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46. Nightfall

— Nunca tire isso, ok? — Xiaojun pediu seriamente enquanto ajeitava a máscara negra em meu rosto, deixando somente meus olhos de fora.

— Droga, eu estou com medo de algo dar errado. — murmurei abaixando meu olhar para meus cadarços desamarrados.

— Tipo?

— É só um pressentimento ruim, esquece. — resmunguei terminando de ajeitar meus tênis, alongando minha coluna assim que levantei.

— Eu estou aqui, segurando-te o quanto eu puder, ok? — sorri minimamente para suas mãos de encontro às minhas.

— Eu sei, mas mesmo assim isso me assusta, estamos lidando com perigos reais. — repliquei, tentando ao máximo não entregar o quanto eu tinha receio de perder todos que estavam comigo nessa batalha, espacialmente ele.

— Sei que não é o melhor momento, mas contanto que estejamos juntos, ficará tudo bem. — encarei o familiar brilho de suas íris escuras, e não pude deixar de sorri ao pensar no tanto de momentos que já passamos juntos sem eu ao menos me dar conta de que ele já fazia parte da minha vida muita antes de qualquer queda que eu pudesse sofrer.

Xiaojun sempre esteve lá para me segurar, e hoje eu estava aqui, respirando por sua causa.

— Desculpe. — sussurrei abaixando meu rosto, piscando várias vezes na intenção de afastar minhas lágrimas.

— hm? Pelo que?

— Por esquecer você, eu sinto muito.
— minha voz se quebrou sem que eu percebesse, não me importando de como realmente eu parecia ao transbordar meus sentimentos verdadeiros para fora de mim. A parte que nem eu mesma conhecia.

— Estou aqui agora, não estou? — seus olhos delineados logo encontraram os meus, e eu não fugi deles como das outras vezes, pois sentia a segurança necessária para não me afundar novamente em meus próprios amontoados de pensamentos.

— Prometo nunca mais esquece-lo. — murmurei contra seu peito, sentindo seu moletom absorver o bocado de lágrimas que deslizavam por minhas bochechas sem minha permissão.

— Você pode me esquecer se for preciso, mas eu vou sofrer bastante para te tirar do meu coração. — Xiaojun apenas apoiou gentilmente seu queixo em minha cabeça, e tudo que eu consegui fazer foi soltar um longo suspiro aliviado.

— Pare de me fazer chorar, odeio situações melancólicas. — resmunguei esfregando meus olhos úmidos.

— Às vezes isso pode ser bom. — sorriu apertando a ponta de meu nariz.

— Xiao, acho melhor voltarmos. — comentei sem tirar minha atenção de das silhuetas atrás de si.

— Por quê?

— Estão nos seguindo.

— Eu sei, mas finja que não percebeu, vamos agir como se soubéssemos para onde estamos indo. — Xiaojun sussurrou puxando minha mão para outra direção da que pretendíamos ir, andando aleatoriamente entre a multidão que atravessava a rua.

— Droga.

— Acha melhor nos separarmos? — questionei temendo que essa fosse a única possibilidade para saírmos daqui.

— Absolutamente não. — Xiaojun apertou minha mão e quando me dei conta estávamos dentro de um bar em sua maior parte escurecido com poucas luzes neons colorindo as paredes ao nosso redor.

Antes que eu percebesse o motivo de termos parado de repente senti sua mão soltar a minha posiciando-me atrás de suas costas enquanto encarava sem intervalos cerca de três silhuetas vestidas dos pés à cabeça com cores escuras.

— Chame os outros, rápido. — murmurou lançando um olhar preocupado para mim.

— Eu não trouxe celular, eles ainda devem estar no apartamento. — comentei revezando meu olhar entre os desconhecidos que não pareciam ter boas intenções ao nos encontrar.

— Bo-na, eu vou ficar, preciso que encontre eles o mais rápido possível.
— Xiaojun não deixou espaço para que eu intervesse em suas ações quando sem que ninguém ao redor percebesse ele trocava socos no canto do bar como se tivesse feito isso a vida toda.

— Isso é loucura, eles vão te matar!
— reclamei puxando seu ombro, tentando o afastar daquela briga, que provavelmente não acabaria bem para nenhum lado.

— Por favor, só não seja pega. — encarei irritada sua insistência quanto a minha presença, quando acertei a bochecha de um dos homens que vinha em sua direção, chutando seu corpo abalado para longe de nós.

— Eu prometo voltar, eu prometo.
— murmurei mais para mim mesma do que para o garoto que ficaria ali, segurando aqueles que ao notarem minha distância tentavam me alcançar.

— Eu acredito em você. olhei para trás por uma última vez e não pude deixar de me arrepender ao ver Xiaojun deslizando até o chão  enquanto me observava dolorosamente.

Sussurrei um "desculpa" sem som ao fechar os olhos com força, tentando apagar aquela cena de minha mente, conforme eu me dirigia para fora daquele lugar. Tudo que eu mais queria era ficar e não deixa-lo sozinho, mas eu sabia que havia feito uma promessa, e precisava cumpri-la a qualquer custo, mesmo que eu me arrependesse mais tarde. Meu dia não havia terminado como eu imaginava, e agora que a noite sangrava escurendo o céu eu pude entender toda aquela frustação que eu sentia.

A sensação de não poder estar ao lado de quem se ama.

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