Second Season 18
Drunk In Love
Dias depois.
As coisas estavam voltando ao meu controle, com a ajuda de Jay Z eu conquistaria a cidade mais rápido do que imaginava. Admito que hesitei antes de pedir sua ajuda, o primeiro plano era só que ele me daria proteção enquanto eu tomava minha cidade de volta, no entanto ele se mostrara alguém em quem eu podia confiar. O motivo da minha hesitação era apenas pelo fato de que ele era um gangster, não só um mas, O gangster. Aqueles que não eram seus aliados não se atreviam a enfrenta-lo ainda que fosse sorrateiramente, por debaixo dos panos, de uma forma ou outra ele sabia, ele sempre sabia o que estava acontecendo a sua volta e com seus interesses.
-Liguei pros seguranças e eles disseram que tentaram invadir a casa logo que saímos, mas não deu certo, perceberam que na havia mais ninguém lá e parecem ter desistido. –Ryan entrou no quarto deixando a porta aberta e jogando o jornal no meu colo.
-Noticia de primeira página. –encarei o papel vendo algumas imagens de brigas e queimadas no centro da cidade. Pelas poucas palavras francesas que eu conhecia a manchete dizia.
-Detroit esta queimando na mão de bandidos. –joguei o jornal pro lado irritado. –Aqueles filhos da puta vão acabar com todos os meus esquemas, se a policia conseguir interferir eles chegam até nós, ai sim nós estamos ferrados.
-Isso não vai acontecer. –Nolan levantou –Eu faço um chacina com aqueles infelizes antes disso acontecer.
-Parece até macho falando –Ryan o encarou com um sorriso debochado no rosto.
-Diferente de você que nem falando grosso e com uma arma na mão consegue né –eles se encaram como se fossem dois cães de briga, quase cai na gargalhada.
As coisas pareciam finalmente estar voltando pro seu eixo.
-Você é um cuzão mesmo Nolan –ele resmungou levantando e saindo bravo.
-Eu sinceramente acho que o Ryan tem problemas com a masculinidade dele –ele me encarou fazendo com que eu risse.
Ouvi risadas altas no corredor, era gargalhada da Melody abafada pela de outra pessoa, no primeiro momento pensei que fosse Scooter, mas logo eles passaram na porta do quarto abraçados.
Me segurei pra não levantar e ir até levar tirar satisfações. Tudo bem que eu sou um desgraçado, mas aquele filho da puta não precisava se aproximar da minha mulher. Soquei o colchão tentando manter a calma. Mas que porra!
-Não faça nada que você vá se arrepender depois –Nolan disse me atazanando.
-Cala a boca!
-Nossa eu tento te ajudar e ainda levo patada.
-Mão reclama você sabe que eu detesto essas palavras de apoio –levantei caminhando pelo quarto. –Não fala nada Justin –repeti fingindo uma voz afetada –Não se estresse, mantenha a calma, cuidado com o que vai fazer. –parei encostado na parede encarando o teto. –E toda vez que eu tento fazer a coisa certa sempre acabo me fudendo.
-Escuta Justin você tem que... –apontei pra porta e ele parou de falar.
-Some daqui antes que eu resolva usar você como meu saco de pancadas.
-Já ouviu falar de auto controle? –ele levantou passando por mim.
-Já ouviu falar em não abusa da minha paciência. –ele bateu a porta ame deixando sozinho no quarto.
Uma das melhores e piores coisas pra mim, ficar sozinho. Me permitir pensar no que estava fazendo, repensar se era a escolha certa que eu fazia. O que me deixava mais destruído do que eu já estava, a diferença é que eu não confessaria isso a ninguém.
Melody's P.O.V.
Abri a porta do quarto vendo Lucca parado com um semblante misterioso.
-Por que não bateu na porta? –perguntei segurando sua mão e tentando fazê-lo entrar no quarto, mas ele resistiu.
-Não sabia se iria incomodar, fiquei em dúvida. –ele parecia inseguro.
-Como assim, eu pedi que você viesse até aqui –soltei sua mão voltando ao interior do quarto.
-Eu sei –ele suspirou ainda parado na porta –Onde quer ir ?
-Uma festa, uma boate muita louca –peguei a carteira colocando no bolso . –Com gente chapada e muita bebida.
-Nós estamos em Paris não nos Estados Unidos –ele riu me encarando.
-Vai dizer que vocês não sabem se divertir aqui em Paris, não acredito que o máximo que conseguem é o chá das cinco. –voltei ao seu encontro o vendo rir.
-Vai se arrepender do que ta falando –fechei a porta ficando ao seu lado.
-Estou pagando pra ver –atravessamos o corredor as gargalhadas.
Lucca me levou até uma boate numa avenida movimentada no centro da cidade. Antes mesmo de entrar eu já podia sentir o clima da festa. Mas passara das nova da noite e os franceses já estavam caindo de bêbados na porta. Encarei Lucca enquanto burlávamos a fila entrando direto.
-Como o segurança lhe deixou entrar? –gritei pra que ele pudesse ouvir.
-Somos velhos amigos –respondeu vago me deixando curiosa.
-Lucca e seus mistérios. –ele me arrastou até a bancada do bar.
-Vai querer beber o que?
-Pode escolher –essa foi a minha resposta pra "Nunca bebi, mas não vou admitir pra não me envorgnhar"
-Uma cerveja e um coquetel de frutas pra senhorita. –ordenou ao garçom em Frances, me fazendo observa-lo com mais vontade ainda.
-Você uma vez me disse que a sua primeira vez em Paris foi até aquele parque, Francês e nunca tinha conhecido Paris? –ele se aproximou ouvindo o que eu dizia enquanto as bebidas chegavam.
-Na verdade eu sou meio americano e meio Francês, minha mãe é Americana, morei em Washington quando era bem pequeno, logo meu resolveu voltar pra e minha mãe bão viu problema.
-Não voltou mais aos Estados Unidos? –tomou um gole da sua cerveja.
-Duas vezes pra algum evento familiar, mas a muito tempo atrás. Depois que meus pais se separaram ela voltou e eu fiquei aqui com ele.
-Sinto muito –falei quase que no automático.
-Não precisa, eu não sou um garoto de quinze anos em crise, além do mais isso faz tempo que pra mim seria estranho vê-los juntos –ele riu fraco.
-Que bom então. –dei de ombros tomando um gole do coquetel e sentindo o gosto do fruta açucarada brincar na minha boca.
-Por que não pediu algo com alcool pra mim? –perguntei deixando o copo pela metade.
-Essas frutas foram batidas com vodka –arregalei os olhos caindo na gargalha sem querer.
-O que? –ele perguntou meio assustado.
-Nada, eu só não percebi. –admiti entre aspas, eu nunca realmente tinha sentindo o gosto de vodka, se dissessem que era como suco de tomate temperado eu acreditaria.
-Só falta você dizer que nunca bebeu –ele parecia espantado.
-Claro que já, mais porres do que você possa imaginar –menti levantando o copo e derramando o resto do coquetel guela a baixo. –Vamos cair na pista. –levantei o puxando pro meio da pista.
Tocava 212 da Azealia Banks, a pista estava tão cheio que era impossível não se trombar com um ou outro. Levantei os braços me soltando enquanto a música tocava. Movendo meu corpo da forma mais desinibida que eu sabia. Fechei os olhos alguns instantes aproveitando o momento, quando abri Lucca estava de pé me observando como um cachorro vendo um frango de padaria.
-Não vai dançar? –perguntei e ele se aproximou passando a mão na minha cintura e sussurrando no meu ouvido.
-Eu não sei dançar –falou com um tom embaraçoso.
-Te ensino –falei o mantendo perto de mim.
Tentei move-lo no ritmo que eu seguia, ele ria e se desconcertava toda vez que eu tocava sua cintura ou juntava seu corpo no meu. Depois de mais algumas tentativas não tão bem sucedidas decidimos voltar ao bar.
-Eu te avisei que não sabia dançar –Lucca tentava recuperar o fôlego.
-Percebi você parece ter cinco pés esquerdos –brinquei chamando o garçom.
-Duas tequilas.
-Tequilas? –perguntou tirando sua jaqueta de couro. –Quando essa noite vai terminar?
-Se depender de mim, só quando o Sol raiar –as bebidas chegaram e nos brindamos.
Nolan's P.O.V.
Estava conversando com Jay Z, iria lhe entregar um relatório sobre a quantas andava a baderna dos gangster na cidade quando me dei conta que o relatório tinha ficado no quarto de Justin.
-Vou buscar –falei saindo do escritório e indo até o quarto de Justin, pensei em bater mas ele me mandaria pra puta que pariu então entrei de uma vez. Pensei que ele seria o surpreso em me ver ali, mas na verdade eu que fui surpreendido.
Justin estava encostado na parede no mesmo lugar que eu o havia deixado. Mas estava curvado, quase não fácil barulho, mas eu sabia que ele chorava. Ele não era do tipo de cara que chorava.
-Hey –me aproximei o observando – O que ta havendo? –ele secou o rosto na camiseta e me encarou.
-Ela me odeia –remungou.
-Você traiu a garota, o que esperava.
-Eu sou o único que entende o que fiz.
-Ah claro suas necessidades –falei irônico, ainda ouvia os seus pigarros em meio choro.
-Eu posso ser o maior cretino egoísta nesse mundo, mas eu amo aquela mulher e ver ela com outro ta machucando mais do que um tiro a queima roupa.
-Por que não fala isso pra ela?
-Ela não precisa saber. –neste instante eu me dei conta do que aquilo se tratava.
-Entendi tudo. –ele olhou pra mim.
-Você ta tentando manter ela longe de você.
-Antes ela me odiando do que morta.
-As coisas não funcionam assim cara. –ele levantou
-As coisas funcionam exatamente assim pra mim. –se jogou na cama virando de costas pra mim. –O que veio fazer aqui?
-Pegar os papei que você deitou em cima –ele puxou a pasta e jogou pra mim. Fui em direção mas parei falando com ele pela última vez. –Eu sinto muito que as coisas tenham que ser desse jeito.
-Eu também –respondeu num choro abafado pelo travesseiro.
Sai do quarto me perguntando quem era aquele homem no quarto do meu amigo. Não podia ser o Justin, ele não chorava, não ficava sofrendo por causa de mulher. Ele não podia ter mudado tanto por causa de um garota. Não podia.
Melody's P.O.V.
Minhas pernas já estavam bambas de tanto dançar, minha cabeça rodava pela bebida e eu já não conseguia distinguir o que acontecia a minha volta com o que a minha cabeça imaginava. Lucca sumiu por alguns instantes indo até o banheiro, fiquei no bar tomando mais um coquetel pra compensar os "shots" de tequila que tinha tomado, não que fizesse alguma diferença, mas eu referia acreditar que sim.
Um rapaz de calça vermelha e sem camisa se aproximou falando comigo, eu até teria respondido se entendesse mais do que duas palavras de Francês.
-Não falo Frances –ele estendeu a mão arregalando os olhos e gritando –America!
Lucca surgiu empurrando o rapaz e gritando algumas palavras pra ele que respondeu algo chateado e sumiu.
-Perigoso te deixar sozinha –resmungou tomando um gole do meu coquetel.
-Ele era simpático –falei embaralhando as palavras.
-Ele estava perguntando se você topava uma.. –ele riu pra si mesmo.
-Uma o que? –perguntei curiosa.
-Orgia –arregalei os olhos rindo escandalosamente, eu estava um pouco –muito – alterada.
-Se quer saber eu até toparia. –me aproximei do seu rosto sussurrando. –se você topasse ir comigo.
Ele me olhou com um meio sorriso atiçador.
-Não brinca com essas coisas garota –alertou.
-Quem disse que eu to brincando? –falei tão sério que quase acreditei. Me aproximei apoiando minhas mãos nas suas pernas ficando centímetros do seu rosto.
-Eu sou mais velho que você Melody, e eu não sou fã dessas brincadeiras. –disse prendendo o olhar ao meu. Eu já estava tão bêbada que pensar antes de agir não fazia parte dos meus planos.
Aproximei meu rosto do seu colando nossos lábios, ele hesitou por um instante mas se deixou levar. Enquanto sua barba roçava no meu rosto me peguei pensando que quando eu beijava Justin eu não sentia isso, na verdade eu sentia tudo. Cada beijo era como a primeira viagem aos céus, a primeira vez na montanha russa. O fervor dos nossos lábios juntos nunca parecia diminuir.
Diferente do Lucca, não que ele beijasse mal, mas não chegava nem perto dos DELE.
Me afastei como quem levava um banho de água fria. Agora eu estava brava, por não poder aproveitar e por estar presa a alguém que não dava a mínima pros meus sentimentos.
-Me desculpa eu não deveria ter feito. –ele me observou compreensivo.
-Foi um erro –falou sorrindo calmamente. –Acho que bebeu demais, ta na hora de ir pra casa. –ele levantou pegando a jaqueta e me conduzindo até o ponto de taxi. No caminho até em casa eu tive vontade de chorar, mas chorar até que eu me afogasse nas minhas próprias lágrimas. Não importava o quanto eu tentasse fugir ou ignorar ele sempre voltava aos meus pensamentos, cada vez com mais força. Lucca me deixou na porta da cobertura e saiu, sem falar uma palavra assim como no caminho inteiro.
Já era madrugada então entrei sem fazer barulho, fui silenciosamente até a direção do meu quarto quando vi a luz da cozinha acessa, minha curiosidade foi até lá . Entrei vendo ele brincando com uma garrafa de uísque na pia. Era a oportunidade perfeita pra falar o que eu vinha engolindo desde sempre.
-Você é um filho da puta –tentei maneirar o tom de voz, mas não valeria apena.
-O que? –ele levantou o rosto me encarando assustado.
-Quer que eu repita? –esbravejei e ele largou a garrafa.
-Fala baixo ou você vai acordar todo mundo.
-Eu quero mais é que todo mundo me ouça –levantei os braços perdendo o equilíbrio e me apoiando na porta. –Ta na hora de todo mundo saber que você Justin Bieber, você é o maior cafajeste , cretido, desgraçado, filho da puta, egoísta –parei recuperando o fôlego. –Imbecil, sem noção e eu já disse que você é um cretino?
-Melody você ta bêbada é melhor você ir dormir disse se aproximando e eu me esquivei indo pro outro lado da cozinha.
-Não ouse encostar em mim, eu te nojo de você . E sabe o pior de tudo? –ele cruzou os braços com cara de poucos amigos. –O pior de tudo é que eu amei você, eu ainda amo. –meu peito pesou e lágrimas comaçaram a rolar pelo meu rosto. –Eu matei por você, eu deixei de lado tudo pra ficar ao seu lado e segurar a sua onda quando os seus demônios voltassem a te assombrar.
-O que você quer que eu diga? –ele perguntou encarando o chão.
-Eu só quero que você escute. –limpei as lágrimas e voltei a encara-lo. –Eu ignorei cada sinal da sua loucura, do seu descontrole, as vezes até mesmo da sua falta de caráter por esse sentimento. Eu dormi ao seu lado mesmo sabendo que você é um assassino frio e tudo que eu recebi em volta foi a sua traição. Eu confiei em você e olha como tudo isso terminou.
-Eu sinto muito. –ele olhou pra mim se aproximando.
-Se você realmente sentisse você não me machucaria desse jeito. –Ele chegou próximo o suficiente pra eu não conseguir mais me mover.
-Nunca foi a minha intenção te machucar Mel –ele tocou o meu rosto acariciando com o polegar. –Mas quando você resolveu ficar comigo eu te contei a verdade, eu ia acabar te machucando de uma forma ou outra, e ainda sim você quis ficar. Eu não planejei que nada disso acontecesse.
-Mas aconteceu. –de repente nossos olhares se conectaram e eu podia jurar que minhas mãos começavam a soar. –As coisas mudaram Justin, eu não vou mais segurar a onda.
-Você não precisa –ele sussurrou com os lábios tão próximo aos meus que eu podia sentir sua respiração.
-Você não é mais o único –eu estava em transe. O puxei pra mais perto colando seu corpo no meu.
-Não sou? –seus lábios roçaram nos meus.
-Perdeu a sua chance. –ele me levantou me sentando na bancada da mesa.
-Mentira, eu sempre vou ser o seu único. Sempre serei seu –choquei meus lábios nos seus iniciando um beijo que se pudesse eu nunca mais acabaria. Seus toques, o seu cheiro o seu corpo no meu. –E você sempre será minha –sussurrou abaixando a minha calça, acariciei seu membro antes dele estar finalmente dentro de mim. Minhas unhas se cravavam nas suas costas já sem camisa enquanto seu corpo se chocava contra o meu sem intervalos.
Em outro momento minhas mãos estavam espalmadas no armário, ele me penetrava intensamente ao som das panelas ameaçando cair. Ele me segurava pela cintura e dava beijos leves nas minhas costas acompanhados de espalmadas deliciosas na minha bunda. Logo em seguida nós estávamos no chão, suas mãos agarravam meus seios me deixando mais excitada.
***
Minhas costas estavam em contato com o chão, eu estava completamente nua. Não enxergava nada num raio de um metro, minha respiração ainda falhava e meus músculos se contraiam incontáveis vezes.
Justin que estava do meu lado se virou ficando quase que por cima de mim e sugando um dos meus seios.
-Nós vamos acordar a casa –resmunguei arrastando as palavras.
-Agora que você se preocupa com isso? –ele riu.
De repente estava me encarando e acariciando o meu rosto.
-Eu fiz uma coisa que agora não parece certa. –confessei me levantando. Puxei a camiseta dele de cima da mesa e vesti.
-Ta falando do que? –perguntou levantando e se vestindo também.
Passeei pela cozinha catando as minhas peças de roupa. Minha cabeça começou a rodar e eu me apoiei na geladeira caindo na gargalhada quase que automaticamente.
-Ta rindo o que loca?
-Cara a Bey vai surtar quando descobrir que a gente transou na cozinha dela, em praticamente todos os lugares. Ele riu mordendo os lábios.
-Tem outros cômodos se você quiser? –ele se aproximou e eu me afastei pegando a garrafa de uísque quase vazia que ainda estava na pia e tomando os últimos goles.
-O uni lugar pra onde vou agora é o meu quarto –falei dando as costas e saindo.
-Isso foi um convite? –ele me seguiu e eu apertei o passo tentando fugir dele.
-Não mesmo –corri tentando passar pela porta antes dele, mas foi em vão. Quando percebi ele já me segurava. –Eu não sou mais sua –respondi num gemido abafado gerado pelos lábios dele descendo pelo meu pescoço.
-Ta mentindo. –ele respondeu sem parar o processo.
-Eu beijei o Lucca –ele parou por um instante e levantou o rosto me encarando.
-Aquele cara que fica andando com você? –seus braços estremeceram em volta minha cintura.
-É... –era o momento perfeito pra eu fazer com que ele sentisse como eu me senti –E eu acho que vou ficar com ele –menti esperando uma reação dele.
-Você pode falar o que quiser Melody, mas é o meu nome que você grita e sempre vai gritar cada vez que tiver um orgasmo –ele empurrou meu corpo levemente até a cama. –Nenhum homem no mundo vai te fazer mulher na cama como eu faço. –Deitei vendo o se posicionar no meio das minhas pernas. –Duvido que esse Lucca faça tão gostoso quanto eu.
Seu membro me invadiu mais uma vez, mas dessa vez era lento e intenso. Sua boca mordiscava e chuava meus seios me deixando sem ação. Sem perceber mais uma vez eu estava em transe. Agarrada aos lençóis da cama e revirando os olhos de prazer.
E bêbados de amor nos ficamos a noite inteira.
(...)
We be all night, looooooove!!
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