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Capítulo 14

Juanita

Pego minha bandeja de comida e a deposito em cima da mesa no refeitório, como em silêncio. As presidiárias ficaram sabendo do que fiz no banheiro contra a Glória, e agora nenhuma delas se mete comigo. Nesse lugar você tem que dar seu nome para ser respeitada se deixar que te humilhem você será perseguida até o fim de sua estádia aqui. E eu jamais deixaria isso acontecer comigo. 

Glória se senta na minha frente e estica a mão colocando um enroladinho com notas de dez na minha frente eu pego o dinheiro e coloco no bolso. Pois é ela foi contra ao que eu queria e simplesmente me respeitou e agora vende drogas para mim. 

— O estoque foi zerado. 

— Pois faça outro pedido para o seu fornecedor, precisamos lucrar. — Digo e dou uma garfada no macarrão com salsicha.  

— Tudo bem. — Ela sai da mesa e me deixa sozinha novamente, termino minha refeição e vou para o pátio. 

Carreirão se aproxima de mim e abaixa fingindo amarrar seu coturno. 

— Prepara para sair? Você pode entrar em contato com quem vai te ajudar, precisamos fazer isso logo pois sua transferência já está em andamento. — Acendo um cigarro e concordo. 

— O sinal já está na sua conta? 

— Sim. O tempo tá correndo Zénon, precisamos agir. — Ela diz e se afasta de mim. 

Bom, agora é tudo ou nada a fuga é arriscada eu sei disso mas sei também que Pablo fará um bom trabalho. Bom pelo menos assim espero caso contrário ele será um cara morto. Acabo indo para o banheiro e pego o celular em um buraco abaixo do piso logo atrás do vaso sanitário. 

Ligo o celular e disco o número de Pablo que atende rapidamente. 

— Sim. 

— Como anda o plano? 

— Vamos agir assim que você mandar. Temos um em vista. Você conseguirá estar livre? 

— Carreirão está ao nosso lado, ela sabe como agir vocês só precisam chegar jogar a escada e liberdade. 

— Nós vamos conseguir mi amore. Eu não vejo a hora de tê-la conosco de volta. E tenha certeza que Joaquin já está na nossa mira, descobrimos que na verdade ele se chama Raul McCarthy.

— Merdinha, americano desgraçado. Pablo, eu o quero preso no meu sótão naquela corrente de pescoço. Esse homem vai lastimar um dia ter se enfiado em meu caminho. Agora o quero aqui amanhã vamos mostrar para esses americanos quem é que manda. — Desligo o celular e saio da cabine. 

O sinal indicando que devemos voltar para a cela toca e todas nós nos recolhemos pois chegou a hora de apagar as luzes. 

Me deito no colchão duro e me cubro dos pés a cabeça abaixando ao máximo a luz do celular. Mando uma rápida e breve mensagem para Paula Carreirão dizendo que a fuga tem que ser amanhã de qualquer jeito. Agora ela que se vire. 

Acabo ficando acordada toda a noite, fico pensando em como será quando eu sair daqui. O plano que armei é arriscado e muito visível com certeza a polícia ficará no meu pé por algum tempo mas depois que eu atravessar a fronteira tudo volta ao controle. Ainda tem aqueles mafiosos de merda que ficarão no meu pé, não sei nem que desculpa inventar para tentar livrar minha cara, eu preciso de toda a paz do mundo para me concentrar em acabar com Joaquin… ou melhor com Raul. E para isso acontecer preciso me livrar do perigo de uma emboscada e sem falar na polícia que ficará na minha cola, sei que lá fora terei que redobrar os cuidados e me manter firme. Ai agora tenho dois alvos vivos, Ruan Versalhes o homem que arruinou minha vida e matou meus pais e Raul McCarthy o cachorro que se infiltrou no meu caminho e merece pagar por isso. 

Estou presa nesse buraco há quase dois meses por causa dele. Então vamos fazê-lo pagar.

Acabo adormecendo e quando o sinal do café da manhã toca eu já estou de pé e arrumada. Cristina me olha meia desconfiada. 

— Juanita de pé antes do sinal? Jamais imaginei. 

— Pois é, as coisas mudam. — As grades são abertas e eu saio com as mãos no bolso do macacão. Ando despreocupadamente até o refeitório.

— Bom dia meninas. 

— Bom dia Zénon. — Sorrio e pego a bandeja me sentando na mesma mesa de sempre. Como lentamente contando nos dedos para o grande começo. 

E de repente ouço o sinal, uma pequena mas considerável explosão acontece seguida de vários tiros e em menos de cinco minutos os carcereiros estavam no refeitório gritando para irmos para a cela. E eu me levanto e me enfio no meio das presas que tentam se soltar e gritam com os policiais. 

Paula me puxa pelo braço para um corredor.

— É agora ou nunca. Nos separamos aqui, a porta do pátio está aberta vá. — Ela diz e eu corro pro lado contrário das celas e quando saio eu abro um sorriso. 

Os príncipes normalmente costumam vir montados em um cavalo branco. Já o meu veio em um helicóptero portando um fuzil e com outros dois ajudantes. Pablo me joga uma escada e eu subo.

— Tchau seus porras. Americanos de merda. — Grito e sou puxada para dentro do helicóptero e quando chego em sua segurança eu levanto os braços e dou o maior grito, dentro da cabine está Fernanda, Vitório, Pablo e o piloto. Eles chegaram com armas em punho, pegando os polícias de surpresa e atiraram para baixo fazendo com que todos corressem ou fossem atingidos, um que ficava na torre tentou atirar de volta mas foi abatido. 

Bom meu plano de fuga foi exatamente esse, disse que Pablo precisaria sequestrar um helicóptero, chegar no presídio na primeira hora onde não teria ninguém no pátio, elas estariam tomando café, tomando banho ou arrumando as camas. Por isso acordei tão cedo, tinha que ser a primeira a sair. Agora o tiroteio foi por conta de Pablo, mas era bem óbvio que seria preciso já que precisaria derrubar os homens das Torres e espantar os carcereiros que ficam no pátio, acho que na hora de minha fuga todos estavam escondidos em algum buraco com medo de serem mortos, eu não os julgo pois no lugar deles teria feito o mesmo.

Abraço Pablo e dou um super beijo em sua boca. 

— Vocês serão pessoas riquíssimas, eu vou encher o cu de vocês de grana. — Digo e Fernanda abre o maior sorriso e me abraça. 

— Estou feliz que você esteja de volta. 

— Eu também estou. — Sorrio e olho para baixo. 

Um tempo depois conseguimos atravessar a fronteira e paramos o heliponto em cima de um alto prédio. Eles saem do helicóptero e eu fico lá dentro sozinha para trocar de roupa. 

Calço uma calça jeans preta, tênis e casaco também preto com capuz. Coloco uns óculos escuro e descemos. 

—  Alugamos uma casa na praia, no litoral está menos movimentado essa época do ano e lá poderemos nos esconder melhor, até a poeira baixar. — Pablo diz e eu concordo. 

— Ainda estamos na frente, mas por pouco tempo. Precisamos seguir para a praia o mais rápido possível. — Vitório diz depois de ouvir algo em seu fone, alguém da polícia com certeza estava em contato com ele. 

Quando saímos do elevador vamos rapidamente até um carro esporte que está parado em frente ao hotel. 

Entramos todos menos o piloto do helicóptero que pega um ônibus como se nada tivesse acontecido, sua ligação conosco acaba aqui. 

Vitório dirige de forma rápida mas prudente para não levantar suspeitas até a casa na praia. 

E nós só respiramos aliviados quando chegamos lá. Sem intervenções polícias. Entramos na casa e lá dentro tem outros cinco dos meus homens. Cumprimento a todos e os agradeço. 

— Bom, somos uma equipe e vamos trabalhar juntos mas tivemos sorte para chegar aqui sem sermos interceptados. Tenham em mente que a polícia agora será os nossos carrapatos. Pelo menos por um tempo. Aliás não só eles como algumas desavenças também mas tentarei fazer as pazes com esses outros senhores. Agora o nosso trabalho é caçar e achar duas pessoas. Ruan Versalhes o chefe do Norte e Raul McCarthy, o nosso antigo amigo Joaquin Rodriguez, acho que Pablo conversou com vocês sobre ele – todos concordam — Ótimo, agora aos trabalhos. 

Eles saem da sala e eu sigo para o segundo andar pois agora eu só preciso de uma banheira com água bem quente e cheia de sais e bastante espuma para eu relaxar e esquecer que algum dia eu estive confinada em uma prisão americana de merda. Dos policiais é fácil cuidar agora meu foco é esmagar dois inimigos com nome, sobrenome e rostos bem presentes em minha mente. Atualmente eu respiro vingança e só vou descansar quando eu fizer eles  pagarem.

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