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[24] Sümur Nét (스물넷)

Jimin

O dia estava bonito. O sol brilhava no céu acima, os pássaros cantavam à nossa volta. Jungkook e eu resolvemos sair para andar um pouco, ainda mais por sabermos que eu precisava da vitamina que vem do sol.

Estávamos indo até o campo, que é o meu lugar favorito, e acredito que está se tornando um dos lugares favoritos de Jungoo também. Ao chegar lá, senti como se nunca tivesse saído de lá.

Eu quis vir aqui antes de ir até a casa de meus pais, e sinceramente? Não tem exatamente um porquê. Acredito que eu precise de um momento de paz antes de voltar à normalidade.

O campo me passa muita tranquilidade, e embora pareça que as coisas irão se acalmar, algo me diz que alguma coisa ainda vai acontecer. Felizmente, sinto que talvez não seja algo tão ruim.

- Sabe, é estranho olhar para trás e ver tudo o que passou, comparar com o que temos hoje em dia - eu disse, quando já havíamos chegado no campo. Estávamos apenas andando tranquilamente, de mãos dadas e nos deixando levar.

- É verdade. Em alguns meses atrás eu estava em Sun, não sabia o que aconteceria comigo, nem se eu iria conseguir passar pela transmutação. E aqui estamos nós - ele complementou, parecendo leve enquanto falava.

- E durante meus anos de vida, eu nunca imaginei que fosse me envolver com um supremo alfa e que estaria grávido dele - eu ri, o tendo rindo junto comigo. - As coisas são curiosas.

- Falando nisso, Jimin...

- O que foi? - eu estranhei, porque ele parou do nada, ficando em minha frente, parecendo um pouco desconfortável.

- Levando em conta nossas marcas e o fato de que provavelmente o bebê não vá querer ficar longe de mim por muito tempo, você não acha que deveríamos... Eh... Morar juntos? - ele perguntou, me fazendo arregalar os olhos com seu pedido, que agora sei que é real. Isso foi praticamente inesperado. - Quer dizer, eu sei que eu já tinha comentado antes, mesmo que não parecesse sério, e você não precisa me responder isso agora também, tá bom? Pode pensar antes, ver se realmente é... Necessário, ou alguma coisa assim - ele disse, antes de coçar a nuca e desviar o olhar para o chão.

Quer dizer, não que fosse realmente inesperado, ele claramente já havia me falado disso. No entanto, não imaginei que ele estaria realmente falando sério. Da outra vez ele não estava tão nervoso, o que me fez acreditar que era brincadeira ou algo do tipo. Agora, Jungkook estava nervoso, isso era óbvio. Mas com sua proposta, eu não precisaria desse tempo todo para pensar, já sabia minha resposta, desde que ele falou disso pela primeira vez.

- Jungoo - eu chamei, tendo sua atenção, totalmente ansioso com o que eu diria. Não consegui reprimir um riso sincero. - Eu quero morar com você, com certeza.

- Está falando sério? Quero dizer, eu quero me casar com você também, depois, ou agora se você quiser.

Por ser um supremo alfa lúpus, ninguém imaginaria esse seu lado tímido e inseguro, porém, o conhecendo tão profundamente como eu aprendi a conhecer nos últimos meses, sei o homem sensível que ele é.

- Eu falo sério, e eu também quero me casar com você - eu estava sorrindo, segurando a vontade de rir mais alto.

Eu estava extremamente feliz, e embora não saiba como meu pai vai reagir com isso, sei que não estamos errados em fazer isso. Nós vamos ter um filho, quando isso se encaixaria como errado?

Nós continuamos andando, ainda mais felizes e mais confortáveis com tudo. Em alguns momentos, Jungoo e eu ainda somos tímidos um com o outro, então agora, não sabemos como reagir, mas sabemos com certeza que estamos felizes, sentimos isso vindo um do outro, além de sentirmos isso de nós mesmos.

Não aguentei guardar aquilo para mim, então parei de andar e pulei para abraçar Jungkook pelo pescoço. Seu cheiro, que era muito mais forte de perto, me inebriava, e misturado ao cheiro leve das flores do campo, tudo ficava ainda melhor.

- Eu te amo tanto, Jungoo - eu disse, não conseguindo segurar toda a minha alegria.

- Também te amo muito, meu amor - ele disse, depois de um tempinho do choque inicial, por ter sido pego desprevenido.

- A propósito, me lembrei de uma coisa. Como você conseguiu falar comigo por pensamento de tão longe? - me afastei apenas para olhar em seus olhos, mas me mantive ainda abraçado a si, pelo pescoço. Eu estava verdadeiramente curioso sobre isso, e além disso, quero saber se também vou conseguir fazer. Talvez seja algo em que nós só precisaríamos desenvolver e evoluir.

- Jin me ajudou. Ele me disse que eu precisava me concentrar e imaginar o pensamento além do normal, imaginar ele chegando até você, onde quer que você estivesse, apenas para expandir - ele me explicou, e dizendo assim, eu senti como se não fosse tão difícil, porém, sei que também não é tão fácil. - Eu não sabia se havia funcionado.

- Depois eu quero testar, Jungkookie - eu disse animado, sem largar dele.

- Vamos tentar depois - ele prometeu, rindo da minha reação, me abraçando mais forte.

Com isso, nós nos soltamos apenas para andar mais um pouco, antes de decidirmos voltar para ir até a casa do meu pai. Bom, ainda é minha casa também.

No caminho de casa, eu percebo que sempre que ando por aqui vejo algumas estruturas estranhas, que não sei dizer do que são, cobertas por vegetação. Jungkook também já percebeu isso, e já nos perguntamos sobre o que seria e como teria chegado ali. Não sei como, mas um dia quero descobrir sobre isso.

Deixando esse assunto para outro dia, nós nos concentramos em ir para a casa de Jungkook, apenas para pegar Wooshik e Dasila, já que eu iria levá-los para conhecer meu pai e Hinamy hoje.

- Todos prontos? - eu perguntei, quando entrei para dentro da casa.

É tão estranho pensar que eu me sinto mais em casa aqui do que na minha própria casa, e de certa forma, isso me faz perceber que eu realmente estou pronto para morar com Jungkook.

- Estamos prontos - Dasila respondeu, parecendo animada. Wooshik também parecia alegre, e uma coisa que eu já percebi era o fato de ele sempre estar feliz quando sua esposa está.

Sendo assim, nós fomos de carro até minha casa, com Jungkook dirigindo. Como não era muito longe, não demoramos para chegar.

Chegando lá, eu percebi que estava me sentindo um pouco ansioso, talvez pelo fato de finalmente ver meus pais, e talvez também por apresentar pessoas novas para eles. Fui o primeiro a descer do carro, indo rapidamente em direção à porta. Sem exitar, bati, esperando alguém atender.

Poucos segundos passaram até que alguém abrisse a porta, revelando Hinamy, que confesso, não parecia tão alegre como normalmente ficava.

- Sim?... - ela atendeu, demorando para me reconhecer ali. - Jimin?! Ai meu Deus - ela disse, antes de me puxar rapidamente para um abraço. - Baek, venha ver quem voltou - ela gritou, me soltando do abraço com algumas lágrimas nos olhos. Aparentemente, meu pai estava no andar de cima. - Vamos, entrem - ela chamou, abrindo a porta para todos. Ela estava emocionada, isso era claro, e não vou mentir, eu também estava.

- Quem voltou? - meu pai perguntou, descendo as escadas rapidamente, provavelmente esperando que realmente fosse eu. Vi seus olhos se encherem de lágrimas quando me viu. - Meu filho - ele correu para me abraçar, não muito diferente de mim.

- Pai... Me desculpa ter sumido, eu realmente não tive culpa - eu pedi, já deixando algumas lágrimas escaparem.

- Depois você me explica, filho - ele disse, se afastando para me olhar. - E... Espera, que cheiro é esse? Eu conheço esse cheiro - em um primeiro momento, pensei que ele estivesse falando do meu filhote. No entanto, ele começou a olhar em volta, e quando achou a suposta fonte do cheiro, ficou estático, com os olhos arregalados. Olhei para ver para onde ele estava olhando, encontrando Wooshik da mesma forma que ele. - Wooshik, é você?

- Baek-Hyeon - ele disse, fazendo meu pai soltar um riso desacreditado. Em seguida, se afastando de mim, ele foi até Woo, o abraçando apertado.

Não sei o que está acontecendo, mas aparentemente ninguém sabe também. Talvez a única pessoa que saiba seja Dasila, que está ali parada ao lado dos dois, não parecendo estranhar a situação.

- Como você conseguiu? - meu pai perguntou, assim que soltou Wooshik.

- Eu vou explicar tudo, e aparentemente não apenas para você. Jimin é seu filho, então? - meu pai assentiu, e pude ver Wooshik se emocionar. - Park Jimin... Meu Deus.

- O que está acontecendo? - eu perguntei, sem entender nada. Era confuso, e eu sabia que havia algo grande por trás.

- Vamos sentar, eu vou explicar - Wooshik disse, e com isso, deixando qualquer coisa de lado, nós andamos até a sala, nos sentando no sofá.

A sala de casa dispõe de dois sofás médios e duas poltronas. Meu pai e Hinamy sentaram nas poltronas, ao mesmo passo em que Jungkook e eu sentamos em um dos sofás e Wooshik e Dasila no outro.

- A primeira coisa de tudo - ele começou, olhando para mim. - Eu sou seu tio, Jimin - sem nem um tipo de preparo, ele soltou de uma vez.

- Como assim, meu tio? — eu sentia minha cabeça pesada, talvez fosse informação demais, e começava a me sentir mais desnorteado.

- Eu era o antigo supremo alfa desta aldeia, ou... Era para ter sido. Seu pai deve ter contado a história toda.

- Sim, eu sabia que antes tínhamos outro supremo, sabia que minha mãe era irmã de um, mas nunca achei que você ainda estivesse vivo. Você não tinha conseguido, não é? - eu dizia e perguntava, cheio de dúvidas, confuso com tudo. - Foi por causa da sua história que eu tinha tanto medo dos supremos - eu falei, um pouco mais baixo, talvez só para mim, mas com certeza os outros escutaram.

- Espera, você não tinha encontrado sua alma gêmea antes da mudança? - Jungkook perguntou, parecendo incrédulo.

- Não, encontrei bem depois. Não sei como, mas eu consegui voltar depois que encontrei ela - nesse momento, ele olhou para Dasila e sorriu, tendo seu sorriso retribuído. - Mas Jimin, eu não sei o porquê de ter tido medo dos supremos por minha causa, mas eu prometo que não machuquei ninguém. Eu me lembro do que eu fiz enquanto estava transformado, embora não tivesse controle do que fazia.

- O cheiro que eu senti depois que recuperei minha memória... Foi de você - eu disse, não entendendo como não tinha conseguido sentir antes.

- Meu cheiro ficou mais fraco depois que eu deixei a aldeia, minha presença diminuiu, provavelmente porque eu não estava exercendo o que de fato precisava, mas eu simplesmente me senti mal por ter deixado o cargo de supremo vazio aqui. Agora que sei que Jungkook o assumiu, me sinto bem melhor.

- Por que não voltou? - foi meu pai quem perguntou, parecendo tão curioso quanto eu.

- As pessoas não confiariam mais em mim, e além disso, quando voltei a ser quem era, minha irmã não estava mais viva, então não tinha mais uma família para quem voltar. Claro, eu não fazia ideia de que tinha um sobrinho - ele disse, antes de complementar. - E provavelmente, se eu tivesse voltado, Jungkook não teria vindo para cá, e se não tivesse vindo, não teria encontrado Jimin.

Sim, é verdade. As ações de um implicam na vida de muitos além da dele, e se ele tivesse voltado, Jungoo não teria conseguido passar pela transformação, e claramente, eu não estaria carregando nosso filhote agora.

- Jimin - Wooshik me chamou, olhando profundamente em meus olhos. - Me desculpe por não ter voltado.

- Tá tudo bem, Woo. Eu só não sei se vou me acostumar a te chamar de tio tão rápido - eu disse, em tom de divertimento, mesmo que ainda estivesse um pouco tenso e baqueado com a notícia, fazendo com que todos ali soltassem pelo menos uma risadinha. - De verdade, tudo bem.

Nesse momento, eu provavelmente o abraçaria, se meu filhote não fosse rejeitar seu cheiro. Por estar grávido, eu sinto ânsia frequentemente por sentir o cheiro de outros alfas, e acredito que vá ser pior se for um alfa lúpus. Felizmente, ele entende a situação. Meu... Tio, é muito inteligente.

Eu não contei para meu pai sobre o bebê, não tive coragem de estragar esse momento — claro, não de uma forma ruim. Além disso, estou receoso pelo que ele pode falar, tenho medo de que não aceite bem.

A princípio, fiquei confuso de ninguém perceber o cheiro da gravidez, no entanto, me lembrei que no estágio em que eu estou, apenas os lúpus conseguem sentir, por causa de seu olfato mais aguçado. Não sei como não percebi isso antes, em Wooshik, nem isso, nem que ele tinha outros cheiros juntos. Mas também, se tivesse percebido, eu não saberia associar uma coisa à outra. Por estar sem memória, eu não lembrava desses detalhes sobre os lúpus.

E também, talvez meu lobo estivesse um tanto retraído, já que eu não lembrava nem de quem eu era, ele poderia estar amedrontado. Uma prova disso foi quando tive meu segundo imprinting com Jungkook, que senti meu lobo com a presença mais forte. E talvez por isso, eu não deva sair do lado do Jungkook agora.

Todos embarcaram em uma conversa animada, Wooshik e meu pai colocavam a conversa em dia, ao mesmo passo em que Hinamy e Dasila conversavam sobre algo animadamente, aparentemente se conhecendo mais.

- Moonlight, vamos subir? - eu chamei, baixinho, sem despertar a atenção de nenhum deles para nós. Sem dizer nada, Jungkook apenas concordou com a cabeça, e sem fazer barulho nenhum, saímos de fininho.

- Amor, você não quis contar sobre o bebê? - Jungkook perguntou, e a forma como ele me chamou me deu frio na barriga.

- Amor? - eu perguntei, me derretendo todo, me aproximando apenas para lhe abraçar. Acho que nunca vou me acostumar com isso.

- Sim, meu amor. Você gosta?

- Eu gosto - eu disse, sorrindo, sentindo que poderia derreter feito uma gelatina a qualquer momento. - Eu não sei se era o melhor momento para contar, amor - eu voltei para o assunto, vendo um sorriso lindo se abrir assim que o chamei pelo apelido. - Eu acho que preciso que seja apenas meu pai, Hinamy e nós dois - eu completei, me concentrando mais no assunto.

- Bom, eu estarei com você o momento todo da conversa - ele prometeu, colocando uma mão sobre a minha barriga.

É muito bom ter esses momentos com ele, me faz sentir mais feliz, e além disso, tenho certeza que faz bem para o bebê.

Nós ficamos um tempo deitados em minha cama, apenas conversando e aproveitando o momento juntos. Mal percebemos quando Wooshik e Dasila foram embora, deixando apenas Jungkook e eu ali. Hinamy veio avisar que os dois haviam ido.

- Eu acho que é o momento de irmos lá - eu disse, assim que minha madrasta saiu. - Não faço ideia de como contar, mas vou dar um jeito.

- Vou estar ao seu lado, Sunshine.

Sendo assim, nós nos levantamos, ajeitando nossas roupas antes de enfim sair do quarto, descendo as escadas rumo à sala, onde meu pai estava.

- Appa, precisamos conversar com o senhor - eu disse, temeroso.

- Pode dizer, filho - ele disse, tranquilo. Mal sabia ele o que estava por vir. - O que foi? - talvez tenha percebido meu nervosismo, já que ficou um pouco mais sério, com uma aparência preocupada. Percebi sua mudança de postura.

- Appa, nós estávamos conversando e... depois de chegar a um consenso, percebemos que morar juntos talvez seja a melhor opção para nós, e isso porque... - comecei dizendo, mas sendo interrompido antes de dizer sobre o motivo disso, que era realmente importante.

- O quê? Não. Você não vai morar com ele agora, ainda mais porque acabou de voltar para casa - ele já estava um tanto exaltado, levantando do sofá onde estava sentado.

- Mas, appa, eu mal paro em casa, sabe que eu preciso estar com ele sempre - eu tentei explicar, ainda sem conseguir contar o principal.

- Vocês não vão morar juntos, você é muito novo para isso.

- Senhor, por favor, escute o que ele tem a dizer - Jungkook tentou dizer, porque nós dois sabíamos que seria nesse momento que eu falaria que estou esperando um filho.

Claro, contar junto com a notícia de que moraríamos juntos não era a melhor forma, mas também não vou contar agora que ele está nesse estado. Eu deveria ter contado primeiro sobre o bebê.

- Jeon, é melhor você ir embora - o clima ali dentro da casa era pesado, e embora tentasse controlar, a essência de Jungkook estava mais forte. Não é todo dia que você, sendo um alfa lúpus, supremo da aldeia, é desafiado por um alfa comum, apenas porque ele é pai do seu ômega.

Felizmente, Jungkook é mais "educação" do que "instinto". Claramente se controlando, ele apenas se aproximou de mim, me deixando um beijo na testa, e mentalmente me prometendo que tudo ficará bem.

Eu não poderia ficar longe de Jungkook, nós dois sabemos disso, e tememos o que irá acontecer. Mas eu não estaria sozinho ali, Jungkook estará comigo, mesmo que não fosse fisicamente. Sobretudo, talvez não fosse o suficiente.

- Suba para o seu quarto, Jimin.

- Você nem me deixou explicar... Appa, eu...

- Suba - seu tom de voz era baixo, mas era pesado. E sem dizer mais nada, eu apenas fui.

Sinceramente, eu sei que, como das outras vezes que fiquei longe de Jungkook desde nossa ligação, algo vai acontecer, provavelmente em forma de dor e ardência na marca. Tudo o que eu espero é que não afete nosso filhote.

Eu passei o restante da tarde em meu quarto, apenas esperando qualquer coisa acontecer, fosse o sono chegando ou qualquer outra coisa. Acontece que o que chegou primeiro foi o sono.

Parecia estar tudo tranquilo, até que em alguma hora da noite, a ardência começou. Eu acordei assim que começou, deixando as lágrimas escorrerem. Já estava esperando por isso.

Entretanto, o que eu não esperava era que uma dor em minha barriga, na região do ventre, viesse junto, e me assustei quando isso aconteceu.

A dor na barriga não era tão forte, não tanto quanto a ardência que eu sentia na marca. Querendo ou não, eu entrei em pânico, gritando para que meu pai ou minha madrasta aparecessem ali. Quando avistei um deles, tudo o que eu consegui fazer foi chamar por Jungkook e suplicar que alguém trouxesse Seokjin junto.

Eu segurava minha barriga, e lágrimas de medo escorriam por meus olhos. Claro, eu acreditava que não teria um aborto espontâneo, mas o medo era maior do que qualquer coisa. Não ousei levantar da cama.

- Sunshine! - foi Jungkook quem apareceu primeiro, correndo até mim. - O que aconteceu? Seu pai disse que você pediu para chamar o Jin - ele dizia apressadamente, enquanto colocava uma mão sobre minha marca, o que fez com que a ardência diminuísse.

Desesperadamente, sentado e meio de frente para ele, eu me aproximei para sentir seu cheiro, ao mesmo tempo em que ele tirava a mão de meu pescoço e colocava em minha barriga. Aos poucos, eu já não sentia mais nada e meu choro se tornava apenas soluços. Eu ainda sentia o medo, e torcia para que Jin chegasse logo.

Seokjin não demorou muito mais para chegar.

- O que aconteceu? - ele perguntou, parecendo preocupado.

- Estava doendo, eu fiquei com tanto medo - eu disse, me referindo à barriga.

- O que doía? Medo do que? - meu pai perguntou.

- A barriga dele, seu inconsequente - Jin disse alto, me fazendo arregalar os olhos. - Ele está grávido, poderia perder o bebê. E além disso, quantas vezes você vai ter que ver seu filho nessa situação para entender que ele não pode ficar longe do Jungkook? A marca deles ainda é recente, e embora não seja tão recente mais, o bebê e o segundo imprinting deles faz ficar sensível.

- Mas... Ele não me contou - meu pai parecia em choque, e Hinamy, encostada na porta apenas olhando toda a situação, parecia feliz e assustada ao mesmo tempo.

- Você não deixou, eu ia contar depois de dizer que Jungoo e eu queríamos morar juntos - eu contei, sem tom de julgamento, e principalmente, sem sentir raiva nenhuma de meu pai.

- Senhor Park, entenda uma coisa: a partir do momento em que a ligação foi feita, nenhum ser existente na terra poderá separá-los.

- Eu não quero separá-los, queria apenas que meu filho não se tornasse adulto tão cedo - meu pai parecia triste, provavelmente com a briga que tivemos, já que isso nunca havia acontecido, ao menos não nesse nível.

- Vocês poderiam, por favor, sair do quarto? Vou examinar Jimin e tentar descobrir se está tudo bem com os dois - Jin disse, parecendo mais tranquilo. Com "os dois" acredito que ele estivesse falando de meu filho e eu.

Eu me vejo mais dependente de Jungkook a cada dia, e o "Jimin" de antigamente não gostaria nada disso. Felizmente, o "Jimin" que eu sou hoje ama tudo isso cada vez mais. Eu acho que essa dependência acaba sendo normal, não acho que seja algo ruim. E confesso, não reclamaria disso nunca.

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Olá, meus amores.

Com o passar do tempo acabei perdendo um pouco do costume de falar com vocês. Como vocês estão? Todo mundo bem?

O que estão achando da história? Querem tirar alguma dúvida? Dar um feedback? Algum pedido especial? Fiquem à vontade para falarem o que quiserem.

A propósito, acredito que não vá demorar muito para que a história chegue ao fim, e já estou sofrendo em antecipação.

No mais, espero que todos estejam bem e que realmente estejam gostando. Até mais ❤️

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