Incipt Prologus
Olá, como vão? Trazendo mais uma história, dessa vez, de terror (gênero q eu n sou mt boa de escrita, mas espero que agradem vcs).
Espero muito, muito, muito que gostem e não deixem de votar e comentar, caso vcs tenham curtido. É importante para um autor saber se sua obra está sendo aproveitada ou não :')
─✧ informes '-
• Trata-se de uma fanfic com o BTS e uma integrante do BlackPink
• Gêneros terror e suspense
• Também postada no spirit no perfil @pocxyo (e somente nestas plataformas)
• cover belíssimo feito pela @nightsflower
Enfim, fiquem com o prólogo.
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Acordou com um peso na cabeça e dores no corpo ― parecia que tinham jogado uma pedra em cima de si. As mãos estavam doendo mais que o normal; estranhou, mas ponderou ter adormecido sobre as elas. Era o que queria acreditar. Abriu vagarosamente os olhos na intenção de visualizar o seu quarto iluminado pela luz da manhã.
Não foi bem isso que encontrou.
O lugar que se encontrava agora não era nem um pouco parecido ao que outrora se aconchegou para descansar. Percebeu se assemelhar bastante a uma sala, mais precisamente a sala de estar da casa da sua avó, local onde viveu sua infância toda. Mas tudo estava sombrio, medonho e escuro.
As condições físicas do lugar continuavam como se lembrava. Todos os móveis, livros e quadros iguais aos que sua querida avó tinha. Porém, o lugar ao invés de ter cheiro de flores do campo, com a luz do sol atravessando as janelas abertas juntamente com a leve brisa de verão, estava mergulhado no breu, frio como o inverno. O mal cheiro de carne podre se apoderava do local, quase a sufocar qualquer pessoa que ficasse ali por mais de uma hora. No chão havia marcas de sangue e fezes de sabe-se lá o quê.
Observou atentamente cada parte de onde estava, contudo parou instantaneamente ao olhar em um canto específico. Viu uma figura horrenda, morta, com olhos negros e profundos e de pele pálida, de aparência infantil que parecia-se consigo quando era apenas uma criança inocente.
Ela levantou seu olhar e sorriu macabra.
Desesperou-se. Depois de dar-se conta de que nada daquilo era exatamente um sonho, ou melhor, pesadelo, pensou em correr, mas assim que tentou, observou seus braços e pernas amarrados a uma cadeira, com uma corda que parecia estar banhada de urtiga pela irritação da sua pele.
Olhou novamente para a frente. A criança estava mais próxima; continuava sorrindo com seus dentes apodrecidos e segurava, agora, um coelho de pelúcia que lhe parecia o único objeto em bom estado naquele lugar.
Medo. O único sentimento que tudo isso lhe trazia. Queria apenas acordar e ver que estava em sua cama, entre os lençóis recém lavados, e suspirar de puro alívio ao lembrar que o que tivera presenciado era apenas uma manipulação da sua mente traiçoeira.
Queria, mas não podia.
Se deu conta que o ser não estava mais onde viu a alguns minutos atrás quando sentiu uma respiração serena no seu ouvido, fazendo todos os seus pelos ficarem eriçados de pavor. Uma risadinha sarcástica soprou, seguida de um sussurro assombroso:
— Você não deveria estar aqui.
E após isso, tudo o que ouviu foi um grito que deve ter rompido seus tímpanos, e acabou desmaiando.
✟
Estava na recepção em busca de me entreter com alguma coisa, já que tinha me cansado de olhar para as paredes brancas do meu quarto sem graça.
Mas o que tinha graça na minha vida mesmo? Nada, obviamente. Qual a graça em ter que ser medicado todos dias, ser taxado de louco, e quando elas me visitam e ficam falando coisas assustadoras no meu ouvido, me fazem usar uma camisa de força. Eu apenas tento seguir a vida com todas peculiaridades nela presentes, porque eu sei bem que nada irá afastar isso de mim...
A menos que o dia chegue.
Enquanto vejo uma revista qualquer que estava jogada no sofá, escuto gritos histéricos vindos da porta, me fazendo desviar a atenção dos textos sem sentido para onde vinha o barulho.
Era uma moça que havia acabado de chegar, e provavelmente pelo estado, era mais uma paciente. E para variar, se recusava a entrar aqui. Não a julgo, já estive na mesma situação — talvez a minha versão tenha sido até pior.
— Me soltem, eu imploro! Eles vão me pegar desprevenida, eu não quero ir para lá! — gritava. — Eles falaram que eu não deveria ir para lá, então me deixem sair daqui! Por favor! Eu imploro!
Não deveria ir? Oras, essa situação está muito familiar. Será que... Não, não deve ser isso.
— Aquela criança de olhos negros me dá muito medo, por favor me deixem ir embora! — ela já estava desistindo, tanto que abaixou o tom de sua voz, que agora se encontrava embargada pelo provável choro. — Eu não quero ir para aquele universo de novo...
Arregalo os olhos. É, é isso. Está para se cumprir. Eles recrutaram as 8 infelizes vítimas para poder fazer o trabalho todo no universo paralelo.
Está na hora desse pesadelo acabar. Finalmente poderei ser a pessoa com a vida normal que tinha antes.
﹋﹋﹋﹋﹋﹋﹋
bom sonhos, crianças.
então, o que acharam? deu pra dar um medinho? rsrs
eu tentei trazer um terrorzinho no prólogo? tentei, n sei se deu certo, mas a gente supera.
agradeço muitão ao @/kalistuffz pela betagem. muito, muito, muitooo obrigada.💕
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