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3. Falling for a strange

— Ya! Você!

Quando pensei estar ouvindo vozes de outras dimensões, cheguei a mais concreta conclusão de que nada mais era que um estranho gritando comigo enquanto me segurava pela manga de meu moletom.

— Não! O que você está fazendo? — me debati tentando fazê-lo me soltar, mas quanto mais tentava, mais seus dedos tendiam a não desgrudar de mim.

Eu não queria ser salva por ninguém, não agora.

— Não ouse me soltar. — o estranho grunhiu, visivelmente esforçando-se ao máximo para equilibrar seu corpo na barra de proteção enquanto me segurava dependurada.

Por instinto, olhei para baixo, para então notar a complexidade de meus problemas; fechei os olhos com força, evitando ser assolada por pensamentos negativos, ainda que não estivesse em minha melhor situação. O que deveria ser apenas uma queda passou a ser um penhasco doloroso, e se continuássemos assim por mais tempo esse pequeno acidente poderia nunca possuir um encerramento adequado.

— Não, você também vai cair. — gritei tentando convencê-lo a não se pôr em risco por minha causa. Já tinha pecados demais a pagar e não queria mais um por ter feito um inocente morrer comigo.

— Eu não vou deixar você cair! — gritou de volta, parecendo estar lutando contra si mesmo ao tentar a qualquer custo salvar uma estranha que não fazia tanta questão assim de ser salva.

— Por favor, chega! — gritei novamente contra a brisa gélida, sentindo minha garganta arder em exaustão. Nesse tempo, seus esforços resultaram em sua mão direita conseguir agarrar mais firmemente meu pulso, forçando-me a querer chorar, e não somente pela dor física que sentia.

— Consegui.

— Argh. — alguns segundos depois estávamos rolando do outro lado da grade, pelo acostamento da ponte.

— Por que fez aquilo? Não tem medo de morrer? — gritei de peito aberto assim que tomei consciência de que não estávamos mais em risco.

— O que? Qual o seu problema? — o estranho resmungou frustrado, correndo seus dedos entre seus fios suados.

— Por que me salvou?! — reclamei completamente angustiada por sua decisão impulsiva de mais cedo, sentindo-me aos poucos culpada por deixá-lo naquela situação.

— Não queria que morresse sozinha.— murmurando enquanto seus olhos escuros encontraram os meus, gradativamente sentia sensações nostálgicas que não era capaz de entender o motivo.

— Que diferença isso faz? Você é maluco. — espalmei minhas mãos em seu peitoral impedindo que se levantasse, fazendo-o voltar ao chão.

— Bastante.  — resmungou tentando novamente se levantar, segurando-se dessa vez em meus pulsos.

— Oh, perdoe-me, acho que não percebi sua natureza de príncipe encantado. — utilizando-me da ironia, consegui apenas arrancar risadas abafadas de sua parte; continuava, nesse momento, sem tirar minhas mãos que empurravam seu tórax, apesar de estar se levantando contra mim do mesmo jeito, ignorando meus esforços.

— Você é engraçada, mas completamente destrambelhada. — o estranho voltou a franzir suas sobrancelhas com a expressão séria de quem não suportaria mais discutir com alguém que acabou de conhecer; reagi com uma careta descontente. Sua respiração se misturava a minha, ambas pesadas, enquanto seus olhos se estreitavam em direção aos meus, determinado a sustentar nosso contato. Aquela sensação indefinida continuava a me importunar.

— Ya, seu-

Antes que pudesse complementar a discussão com mais xingamentos minha boca estava paralisada pelo repentino contato superficial contra sua boca, suavemente úmida. Sem nos movermos nenhum centímetro permanecemos assim por alguns segundos, e, sem nos darmos conta nossos olhos se abriam sem percebemos em qual momento tinhamos os fechados. Foi quando uma corrente de ar nos atingiu, acompanhada por pequenas gotículas de água, forçando-me a tomar impulso para nos afastarmos. Só não contava que aquela perda de contato fosse deixar uma sensação de vazio entre nós.

— Ya! Seu pervertido! — gritei tapando minha boca em choque, encarando qualquer coisa que pudesse minimizar a vergonha que sentia.

— Por nada. — sorriu confiante, sem desviar seu olhar de mim, deixando uma aura excêntrica tomar conta de sua silhueta.

— Quem você pensa que é para-

— O cara no qual você está sentada no colo dele a um bom tempo. — quando seu sorrisinho emanando malícia estampou sua face, iluminada pelos postes dispostos em nosso ao redor, tomei a plena consciência de que não estávamos em uma posição agradávelmente aceita em público.

— Não encoste em mim. — murmurei ao levantar, completamente constrangida quanto as minhas ações.

— Não se preocupe, não contarei para ninguém. — após se levantar com um capuz cobrindo seus fios escuros nos encaramos por mais alguns segundo antes dele se virar para a direção oposta e continuar a percorrer o caminho pelo qual deveria estar indo antes de me encontrar.

Passei o dorso de minha mão na boca, respirando fundo ainda processando aquele dia nada espetacular. E nesse específico momento, um novo destino era traçado em minha constelação, novamente sem minha permissão.

Então era esse o caminho que deveria seguir?

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