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Tertius

ATENÇÃO: NO CAPÍTULO TERÁ UMA MENÇÃO AO 3STUPR0, SE VOCÊ FOR SENSÍVEL A ESSE TIPO DE CONTEÚDO, PULE OS TRÊS PARÁGRAFOS QUE MENCIONAM. AQUI TUDO SE TRATA DE FICÇÃO, AÇÕES COMO ESSA SÃO REPUDIADAS POR MIM E NÃO TEM INTUITO DE GATILHAR NINGUÉM, APENAS FAZEM PARTE DA TRAMA. ISSO É UM ASSUNTO SÉRIO, CASO TENHA O DESPRAZER DE PRESENCIAR OU SER VÍTIMA DISQUE 180 OU 190 E CLAME POR AJUDA.

enfim, boa leitura :)

P.S.: capítulo não betado, desculpe qualquer erro.

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Os raios escaldantes do sol tocavam tenuamente a pele suada de Hoseok, que estava fazendo sua caminhada diária no parque arborizado da cidade. Uma música animada tocava nos seus fones de ouvido, o ajudando a manter o ritmo naquela pequena corrida. O cronômetro apitou depois de uma hora e meia que começou a contagem, e Jung pode, finalmente, parar e respirar fundo, andando em direção ao moço que vendia água, comprando uma, visto que havia esquecido a sua garrafa em casa naquele dia. Tomou o líquido gelado rapidamente, sentindo-o descer pela sua garganta em uma refrescância sem igual para aquele momento. Ainda um pouco ofegante, agradeceu ao senhorzinho e foi procurar um lugar para sentar e descansar, antes de ir para casa, pois o caminho era relativamente longo.

O parque aquele dia estava estranhamente cheio, algo um tanto incomum para um dia de semana, então foi um pouco difícil encontrar um banco vago. Descartou a hipótese de sentar na grama sem uma toalha, pelo fato de sua pele começar a se irritar pelo atrito do mato. Depois de uns cinco minutos procurando, finalmente encontrou um banco vazio, todavia, esse era um pouco mais afastado dos outros e do “centro” do parque, próximo a mata densa que tinha ali, se assemelhando a uma floresta, todavia, não grande o bastante para ser considerada uma.

Sentou, inspirou e expirou devagar, sentindo a energia ao seu redor. Hoseok tinha um grau de mediunidade um pouco mais elevado, nada extraordinário, apenas conseguia intuir a energia do local, e estranhou um pouco o fato de perceber o ar estar mais pesado que o resto do lugar. Não tinha ido aquela parte do parque anteriormente, mas, sem dúvida, tinha o ambiente opressivo, carregado, chegando a dar calafrios inusitados. Jung decidiu não passar mais do tempo necessário ali, ou seja, até conseguir um pouco de energia para voltar para casa. Estava tenso, porém não deixava transparecer, contou exatos seis minutos e achou que era o suficiente, estava ficando incomodado demais.

Levantou-se e antes de dar algum passo, escutou sons de galhos se quebrando, como se alguém pisasse neles. Parou instantaneamente, não ousou mexer um músculo, o ar que antes estava pesado, agora se tornou sombrio. Engoliu seco, tomou coragem e virou tremendo em direção ao som, encontrando algo peculiar demais para ser considerado comum. Um par de luzes vermelhas como sangue, que brilhavam feito brasa de uma fogueira, o impulsionaram a entrar na mata.

Não sabia o que estava acontecendo, estava com medo, ainda continuava tenso e sentia a atmosfera ficar cada vez mais macabra, contudo, seguia em direção às luzes estranhas, como se fosse colocado em um tipo de transe consciente. Sabia que não deveria entrar, todavia, era como se seu corpo respondesse no automático. Adentrou a “floresta” com passos incertos, temendo pela sua vida, já que não sabia do que se tratava tudo isso, as luzes ora intensificaram, ora enfraqueciam, mas ainda estavam no mesmo local.

Hoseok nunca foi de se aventurar e nem sabia o por que de estar fazendo aquilo. Uma brisa fria alcançou o Jung, fazendo seus cabelos balançarem e os pelos de seu corpo arrepiarem, estava próximo do escarlate luminoso.

— Ei! O que está fazendo aí, cara? Sabia que é proibido entrar aqui? — Uma voz surgiu como um estalo na sua mente, fechou os olhos e quando abriu novamente, não havia mais luz nenhuma ali e até o ar estava mais leve.

— E-eu… — Não consegue formular frase alguma.

— Vamos, garoto, melhor sair antes que um guarda venha lhe buscar. — Hoseok se virou, e viu que tinha um homem de mais ou menos 60 anos. Ele saiu da mata, bastante confuso do que vivenciou, agradeceu ao senhor que lhe chamara antes de ter algum problema, porém, o homem se aproximou um mais pouco dele — Não conte o que aconteceu aqui para ninguém. — e saiu.

O que diabos havia acabado de acontecer ali?


— Por hoje é só, pessoal, podem ir para casa. — finalizou a última aula, e se despediu de seus alunos. Catou sua garrafinha de água, e deu alguns goles generosos, enquanto ficava em um canto aleatório da sala através do espelho. Jung era professor de dança de uma academia da cidade e tinha aulas todas às terças, quintas e sextas, com quatro turmas em cada dia. Os dois dias restantes, trabalhava em uma escola de artes, ainda com crianças. Visualizou pelo reflexo, seu colega de trabalho e amigo, adentrar a sala.

— Você estava no mundo da lua hoje, Jung. — Hyun lhe disse, aproximando-se do mesmo.

— Você apareceu aqui? — questionou, confuso, pois em momento algum lembrou de ter visto Hyun na sala de dança.

— Viu? Está tão avoado que nem se lembra, eu acenei para você e até retribuiu. — Hope se xingou mentalmente, o ocorrido do dia anterior — segunda feira — tinha o deixado totalmente inerte as coisas em sua volta. — Cara, aconteceu alguma coisa? — perguntou, preocupado com o amigo.

— É… — ia comentar, mas lembrou-se do que o velho tinha lhe dito ao sair do bosque. "Não conte o que aconteceu aqui para ninguém". Estranho muito, mas, por preocupação, resolveu não dizer nada, sabe se lá o que aconteceria se ousasse dizer algo. — Não foi nada, apenas… tive uma noite de sono ruim. Insônia, sabe como é, né?

— Hoseok, você sabe que mente muito mal, não é? — Hyun disse. — Mas já que diz que foi insônia, vou "acreditar". Saiba que qualquer coisa, é só me avisar, certo? — Hope assentiu. — Então, vou indo nessa, tenho que encontrar a minha noiva daqui a pouco, fica bem, bro — deu dois tapinhas no ombro do mesmo e partiu.

Voltou-se seu reflexo no espelho, fechou os olhos e respirou fundo. Mentalizou coisas boas para tentar esquecer o ocorrido. Teria que ignorar todos os pensamentos que voltava àquelas luzes vermelhas esquisitas, por bem ou por mal. Não deixaria aquilo atrapalhar seu trabalho, muito menos sua vida.

— Quem nunca passou por uma experiência sobrenatural na vida? — murmurou a si mesmo, tentando manter positividade. Seu apelido não era Jhope por acaso, sempre tentava ver o lado positivo das coisas e manter a esperança. — Vou fazer jus ao meu apelido. — determinado, terminou de arrumar a sala, pegou suas coisas, desligou a luz e trancou a porta.

Despediu-se de alguns funcionários e clientes que ainda treinavam ali, bateu o ponto, e encaminhou-se em direção a saída. No lado de fora, arrumou um pouco a mochila nos ombros enquanto caminhava para o estacionamento, destravou o carro, jogou sua mochila no banco do lado, pôs a chave na ignição, dando, finalmente, partida.

O trânsito, para sua felicidade, estava bem vago, o silêncio do carro o incomodou, então, tratou de ligar o rádio em uma estação qualquer, caindo na DMix, apresentada por um locutor bem entusiasmado, pelo visto. Dirigia normalmente e seus pensamentos pousaram no parque no dia de ontem, novamente. Porém, desta vez apertou o volante, começava a ficar aborrecido de tanto que pensava naquilo.

— Hoseok, trate de esquecer isso! — prontificou em voz alta para si mesmo. Deu por vista que estava perto de casa, quando dobrou a esquina que ficava sua moradia, abriu o portão da garagem pelo controle remoto, adentrando com o carro em seguida. Saiu do veículo, verificou se o portão estava fechado direito e entrou em casa.

Deixando seus sapatos na porta, levantou os braços, se espreguiçando e decidiu ir direto ao banho, antes de jantar. No banheiro, girou o registro, tendo a água morna tocando seus músculos, relaxou e ficou ali por alguns minutos, não muitos, mas o suficiente para limpar-se e aproveitar da sensação gostosa da água chocando com sua pele. Saiu, vestiu uma camiseta e uma calça moletom, confortável o suficiente para ficar em casa. Rumou para a cozinha e soltou um suspiro derrotado ao lembrar que não tinha feito as compras ainda.

"Deveria ter feito na segunda, mas acabei não lembrando…"

Não estava com vontade de comer algo de delivery, queria algo barato e que o satisfaria por hoje, ou seja, lamen. Sem muita opção, apenas buscou um casaco e calçou um par de chinelos, indo em direção ao mercado que tinha perto de sua casa.

Pegou uma cestinha, visto que compraria mais algumas coisas para o resto da semana, e no sábado, faria a feira do mês. Pegou uns pacotes lamen, alguns molhos, salgadinhos, salsichas, alguns sucos de caixinha e para finalizar, uma barrinha de chocolate. Soltou um riso ladino, deduzindo que sua mãe lhe mataria se visse como ele anda se alimentando. Ela não precisa saber, certo? Pagou suas compras e deixou o estabelecimento.

Caminhava calmamente pela calçada, observando todo o movimento ao seu redor. O clima estava frio, mas um frio ameno, como se tivesse acabado de chover. As ruas estavam calmas, silenciosas, de vez em quando passava um carro ou outro, e a luz fraca de alguns postes deixava uma sensação aconchegante no ambiente. Tudo ia normal, como deveria ser.

Ao passar na frente de um beco sem saída, escutou algo estranho como se fossem gritos contidos ou abafados por algo. Deu dois passos para trás, tentando ver algo, não conseguiu êxito, então, por mais perigoso que fosse, ignorando todos os alertas de sua mente, adentrou o local, segurando as sacolas com firmeza, sendo cauteloso em cada passo dado. Os gritos continuavam, pareciam cada vez mais suplicantes por socorro, eram gritos femininos, o que lhe fez ter mais aperto no coração. A iluminação de um prédio que ficava atrás do beco fazia com que começasse a se situar de onde estava e o que era aquilo, a luz era quase nula, mas conseguia distinguir as coisas. Aproximou-se e se deparou com um cara, de calças meio arreadas, imprensando uma mulher na parede enquanto tapava sua boca, suas mãos estavam amarradas e ela parecia chorar muito.

Não bastou nem mais um minuto para Hoseok ter ciência do que estava acontecendo. Aquilo era, infelizmente, um estupro.

O cara — extremamente alto — fazia movimentos para baixo e para cima, penetrando a mulher, o que floriu imediatamente sentimentos de nojo, repulsa e todas as sensações mais repugnantes possíveis em Jhope. Soltou as sacolas no chão e correu em direção a cena, mas antes que pudesse alcançar, a vítima urrou de dor e começou a cair nos braços daquele homem, que simplesmente a largou e subiu suas calças.

— Ei, você! Seu filho da puta! — Jung quis avançar para poder capturar o agressor, mas paralisou no lugar por uma força maior, não conseguia mexer um músculo sequer, arregalou os olhos ao sentir o ar pesar como mágica, mal conseguia respirar. — O que é isso…

— Isso é o que acontece em ser curioso demais e se meter onde ainda não é chamado. — O homem começou a se virar, e ao pouco que ia aparecendo, mais medo Hoseok ficava. Sua pele era assustadoramente pálida, seu cabelos eram grande o suficiente para cobrir seus olhos, as mãos estavam cobertas de sangue e ele possuía uma faca, também ensanguentada, na destra. Hope olhou para trás, e visualizou a figura feminina caida no chão, nua da cintura para baixo e suas veste manchadas pelo líquido escarlate. Morta.

O sujeito deu um sorriso sádico com dentes apodrecidos ao ver o pânico visível na face do Jung, levantou a cabeça completamente, e mirou o outro engolir seco ao perceber a coloração de suas orbes: totalmente negras, macabras e sinistras.

— Ora, ora, está com medo, criança? — gargalhou alto, Hoseok sentiu sua espinha gelar. — Não deveria apressar as coisas e nem deveria temer, coisas piores irão acontecer com você. — em um piscar de olhos, o homem — ou seja lá o que seria isso — apareceu atrás de si, rente ao seu ouvido, o ouviu sussurrar: — É apenas questão de tempo, meu cama-

A criatura parou de falar abruptamente, Hoseok sentiu algo deslizando por seu colo, percorrendo seu tronco, conseguiu olhar de soslaio e percebeu que o cara estava com o queixo apoiado no seu ombro e sua boca jorrava um líquido viscoso, gelado, de cor absurdamente escura e muito fedido. O que quer que seja que o segurava, o libertou e ele pode virar para o cara, que se encontrava com seu pescoço quebrado e exposto no chão. Olhou para trás e viu o mesmo senhor do parque, segurando um armamento que nunca tinha visto na vida.

— Venha comigo.

— M-mas e a moça? — olhou para trás e espantou-se ao não ver mais nada.

— Era apenas uma armadilha feita por ele para te atrair, ande, venha comigo logo. — mesmo com muito medo, pegou as sacolas do chão e fez o que lhe pediu.


— Sente-se. — ambos estavam na casa do senhor, na sala de estar. Hoseok não fazia ideia o que estava fazendo ali, tentava a todo momento acalmar sua respiração, e seu modo alerta continuava ligado. Por mais que tenha acompanhado o senhor desconhecido, não deixava se relaxar em momento algum. — Não vou lhe oferecer nada porque sei que não irá aceitar, então vou direto ao ponto…

— Que ponto? — verbalizou pela segunda vez desde o ocorrido.

— O ponto em que tudo está cada vez mais próximo. — sentou ao lado de Jung — Eu nem deveria estar te contando isso, mas aquilo que você presenciou vai se tornar mais frequente, muito mais frequente e não vai parar até você ir a um lugar…

— Que lugar?

— Lembra daqueles pontos vermelhos flutuantes? — desconversou, vendo o outro assentir — Eram Cornelii bestias, ou Bestas de Cornellis, basicamente, criaturas que foram invocada naquele lugar para sugar a energia vital das presas. Sua principal característica é a camuflagem, seu corpo some praticamente, restando apenas um de seus olhos. Vermelhos, vibrantes e hipnotizantes. Naquele lugar havia quatro deles e se não fosse por mim, você estaria morto. Não só naquela hora, como hoje também. Você tem uma sensibilidade e sua curiosidade está te colocando em perigo antes da hora, então tente se conter.

— Antes da hora? Me explique isso! O que está acontecendo!? O que era aquele cara? O que você fazia ali!? Isso está me deixando maluco!  — acabou se exaltando, levantando-se e indo de um lado para o outro enquanto lançava as perguntas.

— Não posso responder agora, logo você terá suas respostas. — foi guiando Hoseok até a saída, que estava tão pasmo que nem se importou. — Até mais, meu jovem, te vejo em Setealem. — e bateu a porta na cara de Jung.

Naquela noite não pregou os olhos, ficava rondando sua casa como barata tonta, nervoso demais pelos acontecimentos.

O que diabos estava para acontecer?

Lembrou do nome estranho que o velho disse, correu até seu telefone e abriu o navegador, digitando o nome, mas a guia não carregava de jeito nenhum, dava erro de rede, não encontrava resultados, até mesmo o antivírus foi ativado. Derrotado, frustrado e assustado, jogou o celular do seu lado, dando um pulo ao ouvir o som de notificação de mensagem. Viu que não tinha sido no aplicativo que sempre usava, então, abriu o outro que só servia para as operadoras mandarem suas promoções. Ali estava uma mensagem que não havia número algum, apenas símbolos diversos no lugar dele, com a mão tremendo e em um surto de coragem, abriu a mensagem que estava toda embaralhada em números e letras, jogou na rede e um decodificador traduziu a mensagem:

“Não vai encontrar resultado algum, não adianta pesquisar. As respostas estarão te aguardando ansiosamente, querida esperança.”

﹋﹋﹋﹋﹋﹋﹋

não vou falar nada hihi, apenas se protejam, fiquem em casa e usem máscara! amo vcs 💜

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