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[29] Sümur Ahop (스물아홉)

Penúltimo capitulo antes do epílogo.

Jimin

Por incrível que pareça, é estranho dizer que tudo está na mais perfeita ordem, tudo onde deveria estar, depois de tanto tempo. O medo de algo ruim acontecer novamente é grande, mas nós sabemos que não acontecerá.

Eu estou muito bem, com o meu barrigão de seis para sete meses. O tempo passou depressa.

Jungkook me mima mais a cada dia, mesmo ouvindo de todo mundo que isso vai me estragar. Mesmo assim, ele não liga — claro, por pura brincadeira de todos.

Mesmo que realmente seja tentador ser consumido pelo mimo e deixar que ele faça tudo por mim, eu sei que não posso fazer isso. Não seria algo saudável, tanto para ele, para nosso relacionamento e para mim. E também porque gosto de fazer as coisas, quaisquer que sejam elas, quando se é para mim ou para as pessoas que gosto.

Taehyung também está bem, recentemente descobrimos sobre sua gravidez, e não poderíamos estar mais felizes por ele.

Ele está naquela fase onde se tem vontade de comer tudo, a fase do enjoo já passou e agora ele está mais tranquilo. Jin disse que ele deve estar com aproximadamente três meses, talvez um pouco mais ou um pouco menos.

Mas há algo que estamos estranhando, e Jin está desconfiado de algo.

Nesse estágio, em minha gravidez, eu só comia laranjas e mirtilos, ou algo diferente apenas quando chovia e tinha aquele cheiro de terra molhada, isso porque meu filho chamava por seu pai, e essas coisas me fazem lembrar de Jungkook.

Nesse caso, Taehyung sempre tem desejo por café e limão, e especificamente, limão rosa. Sei o que parece, e sinceramente, tenho quase certeza de que é isso. Mas a pergunta agora seria: como ele conseguiu engravidar dos dois? E além disso, será que são dois bebês?

Nesse momento, é exatamente o que estou discutindo com Jin.

— Faria sentido se fossem dois bebês, mas não parece ser. Pela pouca experiência que tenho em uma gravidez de gêmeos, sei que a barriga dele deveria estar maior a esse estágio — Jin dizia, pensando profundamente. Eu quase conseguia segurar seus pensamentos em minhas mãos, de tão palpáveis.

— Só vamos saber quando nascer, isso é fato — Tae disse, já que também participava da conversa. — Já temos total certeza de que é dos dois, só precisamos saber se é um de cada ou se é só um, dos dois.

— Seria incrível se fosse um só, já imaginou? — Hoseok disse, acariciando a mão de Taehyung. Yoongi também estava aqui.

Além de todos já citados, Jungkook e Namjoon também participavam da conversa. Jungkook passou o tempo todo calmo e quieto, até agora, acariciando minha barriga, já bastante aparente.

— Seria uma gestação única. Pelo que li nos livros de ciências e biologia que ainda existem, é praticamente impossível haver um só bebê com os genes de dois pais, claro, na época do livro também não existiam lobos. Mas mesmo assim, não me parece possível, apenas se eles tiverem se fundido no caminho para a fecundação, e esse seria o ponto praticamente impossível da história — Jin estava impressionado, e confesso que talvez esteja um pouco assustado também.

— Não sinto o cheiro de dois bebês, apenas de um — foi Jungkook quem disse, enfim se pronunciando. — Tentei separar todos os cheiros que estou sentindo, focando apenas nos dos bebês dessa sala, fiz o que pude para tentar afastar o cheiro do meu filho por um instante, mas mesmo que ele ainda estivesse presente, consegui sentir apenas dois, que seria o de nosso filho e o deles. Não consigo sentir que são dois.

— Vamos ter que esperar para ver — fui eu quem disse, tão ansioso quanto todos ali, para saber. Talvez só não tão ansioso quanto os principais envolvidos.

Depois da nossa conversa, todos seguimos nossos caminhos. Jungkook e eu fomos para o nosso quarto, com meu alfa me ajudando a subir as escadas. Claro, eu consigo subir sozinho, mas acaba ficando mais difícil a cada mês, e por ficar muito ofegante, Jungoo prefere me ajudar. Acho fofo de sua parte.

— Sunshine, eu queria te perguntar uma coisa — Jungkook disse, quando eu me sentei na cama.

— O que foi? — perguntei, estranhando sua quase pergunta. Era como se Jungkook estivesse tímido, ou com vergonha de falar algo.

— Nós já estamos juntos há algum tempo, temos um filho e já estamos morando juntos também. Eu pensei se, talvez, você não quisesse, sabe, se casar comigo? — eu demorei um pouco para conseguir raciocinar e filtrar a pergunta. Foi muito inesperada.

— O quê? Casar? — eu perguntei, mais para ter certeza. Eu ouvi certo?

— Sim. Quer dizer, nós também já somos marcados, temos uma ligação, pensei que talvez...

— Sim — eu respondi, o interrompendo, o que o deixou um tempo raciocinando.

— Sim?

— Sim! — eu respondi de novo, rindo. — Com certeza sim, Jungoo — com isso, sem precisar dizer nada, ele só se aproximou para me beijar, tão feliz e animado quanto eu. — Quando?

— Hoje — ele respondeu de imediato, sem nem precisar pensar.

— Hoje? — sim, era loucura. Mas eu estava disposto a viver essa loucura com ele.

— Sim, hoje. Nós só precisamos de uma pessoa para oficializar o casamento, de um lugar e dos nossos amigos e familiares. Enquanto arrumamos tudo, meus pais podem vir para cá. Se eu ligar agora, eles chegam aqui antes mesmo de termos terminado de organizar tudo aqui.

— Tudo bem, então. Vamos nos casar hoje.

Com certeza foi um pedido inusitado, e claro, teremos que correr muito para realmente dar tempo de fazermos tudo hoje.

Dessa forma, fomos praticamente correndo avisar todo mundo. Nenhum convite foi oficial como normalmente é, chamamos todos no tão famoso "boca, boca". Primeiro fomos até a casa dos meus pais, que ficaram confusos quando contei, mas muito felizes. Hinamy se ofereceu para ajudar, então, ao mesmo tempo em que íamos chamar as pessoas mais próximas de nós, Hinamy e meu pai foram organizar o lugar em que escolhemos para nosso casamento: o campo de flores.

Senti em meu coração que deveria ser lá, principalmente por ser um lugar com o qual tenho tanta conexão com minha mãe. De alguma forma, sinto como se ela também pudesse estar lá. Park Ha-rin pode não estar lá fisicamente, mas sinto que estará lá de alguma forma, ao menos em meu coração estará, com certeza.

Com tudo já praticamente encaminhado, eu apenas precisei ir atrás de uma roupa para usar, e nisso, Hoseok e Taehyung fizeram questão de ajudar. Jungkook também saiu com Yoongi para isso. Os três seriam nossos padrinhos, e as testemunhas também.

No fim, eu escolhi uma roupa em um tom de brando meio bege, que marcou bem minha barriga e a fez ficar ainda mais linda. A calça e a camisa eram leves, e seu estilo combinava exatamente com o local do casamento.

Agora, eu já estou mais ansioso do que antes, provavelmente por estar mais perto de acontecer. Sinto meu filho se remexer em minha barriga, coisa que anda acontecendo com mais frequência ultimamente. Ele provavelmente está sentindo minha ansiedade.

Quando ele mexeu pela primeira vez foi um susto e uma explosão de felicidade e gargalhadas. Nós não esperávamos, estávamos tão focados em conversar e falar sobre ele, que nem pensamos que ele fosse querer participar da conversa, como quem diz "olha, eu estou aqui também". Foi lindo.

No dia, Jungkook estava com uma mão em minha barriga, e minha mão estava sobre a sua. Como se soubesse, nosso filhote chutou exatamente onde nossas mãos estavam. Embora eu não tenha sentido ali, eu senti a mexida por dentro. Lembrando disso, eu acaricio minha barriga, sorrindo quando ainda o sinto agitado.

Ainda não conseguimos escolher nomes, estamos totalmente em dúvida quanto a isso. Claro que existem alguns que nós gostamos, mas ainda nenhum que os dois gostem de verdade.

— Está pronto? — Tae pergunta ao entrar em meu quarto, na casa de meu pai. Eu resolvi me arrumar ali, já que não tinha a possibilidade de Jungkook me ver. — Você está lindo.

— Você também está — eu respondi, sorrindo para ele. Tae veio se arrumar comigo, já que será meu padrinho e testemunha de casamento. Claro, além de ser praticamente meu melhor amigo. — Sim, estou pronto.

Sendo assim, nós saímos de meu quarto, encontrando Hinamy e meu pai na sala da casa, nos esperando.

Todos estávamos bem arrumados, mesmo que fosse apenas um casamento simples. Todos estávamos tão felizes, e eu me sentia tão leve. Com toda certeza, é uma sensação diferente.

— Você está tão lindo, Ji — Hinamy disse, segurando uma lágrima que claramente quer descer. Ela está emocionada, e eu estou ainda mais.

— Está mesmo — meu pai complementa, e consigo ver o quanto ele está orgulhoso de mim. Isso realmente não tem preço, e eu acho que é uma das melhores sensações: ter seus pais orgulhosos de você.

— Vamos logo, ou vocês irão me fazer chorar — eu disse, abanando meu rosto e olhando para cima.

Eu não tenho culpa de estar tão emotivo. Eu sou um ômega, e para piorar, um ômega lúpus. E quer mais um motivo? Um ômega lúpus grávido que está prestes a se casar com o amor da sua vida. Com certeza tenho motivos para estar emotivo.

Sem mais enrolação, nós todos saímos de casa, indo de carro até o local em que eu havia escolhido. Todos já estavam lá, prontos e me esperando, então não poderia esperar muito mais.

Durante o caminho, eu estava cada vez mais ansioso, e a cada metro percorrido, eu ficava ainda mais. Eu também conseguia sentir a ansiedade e felicidade de Jungkook, e posso dizer que são tão grandes quanto as que eu sinto.

Quando eu enfim cheguei ao campo, pude ver que as pessoas às quais nós queríamos que estivesse ali, já haviam chegado. Como seria algo simples, nós não nos preocupamos em colocar cadeiras e tudo o mais, e também para não estragar as flores.

Jungkook estava lindo, também com tons claros de roupas. Ele estava parado onde estaria o altar improvisado, e um senhor esperava com ele. O senhor provavelmente era o juiz de paz.

Junto de meu pai, eu caminhei até Jungkook, cada vez mais ansioso e feliz. Com uma mão eu segurava o braço de meu pai, e com a outra eu segurava minha barriga, sentindo nosso filhote dar alguns chutes.

Chegando lá, meu pai me deu um beijo na testa, dizendo com o olhar e carinho que me ama e que tem orgulho de mim. Em seguida, ele cumprimenta Jungkook, tão animado quanto Jungoo.

Quando eu seguro a mão de meu noivo e olho para frente, o juiz começa a falar, dizendo tudo o que realmente precisa falar. Não sei se foi minha ansiedade ou se realmente passou rápido, mas quando vi, nós já estávamos dando o primeiro beijo de casados, depois de termos trocado alianças.

Enquanto celebramos, sorrindo e ouvindo todos gritando e batendo palma, em algum momento, eu senti um cheiro inconfundível de cereja, que veio junto com o vento. Eu sabia de quem era aquele cheiro, e ao inspirar mais fundo, senti meus olhos lacrimejarem de felicidade e saudades. Olhei para meu pai, também o encontrando olhando para mim. Ele sorriu, com os olhos marejados, e sabíamos que era um sinal de que meu casamento era esperado e abençoado.

— Está sentindo, Jungoo?

— Estou. De onde será que está vindo?

— É da minha mãe — eu respondi, com toda certeza e convicção possível, porque isso era muito claro.

Eu olhei para Wooshik, meu tio, o vendo espantado e feliz ao mesmo tempo, ele fechou os olhos e inspirou mais profundamente, como se estivesse matando a saudade que tanto sentia de sua irmã.

Virando para Jungkook, então, eu sorri e o abracei pelo pescoço, lhe dando mais um beijo demorado.

Esse dia com certeza não poderia ser melhor, ele está perfeito em todas as proporções. O principal de tudo, além da cerimônia, foi ter sentido minha mãe.

Daqui para o restante do dia nós iremos apenas aproveitar o nosso casamento, comendo e conversando com quem gostamos, e à noite sairemos de viagem. Wooshik e Dasila disseram que nós poderíamos ficar na casa deles na floresta, já que a intenção era ficarmos tranquilos e aproveitar o tempo juntos.

Sendo assim, quando tudo acabou e nós saímos para ir até a casa, eu consegui explicar todo o caminho para o Jungkook, e levando em conta que eu estava com amnésia quando estive aqui, me impressionei ao lembrar do caminho com tantos detalhes.

Eu estava me segurando para não dormir, o cansaço do dia com mais a gravidez estavam deixando impossível de manter meus olhos abertos.

No fim, quando estávamos quase chegando e eu sabia que Jungkook conseguiria terminar de chegar lá sozinho, eu me deixei sucumbir ao sono, tranquilo e feliz por finalmente ter me casado com Jungkook, o pai do meu filho, e inacreditavelmente para o meu "eu" do passado, o supremo alfa lúpus da minha aldeia.

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