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38. The brightest star in the sky

— Bo-na, quero que veja uma coisa. — minha irmã não se deu o trabalho de perder tempo quando segurou meu pulso e contra a minha vontade nos levava para dentro de sua clínica.

— Vocês todos planejaram isso sem minha permissão? — questionei mesmo já sabendo a resposta, era tudo tão óbvio que me deixava mentalmente desgastada.

— Não aceitaria por vontade própria, desculpe. — assenti com a cabeça confirmando sua teoria, certamente eu não me canditaria a isso por livre e espontâneo arbítrio; eu preciso de respostas e mudanças e elas não são alcançadas sem que alguém lutasse por elas.

— Eu não acredito que vocês estão agindo da mesma forma que aqueles que vocês odeiam. — murmurei mais para mim mesma do que para a garota a minha frente que não parava de subir escadas, levando-me logicamente consigo.

— Venha comigo.

— Tenho outra escolha? — bufei assim que alcançamos o telhado de sua clínica, observei confusa ao redor, mas não parecia nada diferente do normal. Por que eu estava aqui?

— Não se preocupe, ninguém vai surgir tentando te capturar. — Gahyeon comentou com uma risada abafada zombando de meu estado.

Particularmente eu não aguentava mais as pessoas ao me redor me dizerem para não me preocupar com isso e aquilo, eu precisava mais do que ninguém me preocupar com o que aconteceria tanto comigo quanto com os herdeiros do conglomerado chinês. De alguma forma, o dinheiro controlava as pessoas, cegando-as além do limite, e nisso eu me envolvia vagarosamente de mãos atadas a essa maldição.

— Lembra-se desse carinha? — Gahyeon abriu suas mãos delicadamente revelando uma plumagem castanha em suas palmas, e logo reconhi o formato do que minha irmã segurava.

— Você o salvou. — sorri me aproximando da pequena ave, que agora não era mais filhote como quando eu havia a encontrado, mesmo que seu tamanho continuasse sendo minúsculo.

— É o meu trabalho. — Gahyeon sorriu orgulhosa de si. Ignorei sua postura confiante me concentrando nas penas delicadas do passarinho em minhas mãos.

Gahyeon apesar de trabalhar para nossos pais tinha permissão de manter sua clínica veterinária aberta, e com isso costumava atender e resgatar gratuitamente milhares de animais indefesos e sem assistência. Tudo isso claramente me deixava morrendo de orgulho por ter alguém que exalava sensatez em minha família. Aliás, minha única família. Eu  não me importava de sermos só nós duas, contanto que estivessemos no mesmo patamar, estariamos bem.

— Está na hora. — Gahyeon anunciou indicando o bichinho que se remexia sobre meus dedos. Concordei com a cabeça aproveitando a leve brisa que levava meus fios soltos para trás, admirando a coloração castanha do pequenino brilhar com a iluminação lunar.

Encarei o céu estrelado por alguns segundos aproveitando o clima confortável o suficiente para concluir o processo de libertação de uma pequena alma. Aos poucos minhas mãos se abriam, revelando as asas abertas que não tardaram a bater rumo à liberdade. Assim como sua ida, algumas memórias irradiavam em minha mente desde o dia em que o encontrei machucado no chão, mesmo fazendo parte de uma pequena parte da minha vida, havia sido especial e isso aquecia meu coração.

Sentia-me satisfeita por ve-lo bem e livre, no lugar em que deveria estar, não necessariamente com sua família, mas em algum lugar melhor longe de todos aqueles que podem o fazer mal.

— Faça um pedido, Bo-na. — minha irmã se pronunciou apontando para algum ponto específico no céu. Como quando eramos crianças, faziamos pedidos para nossas estrelas favoritas, esperando que um dia eles possam ser atendidos.

Encarei por alguns segundos o cenário até captar a estrela referida, que com sua essência refletia seu brilho por toda a escuridão ao seu redor.

A estrela mais brilhante no céu, naquele curto momento recebia um pedido.

— Eu acho que sei o que fazer.

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