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Second Season - 02

Well Near You - Bem perto de você


I don't care 
I love it
I don't care.

Os pneus da Ferrari vermelha que eu havia supostamente pego emprestada com Justin queimavam no asfalto quente da cidade, minha casa – nova –era bem longe da dele e quase todos os dias eu tinha que fazer esse percurso, afinal pra ver aquele sorriso lindo me recebendo vale qualquer sacrifício.

Passei a mão no rádio aumentando o volume da música. Depois de tanto tempo presa, poder sentir meus cabelos ao vento e ouvir uma das minhas músicas favoritas sem me preocupar com nada nem ninguém, não tinha preço.

Acelerei entrando na alto estrada indo na direção da mansão, com o transito livre eu não hesitei em testar a potência daquela belezinha de carro. O carro nem fazia barulho parecia que eu estava voando no asfalto, sem medo e sem regras!

I love it
I don't care.

I got this feeling on the summer day when you were gone.
I crashed my car into the bridge. I watched, I let it burn.
I threw your sh*t into a bag and pushed it down the stairs.
I crashed my car into the bridge.

Tirei o controle do bolso acionando a abertura dos portões –depois do pequeno incidente semanas atrás a casa vem parecendo um forte, totalmente protegida –acelerei atravessando os portões. Girei o volante parando o carro na porta da casa, quando Ryan surgiu do nada me fazendo desviar da porta e assim eu acabei acertando as latas de lixo.

I don't ca.. Caralho!

Pulei do carro indo na direção dele furiosa.

-Qual é o seu problema? Como você entra na frente de uma motorista que comprou a carteira? –gritei o encarando enquanto ele ria.

-Sério que você comprou a carteira?

-Isso é apenas um detalhe. –tentei me explicar ainda o encarando.

-Acho que você deve ao menos uma indenização as latas de lixo. –depois que a minha raiva súbita passou eu tive a oportunidade de perceber o que estava acontecendo. Ele estava falando comigo normalmente, ele estava até rindo.

-Elas não precisam de indenização, já são heroínas –ele voltou a rir sem me entender.

-Heroínas?

-Graças a elas você esta falando comigo. –ele ficou sério de repente.

-Eu sempre falo com você.

-Não, não fala e nós sabemos muitos bem disso.

-Eu tenho que ir –ele disse já se virando.

-Ryan –gritei, mas ele ignorou.

Aquelas meias conversas estavam começando a me irritar, parecia até que ele estava fugindo de mim ou escondendo algo. Eu diria até que ele estava aprontando mas não queria chamar atenção.

Voltei ao carro pegando minha bolsa e logo entrei na casa encontrando os filhos de Dakota – a empregada –brincando por ali.

-Bom dia Leah, bom dia Davi –eles sorriram ao me ver e correram na minha direção me abraçando, eles eram crianças incríveis.

-Bom dia Melody –Leah disse feliz em me ver.

-Justin ta em casa? –perguntei enquanto eles voltavam aos seus respectivos lugares.

-Ta sim e de mau humor –Davi respondeu rindo, ele não parecia gostar muito do Justin. Os dois tinham o temperamento difícil e as vezes a mesma idade mental.

-Lá vou eu colocar a minha roupa de menina super poderosa e salvar o dia –disse indo na direção do escritório.

Girei a maçaneta abrindo a porta vagarosamente, entrei sem fazer barulho e parei encostada na porta o observando dali. Ele estava sentado em sua cadeira com os pés apoiados na mesa e um cigarro na mão. Ele tragava calmamente enquanto olhava pela janela que dava diretamente pra frente da casa. Uma nuvem de fumaça se formava ao seu redor, mas ele não parecia se incomodar. Em situações como essas eu perguntava aos céus como ele conseguia sem tão encantador, mesmo sem fazer algum esforço, me perguntava como ele arrancava aquele sorriso de cobiça que eu mantinha nos lábios agora.

-Pensei que tivesse parado de fumar –disse entrando completamente na sala.

Ele deu mais uma tragada soltou alguns anéis de fumaça no ar e jogou o cigarro no cinzeiro.

-E eu pensei que teria paz por algum tempo e aqui estamos nós.

-Já faz semanas e você não encontraram nem uma pista sequer. –joguei minha bolsa em cima da mesa e me sentei na cadeira a sua frente.

-E o que você espera que eu faça, desista?

-Dar um tempo não seria uma opção? –ele me encarou e voltou a olhar pela janela.

-Não. –levantei dando a volta e sentando na mesa.

-Justin, até quando você vai resistir? -perguntei o encarando. Ele tirou as pernas de cima da mesa e se virou me encarando de volta.

-Resistir o que?

-Ir atrás da sua família.

-Já que você ta tão interessada em conhecê-los, por que você não vai?

-Ser grosso não vai me fazer mudar de ideia.

-Ser insistente, também não vai.

-Ta bom, eu não insisto mais. –sai da mesa sentando em seu colo com as pernas em volta a sua cintura . –Nós vamos e não se fala mais nisso.

-Melody –disse num tom reclamão e antes que começasse a proferir seus palavrões preferidos eu o beijei enroscando meus braços no seu pescoço. Descolei nossos lábios e encostei minha testa na sua mantendo contato visual.

Mesmo que passasse o resto da minha vida olhando aqueles lindos castanhos eu ainda sentiria a mesma sensação de borboletas no estomago e certa vergonha por parecer que ele olhava não pra mim, mas através de mim. Aqueles lindos e insanos olhos castanhos.

-Nós viajamos semana que vem –sussurrei e ele riu passando a mão na minha coxa.

-Você vai ter que me compensar muito por isso. –disse puxando o meu corpo pra mais perto o possível e beijando meu pescoço.

-Já tenho umas ideias em mente.

-O que, vai transar comigo no banheiro do avião. –sua mão esquerda passou pela meu ombro abaixando a alça da minha blusa, seus lábios quentes depositaram um beijo ali me deixando arrepiada.

-Se for você por um bom garoto quem sabe.

-Não sou bom em ser um bom garoto. –tirei meus braços do seu pescoço e deslizei minhas mãos pelo seu peitoral até chegar na barra da sua camisa a tirando. –Acho que um pouco de incentivo por me transformar em um bom garoto. –ele riu me induzindo a rir também.

Não era bem minha intenção chegar ao escritório e deixar que aquilo acontecesse, a casa estava cheia de gente, era de dia. E bem a porta não estava trancada. Mas não era uma coisa com a qual eu poderia lutar. Seus lábios nos meus, minhas pernas em volta a sua cintura, sua mão boba descendo e subindo pelo meu corpo. Nada nos impediria de transar ali mesmo, naquela cadeira ou em cima da mesa.

-Mel –ele sussurrou no meu ouvido passando sua mão por dentro da minha calça, espasmos percorreram o meu corpo antes mesmo de sua mão chegar ao lugar.

Passos rápidos adentraram a sala me fazendo congelar. Eu enfiaria a minha cabeça em um buraco de fosse uma das crianças.

-Ai Meu Deus! –Nolan proferiu assustado me fazendo dar um salto da cadeira e cair no chão. Já não bastava minha calça desabotoada e minha camiseta com as alças caídas, eu tinha que me estabanar no chão.

-Foi mal –Nolan murmurou me olhando sem entender o que acontecia enquanto tudo que eu ouvia era a gargalhada engraçada de Justin ecoando na sala.

Ela levantou da cadeira me estendendo a mão pra levantar, mas eu estava tão brava com a gracinha dele que eu preferi não aceitar e levantei por mim mesma. Arrumei as alças da blusa e fechei o botão da calça percebendo Nolan esquivar o olhar de mim.

-Nolan para de olhar desse jeito, parece que me pegou nua fazendo um oral em alguém –disse sem pensar e acabei me arrependendo e sentindo mais vergonha depois daquelas palavras. Ficar no meio daquele tanto de macho me deixou uma boa suja de primeira. Voltei a ouvi o riso de Justin e me virei o encarando.

-Será que da pra apara de rir.

-Desculpa amor, foi muito engraçado. Nolan cortou seu barato geral. –ele continuava rindo e só me deixando mais brava.

-Cortei? –ele me encarou com um ar vergonhoso.

-Ignora ele Nolan. –resmunguei o ignorando. –Encontrou o que te pedi? –ele assentiu.

-Consegui todos os endereços dos Bieber's e dos pais da Pattie.

-Vocês estavam os procurando sem a minha autorização. –Justin deu a volta na mesa ficando entre mim e Nolan.

-Sim. –respondi cruzando os braços e olhando pra ele que não resistiu em fazer mais uma de suas saídas triunfais bufando e batendo a porta.

-Ele vai matar a gente. –Nolan sussurrou olhando pra porta que ainda parecia tremer ela batida.

-Larga de ser frouxo Nolan –ri pegando uma pasta que estava na mão dele.

***

Justin's P.O.V.

O saguão do aeroporto parecia um inferninho de tão cheio. Enquanto Melody tagarelava com os seguranças e suas dez malas eu pensava em como seria encontra-los. Eu não me lembrava deles, do rosto de ninguém e muito menos os seus nomes, seria como encontrar com estranhos, mesmo sabendo que eu costumava conviver com eles quando pequeno, aquilo era loucura.

-Esse voo que não sai logo –Melody reclamava andando de um lado pro outro sem me dar muita atenção. Ela estava meio brava com a minha resistência em vir, afinal não era ela quem teria que enfrentar o passado.

-Tomara que não saia –resmunguei olhando em volta e encontrando o que eu não deveria. Um grupo de gangster sentados algumas cadeiras a nossa frente me encarando.

-Será que da pra você ser mais razoável e parar de resmungar por um segundo? – Melody se pôs a minha frente tagarelando.

-Melody cala a boca –disse a puxando pro lado e deixando livre a minha visão mais uma vez. Eles haviam sumido assim como haviam aparecido ali.

-Mais é um animal mesmo. –ela sentou ao meu lado enquanto eu levantava e procurava os caras pelo saguão.

Não podia ser coincidência encontrar um grupo de gangster ali na minha frente me encarando logo no dia que eu resolvo –mesmo que obrigado –viajar. Eu podia sentir no ar algo bem feio começando a acontecer, a pior parte era não saber o que fazer ou de quem se proteger.

-Justin! –Melody sussurou quanse que num pio me chamando atenção.

-O que f... –ela ergueu o celular apontando pra tela, alguém ligava pra ela do meu número. Passei as mãos no bolso procurando o celular e o encontrei desligado.

Peguei o celular da mão dela atendendo.

-Quem é?

-Mel meu amor –uma voz robotizada falava do outro lado.

-Quem ta falando?

-Justin o namorado dela – a voz disse sínica.

-Eu não sei quem é você ou o que você quer, mas se eu cruzar com você ... –a voz me atrapalhou numa gargalhada tão ridícula quanto a sua voz.

-Você sempre cruza comigo, mas não vê.

-Então fica preparado por que eu vou te encontrar.

-Me encontrar? Pensei que fosse encontrar sua família.

-Larga de ser covarde e vem me encontrar.

-Me diz como foi o show daquela vadia no seu quintal? Fontes me disseram que ela merecia o Oscar.

-Foi você seu filho da puta? –ele gargalhou.

-Não vá me dizer que você ficou tão assustado que resolveu sair correndo pros braços da mamãe? Ops, foi mal seu provável sogro matou a sua mãe não foi mesmo?

-Quem diabos é você e como sabe sobre tudo isso?

-Eu já disse, eu sou o Justin, eu to tão próximo que poderia estar escondido em uma das dezenas de malas da Mel.

-O que você quer?

-Sua cabeça em uma bandeja de prata me parece um bom começo.

-Reza pra eu não te encontrar primeiro seu desgraçado, por que eu vou servir seu coração pros cachorros.

Desliguei o celular evitando ouvir qualquer outra palavra daquele desgraçado que pra sua sorte eu nem sabia quem era ainda. Joguei o celular pra um dos seguranças o mandando levar até em casa e entregar pro Nolan, ele iria rastrear aquele ligação.

-O que foi isso? –Melody puxou meu braço me fazendo encara lá.

-Isso era o eu tava evitando.

-E agora?

-Eu não sei...eu não sei. –puxei pros meus braços a confortando, eu havia atendido o celular, mas ela parecia bem mais assustada. Ela não era a única assustada ali, eu já sabia que algo estava acontecendo, só não esperava ver as primeiras cartas postas sobre a mesa agora.

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