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O roubo (parte 1)

Boa sorte! Essas duas palavras ficaram soando na minha cabeça como uma daquelas melodias irritantes que passava nas rádios. E o gosto de quero mais que os lábios dela deixaram nos meus estava me enlouquecendo.

-Atenção McCann! –Connor gritou me encarando. Balancei a cabeça o induzindo a continuar o monologo irritante sobre o quão importante àquela ação era pra ele e nada poderia falhar. –Nada de improviso, sigam o plano passo a passo. –Me virei entrando no carro. –Ouviu McCann?

-Claro Connor, improvisar e fazer tudo fora do plano. Entendi tudo. –ele rosnou irritado. –Entendi seu otário, para com esse monologo e vamos logo pegar as cargas.-Ouvi um coro de risadas pro Connor que logo gritou um "Cala a boca Porra" e entrou no seu carro.

Girei a chave e segui os carros da segurança. Liguei o som do carro e acelerei voando na alta estrada para Livonia, cidade onde as cargas do Silvester estavam. Meia hora na estrada a 200 km/h o carro parecia flutuar. Peguei o ponto no porta luvas e liguei me conectando com Ryan.

-Onde vocês estão? –perguntei tentando escutar algo no meio daquele ruído.

-Saindo da alto estrada de Detroit, logo estamos em Livonia. –respondeu.

-Ta tudo pronto?

-Tudo.

-Repassa o plano. –tirei um cigarro do bolso, coloquei na boca, peguei um isqueiro em cima do painel e acendi, sem soltar uma das mãos do volante.

-Render o motorista do caminhão, e passar mais da metade da carga pro nosso caminhão. Sem deixar rastros.

-Ótimo!

Os carros à frente entraram numa estrada de terra no meio de um matagal, poucos minutos depois todos pararam. Peguei dois revólveres, munição e saltei me juntando aos seguranças. Olhei em volta enxergando o galpão de uma fabrica. As cargas estavam ali.

-Cadê o caminhão? –perguntei tomando frente.

-Ta estacionado a alguns metros do outro lado do galpão. –um deles respondeu.

-Vamos cobrir a área. –ordenei caminhando na direção do galpão.

-Já chegaram? –sussurrei para o ponto.

-Já sim, estamos no lado oeste há poucos metros do caminhão do Bishop.

-Fiquem atentos, até daqui a pouco.-Desliguei o ponto e me aproximei. Dois seguranças estavam na porta e as luzes do lado de dentro estavam acesas. Fiz um sinal pra dois homens que estavam na minha lateral, eles renderam os seguranças da porta enquanto Connor passou por nós entrando. Dei uma olhada rápida nas laterais do galpão e voltei pra porta ficando de guarda.

Tava tudo muito silencioso e quieto, isso significava que a coisa não ia prestar.

Melody's P.O.V.

Minhas pernas já estavam doendo de tanto andar de um lado pro outro daquele quarto. Me sentei pegando um livro, tentei ler alguma coisa mas a única coisa que passava pela minha cabeça era Romeu e o seu beijo que me deixava arrepiada toda vez que me lembrava.

A tranca da porta girou e ela se abriu me assustando.

-Melody –a sua tentativa de imitar a voz de uma criança me fez rir.

-O que foi Scooter?

-Como assim o que foi? Eu vim ver a menina mais linda do mundo.

-Como você é mentiroso –reclamei fechando o livro e o deixando na cabeceira de mesa.

-Você ta diferente. –se sentou ao meu lado me observando.

-Como assim?

-Você ta com um brilho diferente nos olhos. –desviei o olhar, vendo a lua pela janela. –Viu passarinho verde foi?

-Um sonho bom, apenas.

-Falando em sonho a senhorita deveria estar dormindo a essa hora.

-Tô sem sono. –ele levantou ficando na minha frente.

-Sem sono? Eu vou ter que te fazer dormir. –levantei subindo em cima da cama.

-Não Scooter, você prometeu que não iria fazer mais isso. –reclamei me esquivando dele.

-Desde quando você acredita nas promessas de um bandido –ela gargalhou alto me deixando intrigada.

Antes que eu pensasse em qualquer outro movimento para me esquivar eu já estava presa em seus braços novamente.

Ryan's P.O.V

Desci do caminhão seguido por mais dois homens e fui em direção ao outro. O motorista mexia no rádio quando eu abri a porta o rendendo.

-Perdeu, perdeu! –ele se assustou e tentou pegar a arma na cintura, mas eu fui mais rápido dando uma coronhada na cabeça dele. O pacote caiu pra fora do caminhão. Peguei o volante acionando o ponto do Justin.

-Ta limpo?

-Porra! –ouvi o grito dele do outro lado e uns tiros. –O que? Ryan? Vem logo caralho.

Sem mais, dei partida sendo seguido pelo nosso caminhão logo atrás.

Justin's P.O.V

O silêncio não durou muito, logo que os dois primeiros tiros foram ouvidos alguns homens correram pra dentro do galpão. Esperei um pouco e entrei vendo o campo de batalha que tinha se formado lá dentro.

Tirei uma das armas da cintura e coloquei em punho olhando em volto, três caras no chão e Connor atrás de uma barricada de mesas. Esse imbecil não sabe fazer nada direito. Corri na direção dele dando dois tiros pra frente, me joguei no chão escorregando até ele.

-Aonde foi parar aquela conversa sobre seguir o plano? –ele levantou atirando sobre a mesa e logo voltando pra me responder.

-Cala a boca, ta tudo sobre controle.

-Claro que ta, tem três caras nossos no chão, ta tudo sobre controle.

-Não enche e atira McCann! –uma bala passou de raspão na mesa quase me acertando e no mesmo segundo veio um ruído no meu ouvido.

-Porra! –gritei ouvindo um zumbido no meu ponto.-O que? Ryan? Vem logo caralho.

Joguei aquela porcaria de ponto no chão e me levantei acertando dois caras que faziam uma espécie de barricada com os próprios corpos na frente das cargas.

-Vai pela direita e rende os caras perto das cargas, que eu vou lá fora chamar reforços e preparar o caminhão.

-O que você ta fazendo McCann? –gritou irritado.

-Te ensinando como se rouba uma carga. –Corri pra fora do galpão me esquivando das balas que vinham na minha direção.

-Vocês dois, entrem e de cobertura pro Connor –ordenei vendo os dois caminhões estacionados pouco longe um do outro.

Me aproximei do caminhão da frente vendo Ryan e um dos meus homens saltar dele.

-Tem uma porta nos fundos do galpão, aonde alguns caras tão trocando tiros com o Connor, abre a porta, pega parte das cargas e da o fora daqui.

-E você? –perguntou preocupado

-Não é hora de dar uma irmãozinho –reclamei dando as costas e voltando pra dentro do galpão.

Os caras que guardavam a carga continuavam de pé, atirando sem dó. Enquanto mais um do Bishop caia. Entrei atirando pra todos os lados procurando por Connor e o viado continuava atrás das mesas enquanto os seguranças avançavam tentando conter os caras das cargas.

-Seu idiota, o que você ainda faz aqui?

-Tentando ficar vivo pra pegar as cargas.

-Se você não tomar frente, todos inclusive você vão cair antes de se aproximarem daquelas cargas. –Derrubei a barricada puxando Connor pelo braço e avançando.

-Atira pra matar! –A porta dos fundos foram aberta e discretamente eles começaram a tirar as cargas. Foi como o efeito dominó, um por um foi caindo. Dois sobraram e fugiram correndo pela porta que estava aberta, eles já tinham terminado de pegar as cargas.

-Quem abriu aquela porta? –Connor resmungou caminhando até a mesma.

-Tragam o caminhão pra porta e peguem as cargas. –gritei pros homens do Bishop que obedeceram as minhas ordens. Corri até alcançar Connor que já estava do lado de fora apontando a arma pra alguém. Me aproximei percebendo quem era.

-Olha só o que eu achei McCann! –Lil estava rendido olhando pra mim ofegante –Alguém estava tentando pegar as nossas cargas.

Sem pensar muito em segui meus instintos, não deixaria mais nenhum de nós morrer.

-Conseguiu pegar tudo? –perguntei e Lil acentiu.

-Você esta com ele McCann?

-Sim,e me chame de Bieber!

-Você é um traidor –esbravejou engatilhando a arma na cabeça do Lil.

-Me classifique como um vingador! –sorri vendo uma sombra na escuridão.

-Que diabos você ta fazendo Justin? –Lil gritou.

-Todo mundo tem o direito de saber a verdade antes de morrer!

(tiro)


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