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O roubo (parte 2)

-Todo mundo tem o direito de saber a verdade antes de morrer!

(tiro)

A arma do Connor disparou no mesmo instante em que Ryan o empurrou no chão, a arma rolou pra o lado. Enquanto Lil e Ryan sumiam na escuridão eu me agachei e peguei a arma com a manga da camisa.

-Você não vai sair livre dessa McCann. –Connor praguejou se levantando.

-Já disse que é Bieber!

-Bieber, McCann que se foda quem você é, você já ta morto. –gargalhou.

-Não cante vitória antes do tempo, ex-companheiro! –levantei o braço mirando a cabeça dele.

-Não! –sua expressão mudou de sínica para apavorada em segundos –Não faça isso, você vai se arrepender.

-Você matou um dos meus, nada mais justo do que eu matar você.

-O Bishop vai acabar com a sua raça se eu não voltar pra casa.

-Me resolvo com ele facilmente. –ele fraquejou levando as mãos a cabeça.

-Eu te imploro não me mata –se ajoelhou a minha frente desesperado. Aquela cena despertou o meu lado jogador assassino.

-Você esta certo, eu não vou te matar. Mas você tem que prometer que não vai contar nada ao Bishop.-ele se levantou sorrindo.

-Eu prometo não conto nada. –abaixei a arma por um instante fingindo um sorriso.

-Você ta ouvindo esse som? –ele olhou pra cima como se de alguma forma procura-se pelo som.

-Que som?

Mira, destrava, click, boom!

O corpo do Connor caiu no chão, esguichando sangue e formando uma poça em volta de si mesmo. Por mais que eu quisesse não poderia deixa-lo ali. Dei alguns passos a frente e me livrei da arma a jogando alguns metros a frente, voltei e me agachei suspendendo o corpo do Connor.

-Ele ta morto? –um dos homens do Bishop surgiu na porta e me ajudou a leva-lo .

-Eu não sei –respondi sem dar importância. Deixei Connor no banco do carona e acelerei sendo seguido por um comboio.

Sem dúvida alguma ele já estava morto, eu nunca fui de errar um tiro no peito. Mire pequeno, erre pequeno como dizia o Will. A única coisa que me incomodava era o fato do sangue daquele merda estar sujando o estofado novo do meu carro.

Respirei fundo antes de atravessar o portão da mansão, essa era hora para usar e abusar do meu lado ator. Estacionei no meio do jardim e saltei do carro.

-Braun! –gritei abrindo a porta e puxando Connor pra fora. –Braun! –esbravejei mais uma vez enquanto dois homens erguiam Connor e o levava para os degraus de entrada. Braun abriu a porta num empurrão e vei gritando na minha direção.

-Ta gritando por ...-ele olhou pra Connor e levou as mãos a cabeça. –Mas que porra é essa?

-Ele foi atingido por uns caras que estavam fugindo. –disse o fitando.

-McCann, o seu trabalho era fazer a segurança –se aproximou do corpo já deitado nos degraus de entrada e tocou seu pescoço.

-E eu fiz, as cargas estão ai, mas seria impossível ficar de babá do Connor –retruquei .

-Que seja! Ele ta morto. –disse frio se afastando do corpo. –Chama o Bishop aqui! –ordenou pra empregada que estava parada na porta. –Se eu souber que você teve algo a ver com isso McCann, você ta morto!

"Coloquei um sorriso no rosto e mostrei as minhas melhores vestes, eu sou o lobo na pele de um cordeiro."

-Claro que não Braun, eu fiz tudo como ordenaram! –me defendi me fazendo de ofendido.

Bishop passou pela porta da mansão lentamente observando tudo o que acontecia. Parou alguns centímetros do corpo e o observou como se esperasse pela resposta da pergunta que todos saberiam qual seria.

-Segundo McCann, foi pego por uns caras quando tentaram fugir.

-Hmm –se mostrou tedioso e cuspiu em cima do corpo. –Minhas cargas estão intactas? –assenti –Ótimo, arruma um funeral pro moleque se não depois a mãe dele vai me encher a paciência. Quero os relatórios das cargas na minha mesa até amanhã à noite. -Olhei para o céu por alguns instantes percebendo que o dia estava prestes a amanhecer.

A reação e a falta de compaixão do Bishop me assustaram de certa forma, não que o Connor mereça qualquer compaixão, mas ele é tio do cara e bem, vindo no Bishop não deveria ser o tipo de coisa que me assusta.

-Sim senhor! –Bishop deu as costas e entrou na casa.

-Vai descansar Romeu, eu assumo por aqui.

-Valeu cara. –acenei com a cabeça e entrei na casa passando pelo corpo do Connor. Subi as escadas e entrei no corredor logo entrando no meu quarto. Tirei toda a minha roupa e percebi o quão suja de sangue ela estava. Entrei na ducha e senti meus músculos doloridos relaxarem e minha cabeça se perder em pensamentos.

"-Boa sorte. –ela sussurrou sugando o próprio lábio."

Sequei o corpo, vesti uma roupa qualquer e peguei meu celular discando o número do Ryan. Três toques e ele atendeu.

-Ta tudo bem com o Lil?

-Vazo ruim não quebra, ele até saiu pra comemorar.

-Cargas?

-Nolan ta pesando e amanhã já despacha.

-Ok, era só isso que eu queria saber.

-Justin!

-O que?

-Ta tudo bem com você?

-Por que não estaria?

-Esquece, tchau!

Vesti uma camiseta e saí. Eu precisava vê-la.

Melody's P.O.V.

Presa num sono profundo, ainda assim a minha mente lembrava detalhadamente dos lábios dele nos meus. Era como se eu flutua-se em cima de uma nuvem de algodão sobre o inferno. Surreal demais pra acreditar.

Senti algo me tocar por cima das cobertas e logo um lado da cama afundou como se alguém deitasse. Abri os olhos enxergando tudo embaçado.

-Sou eu –sua voz grave soou me causando arrepios, bons arrepios. Ele se esticou na cama encaixando seu corpo no meu formando uma concha, seus lábios tocaram minha bochecha carinhosamente e um de seus braços me rodeou prensando nossos corpos de um jeito acolhedor. –Boa noite! –foi à última coisa que ouvi antes de voltar a adormecer.

Uma corrente de ar frio vinda da varanda me fez acordar. Pra minha surpresa ele ainda estava ali, abraçado a mim dormindo. Podia jurar aos céus que eu havia apenas sonhado.

Troquei de posição virando meu corpo de frente a ele e no mesmo segundo eu quis perguntar a Deus como ele foi capaz de desenha-lo. Seu rosto de menino, seus lábios chamativos, seus cabelos que estavam charmosamente bagunçados e bem aqueles braços fortes que me seguravam firme. Selei nossos lábios e ele se mexeu sorrindo.

-Se eu fingir que ainda to dormindo eu ganho mais um beijo? –ela mantinha um lindo sorriso nos lábios, na verdade aquela era a primeira que eu o via rir verdadeiramente.

-Não! –respondi rápido e ele abriu os olhos, quando percebi estava em cima de mim com os cotovelos apoiados um de cada lado da minha cabeça.

-Você em cima de mim! –reclamei sem conseguir conter o riso.

-Mais cedo ou mais tarde isso ia acontecer.

-Idiota.

Sua boca foi direta na minha como se quisesse arrancar um pedaço, minha mão caminhou pela sua nuca massageando seus fios dourados. Seus corpo repousou sobre o meu intercalando nossas pernas. Assim como parecia que ele queria arrancar um pedaço da minha boca ele tocava a lateral do meu corpo como se eu fosse uma boneca de porcelana.

-Ta ficando difícil! –resmungou pra si mesmo me olhando nos olhos. Aqueles lindos olhos que conseguiam me assustar e me fascinar ao mesmo tempo.

TOCK TOCK

As batidas na porta fizeram meu coração acelerar tão rápido que eu pensei que fosse sair pela boca. Romeu não parecia ouvir as batidas na porta, ele estava no mundo da lua olhando pra mim.

-Melody, sou eu o Scooter! –Scooter falou encaixando a chave na fechadura.


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