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29. Turn off the lights

— O que aconteceu com sua mão? — Xiaojun perguntou analisando minha mão, que ainda estava enfaixada por conta do corte, sobre a sua.

— Longa história. — revirei os olhos me arrependendo por ter lembrado dos últimos acontecimentos na casa dos meus pais e o quanto isso poderia me afetar daqui para frente.

— Hm, sempre se machuca quando não estou por perto. — sorriu deixando pequenos beijinhos em meus dedos, descansando minhas mãos no colchão em que estávamos sentados, parando para encarar minhas ações tímidas sobre seu olhar.

— Eu vou sobreviver, ok? — ri abafado virando seu rosto para o lado simulando uma ligeria agressão em câmera lenta. 

— HA, diz isso pras quinhentas vezes que quase morri-

— Ya, já passou da hora de ir dormir não? — resmunguei jogando a almofada que estava em meu colo em direção ao seu rosto.

— Não pode me agredir assim, senhorita. —resmungou pegando a almofada lentamente enquanto me encarava maliciosamente. Sorri nervosa deixando que meu corpo fosse para trás conforme o seu avançava sobre o meu.

— Desculpe, eu me arrependo, ok? — murmurei fechando os olhos quando seu corpo me fez deitar retilínea em cima dos lençóis brancos.

— Ei, não precisa ter medo de mim, eu não vou fazer nada que possa-

— BOBALHÃO! — gritei pulando em seu pescoço, pegando-o de surpresa ao inverter nossas posições. 

— Ya, não pode me enganar assim, eu tenho uma reputação a zelar. — resmungou virando seu rosto evitando encarar o meu. Ri com nossas ações infantis quando comecei a percorrer meus dedos por seu pescoço iniciando uma série de cosquinhas.

— Quem vai salvar quem aqui agora, hm? — indaguei ainda sobre sua cintura tentando desviar de suas mãos e continuar minha pequena tortura.

— Tem que se salvar primeiro, não acha? — questionou sério ao levantar seu tronco agarrando meus pulsos e me impedindo de continuar com a travessura. 

— Xiao...— sussurrei fitando suas orbes escuras, sem me importar de que estávamos no meio da madrugada brincando em minha cama como duas crianças fazendo alvoroço.

— Espero que confie em mim tanto quanto eu confio em você. — Xiaojun murmurou envolvendo minha cintura com seus braços cobertos pelo moletom, enterrando seu rosto na curvatura de meu pescoço, não me deixando outra opção a não ser retribuir o inocente abraço.

— Pior que eu confio. — disse em seu ouvido, sentindo seu peito mexer com sua risada.

— Pior? Sabe o que é pior de verdade? — questionou agora com seu rosto rente ao meu.

— Não? — sorri envergonhada admirando seu maxilar marcado sobre minhas mãos.

— Estarmos do mesmo jeito que estávamos quando nos conhecemos. — falou com um pequeno sorrisinho malandro desenhado em sua boca. 

— Mas agora é diferente. — revirei os olhos recordando-me dos nossos primeiros contatos devidamente constrangedores para simples desconhecidos.

— Uhum. Agora estamos em um lugar apropriado. — riu apoiando sua testa em meu ombro enquanto ainda segurava minha cintura coberta apenas por uma fina camiseta. 

— Apropriado? — ergui uma sobrancelha sorrindo com nosso contato. Eu nem mesmo o conhecia a tanto tempo e já me sentia segura o suficiente para não me sentir desconfortável com o toque de outra pessoa em meu corpo. 

— Bo-na, não sei se é cedo para falar isso, mas...

— Xiao- 

— Eu tô com tanta fome. — sorriu amarelo, fechando seus olhos em dois risquinhos delineados conforme ria de minha expressão confusa.

— Vamos pedir comida? — questionei apoiando minhas mão espalmadas em seu ombro, evitando remexer sobre seu colo, já que estávamos praticamente estáticos de uma forma engraçada no meio do colchão.

— Ah, não é bem isso que eu quero. — sorriu perversamente adentrando suas mãos quentes por baixo de minha blusa, deixando que frequentes ondas de arrepios circulassem por mim alertando sobre o contato que mesmo mínimo era o suficiente para me agradar.



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