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5. "Eu avisei"

Quando acordo, estranho estar completamente nu debaixo das cobertas, já que sempre durmo de pijama. Isso até me lembrar do motivo. Rapidamente desperto e vejo Alice ao meu lado, dormindo. Nua. Óbvio. E tão bonita quanto acordada, tão bonita quanto vestida. Fico com vontade de mexer nos seus cabelos, mas não sei se devo. Tenho medo de acordar ela. Tenho receio de ser estranho, apesar de termos feito coisa pior.

Relembro os momentos que tivemos antes de dormirmos. Ponho as mãos na frente do rosto de vergonha. Respiro fundo. Sem surtar com ela aqui. Vou acabar a acordando.

Me encolho no meu lado da cama, me sentindo estranho por encostar nela estando sem roupas, mesmo depois de tudo e mesmo que seja apenas nossas pernas. Estamos ambos desnudos e é tamanha intimidade que me ainda me deixa bastante sem graça. Mas é impossível me afastar muito. Estamos em uma cama de solteiro, afinal.

Quase tenho um treco quando ela se mexe e parece começar a acordar. Alice remexe o corpo ao meu lado e aperta os olhos antes de abri-los. Puxo minha parte do cobertor pra frente do meu peito, quase escondendo o rosto também. Ela logo me vê e sorri.

- Hm...oi. - Ela diz, se espreguiçando.

- Ah...o-oi... - Respondo, com vergonha suficiente pra fritar ovo na minha cara.

- Que horas são? - Ela pergunta, coçando seus olhos.

- Eh...ah, deixa eu ver... - Ergo o corpo minimamente pra avistar o relógio digital. Me assusto com as horas. - São 18:40!!

- Hm...okay. Tá cedo ainda então. - Ela diz, puxando o cobertor e se cobrindo mais. Olho pra ela, surpreso.

- Está?? Está quase na hora da janta. Dormimos todo esse tempo? - Digo e Alice ri.

- Sexo cansa, Jimin. Não estou surpresa. Eu ainda acordei e dormi várias vezes. O que não é surpreende. Mas você deve ter se cansado bastante. - Ela diz com cara de quem estava me zoando.

- O que você quer dizer com isso?? - Pergunto, meio ofendido.

- Nada, nada. - Franzo as sobrancelhas. - Só que você dorme com vontade e fica adorável dormindo. - E então minha expressão facial derrete novamente.

- Não fico não...eu durmo de forma normal. - Digo, escondendo o rosto atrás do cobertor.

- Hm...se está dizendo... - Ela se aproxima de mim debaixo da coberta e eu me empurro pra trás na direção da parede em defesa.

- Alice???

- Quero ficar assim mais uns minutos antes de levantar. Não quero ir pra casa ainda...por favor. - Então ela me abraça e esconde o rosto na curva do meu pescoço.

- Ah...tudo bem, então... - Respondo, hesitante e constrangido. Demora um pouco, mas deixo pra lá e a abraço. Pra algum lugar essas mãos tem que ir.

Ficamos assim alguns segundos, e sinto a estranheza de ter um corpo nu e quente contra o meu. Não é exatamente ruim, apenas muito novo pra me sentir completamente confortável. Mas algo sobre estar abraçando ela e sentir sua respiração na minha pele me deixa muito feliz. E restaura o conforto que a nudez me tira.

- Você é tão cheiroso...e quentinho. E seu coração...tem um batimento gostoso de ouvir. - Alice fala baixinho palavras que me lisonjeiam mais do que imaginei que poderiam.

- ...obrigada. Você também é quentinha...e fofa. - Respondo.

- Fofa?

- Sim. Eu não...não achei que teria esses gestos de carinho estamos sem roupa nunca na minha vida. Tem algo sobre isso que parece mais íntimo do que...o próprio sexo. Parece tão...honesto. - Explico.

- Eu acho que...demonstrar como você se sente é sempre difícil. Mesmo que você queira e seja honesto sobre como você se sente, às vezes as pessoas não te passam segurança pra ser assim. Ou você mesmo não se sente confiante pra isso. - Alice diz.

- Eu definitivamente entendo a questão da falta de confiança. - Falo, um tanto triste.

- E eu entendo a questão de não sentir segurança nas pessoas. Mas você me pareceu uma pessoa calma e tranquila desde que cheguei. Gosto disso. Me deixa confortável. - E ouvir isso, especialmente dela, aquece meu coração de forma que aperto mais seu corpo contra mim, deixando um sorriso de satisfação escapar, aproveitando que ela não pode ver também.

Apesar de poder sentir o abraço forte...mas tudo bem. Pior seria se ela visse minha cara de bobo.

Um curto período de tempo se passa, e cada um de nós usa o banheiro do meu quarto pra se vestir. Aliás, eu uso, já que Alice faz questão de me zoar dizendo que isso não é necessário depois daquilo. E por isso, ela se veste na minha frente, enquanto eu cobria meus olhos. E eu fui pro banheiro enrolado no cobertor. Alice riu muito. Eu acabei rindo um pouco também.

- Acabamos não fazendo muito progresso com o projeto da escola. - Digo enquanto olho pra mesa de estudos.

- É, mas não se preocupe. Ainda temos muito tempo e ao menos tivemos alguma ideia de por onde começar. Não estamos mal. - Ela diz. E até que não está errada. Começamos bem, sim.

Acho que vale a tarde que eu tive...mas minha ficha não ter caído ainda.

Ouço alguém batendo na porta. Vou até ela e a abro. Do outro lado da porta, Jihyun me olhava com sua cara séria e chata de sempre. Sua expressão de conforto.

- Mamãe fez um lanche pra todos. Disse pra descer e comer. - Ele aponta seu dedo pra dentro do quarto, indicando Alice, que nos observava sentada na cama. - E disse pra levar ela também.

- Ah...mesmo? Tudo bem. Já vamos descer. - Sorrio e estava prestes a fechar a porta quando Jihyun se aproximou e disse uma única coisa. - Eu te avisei.

E sai segurando a risada.
Maldito pirralho.

Suspiro e entro novamente. Alice estava de pé, pegando suas coisas.

- Você quer lanchar? Nos chamaram. - Pergunto.

- Não precisam se incomodar. Eu posso ir. Já ocupei muito seu tempo e me aproveitei da sua hospitalidade. - Ela diz, mal parecendo a mesma pessoa de antes.

Comportamento típico de todas as visitas no geral, mais ainda de pessoas com autoestima baixa como eu. E por isso ninguém que fala coisas como "Não precisam se incomodar" saem daqui fácil assim.

- Lancha comigo, por favor. - Tento imitar a forma com a qual pedi que ela ficasse mais cedo. Quando falava com o namorado no telefone. Ela me olha e sorri, como quem entende o que eu estava fazendo. Mas parece ceder da mesma forma.

- Hm...se faz tanta questão assim. Tudo bem. Então vamos. - Ela se aproxima da porta, onde eu estava.

Nós dois descemos e vamos até a sala de jantar. Todos já estavam na mesa comendo. Ao nos ver, meus pais, especialmente minha mãe, abrem um sorriso. Sorrio de volta de forma nervosa.

Por favor, por favor. Não falem nada. Não falem.

- Olha só! Eles apareceram! - Meu pai diz.

- É...aparecemos... - Respondo, rindo e nervoso.

- Então essa é tão falada Alice, não é? Ouvimos muito seu nome por bastante tempo.

Merda.

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