia ficar do lado de fora, sabendo que você ou sua mãe poderiam estar mortos e  não tentar ajudar – Harry se inclinou para beijá-lo com força.

− Amo você também. Mas, por favor, me diga que você não se perguntou como era o sexo enquanto estava correndo para lá - Louis fez careta e Harry riu.

− Não, foi depois que os paramédicos nos pegaram. Eu estava meio dentro e fora de consciência, e eu pensei 'Foda-se se eu morrer, eu nunca saberei como é sentir o pau dele na minha bunda'.

− Não consigo decidir se é hilário ou não. – Louis bufou − Além disso, a maneira como você disse isso com seu sotaque é muito, muito quente. Se estamos fazendo isso, vai ser no quarto. Nós dois somos grandes demais para o maldito sofá – Louis cutucou-o até ele se levantar e eles
conseguiram chegar à cama.

Louis tirou suas calças e boxers e olhou para cima para ver que Hazz tinha feito o mesmo e tinha empurrado o edredom para espalhar-se nos lençóis, parecendo apenas ligeiramente embaraçado. Já estava meio duro e Louis não estava diferente.

− Suas costelas vão ficar bem? – Harry ficou preocupado, mordendo o lábio inferior − Eu sei que os médicos disseram apenas para ter cuidado...

− Eu vou te dizer se começar a doer – Louis se arrastou por cima dele e sorriu − Você sabe se você quiser me ter primeiro, eu não vou dizer não, certo? - Harry assentiu.

− Eu sei. Mas eu, uhm, já me toquei antes. E eu gostei. Muito.

Agora foi a vez de Louis ficar um pouco vermelho.

− Oh foda-se, love. Eu realmente quero ver você fazer isso alguma vez – ele estendeu a mão e pegou lubrificante e preservativos de sua mesa de cabeceira.

Harry olhou para os preservativos e depois voltou para o rosto de Louis.

 − Nós não temos que usá-los se você não quiser.

Louis considerou por um minuto. Ele tinha sido testado antes de deixar o exército e muito depois de seu último relacionamento e Harry claramente não havia feito nada que precisasse de testes antes. Ele também havia consultado um médico para um exame físico completo, não muito tempo atrás, porque Jay insistira nisso uma vez que ele tinha seguro.

− É muito mais confuso sem eles.

− Eu não me importo se você não faz.

Louis se inclinou e beijou-o com força.

− Tudo bem. Mas se você mudar de ideia, me diga.

− Eu não vou mudar de ideia sobre nada disso. É toda fantasia que tenho tido desde que você me chupou pela primeira vez.

− Eu só quero que você esteja confortável – ele pegou um travesseiro e o colocou sob os quadris de Harry, então o ângulo seria melhor.

Empurrando os preservativos para o lado, Louis pegou o lubrificante e abriu-o, despejando o suficiente para cobrir os dedos antes de colocar a garrafa de volta na mesa de cabeceira e alcançá-los entre os dedos no buraco de Harry.

Ele deslizou um dedo lentamente.

− Deus, você é apertado...

Harry estremeceu ligeiramente.

− Eu não sou feito de vidro.

− Não, mas eu não vou te machucar. É um pouco estranho na primeira vez e você precisa estar relaxado – Louis o beijou novamente quando ele deslizou um segundo dedo e começou a acariciar. Harry bufou, depois gemeu quando Louis finalmente encontrou sua próstata.

− Foda-se... foda-se, é muito mais intenso... – Harry estava mordendo o seu lábio inferior.

Louis engoliu em seco e introduziu um terceiro dedo, observando as costas de Harry se arquearem.

Louis não era inexperiente com isso, ele já havia preparado outros parceiros antes. Mas ele não tinha certeza porque isso parecia tão diferente, além de... era Harry. Hazz era diferente.

Harry o fez querer ser um romântico sensual. Harry o fez querer ser o cara legal que todos sempre diziam que ele não era. Harry tinha entrado em um maldito prédio em chamas por ele. Ele continuou a esticar e acariciar com os dedos, querendo ter certeza de que não havia como machucar Hazz no processo.

Mas Harry, aparentemente, tinha outros planos.

− Isso é o suficiente... eu estou pronto. Quero agora.

− Você quer que eu te foda? – Louis brincou.

− Sim! Por favor, Loueh...

Louis adorou quando Harry começou a choramingar. Ele não era malcriado ou petulante normalmente, mas Louis rapidamente descobriu que Harry não era tímido na cama e estava mais do que disposto a exigir o que queria. Agora ele estava soltando uma série de gemidos e grunhidos ofegantes que foram direto para o pau já duro de Louis.

− Pare de me provocar, Louis, por favor!

Harry estava se contorcendo um pouco enquanto Louis esfregava sua próstata e ele fez uma anotação mental de que ele, definitivamente, queria ver se  Harry poderia gozar apenas com aquilo. Não agora, mas em algum momento no futuro. Ele já estava vazando por todo o estômago e parecendo pervertido.

Louis relutantemente deslizou os dedos para fora. Ele pegou o lubrificante, mas Harry já o havia agarrado e estava cobrindo o pau de Louis antes que o próprio tivesse a chance de dizer qualquer coisa.

Suas mãos tremiam levemente e suas pupilas estavam dilatadas. Ele fechou a garrafa e deixou cair em algum lugar ao lado da cama. Louis se posicionou e olhou para o rosto de Harry.

− Está pronto?

− Sim, porra – Harry envolveu as pernas ao redor da cintura de Louis e insistiu com o calcanhar do pé.

Para alguém que nunca tinha feito isso, ele claramente não estava se sentindo tímido sobre isso.
Louis se alinhou e encontrou os olhos de Harry, pedindo silenciosamente permissão mais uma vez. Harry assentiu e Louis começou a empurrar devagar, observando o rosto de Harry por qualquer desconforto. Sua respiração ficou mais rápida e ele corou todo o caminho até o peito.

Finalmente, Louis finalmente conseguiu entrar e ficou imóvel por um longo momento, recuperando o fôlego. Harry estava incrivelmente apertado e ele só transou sem camisinha pouquíssimas vezes com um namorado de longo prazo. Ele tinha esquecido como era esmagador. Ele esfregou o quadril e a coxa de Harry suavemente, apesar de qual deles ele estava tentando firmar, ele não tinha certeza.Então o cacheado começou a se mexer inquieto.

− Mexa-se, Lou, por favor.

Louis inclinou-se cuidadosamente para beijá-lo, rindo um pouco.

− Está bem, está bem – ele puxou para fora e começou a empurrar, mantendo o ritmo mais lento e mais raso até que ele pudesse sentir Harry se soltando e relaxando. Ele mudou o ângulo até que Harry soltou um gemido agudo. Suas costelas estavam protestando um pouco, então ele engatou as pernas de Harry e endireitou as costas − Aqui?

Harry apenas manteve os olhos fechados e assentiu. Louis começou a dirigir mais forte e com golpes mais longos. Harry estava gemendo de novo e Louis queria desesperadamente se soltar, mas sabia que era um plano terrível.

Primeiro, essa era a primeira vez de Harry.

Segundo, suas costelas definitivamente não tolerariam esse plano, mesmo que Harry estivesse bem com isso.

Ele manteve um ritmo muito mais uniforme, observando os olhos de Harry se fecharem enquanto ele agarrava os lençóis com força.

− Deus, é tão bom. Loueh... oh meu Deus – ele estava balbuciando agora e Louis queria se inclinar para beijá-lo, mas novamente foi impedido por suas costelas. Ele diminuiu a velocidade.

− Não pare... – Harry abriu os olhos, parecendo implorar.

− Eu não vou, só quero mudar de posição para poder beijar você –Louis se sentou contra a cabeceira da cama, os joelhos dobrados − Vou fazer você ter mais trabalho.

Harry assentiu, entendendo qual era o problema e se moveu para o colo de Louis. Ele se abaixou novamente, soltando um suspiro de alívio, depois se inclinou para beijar Louis completamente.

− Isso é melhor... – Louis sorriu. Ele agarrou os quadris de Harry quando o cacheado começou a se mover, procurando o ângulo certo.

− Porra... – Harry estava mordendo o lábio novamente quando finalmente se enfileirou corretamente. Ele começou a foder-se a sério com o pau de Louis, o rosto voltando para a expressão feliz que ele tinha antes. Ele colocou uma das mãos no ombro do mais velho e a outra no joelho para equilibrar e estabeleceu um ritmo punitivo.

Louis encontrou seu ritmo da melhor maneira que pôde, embora não pudesse fazer muito do trabalho com esse ângulo. Ele passou uma mão sobre o quadril e a coxa de Harry várias vezes.

 − Deus, você é tão gostoso, Hazz. Você parece tão bem assim.

Harry se inclinou para beijá-lo novamente. Seu ritmo estava ficando irregular e ele estava fazendo os mesmos barulhos pedindo novamente.

Louis alcançou entre eles para acariciar o pênis de Harry ao mesmo tempo que seus impulsos. Ele estava se aproximando e a julgar pela forma como o pau de Hazz estava vazando, ele não ia durar muito tempo também. Louis conseguiu mais alguns puxões no pênis de Harry, então o ritmo do cacheado fraquejou e ele congelou, praticamente chorando enquanto gozava.

Ele pintou o estômago de Louis com esperma e depois desmoronou, desossado, contra o moreno. Eles se beijaram por um momento, o pau duro de Louis ainda na bunda de Harry.

− Porra... desculpe... apenas me dê um segundo. − Harry murmurou.

− Você não precisa se...

Harry o interrompeu quando começou a se mover de novo, dessa vez mais brusco ao sentir a superestimulação e as réplicas. Harry jogou a cabeça para trás quando ele encontrou seu ritmo novamente e apertou enquanto pegava o pênis de Louis.

− Vamos lá, Louis. Goze na minha bunda. Estava sonhando com isso...

Algo sobre a demanda rouca e entusiasmada de Harry fez algo com ele e Louis finalmente caiu sobre a borda.

Harry gemeu quando sentiu o gozo de Louis, e seu pau se contraiu entre eles.

Ambos esgotados, Harry cuidadosamente se afastou do pau de Louis, estremecendo ligeiramente.

− Você está bem, Baby? – Louis murmurou, esfregando as costas de Harry novamente.

− Sim, mas eu vou estar realmente dolorido amanhã – ele gemeu.

Louis o beijou completamente e preguiçosamente, depois se levantou para pegar uma toalha. Ele rapidamente esfregou o esperma seco de seu estômago, então voltou para o seu quarto para descobrir que Harry estava deitado de bruços, sem se importar com a bagunça nos lençóis.

− Eu acho que eu provavelmente preciso de um banho... – Harry riu, virando a cabeça para olhar para o namorado − Eu posso sentir seu esperma vazando...

− Eu avisei você – Louis alcançou entre as pernas de Harry para passar a toalha perto de seu buraco e parte interna das coxas, sem deixar de provoca-lo.

− Hmm, você fez. Ainda feliz que nós fizemos isso sem o preservativo – ele engasgou ligeiramente quando Louis o limpava − Isso foi melhor do que eu imaginava.

Louis sentou-se na cama e beijou o ombro de Harry.

− Sim, foi. Eu te amo.

− Amo você também – Harry se virou completamente e se espreguiçou.

− Mas, definitivamente, precisamos trocar os lençóis e um chuveiro antes de dormirmos.

− Sim, eu concordo. Também vamos ter que restringir qualquer outra atividade depois que minha mãe voltar. Eu amo o quão alto você é, mas eu não acho que alguém mais precise saber disso.

Harry apenas sorriu preguiçosamente.

− Justo. Teremos que encontrar um lugar juntos quando ela sair do gesso e voltar a ficar de pé. Uma vez que você descubra se vai ficar aqui para a escola ou não, é claro.

Louis sorriu de volta. Ele não conseguia lembrar de ser assim, borbulhante depois do sexo ou dessa alegria boba. Era incrível. Ele tinha se conectado com outros homens antes, mas esta foi a primeira vez que pareceu tão fácil e correto.

− Nós vamos resolver isso em breve, eu prometo. Enquanto isso, temos mais alguns dias antes que ela saia do hospital e definitivamente vamos aproveitar esse tempo.

− Hmm sim. Estou pronto para trocar da próxima vez, desde que a oferta continue válida.   

− Sempre – Louis percebeu que sua mão estava de volta na perna de Harry e ele estava esfregando pequenos círculos com o polegar. Ele notou que, quando não estava prestando atenção, suas mãos encontrariam o caminho para Hazz de alguma forma. E Harry parecia mais do que feliz com a atenção, por isso não viu motivo para parar. Foi apenas uma observação um pouco engraçada − Tudo bem, é melhor levantar antes de adormecer.

− Você vai tomar banho comigo? – Harry levantou uma sobrancelha. Era difícil acreditar que ele tinha sido tão tímido apenas algumas semanas atrás.

Louis havia criado um monstro.

− Claro, mas eu não acho que vou estar pronto para mais uma rodada hoje à noite. Você me esgotou – ambos se levantaram e Harry abriu o caminho para o banheiro.

− Tudo bem, mas eu não vou prometer que não vou bater uma no chuveiro enquanto olho para sua bunda!

– Você é insaciável – Louis bufou carinhosamente enquanto ele caminhava para o banho.


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