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light my cigarette

Capítulo Dois.

No dia seguinte, Jungkook foi até o museu novamente, e dessa vez, resolveu ficar perto da sua colega de turma mais próxima, Kim Sohyun, uma veterana que repetiu alguns semestres e acabou caindo na turma do mais novo.
Ao chegar no museu, Jungkook imediatamente a levou para ver seu último quadro, no qual o dono do museu já havia mostrado interesse em comprar. A garota quando soube desse interesse, logo quis ver qual era o quadro em si, então o artista foi buscá-la no galpão.
── Cadê o quadro? Eu jurava ter o deixado junto aos outros. ─ falou sozinho, mas logo se assustou quando ouviu algo atrás de si.
── Está na comigo, eu te avisei, não foi?
O ambiente estava escuro, Jungkook não viu necessidade em acender a luz, afinal, ele sabia exatamente onde estava, ou melhor, onde o havia deixado no dia anterior.
── A-ah, eu achei que ainda iríamos combinar se eu iria o vender, mas ele não iria participar da exposição? O senhor falou que gostou. ── Jeon deu um passo para trás, Taehyung estava perto demais.
── Sabe Jungkook, eu realmente gostei dele. ── Deu um passo à frente, assim ficando mais próximo. - E geralmente… ── Se aproximou mais uma vez. ── não gosto de dividir algo que gosto.
A aproximação deixou o mais novo sem palavras, e ouvi-lo falando coisas assim de tão perto, com certeza o desestabilizou totalmente. De repente, a luz se acendeu e uma voz feminina foi ouvida.
── Caramba Gguk, o quadro te engoliu? ── Sohyun obviamente notou a demora do amigo e foi atrás do mesmo, Taehyung não se afastou, continuou com o corpo grudado ao do menor, mas assim que escutou os passos da garota se aproximando ele se virou.
── O que está fazendo aqui, Sohyun? ── Foi o outro Kim quem perguntou.
── Deixe-o em paz maninho, agora entendi porque quis comprar o quadro, não era exatamente o quadro que você queria, não é?
── Desde quando você ficou tão metida? Sua pirralha!
E enfim se afastou, deixando Sohyun finalmente ter a visão do rosto confuso do amigo. Esse que tentava ver alguma semelhança entre os dois Kim 's, a não ser o sobrenome.
── Vocês são irmãos?
── Não, papai achou Taehyung no lixo. ── Sohyun respondeu.
── Vai se foder. ── Respondeu o mais velho enquanto saia do galpão, mas não antes de virar em direção de Jungkook e falar: ── Se quiser ver o quadro, ele ainda está no meu escritório, ou pode esperar e vê-lo na minha casa, é claro. ── logo se retirou.
── Esse tapado nem disfarça mais.
── Por que não me contou? - Jungkook apertou os olhos.
── Na verdade, você não perguntou né.
── Mas você sabe sobre todos os meus familiares, deveria ter me contado sobre os seus também, ainda mais quando você é rica e mesmo assim me faz pagar lanches, eu que deveria exigir isso, abusada  !
── Desculpa amigo, vem cá, bebezão, assim que sairmos daqui eu te pago um lanche. ── Sohyun abriu os braços para o amigo que a abraçou em seguida. 
não demorou muito para que logo acabassem suas tarefas restantes do dia e os dois amigos irem para o ponto de ônibus esperando o veículo, o que não demorou muito e logo os dois embarcaram indo até o seu destino, a pequena lanchonete muito frequentada pelo pessoal da faculdade, era um lugar aconchegante e calmo para estudar, fazer trabalhos e o principal, comer; a senhora dona da lanchonete era um amor de pessoa e tinha mãos maravilhosas quando o assunto eram os doces e suas esfirras super gostosas e quentinhas.
— o que você vai querer hoje? – Sohyun perguntou enquanto adentrava o café.
— Uma esfirra de carne e um bolo de morango com um suco de laranja, estou errada? — a dona do estabelecimento apareceu no campo de visão dos jovens, com seu avental rosa e um sorriso no rosto.
— isso mesmo senhora  – Jungkook respondeu e foi até uma mesa livre esperar sua amiga terminar o pedido. — e então, como assim vocês são irmãos ?
Somos filhos do mesmo pai, o grande senhor Kim youngson, e ele e minha mãe me tiveram quando papai e a mãe de taehyung se separaram, nasci um pouco antes da mãe de taehyung falecer — então a mãe dele morreu? tadinho.. — No final ela e minha mãe viraram amigas, ambas se apoiavam muito, sabe ? mesmo tendo se conhecido nessas circunstâncias. — sohyun deu uma pausa quando viu a garçonete trazer seus pedidos — obrigada — agradeceu a moça e jungkook fez o mesmo, logo voltou a falar sobre. — kim nayeon, esse era seu nome, ela teve câncer, e como descobriu muito tarde, não teve muito o que fazer.
você e ele tem uma boa relação? —perguntou enquanto a amiga bebericava seu café.
Claro, crescemos sendo muito unidos e sempre fomos muito grudados, por mais que ele seja mais velho, sempre brincava de boneca comigo quando eu era menor, Taehyung é um irmão muito protetor conosco.
Vocês têm mais irmãos? caramba, seu pai é o mister catra?
tenho só mais um, o soobin, o caçula da família. ele ainda está no ensino médio mas já é bem crescido.

[...]

Conforme os dias passavam, a data tão esperada se aproximava, e junto a ela, a ansiedade também. A frequência de idas ao museu iam diminuindo conforme o dia se aproximava, logo, o tempo que via Taehyung também. O homem não ia todos os dias para o trabalho, um dos privilégios de ser um CEO.
Naquela manhã, Jungkook não havia visto Sohyun, foi com sua mão em rumo ao seus bolsos procurando seu celular para ligar para a amiga, mas logo sua atenção foi tomada pela porta do escritório do Kim se abrindo, e dela saindo a garota que estava a procura e logo atrás Taehyung com o rosto machucado.

Jungkook gostaria de dizer que sentiu apenas curiosidade, mas um sentimento de preocupação o atingiu também. ── Gguk! Já ia procurar você. ── Suhyun empurrou o irmão de volta para a sala e chamou o amigo com a mão, logo adentrando a sala novamente.
O mais novo se direcionou até a sala e então entrou na mesma, vendo Taehyung se jogando no sofá que ficava no canto da sala, e sua amiga mexendo em uma caixa de primeiros socorros enquanto estava sentada na poltrona ao lado do sofá.
── Pode se sentar ali no sofá, Guk. Preciso que me ajude a pôr um curativo nesse besta.

Sohyun tirou a pequena caixa de seu colo e a colocou em cima da mesinha de centro, logo indo até Jungkook e colocando uma pomada, cotonetes, algodão e curativos nas mãos do próprio.
── Por que você mesma não coloca? ── Perguntou enquanto estendia as mão para que ela pegasse-os novamente.
── Por que tenho um compromisso agora e preciso ir. Sente-se logo naquele sofá e ajude sua amiga com essa tarefa. ── Ela colocou as mãos nos ombros do amigo o empurrando.
── Ele tá literalmente jogado no sofá, onde você está esperando que eu sente?
Por quê? Por que Jungkook tinha que perguntar aquilo? A vergonha o consumiu quando Taehyung abriu um dos olhos, que antes estavam fechados enquanto descansava e deu duas batidinhas em seu colo, fazendo menção em onde queria que o mais novo sentasse.

that memory

Taehyung não conseguia se esquecer daquele garoto.
Diferente do que a maioria pensava, o Kim não era alguém com o costume de ficar com qualquer pessoa ou viver em meio a prostitutas, considerando sua fama em meio aos negócios da família.
A família Kim, sem dúvidas era uma das mais ricas e famosas da Coréia do Sul, o museu, as grandes franquias hotéis. Poder, essa era a palavra que definia essa fama.

O dia anterior havia sido conturbado, por um descuido na segurança, uma conhecida da família atacou Taehyung após ter tomado um fora, mesmo depois de meses seguindo o kim para todo lado e fazendo de tudo para conseguir uma chance com o mesmo. ser o mais cobiçado dos kim’s não era um motivo de inveja em sua visão, afinal, falta de privacidade e espaço pessoal já eram algo normal no cotidiano.
Jeon havia empurrado as pernas do maior para o lado e se sentado no mesmo sofá, sem necessidade de dois corpos no mesmo espaço. ── Pode se sentar, por favor?
── Como quiser, princesa. ── Taehyung sentou e se inclinou para frente, se aproximando do menor, que logo recuou para trás. ── Eu não mordo. ── O Kim então olhou nos olhos de Jungkook. ── A menos que queira.
── Como eu deveria reagir às suas brincadeiras, senhor Kim?
Perguntou o artista, enquanto retirava a tampa da pomada e passava uma pequena quantia no dorso na mão, logo, molhando o dedo indicador e passando no canto dos lábios do Kim, que havia um pequeno corte.
── Que brincadeiras? ── Taehyung fez uma pequena menção em sorrir de canto, porém, sua feição foi tomada por dor e logo escutou a risada soprada de Jungkook. ── Já entendi porque você e Sohyun são amigos, adoram rir da desgraça dos outros.
── E eu entendi a semelhança em serem irmãos, você faz o mesmo, mas se finge de sonso.
── Sonso? Não faço essas coisas, não condizem com a minha ética.
── Acha que não o vi rindo quando tropecei naquela caixa? O senhor não é nada discreto, sabia?
── Será que não sou, garoto? Talvez você só tenha me visto porque deixei.
── Tá bom senhor Kim, acredito em você. ── Se levantou do sofá levando os itens usados até a caixinha novamente. ── Está feito, se o senhor não precisar de mais nada, já estou indo.
Prestes a sair pela porta, Jeon nota algo no canto da sala, o seu quadro. ── O meu quadro ainda está aqui? O senhor não ia levá-lo?
── Você não me disse seu preço, não posso levá-lo assim.
── Ah, entendi. ── O menor viu Taehyung se levantar e caminhar até si enquanto retirava o celular de seu bolso, logo em seguida o entregando.
── Me passe seu contato para que possamos negociar.

that taste

papai havia ligado para sohyun, pedindo para que ela e eu fossemos até sua casa no final da noite, ele não morava muito longe, mas também não era perto, teríamos que sair perto das 19:00 para chegarmos uma 20:30; eu sempre gostei muito do meu pai, mas só de pensar em passar mais de uma hora dentro de um carro, me dava sono.
pedi a minha irmã para que ela mesma fosse e depois me passasse tudo, mas adivinha? não rolou.
sohyun sempre foi uma pessoa muito dramática, então, ela logo veio com uns assuntos de que nosso pai não viveria para sempre e que deveríamos aproveitar enquanto tínhamos tempo; realmente, a vida é uma só, nunca saberemos como vai ser o dia de amanhã, o dia em que minha mãe morreu foi com certeza um dos piores de toda a minha vida; e se a minha irmã foi uma criança dramática, posso dizer que boa parte da minha infância, eu fui uma depressiva. lee myeong, mãe de sohyun, fez de tudo para me criar como um filho,e ela realmente foi uma segunda mãe para mim; voltar para casa dos meus pais nesse dia então, foi inevitável; não sei se foi sohyun me manipulando ou o ressentimento que me atingiu com poucas palavras.

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